Central foi decisivo na Selecção Nacional. Não é a primeira vez.
O trajecto de Bruno Alves é admirável: foi construído com bases sólidas, decisões seguras e passos curtos.
Começou por ser cedido a vários clubes até atingir um nível de clube grande.
Solidificou-se no F.C. Porto até se tornar capitão.
Afirmou-se na liga portuguesa até ser eleito o melhor jogador da competição.
Agora consolida-se a cada jogo que passa na selecção.
Consolida-se com boas exibições, capacidade de liderança e golos. Nesta fase de apuramento já leva dois golos, ambos decisivos.
Marcou aos noventa minutos na Albânia, um golo que valeu a vitória e manteve Portugal na corrida pelo Mundial. Marcou este sábado na Luz, um golo que valeu outra vitória e deixou Portugal mais perto do Mundial.
Como ele próprio diz, os golos são apenas um bónus. A função dele é outra. O que é verdade. Mas é verdade também que os golos chamam a atenção para a consolidação de uma posição de destaque. Que lança a dúvida: por que é que quando é necessário abdicar de um dos três centrais, é Bruno Alves o eleito?
fonte: maisfutebol.iol.pt