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Categoria: Declarações

Porto, 29 Dez (Lusa) - O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, afirmou hoje, em alusão os reforços de Inverno para as equipas de futebol de Benfica e Sporting, que "não há petróleo no Porto" e que Jesualdo Ferreira "não pediu jogadores".

 

"Ontem [segunda-feira], li num jornal uma crónica que terminava a dizer que se calhar havia petróleo em Lisboa. No Porto não há e portanto temos de ser realistas e ter aquilo que podemos ter. Posso garantir que o treinador não me pediu nenhum jogador a mais daqueles que tem e eu considero que ele está correcto porque temos um excelente plantel", disse Pinto da Costa, à margem do almoço com as equipas seniores de natação do FC Porto.

O presidente portista reforçou a ideia de que os 'dragões' não necessitam de ir ao mercado de Inverno, considerando que o plantel dá garantias para os objectivos traçados.

Categoria: FCPorto

Pinto da Costa: um timoneiro de dragões!

O que dizer de um homem com a mística de Pinto da Costa?

 
O 33.º presidente da história do FC Porto, eleito a 17 de Abril de 1982, Pinto da Costa conquistou uma série invejável de titulos, vitórias e metas, contando com 49 títulos no Futebol profissional.
O seu estilo mordaz, inspirado e de rápida e desarmante resposta habitou todos os adeptos do Fcporto e os portuenses em geral a uma intransigente defesa dos valores da cidade invicta e uma relação muito especial com o futebol, com um estilo inigualável.
 
Uma listagem longa comprova o seu sucesso: dez taças de Portugal, 15 supertaças Cândido de Oliveira, duas Ligas dos Campeões Europeus, uma Taça UEFA, duas Taças Intercontinentais e uma Supertaça europeia, adicionando mais  17 campeonatos nacionais, cinco deles consecutivos, de 1994 a 1999, constitui uma prova de força, inteligência e diferença no campeonato luso.
 

Parabéns ao grande timoneiro da chama do Dragão.


Categoria: FCPorto

Faltas e discussões marcaram o último clássico na Luz. Situações comuns nos relvados portugueses. Quem fica a perder são os espectadores.

Sete cartões amarelos - os dois vermelhos a Hulk e Sapunaru foram exibidos já depois de o jogo terminar -, uma repreensão a Jorge Jesus, uma pequena escaramuça em resultado da carga de Rodríguez sobre Javi García, o empurrão de Guarín a Saviola, a substituição do já combalido Ramires e uma recta final em que se complicou muito e jogou pouco. É por estas e por outras que o Benfica-FC Porto é, segundo a estatística fornecida pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), o jogo com menos tempo útil até à 14.ª jornada da Liga portuguesa.


Feitas as contas, e reportando-nos aos 112 jogos disputados desde Agosto na presente edição do campeonato, a Liga anotou 5656 minutos úteis, uma média de 50,5 em cada encontro. Destaca-se pela negativa precisamente o último clássico, com apenas 37 minutos úteis - isto num jogo que só teve direito a comemorar um golo. "Na parte final da partida, nos últimos 15 minutos, não houve futebol. Houve paragens, faltas, faltinhas... O senhor Lucílio Baptista não foi capaz de impedir que o jogo caísse nesse registo na parte final", apontou o treinador do FC Porto Jesualdo Ferreira. Foram 19 minutos proveitosos na primeira parte e 17 na segunda.

"Encarnados" no fundo

Numa espécie de tabela distorcida, o Benfica (com 665 minutos úteis/média de 47,5 minutos por jogo) surge mesmo na antepenúltima posição, apenas à frente do Leixões (666/47,5) e do Olhanense (635/45,3). No topo, a União de Leiria (766/54,7) e a Naval 1.º de Maio (756/54).

Em conversa com o PÚBLICO, Augusto Inácio explicou que estes números resultam de um trabalho pedagógico e que têm reflexo directo nos resultados. "Todas as minhas palestras antes dos jogos começam da mesma maneira: "Não quero antijogo, não quero protestos". Se houver um castigo escusado, o jogador é que paga a multa. É uma forma de auto-responsabilização", sublinha o técnico que substituiu Ulisses Morais. "Quando fui para a Figueira a equipa tinha muitos amarelos. Tornámo-nos uma equipa mais disciplinada, um conjunto que não refila com os árbitros", completa.

A alteração dos maus hábitos, diz, começa nos treinos. Um exemplo: "Privilegiamos a entrada da equipa médica apenas em último caso. Já nos treinos não entra sem minha autorização para os jogadores se habituarem. Ganha-se tempo e concentração." O público agradece

 

Fonte: Publico

 

Categoria: Desporto

Os «grandes» de Portugal tiveram um 2009 com percursos muito distintos. Se o F.C. Porto é o que tem mais jogos ganhos, 34, o Benfica é quem mais marca, 102 golos, já o Sporting o melhor que conseguiu este ano foi um 2º lugar na Liga e o consequente acesso à pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

 

O F.C. Porto, em 52 jogos disputados em todas as competições, ganhou 34, empatou nove e perdeu outros nove. Atingiu os 96 golos marcados, concedendo 37. Contrariamente aos clubes de Lisboa, a equipa comandada por Jesualdo Ferreira, além de nunca ter trocado de treinador, ganhou três competições: Liga, Taça de Portugal e Supertaça. Apesar de o Benfica possuir menos vitórias que os «dragões» detém uma percentagem ligeiramente superior de vitórias, 65,9 por cento contra 65,3, escreve a Agência Lusa.

Na segunda metade do ano, e com a chegada de um novo treinador, os «encarnados» melhoraram o registo de golos marcados e de vitórias conquistadas, acabando, mesmo, 2009 no topo da tabela da Liga, empatado com o Sporting de Braga. A equipa de Quique Flores conseguiu, em 23 jogos, 14 vitórias e 40 golos, já Jorge Jesus, em 24 jogos, possui 17 vitórias e mais 22 golos que o antecessor.

A centena de golos foi alcançada por Di María frente ao AEK Atenas. O jogador argentino fez também o 101º remate certeiro do ano, deixando o último, 102º, para Saviola, no clássico com o F.C. Porto. A única competição ganha pelas «águias» foi a Taça da Liga.

O ano do Sporting entrou em declínio no início da época 2009/10, facto que explica a saída de Paulo Bento e a entrada de Carlos Carvalhal. Em 50 jogos disputados, 26 realizaram-se na primeira metade do ano, registando-se 16 vitórias, cinco empates e três derrotas.

Na segunda metade, os «leões» ganharam dez jogos, empataram 12 e perderam quatro. A equipa de Alvalade marcou 78 golos, menos 18 que o F.C. Porto e 24 que o Benfica, tendo concedido 51. Só nos dois encontros com o Bayern de Munique «encaixou» 12 golos.

 

Fonte: MaisFutebol

Categoria: Benfica

Parabéns a todos os vígaros impúnes que fazem da dissimulação profissional uma arte de invejável impunidade e mestria aprimorada pelos anos de carreira. A vós, parabéns.

 

 

 


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