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Categoria: FCPorto

São Helton. Foi o guarda-redes brasileiro quem acabou por salvar a face do Dragão e sobretudo a de Fernando, que num erro absolutamente primário ia oferecendo o empate à U. Leiria, já em tempo de descontos, ao cometer uma grande penalidade, por mão na bola.
 

Foi um jogo louco por culpa de um FC Porto que por vezes parece sofrer de uma certa esquizofrenia. Pelo menos, de masoquismo sofre. Não havia necessidade de sofrer tanto, e os portistas bem podem agradecer à falta de eficácia de Ronny, que não conseguiu dar o empate aos leirienses, nem ajudar o Sporting a ganhar dois pontos aos dragões. O defesa ainda pertence ao clube de Alvalade.

No jogo de ontem, Falcão voltou a ser nome de goleador e o bis que conseguiu conjugado com um golo de Bruno Alves, acabou por tornar irrelevante o feito da U. Leiria, que em condições normais seria relevante: marcou dois golos ao FC Porto e discutiu o jogo. Mas teve desconcentrações fatais atrás – precisa de um central e vai dar muito jeito a previsível chegada de Zé António.

O FC Porto ganhou bem, mas passou por sustos, talvez desnecessários, alguns provocados por culpa própria. Mostrou algum relaxamento competitivo, e depois de ter estado em vantagem com um golo de Falcão, viu Diego Gaúcho empatar, num ‘frango’ do tamanho da Sé do Porto, dado por Hélton. Bruno Alves perdoou o pecado ao seu companheiro e deu vantagem aos tetracampeões nacionais antes do intervalo, embora se sentisse no ar alguma compressão e ansiedade. Depois, Ronny e Helton trocaram papéis e apareceram no melhor e no pior. E ganhou o melhor. O Dragão.

 

"ERA INJUSTO NÃO GANHAR"

O FC Porto teve o jogo sempre dominado e controlado. Era injusto não ganhar", disse Jesualdo Ferreira, no final da partida, reconhecendo que a equipa não pode "sofrer tanto depois de marcar". Sobre a suspensão preventiva de Hulk e Sapunaru, devido à polémica do túnel da Luz, um desabafo: "Não conseguem enervar o Porto. Só nos fortalecem."

 

ANÁLISE

POSITIVO

Helton providencial

Defendeu uma grande penalidade já em tempo de descontos, redimindo-se do ‘frango’ que tinha dado no golo de Diego Gaúcho. Segurou assim três pontos para os dragões.

 

NEGATIVO

Ronny foi vilão

Marcou um bonito golo de livre, mas depois deitou à rua o papel de herói, ao falhar uma grande penalidade nos descontos, que poderia ter dado o empate à U. Leiria, permitindo a defesa a Helton. Também não ajudou nada o seu Sporting

 

ARBITRAGEM

Dúvidas e um erro

Ficou a ideia de que Diego Gaúcho cabeceou no limite do fora-de-jogo no golo do Leiria. Dúvidas num golo invalidado a Falcão, por fora-de--jogo. Mal na expulsão de Djuricic e bem na expulsão de Fernando e no penálti.

 

FICHA DE JOGO

LIGA - 15.ª Jornada - 10/01/2010

Estádio do Dragão - Assistência: 24 209

FC PORTO: Helton, Miguel Lopes, Farías, Bruno Alves, Rolando, Álvaro Pereira, Fernando, Raúl Meireles, Bellushi, Tomás Costa, Silvestre Varela, C. Rodríguez, Falcão, Mariano. 

TREINADOR: Jesualdo Ferreira

U.LEIRIA: Djuricic, Paulo Vínícius, Diego Gaúcho, Bruno Miguel, Ronny, Marco Soares, André Santos, Patrick, Vitor Moreno, Silas, H. Godinho, Tiago Luis, Cássio, Carlão.

TREINADOR: Lito Vidigal

Golos: 1-0 Falcão (15’), 1-1 Diego Gaúcho (31’), 2-1 Bruno Alves (37’), 2-2 Ronny (52’), 3-2 Falcão (64’)

Árbitro: Elmano Santos (Madeira) 5

Disciplina: amarelos: B. Miguel (10’), Paulo Vinícius (60’), Fernando (90’ e 90+1), R. Meireles (90+3’). VERMELHOS: Djuricic (68’), Fernando (90+1’)

Classificação do jogo: 6

 

Fonte: correio da manhã

Categoria: FCPorto


altToni foi o único treinador do Benfica a receber o FC Porto em vantagem e a aproveitar o "ninho da águia" para ganhar mais pontos aos "dragões" nos últimos 20 campeonatos portugueses de futebol, conquistando depois o título.

 

Domingo, na 14.ª jornada da Liga, a equipa portuense regressa ao Estádio da Luz com um ponto de desvantagem e o treinador "encarnado", Jorge Jesus, poderá reeditar o sucesso e ver a "candeia" alumiar quatro pontos mais à frente dos rivais, caso triunfe, ou ver a "chama" do título de volta às mãos do tetracampeão, se perder.

 

"Íamos na frente, numa luta com um FC Porto forte e um Sporting também muito forte, que se prolongou até às últimas jornadas e ao famoso 6-3. Conseguimos ganhar (2-0), já na segunda volta, e praticamente encostámos o FC Porto. Passámos de quatro para seis pontos de vantagem", lembrou Toni, em entrevista à Agência Lusa.

O treinador de 63 anos, com três passagens como técnico principal do Benfica e 13 épocas como jogador, destacou os "muitos problemas" vividos pelo grupo de trabalho, sobretudo no início da temporada, mas ultrapassados por se tratar de "uma grande equipa".

 

Em 06 de Fevereiro de 1994, no antigo Estádio da Luz e com as vitórias ainda a valerem dois pontos, o Benfica aumentou a diferença para o FC Porto, graças a dois golos sem resposta, apontados pelo brasileiro Ailton e pelo antigo "numero 10" , Rui Costa, agora recovertido em "nº1" do futebol "encarnado".

 

Aos 37 minutos daquela partida da 18.ª jornada, o sueco Schwarz assistiu Ailton para o 1-0 e, pouco antes do intervalo, o defesa central portista Fernando Couto foi expulso pelo árbitro Veiga Trigo por agredir o brasileiro Mozer com um cotovelo. Com 10 elementos, os "dragões" sofreram o segundo golo aos 55 minutos, num remate do então jovem "maestro", Rui Costa, servido por Vítor Paneira.

"O jogo ficou marcado pela expulsão do Fernando Couto, na altura o 'enfant terrible', com todo aquele sangue na guelra. Bobby Robson (treinador do FC Porto) depois disse que foi Mozer, 2, FC Porto ou Fernando Couto, 0", continuou Toni.

O técnico perspectiva o próximo "clássico" com "contornos diferentes" porque "não afasta nenhum dos intervenientes", em caso de derrota, apesar da "crispação, se calhar até maior do que na altura".

 

"Os quartéis-generais estão neste momento a preparar o jogo, com todos os pormenores do adversário. Nestes casos, é importante coarctar a ansiedade que os jogadores transportam para estes jogos e passar para dentro do grupo serenidade e tranquilidade", aconselhou.

Apesar de o seu amigo e ex-adjunto no Benfica, Jesualdo Ferreira, agora no FC Porto, ter um aspecto mais sereno e uma personalidade "sisuda", Toni considera que o plantel "encarnado" já se adaptou ao estilo mais efusivo de Jesus.

 

"Os jogadores vão-se adaptando aos movimentos contínuos do treinador ao longo da área técnica. O Jesualdo, também já não tem tanto aquela cara de que todos lhe deviam e ninguém lhe pagava, tem por trás disso competência. Nos quatro anos de Porto, tem refeito equipas atrás de equipas. Jesus, um estudioso do futebol, conseguiu uma fase boa que o Benfica há muito não vivia e transmite muita confiança aos jogadores", concluiu.

Desde a época 1989/90, só noutras duas ocasiões os "encarnados" jogaram o "clássico" em Lisboa com mais pontos que os portistas, mas o italiano Giovanni Trapattoni viu a sua equipa derrotada (1-0), na última conquista nacional benfiquista (2004/05), e a equipa orientada pelo sueco Sven Goran-Eriksson, co-adjuvado por Toni, empatou sem golos, precisamente há 20 anos.

 

Em 17 de Outubro de 2004, na sexta ronda do campeonato, o Benfica tinha uma vantagem de quatro pontos sobre os rivais nortenhos, mas foi batido, já na "Nova Catedral", com um único golo do sul-africano McCarthy, apontado aos 10 minutos. Na outra recepção dos lisboetas aos "azuis-e-brancos" em situação de vantagem classificativa nas últimas duas décadas, o Benfica contava com mais seis pontos que o FC Porto antes da 23ª ronda, disputada em 11 de Março de 1990, e a partida terminou com 0-0.

 

Contudo, o FC Porto conseguiu alcançar o título de 1989/90, com quatro pontos de vantagem sobre as "águias", embora os lisboetas tenham chegado à final da Taça dos Campeões Europeus, perdida para o AC Milan (1-0), ao contrário do sucedido em 2005, quando o Benfica foi novamente campeão depois de um "jejum" de 11 anos, com mais três pontos que os "dragões".


Fonte: O Jogo

Categoria: FCPorto

A formação de sub-19 do FC Porto ultrapassou com distinção mais dois testes na pré-temporada, desta feita perante equipas do escalão sénior. Os jovens Dragões bateram a formação da UD Tocha, 6-1, e do Marinhas, 2-0, em dois encontros de preparação dis****dos este sábado.

O primeiro compromisso portista do dia teve lugar às 11h30, com o duelo perante a equipa sénior do clube da Tocha. Claro, Bacar, Romário, Pipo, Flávio e Maycon foram os autores dos golos que contribuíram para o expressivo triunfo azul e branco, 6-1.

Mais tarde, às 18h00, os jovens Dragões voltaram a entrar em campo, defrontando desta vez a equipa principal do Marinhas. Os pupilos de Patrick Greveraars venceram a partida por 2-0, com golos de Edu e Yero.

 

Fonte: FC Porto

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A exibição amigável contra o Dínamo ( 1- 0 ) é mais um teste para a equipa de Jesualdo. Como consideras a actuação da equipa azul e branca? Deixa os teus comentários aqui :)

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Like nearly all Portuguese clubs, FC Porto have been struggling under the millstone of debt but, remarkably, the side who have won the league for the past four years have continued to develop despite a transfer policy that sees them sell their best players almost every season.

altGettyImages
Lisandro and Lucho: Sold for substantial profit.

Since Jose Mourinho brought the UEFA Champions League title to Portugal in 2003-04, the club have raised an incredible €300m from a succession of top quality internationals who have sought to further their careers at some of Europe's top clubs.

The list reads like a Who's Who of top stars and includes Brazilian midfielder Anderson (sold to Manchester United for a fee in excess of €30m in 2007), Ricardo Carvalho, Paulo Ferriera and Jose Bosingwa (offloaded to Chelsea for a combined fee of nearly €100m - although not at the same time) and Inter Milan's €19m purchase of Ricardo Quaresma.

This season the trend has continued, as a club who have consistently made the knockout rounds of the Champions League in recent years decided to cash in on more of their stars. Lisandro Lopez headed to Lyon for €24m, with left-back Aly Cissokho joining him for €15m and Argentine midfielder Lucho Gonzalez also bolted out of the exit door to Marseille for €18m.

The club have also brought in some extra cash by offloading selling Brazilian midfielder Ibson to Spartak Moscow, Paulo Machado to Toulouse and Assuncao to Atletico Madrid, putting their income from transfers for the summer at over €60m - and that's before the reported €30m sale of defender Bruno Alves, who the club (for once) appear very keen to keep hold off.

So why are such a successful side made to rebuild their squad every year? Well, for two reasons. Firstly, the club are saddled with debt and need to raise money to continue to pay for the construction of their new stadium - at a cost of €100m since its inauguration in November 2003 (minus interest payments, of course) - and the wage bill they have amassed with the procurement of a large number of squad players.

Secondly, it is a philosophy that has brought the club great success (as well as money) and, while Porto president Pinto da Costa has received some criticism for his financial handling of the club, you cannot argue with the facts.

The Porto supremo, at the forefront of the club for over 25 years, has been a driving force in bringing the club through as title contenders in a league that was dominated by Sporting and Benfica pre-1984 and the Dragons have won 13 out of the last 19 Portuguese league titles. They have also landed numerous Portuguese Cups, Super Cups and a UEFA Cup in more than a decade of dominance; while they are one of the best supported clubs around with the average attendance at the Dragon Stadium approximately 38,000.

Da Costa has ensured that the club's transfer policy has built the foundations of a squad that is not over-reliant on any one player. Lisandro and Lucho were important, no doubt, but they are replaceable and the Porto board appear to have filled the gaps well.

Argentinean midfielder Diego Valeri has joined on loan from Lanus, while they have so far landed more South American talent in Fernando Belluschi from Olympiakos for a fee of €5m, Uruguayan defender Alvaro Pereira from Cluj for a fee of €4.5m and Brazilian defender Maicon from Cruzeiro.

The club thrive on picking up lesser known players for a small fee and then selling them on once they have made their mark. But there is an extra dimension to their scouting and it relies on the complicated way that some players' rights are owned by an agency, rather than a club.

altGettyImages
Falcao: The next big money-spinner for Porto?

Porto have found success in luring South American talent by buying up a percentage of their rights and then completing the deal years later. Lucho was signed from River Plate in 2005 with Porto sharing the ownership with Global Soccer Agencies after paying €4.6m to purchase half of the rights and spending €6.65m to seal the deal two years later. Such a deal sometimes allows a modest transfer fee to be paid (if any at all), but also gives the club a fall-back position if the player doesn't settle.

This summer, the club bought 60% of Radamel Falcao's transfer rights for €3.9m from River and will have high hopes for the 23-year-old Colombian forward, who is viewed as one of the world's top prospects after netting 45 goals in 110 games for River. It is something of a coup for them to have beaten off competition from a player who was once attracting the interest of Manchester United and Arsenal, but it is easy to see why he may have wanted to move.

Porto cannot offer the wages that other major European clubs can, but are an attractive prospect for South American players as they get Champions League football, regularly win silverware and, perhaps most importantly, provide a stepping stone for them to gain an EU passport. Such a move grants players the chance to move to other European clubs, without the problems of gaining work permits and visas - making them vastly more appealing to potential suitors further down the line.

While Porto continue to gain critics for their approach, it is hard to argue against what they are doing. A club with ambition, but not an overinflated sense of where they should be in European football, the Portuguese side will continue to make a profit on their star players, while they bring new ones through to replace them at bargain prices.

A model of how mid-ranging European clubs should be run, the Dragons might initially cringe at the prospect of another season of rebuilding but, if they continue to win trophies, then another summer of upheaval will quickly be forgotten.

Fonte: ESPN

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