Categoria: Taça da Liga


alt
Segue em frente o FC Porto na Taça SLB (Senhor Lucílio Baptista), depois de bater o clube satélite da agremiação do garnizé por duas bolas. Valeu o forcing exercido pela equipa azul e branca na 2ª parte, em que muito contribui as entradas ao intervalo de Álvaro Pereira e, sobretudo, Falcão, que é neste momento um oásis de clarividência no conjunto portista.

Com Rúben Micael em estreia pelo Dragão, e logo a titular, parecia que as novidades deste encontro não se quedariam por aí, já que Jesualdo fazia alinhar 4 médios na equipa inicial (Tomas Costa, Belluschi, Rúben Micael e Guarín), indiciando o ensaio a um novo esquema táctico. Puro engano. O Professor manteve-se fiel ao seu sistema, e entendeu remeter o médio Colombiano para o lado direito do ataque. Resultado disso, Guarín acabou substituído ao intervalo e o treinador perdeu uma boa oportunidade de trabalhar uma nova fórmula de reverter este mau momento da sua equipa.

alt
Os primeiros 45 minutos foram muito enfadonhos, com o FC Porto a não dar-se bem com algumas adaptações à socapa já anteriormente referidas, com o exacerbar da capacidade de se auto-anular por parte de outros elementos (com Mariano logo à cabeça), e também pela qualidade do “ervado” do Estoril, que mais parecia um campo de rugby. Valia o aliciante de ver como Rúben Micael se saía na sua 1ª vez de azul e branco.

Para o 2º tempo estavam reservados os golos, e logo por intermédio de dois elementos que nunca haviam feito o gosto ao pé ao serviço do FC Porto, Belluschi e Orlando Sá. Mas foram as alterações processadas ao intervalo pelo Professor que fizeram o Dragão subir ligeiramente o rendimento do seu conjunto. Falcão e Álvaro deram mais sumo à partida, mas ainda assim só de bola parada o Campeão conseguiu adiantar-se no marcador por intermédio de um livre superiormente marcado pelo médio ofensivo argentino. O fecho das contas surgiu a partir de uma perda de bola da defesa do Estoril, onde Orlando Sá aproveitou o ressalto para fugir em direcção à baliza contrária e dar maior expressão ao marcador.

 

alt
Para não deslustrar com nível desta competição (Taça SLB), o FC Porto voltou a andar aos papéis, salpicado aqui e ali por umas coisitas que me dizem estar no limiar dos princípios básicos do futebol. Quem dera poder dizer-se que esta vitória é um suplemento essencial para regeneração desta equipa sem chama. Mas os problemas são demasiadamente profundos para se conseguirem resolver com um simples bálsamo motivacional.

Agora venha daí o garnizé ao Dragão. Temos o túnel todo por conta deles…

 

Fonte: http://reflexaoportista.blogspot.com

Categoria: Taça da Liga

altA equipa do F.C. Porto estreou-se hoje para a Taça da Liga com uma vitória frente ao Leixões.Num jogo em que Jesualdo Ferreira aproveitou para fazer experiências, mais uma vez saltou à vista a pouca qualidade dos jogadores azuis e brancos. Na equipa portista existem muitos jogadores que nem no banco de suplentes mereciam estar. Desde a Mariano González, Valeri, Prediguer, Tomás Costa, Maicon e Guarín, minha nossa, eles são tantos. O jogo de hoje foi mais uma vez, penoso, maçador, sem interesse… Não há um fio de jogo, não há entreajuda, não há jogadas pensadas, parece que andam lá só por andar.

 

O Jesualdo Ferreira já perdeu o pulso à equipa há muito tempo. Não consegue pôr os jogadores a jogar no sítio certo, depois as compras que fez, saíram quase todas furadas e por último continua a apostar sempre nos mesmos, sempre a cometer os mesmos erros. Acho que é preciso uma revolução na equipa técnica e também no conjunto de jogadores que forma o plantel. É preciso sangue novo, é preciso ambição, coragem, iniciativa e sentido de responsabilidade, neste momento no clube não há nada disso.

 

O jogo foi fraco, mas a equipa ganhou, mas assim as coisas não se afiguram muito fáceis, isto tem que evoluir e transformar-se por completo porque senão as competições vão-se sumir.

 

Fonte: Blogportista.com

Segue-nosFacebook  Twitter  Blogger