Dois factos relevantes na véspera de um jogo fundamental para as aspirações europeias dos dragões: Raul Meireles voltou a não ser convocado, o que reforça a ideia de estar de saída e seguramente para Inglaterra, e, no plano das contratações, Nicolas Otamendi aparece agora mais favorito ao lugar de Bruno Alves, pois o FC Porto terá deixado cair Toloi em definitivo. A menos de duas semanas do fecho da janela de Verão, as duas principais situações em aberto no plantel do FC Porto ganharam ontem maior expressão, com factos novos a permitiram uma mais clara avaliação de cada um desses casos.Primeiro Raul Meireles: pela segunda vez consecutiva, e apesar de estar a treinar-se há três semanas, Meireles não foi convocado para o jogo da Bélgica, num sinal cautelar que não poderia passar despercebido. Está, efectivamente, com pé e meio fora, e falta saber o essencial: por quanto e para onde.Com a venda de Ozil ao Real Madrid, o Manchester United passa a ter agora Raul Meireles como alvo principal. Alex Ferguson tinha-o dito a vários jornais ingleses, como o 'The Guardian' e o 'Mirror'. Ferguson assumiu que Ozil, pela idade (21 anos), seria a aposta ideal num clube que gosta de ver crescer os jogadores em casa, mas já então (há cerca de duas semanas) Ferguson temia a capacidade aquisitiva do Real.Quanto à questão do defesa-central, há indícios fortes de que o FC Porto pode ter virado a agulha definitivamente para o Velez, o que significa deixar cair Rafael Tolói. Assim, ganha força máxima a possibilidade Otamendi, um jogador de 22 anos mas já em afirmação total. Capitão do Velez Sarsfield, campeão do Clausura 2009, votado massivamente pelo público como melhor jogador argentino nesse ano, presente no Mundial 2010, é um craque em ascensão por quem o Velez pedia há um ano 15 milhões de dólares.De acordo com fontes locais, o FC Porto poderá pagar até 6 milhões de euros (mais de sete milhões de dólares) por 70 por cento do passe.
Depois da Liga dos Campeões, Taça dos Campeões Europeus, Taça das Taças, Taça UEFA, Taça das Cidades com Feira, Supertaça Europeia e Taça Intercontinental, o FC Porto inscreve a partir de amanhã o seu nome em encontros da Liga Europa. A Cristal Arena, em Genk, vai ser palco do 298.º jogo do FC Porto em competições internacionais, contra o 59.º do seu adversário. Uma diferença significativa que diz bem do historial dos dois clubes.Não é por acaso que os dragões são apontados como um dos clubes favoritos à conquista do troféu. O seu coeficiente à entrada para o playoff situava-os em segundo lugar, só ultrapassados pelo Liverpool, equipa que, no entanto, teve de entrar em competição na 3.ª pré-eliminatória. Entre os dez primeiros está também o Sporting, mas em caso de apuramento terão de ser levadas em conta as formações que transitam da Champions.ExperiênciaSeja como for, dificilmente os azuis e brancos deixarão de ser indicados como uma das equipas mais bem colocadas para chegar longe na Liga Europa. A experiência acumulada em vários confrontos da Champions permite-lhes sonhar alto, muito embora alguns jogadores com maior experiência não façam parte das escolhas de André Villas-Boas para o duplo embate com o Genk. Jorge Fucile não está sequer inscrito nesta fase, ao passo que Raul Meireles continua com o seu futuro por resolver. Já Mariano González recupera da lesão no joelho direito e só poderá entrar em ação em outubro. Cristian Rodríguez é outro atleta com experiência neste tipo de competições que não viaja à Bélgica, por lesão.Mesmo assim, Villas-Boas, que faz a sua estreia como treinador principal nas competições europeias, conta com atletas que já pisaram relvados internacionais por diversas ocasiões, como são os casos de Helton, João Moutinho e Rolando.Contudo, o técnico portuense não vai permitir que os seus jogadores se acomodem à sombra do estatuto e favoritismo que lhes são conferidos para relaxar perante o Genk. Aliás, o bom arranque de época da equipa de Frank Vercauteren é um sério aviso à navegação. Tendo perdido em todas as deslocações à Bélgica, o FC Porto quer inverter a tendência.
O treinador da equipa belga do Genk, Frank Vercauteren, considerou hoje que o FC Porto é "o favorito" à vitória no jogo de quinta feira, no estádio Cristal Arena, referente à primeira mão do playoff da Liga Europa."O FC Porto é uma equipa da Liga dos Campeões. São favoritos e só podemos dar o nosso melhor", disse Vercauteren, na conferência de imprensa de lançamento do embate.O antigo internacional belga reconheceu que "não são tão grandes" as ambições do Genk "como as do FC Porto".
Está cada vez mais próxima a estreia de Walter com a camisola do FC Porto. Após semanas de indefinição em torno do promissor goleador brasileiro, eis que o certificado internacional chegou finalmente e, poucas horas depois, André Villas-Boas nem pestanejou em incluir o seu nome na lista de convocados para o embate com o Genk.Walter falhou os dois primeiros jogos oficiais dos portistas na nova temporada, mas à terceira foi mesmo de vez e os adeptos suspiram por começar a tirar o peso à influência que o Bigorna pode ter na frente de ataque dos dragões. Consumada a saída de Ernesto Farías e o empréstimo de Orlando Sá, apenas Falcão permaneceu na Invicta para jogar na área. Desde logo, os responsáveis da SAD apontaram baterias para Walter e nem as contingências habituais do mercado fizeram Pinto da Costa e companhia recuar nas intenções. O internacional Sub-20 e principal estrela do Internacional de Porto Alegre chega rotulado como um dos mais recentes fenómenos do Brasil – pela potência e capacidade de finalização –, mas arrastou para este lado do oceano um percurso também manchado por algumas histórias menos boas em termos disciplinares. Cabe a André Villas-Boas gerir tanto talento e irreverência.ConsistênciaPara além de Walter, destaque ainda para as chamadas dos médios Ruben Micael e Castro. O madeirense recuperou da lesão que o tinha impedido de defrontar o Benfica, na Supertaça, permanecendo na última semana numa redoma apenas por gestão. Nesse sentido, não seguiu viagem até à Figueira da Foz, mas André Villas-Boas não iria abicar dele para o pontapé de saída nas provas europeias.Castro também entrou na lista alargada dos 19 jogadores que seguem esta manhã para a Bélgica. Fruto da formação, ficou no plantel face à dispensa de Tomás Costa.
A entrada de Guarin para o lugar de Raul Meireles é a única alteração nos convocados do FC Porto, divulgados hoje, para o jogo no reduto da Naval 1.º de Maio, da jornada inaugural da Liga de futebol.A troca de médios foi a única mexida promovida pelo treinador André Villas-Boas para a deslocação de sábado à Figueira da Foz, tendo como comparação os eleitos de há uma semana para a Supertaça Cândido de Oliveira. André Villas-Boas referiu na antevisão do jogo com a Naval que pretende manter o mesmo ímpeto evidenciado na vitória frente ao Benfica (2-0) e entrar a vencer. A preparação para o jogo com a equipa da Figueira da Foz ficou concluída com nova sessão de treino à porta fechada, no Olival, que já contou com as presenças de Castro e Ukra, regressados da seleção de sub-21. O boletim clínico dos “dragões” refere que Mariano Gonzalez permanece em tratamento e ginásio. Os “dragões” visitam sábado a Naval 1.º de Maio, pelas 19:15 horas, no Estádio José Bento Pessoa, numa partida que será dirigida pelo árbitro Paulo Baptista (Portalegre). Lista dos 18 convocados: - Guarda-redes: Helton e Beto. - Defesas: Maicon, Álvaro Pereira, Rolando, Sereno, Sapunaru e Miguel Lopes. - Médios: Guarin, Belluschi, João Moutinho, Fernando e Souza. - Avançados: Falcao, Cristian Rodríguez, Hulk, Varela e Ukra.Fim de notícia. Não se esqueça de adicionar o seu comentário a esta notícia ou partilhá-la com os seus amigos.
O campeão Benfica e o FC Porto, vencedor da Taça de Portugal, disputam no sábado pela 11.ª vez a Supertaça portuguesa de futebol, com os “dragões”, detentores da prova, a conquistarem nove troféus frente ao seu maior rival.Na história dos confrontos entre as duas equipas na Supertaça, o nome de Diamantino Miranda acaba por ser histórico, porque foi dele o golo que na competição de 1984/85 deu o único troféu ao Benfica, em finais frente ao FC Porto. De resto, domínio total dos “dragões”, com nove das suas 16 Supertaças (em 31 edições) a serem conquistadas frente ao Benfica. A última vez que os dois conjuntos se encontraram foi em 2003/04, com Ricardo Quaresma, acabado de chegar aos “azuis e brancos”, a dar o triunfo ao FC Porto, vindo da conquista da Liga dos Campeões. Em quatro ocasiões e numa altura em que a Supertaça era disputada a duas mãos, foi preciso recorrer a finalíssimas, com o empate a persistir em dois encontros, que acabaram por ser decididos na marcação de grandes penalidades, ambas favoráveis aos “dragões”, por 4-3. O mais expressivo triunfo do FC Porto no terreno do rival aconteceu na Supertaça, na segunda mão da final de 1995/96, com os portistas a golearem na Luz, por 5-0, naquele que é o mais desnivelado resultado em finais entre as duas equipas, a par com o triunfo do Benfica na final da Taça de 1952/53. Os dois gigantes do futebol luso vão disputar, em Aveiro, a 22.ª final entre ambos, com o Benfica a levar ligeiro avanço sobre o FC Porto, pois tem mais um triunfo que os adversários, vantagem alcançada na final da Taça da Liga da última temporada, que os “encarnados” venceram por 3-0. Se os “dragões” dominam na Supertaça, são os “encarnados” que “reinam” nas finais da Supertaça, com oito triunfos contra um do rival da Invicta, que apenas venceu em 1957/58. Pertence, no entanto, ao extinto Campeonato de Portugal a primeiríssima final entre Benfica e FC Porto, na época de 1930/31, com a equipa ''encarnada'' a vencer em Coimbra por 3-0. No acumulado das 21 finais (e 35 jogos) entre os dois emblemas marcaram-se 81 golos, numa média de 2,31 golos por jogo. Os “dragões” mostraram, naturalmente, o seu poder na Supertaça (31 golos contra 16), enquanto as ''águias'' redimem-se na Taça de Portugal (22 contra seis) e somam mais três na final do Campeonato de Portugal e outros tantos na final da Taça da Liga. As finais entre FC Porto e Benfica: -- SUPERTAÇA: ÉPOCA - RESULTADO - LOCAL 03/04 FC Porto - Benfica, 1-0 Coimbra 95/96 Benfica - FC Porto, 0-5 (2ª mão) Lisboa 95/96 FC Porto - Benfica, 1-0 (1ª mão) Porto 93/94 FC Porto - Benfica, 1-0 a) Paris 93/94 FC Porto - Benfica, 0-0 (2ª mão) Porto 93/94 Benfica - FC Porto, 1-1 (1ª mão) Lisboa 92/93 Benfica - FC Porto, 2-2 (3-4, gp) a) Coimbra 92/93 FC Porto - Benfica, 1-0 (2ª mão) Porto 92/93 Benfica - FC Porto, 1-0 (1ª mão) Lisboa 90/91 Benfica - FC Porto, 1-1 (3-4, gp) a) Coimbra 90/91 FC Porto - Benfica, 1-0 (2ª mão) Porto 90/91 Benfica - FC Porto, 2-1 (1ª mão) Lisboa 85/86 Benfica - FC Porto, 2-4 (2ª mão) Lisboa 85/86 FC Porto - Benfica, 1-1 (1ª mão) Porto 84/85 FC Porto - Benfica, 0-0 (2ª mão) Porto 84/85 Benfica - FC Porto, 1-0 (1ª mão) Lisboa 83/84 Benfica - FC Porto, 0-1 a) (2ª mão) Lisboa 83/84 FC Porto - Benfica, 3-0 a) (1ª mão) Porto 83/84 FC Porto - Benfica, 1-0 (2ª mão) Porto 83/84 Benfica - FC Porto, 1-0 (1ª mão) Lisboa 82/83 Benfica - FC Porto, 1-2 (2ª mão) Lisboa 82/83 FC Porto - Benfica, 0-0 (1ª mão) Porto 80/81 FC Porto - Benfica, 4-1 (2ª mão) Porto 80/81 Benfica - FC Porto, 2-0 (1ª mão) Lisboa a) Finalíssima. Resumo: FC Porto: 9 (31 GM-16 GS) Benfica: 1 (16 GM-31 GS) -- TAÇA PORTUGAL: ÉPOCA - RESULTADO - LOCAL 03/04 FC Porto - Benfica, 1-2 Oeiras 84/85 Benfica - FC Porto, 3-1 Oeiras 82/83 FC Porto - Benfica, 0-1 Porto 80/81 Benfica - FC Porto, 3-1 Oeiras 79/80 Benfica - FC Porto, 1-0 Oeiras 63/64 Benfica - FC Porto, 6-2 Oeiras 58/59 Benfica - FC Porto, 1-0 Oeiras 57/58 FC Porto - Benfica, 1-0 Oeiras 52/53 Benfica - FC Porto, 5-0 Oeiras Resumo: Benfica: 8 (22 GM-6 GS) FC Porto: 1 (6 GM-22 GS) -- CAMPEONATO DE PORTUGAL: 30/31 Benfica - FC Porto, 3-0 Coimbra Resumo: Benfica: 1 (3 GM-0 GS) FC Porto: - (0 GM-3 GS) -- TAÇA DA LIGA 09/10 Benfica – FC Porto, 3-0 Algarve Resumo: Benfica: 1 (3 GM-0 GS) FC Porto: - (0 GM-3 GS) in www.futebol365.pt
O FC Porto assegurou na noite desta quarta-feira a contratação do avançado Walter, ex-Internacional de Porto Alegre.O brasileiro assinou um contrato válido por cinco épocas, com os dragões a desembolsarem 6 milhões de euros por 75 por cento do passe do jogador.Foi o final de um processo moroso. Walter já se encontrava na Invicta há cerca de 10 dias, mas alguns detalhes por acertar entre o seu empresário, Juan Figer, e o Internacional de Porto Alegre, atrasaram a operação.Recorde-se que, recentemente, o agente comprou 50 por cento do passe do brasileiro por 3,7 milhões, e foi a demora na conclusão desse processo que atrasou o anúncio do negócio.
Bruno Alves vai mesmo representar o Zenit de São Petersburgo, depois de o emblema ucraniano ter chegado ontem a um acordo com o FC Porto. Os dragões vão encaixar 23 milhões de euros pela transferência do seu capitão. Já o jogador vai receber 1,9 milhões por época, quase o dobro dos valores que auferia no clube azul-e-branco.A proposta do Zenit não chegou aos 30 milhões pedidos pelo FC Porto como cláusula de rescisão, mas a vontade do central e a crise que afecta o mercado de transferências convenceram os portistas a negociar abaixo da fasquia pré-estabelecida. A apresentação do central no Zenit deverá acontecer até ao final desta semana. É que os responsáveis do clube ucraniano contam fechar o dossiê de contratações antes da segunda mão da terceira eliminatória de acesso à Liga dos Campeões, agendada para a próxima quarta-feira. O Zenit bate-se com os romenos Uniera por um lugar. Com a saída de Bruno Alves confirmada, o FC Porto espera contratar mais um central para André Villas-Boas.Noticia avançada pelo CORREIO DA MANHÃ
André Villas-Boas simbolizou hoje a nova vida do FC Porto e do Dragão, na cerimónia de apresentação aos sócios. O treinador foi o primeiro a subir ao relvado e, como um imperador, transmitiu a prosperidade que se pretende na casa do FC Porto e afastou os maus olhados, que os "dragões" querem ver longe do seu recinto. No estádio do Dragão praticamente lotado, André Villas-Boas desfilou no relvado, sem passadeiras vermelhas, e subiu a um pequeno estrado esférico e azul-e-branco para pintar os olhos a um dragão chinês e assim dar início àcerimónia da dança e da prosperidade. Antes, porém, Villas-Boas retirou da bainha reluzente espada e mostrou-a aos adeptos, num claro sinal da existência de novo imperador em terras do senhor Dragão. Na ancestral China, pintar os olhos ao dragão simbolizava dar vida ao "monstro", preparando-o assim para novas conquistas. Finda a dança, sempre com a "bola do dragão" por perto, como a mostrar que quem sabe e guia o esférico é quem hoje se apresenta, o apresentador pediu ao público para todos se erguerem das bancadas e começou o desfile dos nomes, sem que antes tivesse sido audível uma simpática assobiadela a uma "transvestida" equipa de arbitragem, que entrou antes dos jogadores e dançou em pleno relvado. Depois, o "Waka Waka" aqueceu o Dragão pela voz de Shakira e fez reviver o ido Mundial da África do Sul -- "It's Time for Africa" -, com dezenas de miúdos e graúdos num ritual de azul e ritmo. Também em azul, misturados com os "anónimos", surgiram então subtilmente as estrelas, com os Queen como banda sonora. Eis que, já depois da rapaziada que abriu a festa ter abandonado o relvado, os jogadores se "despiram" da fatiota mais quente e surgiram com o equipamento clássico dos futebolistas. Helton, Bruno Alves (este com uma estrondosa salva de palmas), Raul Meireles (outro muito aplaudido), Maicon, Bellushi, Joao Moutinho (e o estádio pareceu ruir), Falcao, Rodriguez, Mariano González, Hulk, Fucile, Rolando, Guarin, Emidio Rafael, Sereno, Varela e James Rodriguez subiram então ao púlpito central. Depois, Tomas Costa, Sapunaru, Miguel Lopes, Souza, Beto, Fernando, Castro, Ukra, Ruben Micael e Kieszek encheram o resto do palco central, perante o ruidoso apoio dos adeptos presentes. ?lvaro Pereira, ainda de férias, também foi apresentado "sonoramente", enquanto Stepanov não fez parte da lista dos jogadores, devendo ser novamente cedido, como aconteceu na época passada, quando foi emprestado ao Málaga.
A imprensa inglesa noticia hoje que o Chelsea procura um substituto para Ricardo Carvalho, que pode estar a caminho do Inter. Os ‘blues’ pensam no defesa central do FC Porto Bruno Alves.De acordo com o Daily Telegraph, Ricardo Carvalho está em Milão a negociar o seu contrato com os responsáveis do Inter e Carlo Ancelotti já terá dito que quer Bruno Alves para colmatar a saída do outro internacional português.
André Villas-Boas estreou-se com uma goleada (4-1) ao Tourizense no comando técnico do FC Porto, apostando num onze com quatro reforços - Sereno, Souza, João Moutinho e Ukra - e, para começar, usou o mesmo sistema táctico dos últimos tempos: o 4x3x3. A partida foi disputada à porta fechada, como tem sido habitual nos últimos anos, mas O JOGO sabe que Falcao, Castro, James Rodríguez e Hulk foram os autores dos golos azuis e brancos, tendo o adversário reduzido a contagem já perto do apito final, por intermédio de Hugo, numa altura em que Ventura defendia as redes. Ao intervalo o resultado era de 1-0. Villas-Boas mudou a equipa na segunda-parte, usando todos os jogadores disponíveis, alguns juniores incluídos, e não deixou de testar uma variação táctica próxima do 4x4x2. O FC Porto dominou de princípio ao fim e podia ter marcado mais golos, tantas foram as oportunidades criadas. Sapunaru, por exemplo, teve um cabeceamento perigosíssimo, a cruzamento de João Moutinho. Pipo, avançado dos sub-19, também dispôs de um par de ocasiões flagrantes. Ao fim de sete dias de intensos treinos no Olival, o FC Porto defrontou um adversário acessível e já velho conhecido destas andanças para que André Villas-Boas medisse o pulso à equipa. Como é evidente, o resultado é o que menos importa ao novo treinador. Contudo, não deixa de ser interessante constatar que Falcao não perdeu o vício de marcar durante as férias (ele que fez 34 golos em jogos oficiais em 2009/10), que Hulk continua a fazer assistências - ofereceu um golo a Castro - e que o reforço James Rodríguez, em quem os responsáveis portistas depositam grandes esperanças, se apresentou com vontade de conquistar espaço. Além do golo, com o pé esquerdo, ainda apontou um livre directo que o guarda-redes contrário defendeu com dificuldade. Castro não se intimidou com a concorrência interna e também tratou de mostrar serviço ao técnico. Tendo sido disputado à porta fechada, não foi possível ver João Moutinho estrear-se com a camisola do FC Porto. Em todo o caso, fica o registo da confiança depositada por Villas-Boas no ex-jogador do Sporting, oferecendo-lhe a titularidade ao lado de Belluschi, e com Souza, outro dos reforços, como médio mais defensivo. Curiosa, também, a opção por Bacar no lado esquerdo da defesa. Em todo o caso, sendo este apenas o primeiro esboço do dragão, não se pode concluir que Addy - o outro lateral-esquerdo disponível - tenha perdido relevância no plantel. Recorde-se que Álvaro Pereira e Fucile ainda estão no Mundial. Rúben Micael foi considerado apto e fez os primeiros minutos desde a lesão. De fora ficaram apenas os lesionados: Guarín, Varela (ambos em treino condicionado), Mariano (tratamento) e, ainda, Farías que manteve o trabalho de ginásio. Samir, o quarto guarda-redes também não se equipou, mas por opção técnica. in jornal OJOGO
O agente FIFA Salem Jawad requereu ao tribunal a penhora do salário de Carlos Queiroz e do prémio que o seleccionador nacional de futebol vai receber pela participação de Portugal no Mundial2010.O requerimento foi entregue no Tribunal de Oeiras e a execução tem o valor de 80 585 euros, montante devido ao empresário português de origem iraquiana pela comissão pelo contrato com a federação de futebol dos Emirados Árabes Unidos, celebrado a 24 de maio de 1998.Em Dezembro de 2008, o tribunal condenou Carlos Queiroz ao pagamento de 56 250 dólares (44 647 euros ao câmbio actual), a que acrescem juros vencidos e vincendos e o montante fixado pela juíza como multa e indemnização, que, presentemente, está fixado em 80 585 euros.A sentença, a que a agência Lusa teve acesso, foi exarada a 17 de Novembro de 2008 e com notificação a 19 de Dezembro do mesmo ano e o tribunal considerou que o treinador foi litigante de má fé.No entender da juíza do processo, "as condutas do réu (Carlos Queiroz) afiguraram-se integradoras da litigância de má fé, expressa na dedução da oposição cuja falta de fundamento não podia ignorar, na alteração dos factos e num uso manifestamente reprovável do processo, ao tentar impedir a descoberta da verdade".Em comunicado emitido um dia depois de conhecida a decisão do Tribunal Cível de Oeiras, Carlos Queiroz reclamou inocência e referiu que "a verdade irá prevalecer nas instâncias superiores".Em finais de 2008, António Pragal Colaço, advogado de Salem Jawad, já tinha interposto no tribunal um pedido de caucionamento do montante da sentença a que foi condenado Carlos Queiroz, sem que até à data a juíza tenha emitido despacho sobre a diligência, à qual "não foi atribuído efeito suspensivo". A 24 de maio de 1998, Queiroz e a federação daquele país árabe celebram um contrato de trabalho, ficando estabelecido entre o técnico português e o empresário o pagamento de uma comissão de 10 por cento por cada um dos dois anos de trabalho, o primeiro com salários de 450 000 dólares e o segundo com 562 550.Em meados de Agosto desse ano, o treinador entregou a Salem Jawad a quantia de 45 000 dólares relativa à comissão de 10 por cento respeitante ao primeiro ano de contrato.Volvidos 13 meses após a assinatura do contrato, Carlos Queiroz rescindiu o contrato, procedendo-se ao pagamento do acerto de contas através de cheque do National Bank of Sarjah.O tribunal considerou que "é pacífico que, em 07 de Outubro de 1999, (Carlos Queiroz) recebeu da federação a quantia de 402 338 dólares" e provou que o actual seleccionador nacional de futebol acabou "por confessar ter, efectivamente, recebido tal montante", depois de ter negado "de forma claramente dolosa" que lhe foi entregue o cheque. Desse montante, a juíza entendeu que 10 por cento é devido ao empresário.in correio da manha
Corria o ano de 1983, na formação do Sporting surgia um jogador talentoso mas também ambicioso. Aos 17 anos cumpre o 1.º ano de profissional ao serviço do Sporting, é decidido pela equipa de Alvalade que será emprestado à Académica de Coimbra. Teve a coragem de pedir um aumento do ordenado o que não foi recebido pelos “leões”.Atento, Jorge Nuno Pinto da Costa, faz uma viagem a Lisboa e, como o próprio veio a referir, pelo custo da viagem e de um jantar, Paulo Futre vai jogar para o FCP durante 3 épocas.O jogador conquista títulos, os adeptos e o país, encanta a Europa na final da então designada Liga dos Campeões, em Viena de Áustria, contra o poderoso Bayern de Munique. Uma exibição de sonho, onde apenas faltou um golo, mas que não foi indiferente ao mundo do futebol. Sai no final da época para o Atlético de Madrid.João Moutinho ainda não era nascido quando o Sporting deixou que Paulo Futre brilhasse de azul e branco.Volvidos 27 anos o F.C. Porto contrata João Moutinho. O caso é diferente, o Sporting não pretendia emprestar João Moutinho, o atleta custou 10 milhões de euros (recorde de “transferências domésticas”) mais a cedência dos direitos desportivos de Nuno André Coelho, podendo o Sporting receber 25% do diferencial, em caso de venda do passe pelo F.C. Porto, entre os 11 milhões e o valor que venha a ser negociado e ficando o F.C. Porto com direito de 50% dos valores económicos do atleta cedido.No caso Futre, o jogador poderia ser mais um dos muitos talentosos jogadores que acabam por se perder em empréstimos, no entanto foi à revelia do Sporting que o F.C. Porto deu a oportunidade de Futre se transformar em estrela. Os tempos são outros e o bom entendimento entre Sporting e Porto, permitiram que se consumasse a transferência de Moutinho para o Porto.Em ambos os casos houve incompatibilidades entre os atletas e a direcção do clube. João Moutinho há muito que pretendia sair do seu clube de formação e sendo um atleta de eleição e ainda dada saída de Raul Meireles, João Moutinho é a contratação do ano para o F.C. Porto. Mas mais do que contratação do F.C. Porto, é o maior negócio entre clubes portugueses.
João Moutinho já é jogador do F.C. Porto. O Sporting e os «dragões» comunicaram à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários a venda do médio por 11 milhões de euros e um contrato válido para as próximas cinco temporadas. Se no futuro o F.C. Porto vender Moutinho a por mais de 11 milhões de euros, o clube de Alvalade terá direito a 25 por cento da mais-valia. O negócio, comunicado pela SAD azul e branca às 23h13, dois minutos antes do anúncio formal dos «leões», contempla ainda a venda do defesa-central Nuno André Coelho ao Sporting. O F.C. Porto fica, porém, com 50 por cento do passe do jogador. Leia o comunicado do Sporting: Nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 248º, nº1 al. a) do Código dos Valores Mobiliários, a SPORTING - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD, (Sporting SAD) vem informar ter chegado a acordo com a Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD (Porto SAD) para a cedência definitiva dos direitos desportivos do jogador João Moutinho pelo montante de € 11.000.000,00, ficando esta Sociedade com o direito a receber 25% da mais-valia que se venha a verificar numa futura cedência do jogador da Porto, SAD para um terceiro clube, por valor superior a € 11.000.000,00. Como contrapartida adicional, a Porto, SAD cedeu a favor da Sporting, SAD, a título definitivo os direitos desportivos do jogador Nuno André Coelho, mantendo na sua titularidade 50% dos respectivos direitos económicos. A Sporting, SAD e o jogador Nuno André Coelho celebraram contrato de trabalho desportivo válido até 30 de Junho de 2014, tendo sido fixada cláusula de rescisão de € 30.000.000,00. Leia o comunicado do F.C. Porto: A Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD vem comunicar, nos termos e para os efeitos do art. 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, ter chegado a acordo com a Sporting SAD, para a cedência definitiva dos direitos de inscrição desportiva do jogador João Moutinho. Esta aquisição foi realizada pelo montante de 11.000.000 € (onze milhões de euros) sendo que a Sporting SAD fica com o direito a receber 25% da mais valia que se venha a verificar numa futura cedência do jogador da FC Porto SAD para outro Clube, por um valor superior a 11.000.000 € (onze milhões de euros). Como contrapartida adicional, a FC Porto SAD cedeu a favor do Sporting SAD, a título definitivo, os direitos de inscrição desportiva do jogador Nuno André Coelho, mantendo na sua titularidade 50% dos respectivos direitos económicos.A transferência de João Moutinho do Sporting para o F.C. Porto, no valor de 11 milhões de euros, bate largamente o recorde de negócios entre clubes portugueses. O anterior máximo datava de 2003, quando o Sporting pagou 7 milhões ao Boavista pelo guarda-redes Ricardo. Esta é também a contratação mais cara de sempre do F.C. Porto, tendo em conta o valor total de 11 milhões (nesta verba inclui-se 50 por cento do passe de Nuno André Coelho, estimado em dois milhões). Supera os 10,25 milhões que os «dragões» pagaram ao River Plate por Lucho Gonzalez, em duas fases. As maiores transferências do futebol português João Moutinho, 2010 Sporting para FC Porto, 11 milhões de euros Ricardo, 2003 Boavista para Sporting, 7 Mantorras, 2001 Alverca para Benfica, 5 Fernando Meira 2000 Vit.Guim. Benfica 4,7 Ruben Micael, 2009 Nacional para FC Porto 3,5 Orlando Sá, 2009 Sp.Braga para F.C. Porto 3 Evaldo, 2010 Sp.Braga para Sporting 3 João Pereira, 2010 Sp.Braga para Sporting 3 Tiago 2002 Sp.Braga para Benfica 2,5 João Alves 2005 Sp.Braga para Sporting 2 (Dados agência Lusa)
Eis André Villas Boas. A estrada de Avintes repete-se, o Olival acorda com a pacatez habitual, céu cinzento sobre o relvado do Centro de Treinos. No início de uma nova era no F.C. Porto, o treinador foi cabeça de cartaz, conquistando os jogadores na apresentação. Saltou a bola desde o primeiro momento. Com ele, será assim. O novo técnico portista evita as comparações com José Mourinho, mas aquela realidade, jogadores agarrados ao esférico desde a primeira hora, transporta o observador comum para a escola do Special One. Fica a referência, apenas isso. Foram 15 minutos de treino aberto, com 26 nomes no plantel provisório, ao dispor de um técnico com 32 anos e enormes expectativas em seu redor. O sucessor de Jesualdo Ferreira contará com a ajuda de Pedro Emanuel, antigo capitão, Vítor Pereira, ex-treinador do Santa Clara, José Mário Rocha e Wil Coort. Três reforços confirmados Kieszek (ex-Sp. Braga) preenche a vaga de Nuno Espírito Santo, Souza (ex-Vasco da Gama) chega para um meio-campo que se despediu de Valeri, Sereno (ex-Valladolid) reforça uma defesa onde a continuidade de Bruno Alves é a grande incógnita. James Rodriguez apresenta-se em Portugal na segunda-feira, após acordo entre os dragões e o Banfield. Kléber aguarda a libertação do Marítimo e Walter será uma questão de tempo, após entendimento verbal entre o F.C. Porto e Internacional de Porto Alegre. Prediger e Pelé são investimentos consideráveis sem lugar no grupo de Villas Boas. Orlando Sá sai por empréstimo. Tomás Costa e sobretudo Ernesto Farías, jogadores com mercado e fluxo noticioso apontado para uma transferência, fazem parte da lista divulgada pelos dragões. Sapunaru, após seis meses no Rapid Bucareste, está de regresso para ficar. A hora dos jovens Ukra comanda uma fornada de jovens com espaço na pré-época do F.C. Porto. O extremo tem a continuidade assegurada, Castro ainda não sabe. Ventura, André Pinto e Diogo Viana seguem para estágio mas a saída para novo empréstimo é a hipótese mais provável. Ainda assim, vários rostos da Visão 611, projecto que visa a integração de elementos da formação na equipa principal, até 2011. Villas Boas chega (também) com essa responsabilidade. Samir Badr, jovem guarda-redes norte-americano, vem dos juniores para compensar a ausência de Beto. Bruno Alves, Raul Meireles e Rolando também chegarão mais tarde, devido à participação no Mundial O Uruguai de Alvaro Pereira e Fucile continua em competição. Mariano e Varela mais tarde O F.C. Porto arranca a temporada com 26 nomes no plantel. No primeiro treino, nota ainda para as presenças dos jovens Alves, Pipo e Bakar. Ruben Micael já trabalha sem aparentes limitações, mas Mariano González nem pisou o relvado e Varela fez apenas treino específico com o recuperador António Dias. O Centro de Treinos do Olival, longe do horizonte dos adeptos (ndr. sessões à porta fechada para público, 15 minutos em algumas para a imprensa), acolherá a primeira semana de trabalho do F.C. Porto 2010/11. A partir de domingo, haverá sempre lugar a sessão dupla, até à partida para Marienfeld (Alemanha), marcada para dia 9. Plantel provisório do F.C. Porto: Guarda-redes: Hélton, Pawel Kieszek (ex-Sp. Braga), Ventura (ex-Olhanense) e Samir Badr (ex-júnior); Defesas: Sapunaru (ex-Rapid Bucareste), Miguel Lopes, Maicon, Sereno (ex-Valladolid), André Pinto (ex-V. Setúbal), Nuno André Coelho e David Addy; Médios: Fernando, Castro (ex-Olhanense), Souza (ex-Vasco da Gama), Guarín, Tomás Costa, Ruben Micael e Belluschi; Avançados: Diogo Viana (ex-Venlo), Ukra (ex-Olhanense), Hulk, Varela, Falcao, Farías, Mariano González e Cristian Rodriguez. Mundialistas: Beto, Bruno Alves, Raul Meireles, Rolando, Alvaro Pereira e Fucile.
O F.C. Porto emitiu um comunicado em que pretende clarificar a sua posição em relação à interpretação do estatuto dos «stewards», no dia em que a Liga de Clubes aprovou em Assembleia Geral várias alterações aos regulamentos e passou a considerá-los agentes desportivos. Os dragões mantêm a posição que tiveram quando da defesa de Hulk e Sapuranu, que viram a pena reduzida por serem considerados público pelo Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, ao contrário do que tinha acontecido meses antes pela Comissão Disciplinar da Liga que os interpretou, como deverá passar a acontecer agora, como agentes desportivos. «O que sempre esteve em causa no processo disciplinar que envolveu os atletas Hulk e Sapunaru foi a qualificação dos stewards enquanto intervenientes no jogo e nunca como agentes desportivos. O FC Porto continua a defender, coerente e obviamente, que os stewards não são intervenientes no jogo», pode ler-se no documento. A SAD portista revela ainda que uma proposta sua de limitação de funções aos agentes desportivos e ao número de funcionários presentes em cada local dos estádios foi recusada. «Nas propostas apresentadas em sede de AG da LPFP, o FC Porto pretendeu apenas fixar e clarificar os efeitos da circular dirigida pelo Director de Planeamento de Operações da LPFP aos Delegados da LPFP após os incidentes no Estádio da Luz, adequando-os à sua específica tarefa. Esta reacção traduziu-se tão só na proposta de que os stewards, e no que diz respeito à zona técnica, passassem a ter única e exclusivamente funções de controlo de acessos, propondo ainda um limite de dois por cada um desses acessos. Proposta esta que não foi aprovada, numa decisão cujas consequências, durante a próxima temporada, são imprevisíveis.» A concluir, o F.C. Porto «sublinha que nunca mudou nem mudará de opinião em relação ao estatuto dos stewards» e ressalva ainda que «nenhuma das propostas aprovadas pela AG da LPFP tem como consequência que passe a ser interveniente no jogo».A Liga de clubes aprovou nesta quarta-feira em Assembleia Geral várias alterações aos regulamentos e acordou a definição do estatuto dos «stewards», para que passem a ser considerados agentes desportivos. «Foram vários os temas abordados, desde aspectos relacionados com a disciplina, arbitragem esta com dois pontos irrelevantes e falou-se ainda da situação dos 'stewards' serem ou não agentes desportivos», afirmou no final António Fiúza, presidente do Gil Vicente, que foi porta-voz dos trabalhos. «Em princípio passam a ser agentes desportivos. As polémicas anteriores foram desnecessárias, porque houve aproveitamento desta situação, que não interessa nem aos clubes nem à Liga», prossegue o dirigente. O estatuto dos «stewards» foi motivo de muita polémica na época passada, na sequência do Benfica-F.C. Porto. O Conselho de Justiça, face à indefinição dos regulamentos, acabou por considerá-los público, o que causou uma redução radical da pena inicialmente aplicada pela Comissão Disciplinar da Liga. Entre as propostas discutidas está ainda o agravamento do quadro disciplinar para agressões. Vai começar um novo campeonatoo tunelball com um unico campeão, o clube da gaivota
assim com os grandes craques. Elogiados, idolatrados, muitas vezes embandeirados por alturas de grandes feitos, mas também os principais visados se as coisas não correm bem. Cristiano Ronaldo é, esta quarta-feira, um pouco por todo o mundo o rosto da eliminação portuguesa no Mundial. O avançado do Real Madrid, que queria «explodir» no Mundial, acabou por passar ao lado da prova rainha do futebol. Agora, só daqui a quatro anos há nova oportunidade. Para já, Ronaldo terá de deixar para trás todas as críticas. O britânico «Telegraph», por exemplo, lembrou que Ronaldo perdeu uma oportunidade, quem sabe, única de fazer história: «Este era o momento para o qual o Ronaldo nasceu: uma luta entre ele e o gigante irmão ibérico, com a hipótese de marcar a diferença e deixar a sua marca no maior palco do mundo. Mas as pessoas acabaram por vê-lo sem sucesso. Talvez nem o reconheçam com aquela camisola vestida.» Do outro lado do Atlântico, o «Los Angeles Times» tece as críticas mais duras, apelidando o português de «fraude» e «impostor». «Os portugueses queriam ver Ronaldo, o ícone; Ronaldo, o terror das defesas contrárias; Ronaldo, o melhor do mundo em 2008. Acabaram por ver Ronaldo, o vulgar. Talvez, no final de contas, ele seja apenas a mais cara fraude de sempre do futebol», pode ler-se no jornal, que continua as críticas ao fraco desempenho do português. «Provavelmente nem precisava do duche no final» e «Mandela, aos 91 anos, tinha sido mais móvel que o Ronaldo», são outras das tiradas mais fortes. O episódio da cuspidela Em Espanha e no Brasil, o episódio no final do encontro, em que Ronaldo cospe para o chão, quando se apercebe da presença de uma câmara, faz correr muita tinta. «Na derrota, finalmente, ele revelou-se humano, talvez até demasiado humano. Não é só um rosto inanimado nos outdoors, nas páginas das revistas, nos ecrãs dos estádios. Batido, mostra ser de carne e osso, como o mercador de Veneza», lê-se numa das colunas do «Globoesporte». «As», «Marca», «Sport» e «Mundo Deportivo» também não deixam o incidente cair em saco roto. Este último dita a sentença inevitável: «Adeus à Bola de Ouro», num «ano em branco» para Ronaldo em que não teve sucesso como CR9 nem CR7. O argentino «Ole» pega na vida extra-futebol de Ronaldo para lançar as suas críticas: «Ronaldo, o vendedor de champôs mais famoso do mundo, é, afinal, um vendedor de ilusões. Um Mundial lastimoso para o futebolista dos mil abdominais por dia. Apenas um golo e um alarmante individualismo.» retirado de maisfutebol
È triste mas é verdade, a signa de sempre, promete mas mais uma vez desilude.A nossa boneca de porcelana prometeu explodir no mundial mas o rastilho foi muito curto, quando é que alguém nesta federação tem coragem de substituir a “galinha de ovos de ouro” quando ela não está a render.Um golo neste mundial quando já não marcava á mais de um ano um golo pela selecção, foi muito pouco produtivo para quem já foi considerado o melhor do mundo, mas mesmo que digam que não tem ninguém á altura, deixem-me dizer que com ele tem vários jogadores que já ganharam em termos de troféus, muita coisa, e ganharam sem ele fazer parte da sua equipa.Acho que a segunda parte do jogo com a Espanha desiludiu muito, mas muito mesmo. Desculpem a minha opinião, mas Cristiano Ronaldo é mais um aproveitamento da federação para ganhar mais dinheiro, pois nos dias de hoje é isso que regula a nossa vida pessoal ou profissional, e acho que todos nós faríamos o mesmo.Fiquei muito sentido por ver que o único jogador a não cantar o hino foi aquele em que toda a gente coloca os olhos, nem por ter a braçadeira de capitão, fez questão de cantar aquilo que nos faz ser português , que arrepia e nos faz sentir orgulhosos, e que não são só as vitórias que nos faz serem homens, ou mulheres, nem muito menos as contas bancárias, por muito recheadas que estejam.Nesta nossa selecção, tenho que dizer muito bem de dois jogadores, que para mim merecem todo o respeito, são eles, Eduardo e Fábio Coentrão , um segurou muitas bolas algumas delas quando impensáveis serem defendidas. Já Fábio Coentrão fez aquilo que muitos devem ter dito que seria pouco provável de tornar o corredor esquerdo produtivo ( eu um deles).Para mim a figura portuguesa neste mundial é sem sombra de dúvidas Eduardo, foi ele que fez sonhar a passagem aos quartos, pelas bolas que conseguiu evitar, e as lágrimas vê-se que tentou e que ficou desiludido, pois sabia que puderia ter ganho aos campeões europeus.O nosso seleccionador fez opções que a meu ver não foram as melhores, e não digo por ter perdido, porque para tirar proveito seria neste jogo tirar o Pepe e colocar Pedro Mendes, pois daria mais poder ofensivo. Hugo Almeida e Simão Sabrosa foram as novidades no onze de Carlos Queiroz relativamente à equipa que empatou a 0-0 com o Brasil , mantendo-se Ricardo Costa e Pepe na formação titular. Deco não saiu do banco e Cristiano Ronaldo esteve muito longe do que se esperava dele. Carlos Queirós pediu o melhor Portugal de sempre, mas o que conseguiu foi o Portugal de sempre, promete muito e na realidade consegue pouco.Vejo que ainda não tem coragem para fazer as substituições de jogadores que rendem pouco no jogo, seja esse jogador a bandeira da equipa ou não, pois todos caem sobre o treinador, o responsável quando as coisas correm mal, mas quando correm bem são os jogadores que recebem os louros.Acho que já chega de ser casmurro, e quando as coisas correrem mal não atirar parte das culpas para o arbitro, à que ser honesto e assumir quando as coisas correm mal com as opções tomadas, pois há uns anos atrás falou na *****ria que havia na federação, e sinceramente se a *****ria ainda não sai, então ao fim destes anos todos tudo o que foi feito não tem valor nenhum, pois para os portugueses ficarem orgulhosos da federação, temos que saber se o que a federação defende são os interesses do país ou de um grupo de empresários, e isso seria uma calamidade para o tão chamado desporto rei.Esperava muito estar enganado quanto ao ultimo assunto, agora sem a nossa selecção que ganhe a melhor, seja ela quem for pois para mim quem gostava que ganhasse já foi hoje eliminada.Saudações
Hoje andam por aí “uns amigos” todos contentes…… é que hoje, tanto a Alemanha, como a Argentina venceram “com toda a justiça”… segundo os tais! Os mesmos que quase ficam indignados por se questionar a vitória de uma equipa que vence um jogo com uma margem folgada no marcador, mas que evolui durante a partida beneficiando de erros de arbitragem em fases fulcrais… Eu diria, como sempre, que venceram com mérito: souberam gerir os espaços e ritmos de jogo, aproveitaram com eficácia as oportunidades de golo e concederam poucas oportunidades ao adversário… e souberam aproveitar bem os enormes erros de arbitragem que mancham para a história este mundial!Nas duas situações foram erros factuais grosseiros:- uma bola que entra quase um metro dentro da baliza e ninguém vê! Daria a consumação do regresso ao jogo da Inglaterra, depois de estar a perder por 2 golos empataria o marcador e ficava com uma moral indiscutível para o resto da partida.- um golo em fora de jogo de 2 metros… com aquele outro de Dezembro… que também ninguém vê! …ninguém excepto todos os jogadores e adeptos da equipas prejudicadas! Depois do México estar 30 minutos em cima de uma Argentina que não jogou nadinha, abre, escancara as portas do jogo para a vitória… e já nem quero falar no lance dividido entre Tevez e o GR, que precede o suposto golo, e que não protegendo o guardião considera que Tevez não tira a bola das mãos do GR.Em ambas as situações o árbitro fez o menor dos erros… não assinalar aquilo que não vê (supostamente não vê, mas devia). Assinalar um golo sem ver a bola lá dentro ou marcar o fora de jogo sem ter a certeza seria o pior dos erros, mas não lhes serve de atenuante!O primeiro golo da Argentina então é sui generis … depois de validar o golo, faz-se um compasso de espera e o liner fica em conversa pelo comunicado com o 4º árbitro que deverá estar a assistir no monitor da TV a repetição! Ainda pensei que já haviam meios tecnológicos no futebol. Infelizmente não há e validaram aquele golo injusto! Os Srs. Blatter e Platini devem estar radiantes… na semana passada a América espertou para o futebol depois de lhes roubarem um golo limpinho, aumentando com certeza a aficcion para este desporto. Agora resolveram fazer o mesmo com a nação que deu este desporto ao mundo… desnecessário… e ao México!Por isso é que insisto tento que tentem mudar a linguagem e os conceitos.JUSTIÇA é uma coisa… MÉRITO é outra… completamente diferentes, que podem e devem coexistir, ou não…. Mas pelo menos que não falte justiça, já que algumas vezes se consegue vencer sem mérito. Nem sempre os mais fortes ganham, felizmente!Recomendo que vejam jogos de futebol americano, rugby ou ténis. Aí não há lugar à falcatrua, a mentira e à desonestidade! O esclarecimento de lances duvidosos é um outro espectáculo dentro do próprio espectáculo. Já vi várias dessas situações e mesmo que se demore a visionar a jogada e a decidir… demora sempre menos do que as reclamações e pressões de jogadores e técnicos sobre os árbitros e a triste encenação de comunicação entre árbitros. Os senhores do futebol podem falar de tradição, de hábitos de manutenção do ritmo de jogo, de humanização… mas eu acredito somente numa coisa: manutenção de poder e ingerência no normal decurso das competições! Já nem falo nas conhecidas “bolas quentes” e “bolas frias” dos sorteios nas competições Uefa e Fifa… e que ainda no ano anterior ditaram praticamente os mesmos resultados no ensaio da véspera, e no dia do sorteio…!E u sou completamente a favor da tecnologia, aliás, em caso de dúvida aplicaria sempre a tecnologia… a mesma que já está disponível para o adepto poder criticar os jogadores, técnicos e os árbitros. O futebol é um desporto bonito demais para que o estraguem e já que se deixou transformar-se em negócio sem tectos ou limites, nem igualdade no acesso às competições e de orçamentos, pelo menos que se imponha verdade desportiva !!!Uma das primeiras coisas que impunha era o tempo cronometrado. É indecente que pague 30 ou 50 €€€ por um jogo que tem 55 min. de tempo útil. E que ao fim de 105 minutos termina, sabe-se lá em que contexto… Time out’s são outras coisas a ponderar, mas poderia falar de mais substituições sem paragem de jogo, entrada de elemento da equipa médica sem paragem de jogo (em ortopedia não existem emergências e o fair Play é definitivamente outra coisa), tempo e liberdade para festejos das equipas quando marcam golos, aumento dos tamanhos das balizas, liberalizar todos os lances de fora de jogo em que o passe seja feito no meio campo defensivo, cartões amarelos a penalizar com exclusão durante o jogo, maior penalização do uso do contacto físico e das faltas, esclarecimento do contacto com a mão (lei da vantagem ou falta em todos os contactos)…Por mim deviam as equipas deveriam ter acesso a pedir 2 visionamentos por parte em lances que tenham dúvida… obviamente que não se interrompe a jogada, o arbitro apita normalmente com um critério de só assinalar quando tem a certeza. E esses request’s só se gastam se efectivamente estiverem enganados… passa esse factor a fazer parte do jogo estratégico e de inteligência dos técnicos.Se em vez de 2 liner’s houvessem 2 juízes de TV a comunicarem com o árbitro!?Mas tudo isto emboca num outro factor… o futebol tem que se profissionalizar ao nível da TV/media. As competições têm que tornar exclusivos às emissoras pagantes do fenómeno: sejam rádios, TV’s, jornais, revistas. Mesmo os programas de comentários pós jornada devem pagar direitos e nunca devem destratar o desporto e a organização que os “alimenta”. Os programas pré e pós match têm que ser oficiais, participados pelos clubes e atletas e visando sempre os interesses da competição e adeptos! O clubes e jogadores têm que ser por regulamento obrigados a participar na divulgação e mediatismo do fenómeno, senão são penalizados. As próprias realizações de TV aos jogos devem ser controladas pela competição como faz a Fifa e Uefa, mas com entrevistas ao vivo, microfones para ouvir à posteriori as intervenções de todos os jogadores, técnicos e árbitros.Sei que são mudanças a mais para os cânones Europeus… pouco pragmáticos, demasiado conservadores, especialmente no que remete para a conservação do poder! Acima de tudo é uma mudança de lógica, de paradigma… o centro das decisões têm que ser os adeptos e o espectáculo! Este jogo tem muito por onde evoluir e cativar ainda mais adeptos e receitas!
O FC Porto sagrou-se hoje campeão de futebol de juvenis, ao vencer em casa o Sporting por 2-0, em jogo da sexta e última jornada da fase final, a que estava obrigado a triunfar.Os “dragões” discutiam ''taco a taco'' com os “leões” o título nacional, mas a equipa lisboeta chegava ao Olival apenas a precisar de um empate, face ao ponto de vantagem que tinha e por ter ganho no primeiro confronto direto, em Alcochete. Até ao intervalo, FC Porto e Sporting poderiam ter marcado, mas no segundo tempo os “dragões” conseguiram “matar” o jogo no espaço de dois minutos, depois de oportunidades, uma vez mais, para os dois lados. Primeiro, aos 57 minutos, com Lupeta a aproveitar alguma confusão na área e a fazer o 1-0, e, depois, aos 59, com Ricardo Alves a rematar para o 2-0. O Benfica, que termina a fase final sem nenhuma vitória, foi terceiro classificado, a distantes 12 pontos do campeão FC Porto, enquanto o Vitória de Guimarães foi quarto, com escassos dois pontos. Os “dragões” terminaram a prova com 15 pontos e o Sporting com 12.