O FC Porto assegurou na noite desta quarta-feira a contratação do avançado Walter, ex-Internacional de Porto Alegre.O brasileiro assinou um contrato válido por cinco épocas, com os dragões a desembolsarem 6 milhões de euros por 75 por cento do passe do jogador.Foi o final de um processo moroso. Walter já se encontrava na Invicta há cerca de 10 dias, mas alguns detalhes por acertar entre o seu empresário, Juan Figer, e o Internacional de Porto Alegre, atrasaram a operação.Recorde-se que, recentemente, o agente comprou 50 por cento do passe do brasileiro por 3,7 milhões, e foi a demora na conclusão desse processo que atrasou o anúncio do negócio.
Bruno Alves vai mesmo representar o Zenit de São Petersburgo, depois de o emblema ucraniano ter chegado ontem a um acordo com o FC Porto. Os dragões vão encaixar 23 milhões de euros pela transferência do seu capitão. Já o jogador vai receber 1,9 milhões por época, quase o dobro dos valores que auferia no clube azul-e-branco.A proposta do Zenit não chegou aos 30 milhões pedidos pelo FC Porto como cláusula de rescisão, mas a vontade do central e a crise que afecta o mercado de transferências convenceram os portistas a negociar abaixo da fasquia pré-estabelecida. A apresentação do central no Zenit deverá acontecer até ao final desta semana. É que os responsáveis do clube ucraniano contam fechar o dossiê de contratações antes da segunda mão da terceira eliminatória de acesso à Liga dos Campeões, agendada para a próxima quarta-feira. O Zenit bate-se com os romenos Uniera por um lugar. Com a saída de Bruno Alves confirmada, o FC Porto espera contratar mais um central para André Villas-Boas.Noticia avançada pelo CORREIO DA MANHÃ
André Villas-Boas simbolizou hoje a nova vida do FC Porto e do Dragão, na cerimónia de apresentação aos sócios. O treinador foi o primeiro a subir ao relvado e, como um imperador, transmitiu a prosperidade que se pretende na casa do FC Porto e afastou os maus olhados, que os "dragões" querem ver longe do seu recinto. No estádio do Dragão praticamente lotado, André Villas-Boas desfilou no relvado, sem passadeiras vermelhas, e subiu a um pequeno estrado esférico e azul-e-branco para pintar os olhos a um dragão chinês e assim dar início àcerimónia da dança e da prosperidade. Antes, porém, Villas-Boas retirou da bainha reluzente espada e mostrou-a aos adeptos, num claro sinal da existência de novo imperador em terras do senhor Dragão. Na ancestral China, pintar os olhos ao dragão simbolizava dar vida ao "monstro", preparando-o assim para novas conquistas. Finda a dança, sempre com a "bola do dragão" por perto, como a mostrar que quem sabe e guia o esférico é quem hoje se apresenta, o apresentador pediu ao público para todos se erguerem das bancadas e começou o desfile dos nomes, sem que antes tivesse sido audível uma simpática assobiadela a uma "transvestida" equipa de arbitragem, que entrou antes dos jogadores e dançou em pleno relvado. Depois, o "Waka Waka" aqueceu o Dragão pela voz de Shakira e fez reviver o ido Mundial da África do Sul -- "It's Time for Africa" -, com dezenas de miúdos e graúdos num ritual de azul e ritmo. Também em azul, misturados com os "anónimos", surgiram então subtilmente as estrelas, com os Queen como banda sonora. Eis que, já depois da rapaziada que abriu a festa ter abandonado o relvado, os jogadores se "despiram" da fatiota mais quente e surgiram com o equipamento clássico dos futebolistas. Helton, Bruno Alves (este com uma estrondosa salva de palmas), Raul Meireles (outro muito aplaudido), Maicon, Bellushi, Joao Moutinho (e o estádio pareceu ruir), Falcao, Rodriguez, Mariano González, Hulk, Fucile, Rolando, Guarin, Emidio Rafael, Sereno, Varela e James Rodriguez subiram então ao púlpito central. Depois, Tomas Costa, Sapunaru, Miguel Lopes, Souza, Beto, Fernando, Castro, Ukra, Ruben Micael e Kieszek encheram o resto do palco central, perante o ruidoso apoio dos adeptos presentes. ?lvaro Pereira, ainda de férias, também foi apresentado "sonoramente", enquanto Stepanov não fez parte da lista dos jogadores, devendo ser novamente cedido, como aconteceu na época passada, quando foi emprestado ao Málaga.
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A imprensa inglesa noticia hoje que o Chelsea procura um substituto para Ricardo Carvalho, que pode estar a caminho do Inter. Os ‘blues’ pensam no defesa central do FC Porto Bruno Alves.De acordo com o Daily Telegraph, Ricardo Carvalho está em Milão a negociar o seu contrato com os responsáveis do Inter e Carlo Ancelotti já terá dito que quer Bruno Alves para colmatar a saída do outro internacional português.
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André Villas-Boas estreou-se com uma goleada (4-1) ao Tourizense no comando técnico do FC Porto, apostando num onze com quatro reforços - Sereno, Souza, João Moutinho e Ukra - e, para começar, usou o mesmo sistema táctico dos últimos tempos: o 4x3x3. A partida foi disputada à porta fechada, como tem sido habitual nos últimos anos, mas O JOGO sabe que Falcao, Castro, James Rodríguez e Hulk foram os autores dos golos azuis e brancos, tendo o adversário reduzido a contagem já perto do apito final, por intermédio de Hugo, numa altura em que Ventura defendia as redes. Ao intervalo o resultado era de 1-0. Villas-Boas mudou a equipa na segunda-parte, usando todos os jogadores disponíveis, alguns juniores incluídos, e não deixou de testar uma variação táctica próxima do 4x4x2. O FC Porto dominou de princípio ao fim e podia ter marcado mais golos, tantas foram as oportunidades criadas. Sapunaru, por exemplo, teve um cabeceamento perigosíssimo, a cruzamento de João Moutinho. Pipo, avançado dos sub-19, também dispôs de um par de ocasiões flagrantes. Ao fim de sete dias de intensos treinos no Olival, o FC Porto defrontou um adversário acessível e já velho conhecido destas andanças para que André Villas-Boas medisse o pulso à equipa. Como é evidente, o resultado é o que menos importa ao novo treinador. Contudo, não deixa de ser interessante constatar que Falcao não perdeu o vício de marcar durante as férias (ele que fez 34 golos em jogos oficiais em 2009/10), que Hulk continua a fazer assistências - ofereceu um golo a Castro - e que o reforço James Rodríguez, em quem os responsáveis portistas depositam grandes esperanças, se apresentou com vontade de conquistar espaço. Além do golo, com o pé esquerdo, ainda apontou um livre directo que o guarda-redes contrário defendeu com dificuldade. Castro não se intimidou com a concorrência interna e também tratou de mostrar serviço ao técnico. Tendo sido disputado à porta fechada, não foi possível ver João Moutinho estrear-se com a camisola do FC Porto. Em todo o caso, fica o registo da confiança depositada por Villas-Boas no ex-jogador do Sporting, oferecendo-lhe a titularidade ao lado de Belluschi, e com Souza, outro dos reforços, como médio mais defensivo. Curiosa, também, a opção por Bacar no lado esquerdo da defesa. Em todo o caso, sendo este apenas o primeiro esboço do dragão, não se pode concluir que Addy - o outro lateral-esquerdo disponível - tenha perdido relevância no plantel. Recorde-se que Álvaro Pereira e Fucile ainda estão no Mundial. Rúben Micael foi considerado apto e fez os primeiros minutos desde a lesão. De fora ficaram apenas os lesionados: Guarín, Varela (ambos em treino condicionado), Mariano (tratamento) e, ainda, Farías que manteve o trabalho de ginásio. Samir, o quarto guarda-redes também não se equipou, mas por opção técnica. in jornal OJOGO
O agente FIFA Salem Jawad requereu ao tribunal a penhora do salário de Carlos Queiroz e do prémio que o seleccionador nacional de futebol vai receber pela participação de Portugal no Mundial2010.O requerimento foi entregue no Tribunal de Oeiras e a execução tem o valor de 80 585 euros, montante devido ao empresário português de origem iraquiana pela comissão pelo contrato com a federação de futebol dos Emirados Árabes Unidos, celebrado a 24 de maio de 1998.Em Dezembro de 2008, o tribunal condenou Carlos Queiroz ao pagamento de 56 250 dólares (44 647 euros ao câmbio actual), a que acrescem juros vencidos e vincendos e o montante fixado pela juíza como multa e indemnização, que, presentemente, está fixado em 80 585 euros.A sentença, a que a agência Lusa teve acesso, foi exarada a 17 de Novembro de 2008 e com notificação a 19 de Dezembro do mesmo ano e o tribunal considerou que o treinador foi litigante de má fé.No entender da juíza do processo, "as condutas do réu (Carlos Queiroz) afiguraram-se integradoras da litigância de má fé, expressa na dedução da oposição cuja falta de fundamento não podia ignorar, na alteração dos factos e num uso manifestamente reprovável do processo, ao tentar impedir a descoberta da verdade".Em comunicado emitido um dia depois de conhecida a decisão do Tribunal Cível de Oeiras, Carlos Queiroz reclamou inocência e referiu que "a verdade irá prevalecer nas instâncias superiores".Em finais de 2008, António Pragal Colaço, advogado de Salem Jawad, já tinha interposto no tribunal um pedido de caucionamento do montante da sentença a que foi condenado Carlos Queiroz, sem que até à data a juíza tenha emitido despacho sobre a diligência, à qual "não foi atribuído efeito suspensivo". A 24 de maio de 1998, Queiroz e a federação daquele país árabe celebram um contrato de trabalho, ficando estabelecido entre o técnico português e o empresário o pagamento de uma comissão de 10 por cento por cada um dos dois anos de trabalho, o primeiro com salários de 450 000 dólares e o segundo com 562 550.Em meados de Agosto desse ano, o treinador entregou a Salem Jawad a quantia de 45 000 dólares relativa à comissão de 10 por cento respeitante ao primeiro ano de contrato.Volvidos 13 meses após a assinatura do contrato, Carlos Queiroz rescindiu o contrato, procedendo-se ao pagamento do acerto de contas através de cheque do National Bank of Sarjah.O tribunal considerou que "é pacífico que, em 07 de Outubro de 1999, (Carlos Queiroz) recebeu da federação a quantia de 402 338 dólares" e provou que o actual seleccionador nacional de futebol acabou "por confessar ter, efectivamente, recebido tal montante", depois de ter negado "de forma claramente dolosa" que lhe foi entregue o cheque. Desse montante, a juíza entendeu que 10 por cento é devido ao empresário.in correio da manha
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Corria o ano de 1983, na formação do Sporting surgia um jogador talentoso mas também ambicioso. Aos 17 anos cumpre o 1.º ano de profissional ao serviço do Sporting, é decidido pela equipa de Alvalade que será emprestado à Académica de Coimbra. Teve a coragem de pedir um aumento do ordenado o que não foi recebido pelos “leões”.Atento, Jorge Nuno Pinto da Costa, faz uma viagem a Lisboa e, como o próprio veio a referir, pelo custo da viagem e de um jantar, Paulo Futre vai jogar para o FCP durante 3 épocas.O jogador conquista títulos, os adeptos e o país, encanta a Europa na final da então designada Liga dos Campeões, em Viena de Áustria, contra o poderoso Bayern de Munique. Uma exibição de sonho, onde apenas faltou um golo, mas que não foi indiferente ao mundo do futebol. Sai no final da época para o Atlético de Madrid.João Moutinho ainda não era nascido quando o Sporting deixou que Paulo Futre brilhasse de azul e branco.Volvidos 27 anos o F.C. Porto contrata João Moutinho. O caso é diferente, o Sporting não pretendia emprestar João Moutinho, o atleta custou 10 milhões de euros (recorde de “transferências domésticas”) mais a cedência dos direitos desportivos de Nuno André Coelho, podendo o Sporting receber 25% do diferencial, em caso de venda do passe pelo F.C. Porto, entre os 11 milhões e o valor que venha a ser negociado e ficando o F.C. Porto com direito de 50% dos valores económicos do atleta cedido.No caso Futre, o jogador poderia ser mais um dos muitos talentosos jogadores que acabam por se perder em empréstimos, no entanto foi à revelia do Sporting que o F.C. Porto deu a oportunidade de Futre se transformar em estrela. Os tempos são outros e o bom entendimento entre Sporting e Porto, permitiram que se consumasse a transferência de Moutinho para o Porto.Em ambos os casos houve incompatibilidades entre os atletas e a direcção do clube. João Moutinho há muito que pretendia sair do seu clube de formação e sendo um atleta de eleição e ainda dada saída de Raul Meireles, João Moutinho é a contratação do ano para o F.C. Porto. Mas mais do que contratação do F.C. Porto, é o maior negócio entre clubes portugueses.
João Moutinho já é jogador do F.C. Porto. O Sporting e os «dragões» comunicaram à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários a venda do médio por 11 milhões de euros e um contrato válido para as próximas cinco temporadas. Se no futuro o F.C. Porto vender Moutinho a por mais de 11 milhões de euros, o clube de Alvalade terá direito a 25 por cento da mais-valia. O negócio, comunicado pela SAD azul e branca às 23h13, dois minutos antes do anúncio formal dos «leões», contempla ainda a venda do defesa-central Nuno André Coelho ao Sporting. O F.C. Porto fica, porém, com 50 por cento do passe do jogador. Leia o comunicado do Sporting: Nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 248º, nº1 al. a) do Código dos Valores Mobiliários, a SPORTING - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD, (Sporting SAD) vem informar ter chegado a acordo com a Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD (Porto SAD) para a cedência definitiva dos direitos desportivos do jogador João Moutinho pelo montante de € 11.000.000,00, ficando esta Sociedade com o direito a receber 25% da mais-valia que se venha a verificar numa futura cedência do jogador da Porto, SAD para um terceiro clube, por valor superior a € 11.000.000,00. Como contrapartida adicional, a Porto, SAD cedeu a favor da Sporting, SAD, a título definitivo os direitos desportivos do jogador Nuno André Coelho, mantendo na sua titularidade 50% dos respectivos direitos económicos. A Sporting, SAD e o jogador Nuno André Coelho celebraram contrato de trabalho desportivo válido até 30 de Junho de 2014, tendo sido fixada cláusula de rescisão de € 30.000.000,00. Leia o comunicado do F.C. Porto: A Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD vem comunicar, nos termos e para os efeitos do art. 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, ter chegado a acordo com a Sporting SAD, para a cedência definitiva dos direitos de inscrição desportiva do jogador João Moutinho. Esta aquisição foi realizada pelo montante de 11.000.000 € (onze milhões de euros) sendo que a Sporting SAD fica com o direito a receber 25% da mais valia que se venha a verificar numa futura cedência do jogador da FC Porto SAD para outro Clube, por um valor superior a 11.000.000 € (onze milhões de euros). Como contrapartida adicional, a FC Porto SAD cedeu a favor do Sporting SAD, a título definitivo, os direitos de inscrição desportiva do jogador Nuno André Coelho, mantendo na sua titularidade 50% dos respectivos direitos económicos.A transferência de João Moutinho do Sporting para o F.C. Porto, no valor de 11 milhões de euros, bate largamente o recorde de negócios entre clubes portugueses. O anterior máximo datava de 2003, quando o Sporting pagou 7 milhões ao Boavista pelo guarda-redes Ricardo. Esta é também a contratação mais cara de sempre do F.C. Porto, tendo em conta o valor total de 11 milhões (nesta verba inclui-se 50 por cento do passe de Nuno André Coelho, estimado em dois milhões). Supera os 10,25 milhões que os «dragões» pagaram ao River Plate por Lucho Gonzalez, em duas fases. As maiores transferências do futebol português João Moutinho, 2010 Sporting para FC Porto, 11 milhões de euros Ricardo, 2003 Boavista para Sporting, 7 Mantorras, 2001 Alverca para Benfica, 5 Fernando Meira 2000 Vit.Guim. Benfica 4,7 Ruben Micael, 2009 Nacional para FC Porto 3,5 Orlando Sá, 2009 Sp.Braga para F.C. Porto 3 Evaldo, 2010 Sp.Braga para Sporting 3 João Pereira, 2010 Sp.Braga para Sporting 3 Tiago 2002 Sp.Braga para Benfica 2,5 João Alves 2005 Sp.Braga para Sporting 2 (Dados agência Lusa)
Eis André Villas Boas. A estrada de Avintes repete-se, o Olival acorda com a pacatez habitual, céu cinzento sobre o relvado do Centro de Treinos. No início de uma nova era no F.C. Porto, o treinador foi cabeça de cartaz, conquistando os jogadores na apresentação. Saltou a bola desde o primeiro momento. Com ele, será assim. O novo técnico portista evita as comparações com José Mourinho, mas aquela realidade, jogadores agarrados ao esférico desde a primeira hora, transporta o observador comum para a escola do Special One. Fica a referência, apenas isso. Foram 15 minutos de treino aberto, com 26 nomes no plantel provisório, ao dispor de um técnico com 32 anos e enormes expectativas em seu redor. O sucessor de Jesualdo Ferreira contará com a ajuda de Pedro Emanuel, antigo capitão, Vítor Pereira, ex-treinador do Santa Clara, José Mário Rocha e Wil Coort. Três reforços confirmados Kieszek (ex-Sp. Braga) preenche a vaga de Nuno Espírito Santo, Souza (ex-Vasco da Gama) chega para um meio-campo que se despediu de Valeri, Sereno (ex-Valladolid) reforça uma defesa onde a continuidade de Bruno Alves é a grande incógnita. James Rodriguez apresenta-se em Portugal na segunda-feira, após acordo entre os dragões e o Banfield. Kléber aguarda a libertação do Marítimo e Walter será uma questão de tempo, após entendimento verbal entre o F.C. Porto e Internacional de Porto Alegre. Prediger e Pelé são investimentos consideráveis sem lugar no grupo de Villas Boas. Orlando Sá sai por empréstimo. Tomás Costa e sobretudo Ernesto Farías, jogadores com mercado e fluxo noticioso apontado para uma transferência, fazem parte da lista divulgada pelos dragões. Sapunaru, após seis meses no Rapid Bucareste, está de regresso para ficar. A hora dos jovens Ukra comanda uma fornada de jovens com espaço na pré-época do F.C. Porto. O extremo tem a continuidade assegurada, Castro ainda não sabe. Ventura, André Pinto e Diogo Viana seguem para estágio mas a saída para novo empréstimo é a hipótese mais provável. Ainda assim, vários rostos da Visão 611, projecto que visa a integração de elementos da formação na equipa principal, até 2011. Villas Boas chega (também) com essa responsabilidade. Samir Badr, jovem guarda-redes norte-americano, vem dos juniores para compensar a ausência de Beto. Bruno Alves, Raul Meireles e Rolando também chegarão mais tarde, devido à participação no Mundial O Uruguai de Alvaro Pereira e Fucile continua em competição. Mariano e Varela mais tarde O F.C. Porto arranca a temporada com 26 nomes no plantel. No primeiro treino, nota ainda para as presenças dos jovens Alves, Pipo e Bakar. Ruben Micael já trabalha sem aparentes limitações, mas Mariano González nem pisou o relvado e Varela fez apenas treino específico com o recuperador António Dias. O Centro de Treinos do Olival, longe do horizonte dos adeptos (ndr. sessões à porta fechada para público, 15 minutos em algumas para a imprensa), acolherá a primeira semana de trabalho do F.C. Porto 2010/11. A partir de domingo, haverá sempre lugar a sessão dupla, até à partida para Marienfeld (Alemanha), marcada para dia 9. Plantel provisório do F.C. Porto: Guarda-redes: Hélton, Pawel Kieszek (ex-Sp. Braga), Ventura (ex-Olhanense) e Samir Badr (ex-júnior); Defesas: Sapunaru (ex-Rapid Bucareste), Miguel Lopes, Maicon, Sereno (ex-Valladolid), André Pinto (ex-V. Setúbal), Nuno André Coelho e David Addy; Médios: Fernando, Castro (ex-Olhanense), Souza (ex-Vasco da Gama), Guarín, Tomás Costa, Ruben Micael e Belluschi; Avançados: Diogo Viana (ex-Venlo), Ukra (ex-Olhanense), Hulk, Varela, Falcao, Farías, Mariano González e Cristian Rodriguez. Mundialistas: Beto, Bruno Alves, Raul Meireles, Rolando, Alvaro Pereira e Fucile.
O F.C. Porto emitiu um comunicado em que pretende clarificar a sua posição em relação à interpretação do estatuto dos «stewards», no dia em que a Liga de Clubes aprovou em Assembleia Geral várias alterações aos regulamentos e passou a considerá-los agentes desportivos. Os dragões mantêm a posição que tiveram quando da defesa de Hulk e Sapuranu, que viram a pena reduzida por serem considerados público pelo Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, ao contrário do que tinha acontecido meses antes pela Comissão Disciplinar da Liga que os interpretou, como deverá passar a acontecer agora, como agentes desportivos. «O que sempre esteve em causa no processo disciplinar que envolveu os atletas Hulk e Sapunaru foi a qualificação dos stewards enquanto intervenientes no jogo e nunca como agentes desportivos. O FC Porto continua a defender, coerente e obviamente, que os stewards não são intervenientes no jogo», pode ler-se no documento. A SAD portista revela ainda que uma proposta sua de limitação de funções aos agentes desportivos e ao número de funcionários presentes em cada local dos estádios foi recusada. «Nas propostas apresentadas em sede de AG da LPFP, o FC Porto pretendeu apenas fixar e clarificar os efeitos da circular dirigida pelo Director de Planeamento de Operações da LPFP aos Delegados da LPFP após os incidentes no Estádio da Luz, adequando-os à sua específica tarefa. Esta reacção traduziu-se tão só na proposta de que os stewards, e no que diz respeito à zona técnica, passassem a ter única e exclusivamente funções de controlo de acessos, propondo ainda um limite de dois por cada um desses acessos. Proposta esta que não foi aprovada, numa decisão cujas consequências, durante a próxima temporada, são imprevisíveis.» A concluir, o F.C. Porto «sublinha que nunca mudou nem mudará de opinião em relação ao estatuto dos stewards» e ressalva ainda que «nenhuma das propostas aprovadas pela AG da LPFP tem como consequência que passe a ser interveniente no jogo».A Liga de clubes aprovou nesta quarta-feira em Assembleia Geral várias alterações aos regulamentos e acordou a definição do estatuto dos «stewards», para que passem a ser considerados agentes desportivos. «Foram vários os temas abordados, desde aspectos relacionados com a disciplina, arbitragem esta com dois pontos irrelevantes e falou-se ainda da situação dos 'stewards' serem ou não agentes desportivos», afirmou no final António Fiúza, presidente do Gil Vicente, que foi porta-voz dos trabalhos. «Em princípio passam a ser agentes desportivos. As polémicas anteriores foram desnecessárias, porque houve aproveitamento desta situação, que não interessa nem aos clubes nem à Liga», prossegue o dirigente. O estatuto dos «stewards» foi motivo de muita polémica na época passada, na sequência do Benfica-F.C. Porto. O Conselho de Justiça, face à indefinição dos regulamentos, acabou por considerá-los público, o que causou uma redução radical da pena inicialmente aplicada pela Comissão Disciplinar da Liga. Entre as propostas discutidas está ainda o agravamento do quadro disciplinar para agressões. Vai começar um novo campeonatoo tunelball com um unico campeão, o clube da gaivota
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