Pouco depois de conquistado o primeiro troféu da época, o treinador André Villas-Boas sublinhou a abordagem portista ao jogo, comparando o desfecho a um «grito de revolta». Já o médio João Moutinho formulou o desejo de que a vitória na Supertaça represente apenas a conquista do primeiro de muitos troféus com a camisola do FC Porto.
André Villas-Boas: «Entrada muito forte»
«Tivemos uma entrada muito forte, sempre muito bem organizados tacticamente, com muita comunicação entre os jogadores e muito sentido de responsabilidade, o que ajudou a manter a equipa coesa e a dominar em todos os sectores, com bola e sem bola. Com essa coesão e com essa disciplina, que foram postas em causa nas últimas semanas, chegámos ao golo cedo. Foi um grito de revolta que o FC Porto tinha que dar, em face das injustiças da época passada, tal como já tinha dado quando venceu o Benfica, por 3-1, no Dragão. Continuaremos o nosso percurso sempre lúcidos e a moldar a equipa à nossa imagem.»
João Moutinho: «A primeira de muitas»
«Entrámos bem, muito agressivos, muito concentrados, provando no campo a força que temos como equipa e que queremos continuar a demonstrar nos próximos jogos. Vamos celebrar um pouco e lutar para vencer as competições em que estamos integrados. Espero que esta seja a primeira de muitas taças no FC Porto. E foi por isso mesmo que escolhi o FC Porto, pelos títulos, dando um novo rumo à minha carreira.»
Fonte: FCPorto
O FC Porto chegou ao Algarve com os argumentos reduzidos pelos infortúnios recentes e que culminaram com a grave lesão de Varela no derradeiro ensaio para a final da Taça da Liga. O Dragão, apesar disso, entrou decidido a esquecer todas as feridas e a discutir com a bravura de um Tetracampeão. Um remate feliz logo aos nove minutos e outro à beira do intervalo de uma partida que seguia repartida, contudo, cavaram uma diferença difícil de superar.
mente desproporcionado pouco depois, quando o guarda-redes salvou mais uma bola a caminho da baliza e Rodríguez ficou a escassos milímetros de cabecear para as redes.
Pereira, Luisão «cap.», David Luiz e Fábio Coentrão; Airton e Carlos Martins; Ruben Amorim, Aimar e Di Maria; Kardec















































































Fonte: A Bola
O presidente do FC Porto exortou hoje o secretário da Estado da Juventude e Desporto a investigar alegados casos de corrupção no futebol e falou num "apito encarnado", em alusão ao rival Benfica.
No 10.º aniversário da Casa do FC Porto de Espinho, Pinto da Costa disse que o seu clube continuará a "jogar e a vencer contra tudo e contra todos" e pediu a Laurentino Dias uma investigação a esse "apito encarnado", em analogia ao "Apito Dourado", designação do processo sobre corrupção no futebol português.
"Pedir ao secretário de Estado que faça realmente um apito encarnado, um apito da cor que quiser, mas que vá apurar o que se passa em determinados campos do futebol português", disse.
Pinto da Costa recordou ter sido ilibado em todos os processos nos quais esteve envolvido no processo "Apito Dourado" e deixou no ar a possibilidade da existência de casos reais de corrupção no futebol português.
"Inventaram apitos dourados e tudo foi arquivado relativamente a mim. Voltaram a abrir os casos e fui de novo ilibado. Mas, se inventarem apitos de outras cores, não sei se depois de concluídos esses casos poderão outras pessoas falar como eu hoje aqui falo", avançou.
Pinto da Costa saudou ainda os homenageados da noite - Manuela Aguiar e Bruno Alves - e, sobre este último, disse esperar que o defesa central fique "para sempre" no FC Porto.
"Havemos de o ter por muito mais tempo e quando terminar a carreira ficará para sempre no FC Porto".
IN: Sapo Desporto
O FC Porto homenageia hoje José Maria Pedroto, ex-treinador do clube e uma das mais emblemáticas figuras do futebol português, falecido há 25 anos.

As cerimónias iniciam-se às 18:00, com uma missa na Igreja das Antas e incluem ainda uma homenagem no estádio do Dragão, assim como um jantar e um concerto, sempre na casa do FC Porto.
Nascido a 21 de Agosto de 1928, em Almacave (Lamego), Pedroto alinhou no Lusitano VRSA, no Belenenses e no FC Porto, ao serviço do qual se sagrou campeão nacional por duas vezes, feito que repetiria como treinador.
Além do FC Porto, o "Zé do Boné" - que lhe cobria sempre a cabeça - orientou as equipas de Vitória de Setúbal, Boavista, Académica, Leixões, Varzim e Vitória de Guimarães, sempre com bons resultados.
Foi seleccionador principal de Portugal e com a equipa júnior nacional conquistou um título europeu.
IN: Sapo Desporto
José Maria Pedroto foi um treinador e ex-jogador de futebol, nasceu no dia 21 de Outubro de 1928 em Almacave, Lamego, Portugal, e faleceu a 7 de Janeiro de 1985. Grande jogador do Futebol Clube do Porto, da equipa que foi campeã nacional com Yustrich em 1955/56 e em 1958/59 com Bella Guttman.
Jogou nos infantis do FC Porto, e no Leixões já em idade de júnior. Pedroto compensava a falta de físico com um enorme talento. O serviço militar levou-o ao Lusitano de VRSA, onde começou a despertar o interesse dos grandes.
Em 1950 transfere-se para o Belenenses. Pedroto cedo se afirmou como um dos melhores médios do futebol Português. Em 1951 estreia-se pela selecção nacional, em Paris. Em 1952 a sua transferência para o FC Porto envolveu verbas recorde para a altura. O FC Porto estava a construir uma grande equipa que viria finalmente a quebrar um jejum de muitos anos...Em 1956, comandada por Dorival Yustrich, a equipa do FC Porto conquista o Campeonato e a Taça de Portugal. Pedroto foi uma das principais figuras da equipa.
Em 1959, Pedroto é novamente campeão nacional. Em 1960, Pedroto torna-se o primeiro treinador Português com curso superior. Foi um treinador com excelentes capacidades técnicas associadas a um discurso agressivo, na onda Mourinho numa época diferente.
Enquanto treinador, Continuou a evidenciar-se nos "estudos", obtendo uma brilhante classificação num curso de treinadores efectuado em França. Estes resultados, aliados ao bom trabalho nas camadas jovens do FC Porto, levaram-no ao posto de treinador da selecção nacional de juniores. Com Pedroto ao "leme", Portugal conquista o seu primeiro título Europeu!
Pedroto abandona o futebol jovem do FC Porto para ir treinar a Académica. Forjou grandes talentos nessa época, sendo reconhecido por todos a qualidade do futebol apresentado pela equipa de Coimbra. Depois treinou o Leixões, onde foi vitíma da única chicotada psicológica da sua carreira, traído pela falta de condições oferecidas pelo clube. Treinou depois o Varzim, que estava no seu 2º ano na primeira divisão... o Varzim foi a sensação desse campeonato.
Em 1966 realizou um sonho: tornar-se treinador principal do FC Porto, fica até 1969 e vence uma Taça de Portugal. Depois ruma até Setúbal, altura em que o Vitória obtém alguns dos melhores resultados da sua história, sendo uma vez vice-campeão, uma vez finalista da Taça, e obtendo excelentes prestações nas competições europeias.
Em 1974, mudou-se para o Boavista. Em dois anos obtém o 2º lugar no campeonato e vence 2 Taças de Portugal.
Volta às Antas em 1976 para vencer dois Campeonatos (1977-78 e 1978-79) e uma Taça de Portugal.
Falha o «tri» e sai na confusão do "verão quente". Passa a treinar o Vitória de Guimarães, onde esteve 2 épocas, obtendo um 4º e um 5º lugar. Com ele esteve Artur Jorge.
Pedroto regressa ao FC Porto já com Pinto da Costa como presidente. Nesse período ainda venceu uma Taça de Portugal e foi finalista da Taça das Taças. Pedroto e Pinto da Costa criaram as bases para a série de grandes êxitos que se seguíram e que culminaram com a vitória na Taça dos Campeões Europeus. Ao "leme" estava o seu discípulo Artur Jorge, um dos dois treinadores portugueses campeões europeus de clubes, a par de José Mourinho, em 2003/04, também ao serviço do FC Porto.
IN: Wikipedia
O antigo jogador do FC Porto, que também passou pelo Benfica e é uma das velhas glórias do Atlético de Madrid, assistiu com atenção ao jogo que os azuis e brancos fizeram no Vicente Caldéron e ficou com uma imagem na retina: a de Hulk.

Em declarações ao jornal “O Jogo”, Paulo Futre reconheceu o bom jogo do Porto em Madrid, mas realçou “um fora de série” que marcou todo o jogo:
“Hulk é um jogador fantástico. Voltou a ser melhor contra o Atlético de Madrid e o golo dele tem tudo a ver com o jogador que ele é. É fantástico vê-lo jogar.”
O antigo internacional português que também fazia tremer os defesas com as habilidades que saiam do seu pé esquerdo, reconheceu ainda que “o FC Porto vai ter muitas dificuldades para o segurar Hulk, porque está mais do que pronto para jogar em qualquer um dos quatro maiores campeonatos da Europa”, afirmou, acrescentando que “mais uma vez, o FC Porto terá de ter paciência, mas Hulk é um jogador talhado para um clube de maior dimensão”.
IN: desporto.sapo.pt