Categoria: FCPorto

BASQUETEBOL (18ª. Jornada)

FC Porto 78 - Benfica 69


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Dragão trava recorde
MANUEL JOSÉ MACEDO

Chegou ao fim a série invencível do Benfica em fases regulares. Quarenta e sete jogos depois, os encarnados voltaram a sentir o sabor amargo da derrota, ao perderem com o eterno rival FC Porto, na visita ao Dragão Caixa.
A última equipa a vergar os homens de Henrique Vieira havia sido o Queluz (63-73), no dia 12 de Abril de 2008, na penúltima jornada da Proliga, uma derrota que precedeu uma série de 47 triunfos consecutivos em fases regulares (um na Proliga, mais 46 na Liga). Esta foi igualmente a primeira vitória dos dragões sobre o Benfica no Dragão Caixa - tinham perdido o terceiro e o quarto jogo da primeira eliminatória do play-off da época passada - e o segundo triunfo sobre as águias em 2010, depois da vitória nas meias-finais da Taça Hugo Santos.
Numa partida bastante equilibrada, a magia espalhada no último período pela dupla Jeremy Hunt e Julian Terrel, no qual apontaram 23 dos 26 pontos do FC Porto, acabou por revelar-se decisiva.

FIGURA
Jeremy Hunt
Uma mão quente para a vitória
Foi, a par de Julian Terrell, o grande obreiro da vitória do FC Porto. Na fase decisiva, nunca tremeu da linha de lance livre e o triplo que apontou a quatro minutos do fim, e que colocou a sua equipa a vencer por 70-65, acabou com qualquer esperança encarnada.

Moncho López FC Porto
"Defesa e jogo exterior foram determinantes"
Moncho López apontou a defesa e o jogo exterior do FC Porto como chaves do sucesso da vitória. "Era importante chegarmos ao intervalo na discussão do resultado, e a forma como defendemos na primeira parte permitiu-nos isso", sublinhou. "Após o intervalo, o nosso jogo exterior colocou sérias dificuldades à defesa do Benfica", apontou, referindo que a sua equipa soube contornar a ausência do lesionado Gregory Stempin.
 



BASQUETEBOL (19ª. Jornada)

Ginásio 78 - FC Porto 87

Escusadamente sofrido
TIAGO LEMOS

Sem tempo para euforias, depois de ter imposto uma inédita derrota ao Benfica, o FC Porto bateu o Casino Ginásio por 78-87. Pelo resultado fica a marca de um triunfo sofrido, embora isso tenha sido escusado, principalmente se atendermos que os dragões chegaram ao intervalo a vencer por… 28.
A ideia de Moncho López era resolver cedo e gerir, até porque o desgaste provocado pelo jogo da véspera era grande. O plano do espanhol ia dando certo, já que durante os dois primeiros períodos as equipas estiveram em patamares antagónicos. Comandados por um quase infalível Julian Terrell, os portistas foram amealhando pontos, ganhando ressaltos e aproveitando os erros alheios. O 26-54 ao intervalo espelhava bem a diferença e reflectia a falta que o Ginásio sentia de Brandon Daggans, poupado no final do primeiro período.
Após o descanso, o jogo tornou-se algo físico e o Ginásio não virou a cara à luta, bem pelo contrário. Marco Gonçalves esteve em excelente plano e à entrada do último minuto a diferença era de... três pontos. Valeu a frieza do FC Porto, personificada num triplo de Nuno Marçal.

Figura
Julian Terrell
Sempre a assumir o controlo
Destacou-se como MVP logo desde o início, assinando 18 pontos e dez ressaltos. Foi ainda o jogador mais constante. Tal como a equipa, teve uma quebra no terceiro período, mas nos dez minutos finais não vacilou e assumiu as responsabilidades para chegar à vitória.

Sérgio Salvador, treinador Casino Ginásio
"A equipa entrou descrente que podia vencer o FC Porto"
"Na segunda parte mudámos a defesa, encostámos no marcador e quase conseguimos chegar à vitória"

Moncho Lopez, treinador FC Porto
"A ganhar por 28 ao intervalo, aconteceu o que não podia acontecer"
"O nosso melhor básquete apareceu nos últimos dois minutos"

Pav. Municipal de Montemor-o-Velho
1º árbitro Carlos Santos
2º árbitro Sónia Teixeira
3º árbitro Jorge Cabral

Casino Ginásio
José Costa 6; Jason Hartford 15; Marco Gonçalves 21; Brandon Dagans 5; Devon Austin 16; Pedro Silva 8; Marco Rosa -; Bento Cardoso 7; Josimar Vieira nj; Luís Jóia nj; David Martins nj
Treinador Sérgio Salvador

FC Porto
5 André Bessa; 18 Julian Terrell; 19 Jeremy Hunt; 14 Nuno Marçal; 5 Carlos Andrade; 8 João Figueiredo; 3 Jorge Coelho; 2 David Gomes; 11 Rui Mota; - José Almeida; 2 Paulo Cunha; - João Soares
Treinador Moncho López

Marcador 1º período 14-29 | 2ºP 12-25 | 3ºP | 25-12 | 4ºP 27-21
 
HÓQUEI EM PATINS (6ª. Jornada da Liga Europeia)
 
Valdagno 5  - FC Porto 3

Ainda não foi desta
RUI GUIMARÃES

Foi exactamente o mesmo resultado do jogo da terceira jornada. Em Janeiro, no Dragão Caixa, a equipa de Franklim Pais recebeu o Valdagno e perdeu por 3-5, repetindo ontem esses números, agora em Itália. O FC Porto estava obrigado a vencer fora de portas para colocar as contas do apuramento a seu favor, o que não conseguiu, pelo que, ao falhar o apuramento directo para a final a seis da Liga Europeia, reservado aos vencedores dos quatro grupos, terá de disputar o play-off dos segundos classificados. O adversário será o Follonica, outra equipa italiana.
Ontem o FC Porto até entrou bem, com Reinaldo Ventura a fazer o 1-0 praticamente na primeira jogada, mas os italianos empataram e também não demoraram a passar para a frente. Num pavilhão cheio e com adeptos bastante entusiasmados, os donos da casa foram mais felizes. "Não fomos tão eficazes como devíamos, o que já não aconteceu com o Valdagno, que depois conseguiu manter-se sempre na frente do marcador. Queríamos ter ganho para resolver já a questão do apuramento, passar directamente à final-six. Não o conseguimos, vamos tentar fazê-lo no play-off", disse o técnico Franklim Pais. Os dragões vão jogar a primeira mão visitando o Follonica, no dia 10 de Abril, e a segunda no Dragão Caixa, no dia 17.
"Folllonica tem equipa muito idêntica a esta"
"Vamos agora jogar com uma equipa muito idêntica a esta, que é a segunda classificada de Itália", começou por dizer Franklim Pais sobre o Follonica. O primeiro jogo será fora e o segundo em casa, mas o técnico portista não vê aí qualquer vantagem. "Com o Valdagno não estivemos bem em casa... De qualquer modo o nosso objectivo é só um, passar à fase final", completou o treinador portista.
 
FC Porto Império Bonança defronta Follonica no «play-off» da Liga Europeia

O FC Porto Império Bonança vai discutir com os italianos do Follonica o acesso à «final six» da Liga Europeia, num «play-off» a duas mãos, com jogos a realizar a 10 e 17 de Abril. Os Dragões perderam este sábado no terreno dos também italianos do Valdagno, por 5-3, terminando o grupo D na segunda posição.

No encontro em que se decidia o primeiro classificado do agrupamento, foram os azuis e brancos a entrar melhor, com Reinaldo Ventura a marcar na primeira jogada. Carlos Nicolia empatou antes do intervalo.

Na segunda parte, o Valdagno alcançou o 3-1, Pedro Gil reduziu para 3-2 e André Azevedo ainda conseguiu o 4-3, perto do fim. Porém, Massimo Tarantino estabeleceu o resultado final em 5-3.

ANDEBOL

FASE FINAL - 1ª. JORNADA

Belenenses 29 - FC Porto 23

O Belenenses já estivera muito perto de parar o FC Porto, na final da Supertaça, em Portimão. Na altura fez uma excelente recuperação, depois de ter estado a perder por seis golos, e levou mesmo o jogo para prolongamento.
Ontem, a jogar em casa, os homens de João Florêncio mostraram que não deixaram as suas credenciais em mãos alheias e impuseram a terceira derrota ao FC Porto no campeonato, a primeira após uma série de 19 jogos sem perder.
Surpreendidos pela boa entrada do Belenenses e por duas exclusões madrugadoras de Tiago Rocha (aos 1,10 e 5,19 minutos), os jogadores do FC Porto nunca atingiram o seu nível habitual, apenas conseguindo algumas situações de empate. Na ponta final, o Belenenses alargou a vantagem, num jogo que também teve largos períodos de equilíbrio.

Pavilhão Acácio Rosa
1º árbitro Ivan Caçador
2º árbitro Eurico Nicolau

Belenenses
António Campos Gr; Vasco Ribeiro Gr; Hugo Canela 2; Rui Barreto 1; Carlos Siqueira 2 ; Pedro Matias -; Rúben Pacheco 4; Nélson Pina 3; António Areia 5; Tiago Fonseca 5; Francisco Bacalhau 4; Elledy Semedo 3; Diogo Brazão nj; Pedro Delgado nj
Treinador João Florêncio

FC Porto
Gr Dragan Jerkovic; Gr Hugo Laurentino; 1 Nuno Grilo; - Gilberto Duarte; 2 Filipe Mota; - Filipe Martins; 1 Pedro Spínola; 4 Tiago Rocha; 1 Dario Andrade; 5 Ricardo Moreira; 5 Wilson Davyes; - Álvaro Rodrigues; 4 Inácio Carmo; nj Sérgio Martins
Treinador L. Obradovic

Marcha do marcador 3-1 (5'), 6-4 (10'), 8-7 (15'), 9-8 (20'), 14-10 (25'), 15-13 (30'), 18-16 (35'), 18-18 (40'), 21-21 (45'), 23-22 (50'), 25-22 (55') e 29-23 (60')

NATAÇÃO

FC Porto Dolce Vita tem sete novos campeões nacionais juvenis

Sete nadadores do FC Porto Dolce Vita sagraram-se este fim-de-semana campeões nacionais de juvenis, na prova disputada em Rio Maior. Para além deste registo, é de salientar que os 10 nadadores portistas que estiverem presentes foram medalhados.

A boa prestação dos Dragões fica ainda reflectida no medalheiro, sendo que os atletas do clube chegaram por cinco vezes ao ouro, três vezes à prata e uma vez ao bronze. Destacaram-se Paula Oliveira, vencedora nos 100 e nos 200 metros bruços, e Tomás Silva, primeiro classificado nos 400 metros estilos.

Paula Oliveira brilha em Coimbra

Paula Oliveira é grande figura da selecção nacional que está a competir no Multinations Youth Meet, que hoje termina em Coimbra e onde estão mais sete selecções (Portugal, Polónia, Brasil, Turquia, Suíça, Grécia e Israel).

A nadadora juvenil do FC Porto Dolce Vita venceu os 100m bruços com 1:14.06, tempo que é recorde do torneio.

A nadadora do azul-e-branca alcançou a segunda posição nos 200m bruços, com 2:40.94, a apenas 29 centésimos da primeira posição.

SUPERLEAGUE FORMULA

Álvaro Parente junta-se ao FC Porto


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Álvaro Parente será o piloto oficial do FC Porto para a nova época da Superleague Formula. No terceiro ano da competição, o piloto portuense junta-se ao emblema que sempre apoiou e pelo qual já conquistou uma vitória neste campeonato, na corrida do Estoril do ano passado.

Depois de dois anos com Tristan Gommendy, que conseguiu um par de vitórias para os Dragões, o FC Porto apresentar-se-á desta forma com Álvaro Parente no arranque da Superleague Formula, marcado para o fim-de-semana de 3 e 4 de Abril, em Silverstone.

Recordemos aqui a vitória de Álvaro Parente no Estoril:



Calendário:

Basquetebol

2 de Abril às 17h00 - FC Porto - Académica - 20ª. Jornada

18 de Abril às 16h00 - CAB - FC Porto - 21ª. Jornada

Hóquei em Patins

10 de Abril às 18h00 - FC Porto - Paço de Arcos- 6ª. Jornada da Liga Europeia

Andebol

10 de Abril - Madeira SAD - FC Porto - 2ª. Jornada Fase Final

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto

Categoria: Labaredas

Publicado em carregaporto.blogspot.com

 

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Já aqui tinha referido num post que num programa exibido na TVI 24, o Dr. José Manuel Meirim, reputado professor universitário de Direito do Desporto, havia afirmado que ao abrigo dos regulamentos em vigor, os stewards não eram agentes desportivos.
A sua função apenas se confinava a orientar e ajudar os espectadores nos estádios.


Portanto os stewards não podiam permanecer dentro dos túneis, pois não existem espectadores para orientar e ajudar nesse local.


Tendo em conta tudo isto, os castigos eram totalmente descabidos, pois segundo o Dr. José Manuel Meirim, o que aconteceu é equiparável a uma agressão a um espectador, facto punível com pena de suspensão de 1 a 5 jogos.


http://carregaporto.blogspot.com/search/label/Paragem%20Cerebral

Ora a decisão do CJ veio confirmar tudo o que já se esperava, e dá-se mais um caso rídiculo no nosso futebol, uma vez que os casos parecem não ser julgados à luz dos regulamentos, mas sim de encontro às expectativas e necessidades do clube que actualmente controla os órgãos de decisão - O Benfica!

O nosso treinador retratou bem os prejuízos desportivos que o FC Porto teve com esta punição ridícula de dois atletas.

Como mensurar a indemnização a pedir para cobrir os prejuízos económicos?

Perdemos o campeonato e taça da SLB (Senhor Lúcilio Batista).

Não podemos participar na champions da próxima época.

Os nossos activos, desvalorizaram, pois com Hulk e Sapunaru em pelas condições quem sabe se não ultrapassaríamos os oitavos de final.

E quanto aos jogadores que indemnização pedir?

Hulk poderá falhar o mundial por tudo isto.

Além disto quais as consequências em termos de condição física de ambos atletas para a próxima época.

Hermínio Oliveira pediu demissão, mas deveria ter prestado uma declaração acerca de tudo isto.

Ricardo Costa e restantes elementos do CD não tem legitimidade alguma para julgar quem quer que seja daqui em diante.

Quanto ao Braga, ainda hoje não consigo ver nenhuma agressão de Vandinho, o que vejo sim é um puto malcriado de seu nome Di Maria a cuspir para o banco do Braga e a sair impune desta situação que viola a ética e fairplay no futebol.

Foi ele que despoletou toda a confusão no túnel de Braga, por isso deveria ter sido ele o mais punido...mas foi o único a não ser!

O Benfica se vencer este campeonato, vai ficar marcado por ser o campeão da liga das toupeiras, e de mais um roubo de igreja ao FC Porto, que impediu de lutar pelo título de igual para igual.

O outro campeonato ganho por esse clube, já havia sido marcado pelo caso Estoril Gate que passou à margem da justiça.

Está na hora de o governo não fechar os olhos.
Temos de ter um Código Desportivo que regule todas as modalidades, e existir um Tribunal Desportivo, onde se possam julgar os agentes desportivos com imparcialidade e com base na lei governamental desportiva.

Enquanto adepto do FC Porto só me apetece cuspir lume e libertar a minha revolta.

A revolta é enorme entre nós portistas.

Categoria: FCPorto

 

in fcporto.pt

 

Tendo em apreço uma notificação do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de futebol recebida esta quarta-feira, vem a Administração da FC Porto – Futebol, SAD comunicar o seguinte:

1 – O CJ da FPF decidiu convolar as penas de quatro e seis meses aplicadas a Hulk e Sapunaru, pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, em consequência das ocorrências no túnel do Estádio da Luz, após o Benfica-FC Porto de 20 de Dezembro de 2009;

2 – Depois de analisar o recurso apresentado pelos atletas do FC Porto, o CJ decidiu punir Hulk com suspensão de três jogos e multa de 2.500 Euros e Sapunaru com suspensão de quatro jogos e multa de 4.500;

3 – Ao contrário da CD da LPFP, o CJ da FPF concluiu que a conduta de Hulk e Sapunaru «integra, por violação do disposto no art. 18º, nº 4 do RC, a infracção disciplinar grave» punível «pelo art. 120º, j) do RC da LPFP com suspensão de 1 a 4 jogos e multa de 750 a 3750 Euros»;

4 – Fica assim desmontada mais uma habilidade despudorada perpetrada pela CD da LPFP e exibida em praça pública por uma lamentável sede de protagonismo. Resta saber se o «acto de contrição» que agora se impõe terá o mesmo exibicionismo mediático;

5 – Desde a suspensão imposta pela CD da Liga a Hulk e Sapunaru passaram 17 jogos das competições nacionais e mais de três meses. Como teria sido o desempenho do FC Porto nestes compromissos, caso os dois atletas estivessem, como deviam ter estado, disponíveis e quais os reflexos desta aberração na classificação da Liga 2009/10? Será que a verdade desportiva foi defendida?;

6 – Fica novamente comprovada a perseguição da CD da LPFP ao FC Porto e a cegueira persecutória de Ricardo Costa, ratificada, ao melhor estilo de Pôncio Pilatos, pelo presidente da LPFP, Hermínio Loureiro. Recorde-se que, ainda recentemente, o mesmo Hermínio Loureiro afirmou que o seu papel se limitou a criar condições para que os órgãos da LPFP funcionem. Nem que seja sem rigor, de forma grosseira e com arbitrariedade…;

7 – Este, de resto, será o facto mais marcante do mandato dos actuais órgãos dirigentes da LPFP. O futebol não esquecerá o péssimo serviço que lhe prestaram nesta matéria e, por conseguinte, só lhes resta uma saída: Obviamente, demitam-se!;

8 – A FC Porto – Futebol, SAD já deu instruções aos seus advogados para intentarem as competentes acções de responsabilização e indemnização, quer dos membros da CD da LPFP, quer da própria instituição.

Porto, 24 de Março de 2010

O Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD

Categoria: FCPorto

O Conselho de Justiça reduziu substancialmente as penas a Hulk e Sapunaru. O avançado passa a ser penalizado com três jogos de suspensão, o romeno com quatro, apurou o Maisfutebol. Originalmente a Comissão Disciplinar da Liga tinha penalizado Hulk com quatro meses e Sapunaru com seis, na sequência dos incidentes no túnel no final do Benfica-F.C. Porto.

Categoria: FCPorto

O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol decidiu manter os castigos a Vandinho, Ney e Mossoró. Também houve decisão relativa a Hulk e Sapunaru, ainda por confirmar nesta altura.


A informação do Conselho de Justiça no caso dos jogadores do F.C. Porto, relativa ao jogo com o Benfica, é de que houve uma «convolação» (alteração) da decisão, mas só depois de notificados os clubes é que se irá saber em que termos.

 

Quanto aos jogadores do Sp. Braga, penalizados na sequência igualmente do jogo com o Benfica, o CJ considerou os recursos improcedentes. Vandinho, castigado por três meses, continua assim afastado dos relvados até ao início de Maio. Ney e Mossoró já tinham cumprido os respectivos castigos.

 

 

M E R D A

DA SIC DEU NOTICIA FALSA

 

in sic

 

"Conselho de Justiça da FPF confirma castigos a Hulk e Sapunaru

O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol decidiu manter os castigos aplicados a Hulk e Sapunaru: 4 e 6 meses de suspensão, respectivamente. Fica assim confirmada a decisão da Comissão Disciplinar da Liga.

O FC Porto só vai voltar a poder contar com Hulk no dia 25 de Abril, no jogo com o Vitória de Setúbal, no Bonfim, à 28ª jornada da Primeira Liga.

Sapunaru encontra-se actualmente emprestado ao Rapid de Bucareste, da Roménia, até ao final da época.

Recorde-se que Hulk e Sapunaru foram castigados na sequência dos incidentes no Túnel de acesso ao balneário do Estádio da Luz depois do jogo Benfica - FC Porto de 20 de Dezembro passado."

 


 

Categoria: FCPorto

HÓQUEI EM PATINS (18ª. Jornada)

FC Porto 10 - Porto Santo SAD 1

Golear rumo ao enea
PAULA CAPELA MARTINS

Com o Dragão Caixa ocupado pela antestreia do filme "Como treinares o teu Dragão", o FC Porto recebeu o Porto Santo SAD em Fânzeres, um palco de muitas conquistas para a equipa de Franklim Pais. Entrou em rinque com a baliza de João Miguel na mira enviando uma mensagem clara aos homens da Ilha Dourada: a luta pela permanência dos insulares teria de contemplar um intervalo para mais uma vitória dos campeões rumo ao enea. Aos nove minutos, após seis remates frustrados e um golo anulado a Pedro Gil, André Azevedo deu início à goleada, que apenas João Miguel evitou que fosse confrangedora e que foi evidenciando a diferença entre os protagonistas. Deu para o júnior Henrique Magalhães marcar e para Filipe Santos se poupar a um pequeno problema muscular. Na recta final da temporada, e quando faltam apenas sete jornadas para o fim do campeonato, as contas dos portistas são simples. Estão em jogo 21 pontos e, se a distância do líder para o Benfica se mantiver a dez pontos, o campeão português pode fazer a festa do nono título consecutivo na 23ª jornada, ronda que corresponde à sua deslocação a Braga. Com o enea como cenário mais provável, o FC Porto dificilmente festejará o título na casa estreada este ano. É que depois da próxima ronda, jogada no Dragão com o Paço de Arcos, o regresso acontece na 24ª jornada, frente ao Espinho, e ser campeão apenas a 22 de Maio significaria pontos perdidos pelo caminho.

Momento: 13'
Impulso depois de Reinaldo
Reinaldo Ventura, ao marcar o terceiro golo do FC Porto, lançou a equipa para uma goleada que o Porto Santo, com limitações físicas, não soube travar. O avançado voltou aos golos, criando ainda inúmeras jogadas de perigo.

Franklim Pais, FC Porto
"Estamos mais perto do objectivo"
"Fizemos uma boa primeira parte e estamos mais perto do nosso objectivo", começou por referir Franklim Pais, lembrando as dificuldades do treino durante a semana: "Temos problemas físicos na equipa. O André Azevedo só treinou uma vez, e o Filipe Santos também não tem podido acompanhar-nos na preparação, mas fizemos um jogo fluído e aberto." O treinador confessou "não esperar um resultado tão dilatado" e reconheceu que "a diferença esteve na exibição antes do intervalo". A troca do árbitro inicialmente nomeado (Jorge Lucas) por Rego Lamela não suscitou qualquer comentário ao treinador.

Rafael Oliveira, Porto Santo SAD
"Jogámos com limitações"
"Quero dar os parabéns ao FC Porto pela vantagem que tem vindo a construir no campeonato. É sem dúvida a melhor equipa nacional e uma das melhores do mundo. Foi eficaz na forma como aproveitou as oportunidades, mas a minha equipa está limitada fisicamente, o que complicou mais este jogo", comentou Rafael Oliveira, deixando uma nota sobre arbitragem. "Numa fase em que os árbitros tiveram uma reciclagem, é triste que tenham complicado situações nada complicadas. E mudar um árbitro que vinha da Madeira por um do Minho não é compreensível."

Pavilhão Municipal de Fânzeres

1º árbitro Jaime Vieira (Alentejo)
2º árbitro Rego Lamela (Minho)
3º árbitro Silvia Coelho (Porto)

FC PORTO
Edo Bosch Gr; André Azevedo 2; Pedro Moreira -; Reinaldo Ventura 2; Pedro Gil 1; Emanuel Garcia 3; Jorge Silva 1; Henrique Magalhães 1; Filipe Santos nj
Nélson Filipe Gr
Treinador franklim Pais

PORTO SANTO
Gr João Miguel; - Miguel Dantas; - Paulo Monteiro; - José Braga; - Hugo Drumond;1 Xavier Medina; nj Duarte Melim; Gr/nj António Castro; Gr/nj Márcio Ornelas
Treinador Rafael Oliveira
Ao intervalo 5-1
evolução do marcador
5-0 5-1 10-1

 

 

TAÇA DE PORTUGAL

Dragões defrontam Nortecoope na Taça de Portugal

O sorteio dos 16 avos-de-final da Taça de Portugal, realizado esta segunda-feira, ditou que o FC Porto Império Bonança se desloca ao terreno da Fundação Nortecoope, terceira classificada do campeonato nacional da segunda divisão. O encontro está marcado para o dia 17 de Abril.

ANDEBOL (21ª. Jornada)


Belenenses 23 - FC Porto 28

Pastéis para o dragão
C.M.P.

O FC Porto impôs ontem a primeira derrota ao Belenenses em casa e provou porque é que é o principal candidato ao título nacional e líder cada vez mais isolado. Os dragões foram superiores em todos os capítulos. Nos primeiros minutos, a formação orientada por João Florêncio até conseguiu estancar o ímpeto ofensivo dos azuis e brancos, mas depressa os comandados de Obradovic furaram a cortina defensiva belenense e jogaram praticamente a seu bel-prazer. A grande diferença entre as equipas esteve essencialmente nos guarda-redes. Não que o belenense António Campos tenha estado mal, mas foi sobretudo Dragan Jerkovic que esteve intransponível. Dario Andrade e Wilson Davyes acabariam por ser as restantes figuras de proa, com seis golos cada. A vencer por oito golos no primeiro tempo, os dragões geriram o marcador na segunda parte, mas a estratégia começou a ter um preço elevado. O Belenenses, aos poucos, encurtou a diferença, graças à experiência de Tiago Fonseca. A 10 minutos do final o FC Porto acusou o toque e voltou a tomar conta do jogo, não mais largando a almofada de conforto de seis golos.

FIGURA
Jerkovic
"Dragan" de aço
Com 75 por cento de defesas em remates de 1ª linha e um registo global de 47 por cento, Dragan Jerkovic foi o principal responsável por manter o Belenenses longe da vitória.


ANDEBOL (22ª. Jornada)

FC Porto 22 - ABC 18


Uma defesa de ferro
R.G./M.F.

O ABC cometeu o erro crasso de permitir uma entrada poderosa ao FC Porto, que rapidamente chegou a cinco golos sem resposta, tornando ainda mais complicada a sua missão. Aos academistas interessava ganhar para encurtar distâncias. Não o conseguiram, entrando na fase final com cinco pontos de atraso em relação ao FC Porto, que tem ainda atrás de si o Benfica e o Madeira SAD, com menos quatro.
Uma vez mais os homens de Obradovic abusaram do contra-ataque, alicerçado numa defesa de ferro, na qual Tiago Rocha está impecável - e em dois grandes guarda-redes - , tendo ainda feito nove golos em 11 tentativas.
O ABC, com Hugo Figueira também muito bem na baliza, revelava-se pouco inspirado, tanto na defesa como no ataque, sendo que Jorge Rito, que cumpriu ontem o último jogo de um castigo de 30 dias, tem também poucas soluções à sua mercê, pois José Rolo e Luís Bogas estão lesionados.
Os dragões responderam bem às diversas tentativas de reacção dos bracarenses, chegaram a ter nove golos à maior e ganharam em Resende com justiça.


Ljubomir Obradovic, FC PORTO: "O ritmo estava a abrandar..."
Para Ljubomir Obradovic foi uma vitória justa, que "começou na defesa". "O FC Porto entrou bem, mas depois, ao intervalo, avisei os jogadores que o ritmo estava a abrandar". Obradovic felicitou o ABC e agradeceu "o apoio dos adeptos portistas", e também ao presidente da Câmara de Resende, pela "sua amabilidade", uma vez que sentiu "que estava como no Dragão Caixa".

Carlos Matos, Jogador do ABC: "Vamos lutar pelo título"
Carlos Matos afirmou que "num jogo com uma equipa tão forte como é o FC Porto, há momentos chave". Contudo, o ABC "lutou muito e poderia ter feito ligeiramente melhor". O central lembrou ainda: "O ABC joga sempre para ganhar e, mesmo sabendo que é difícil, vamos lutar pelo título, pois noutras ocasiões já fizemos coisas praticamente impossíveis. Vamos lutar pelo título."

Figura: Dragan Jerkovic
Mais uma tarde inspirada
Nas mãos do internacional croata morreram muitos remates do ABC, o que deu segurança aos companheiros. Jerkovic está num momento notável: parou 12 remates (dois em livres de sete metros) para dez golos sofridos.
 

 
FC Porto Vitalis visita Belenenses
no arranque da fase final

 
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O FC Porto Vitalis vai deslocar-se ao terreno do Belenenses no arranque da fase final do Campeonato Nacional de andebol. Os Dragões, que partem na condição de líderes para a etapa decisiva da prova, defrontam a formação de Lisboa já no próximo fim-de-semana.

O sorteio que ditou os confrontos dos Grupos A e B da competição (o primeiro integra os seis clubes que discutem o título e o segundo os seis que lutam pela permanência) foi realizado esta segunda-feira.

Concluída a 22.ª e última jornada da primeira fase, as equipas viram os seus pontos reduzidos a metade, sendo que o FC Porto Vitalis soma agora uma vantagem de quatro pontos para o segundo classificado.

O FC Porto Vitalis desloca-se a Lisboa para defrontar o CF Belenenses em jogo da primeira jornada da fase final – grupo A do Andebol 1, agendado para o próximo sábado, dia 27 de Março. O sorteio, realizado esta tarde nas instalações da CISION, em Coimbra, ditou que a primeira jornada fique completa com as partidas entre SL Benfica e Madeira SAD e Sporting CP - ABC de Braga, jogo vai ser adiado devido à participação da equipa leonina, no domingo (dia 28 de Março) nos quartos-de-final da ‘Challenge Cup’.

Na segunda jornada, a realizar no fim-de-semana de 10 e 11 de Abril, destaque para o clássico que coloca frente a frente SL Benfica e Sporting CP.

GUIMARÃES RECEBE DERBI

No grupo B, onde participam as equipas que se classificaram na fase regular entre os sétimo e 12.º lugares, a primeira jornada prevê a realização de um derbi minhoto que, em Guimarães, colocará frente a frente o Xico Andebol e o Andebol Clube de Fafe. Na Maia, o Águas Santas vai receber o Liberty São Bernardo, enquanto a Horta vai assistir a um derbi das ilhas – Sporting da Horta-CS Marítimo.

O sorteio desta tarde contou com a presença do administrador da CISION, Pacheco Mendes; do presidente da Federação de Andebol de Portugal, Henrique Torrinha; António Galambas, presidente do Conselho de Arbitragem da FAP; Filipa Santos e Luís Pacheco, da FAP; as dez duplas de arbitragem escaladas para dirigir os jogos dos grupos A e B, e representantes de todos os clubes do Andebol 1.

Recorde-se que o grupo A vai ser disputado por F.C.Porto Vitalis, que parte com 31 pontos; S.L.Benfica (27); Madeira SAD (27); ABC de Braga (26); Sporting CP (25) e CF Belenenses (25).

No grupo B participam Xico Andebol (21 pontos); Liberty São Bernardo (20); Sporting da Horta (20); Águas Santas (19); CS Marítimo (13) e A.C.Fafe (12).

Em anexo pode ser consultado o calendário completo da fase final do Andebol 1, grupos A e B, devendo atender-se que as datas referidas são meramente indicativas já que, no sector masculino, há ainda duas equipas portuguesas – Sporting CP e Xico Andebol – a participarem nas competições europeias.

 

http://213.134.51.44/publishing/img/home_275/fotos/3346221082238400847.pdf

http://213.134.51.44/publishing/img/home_275/fotos/3346221082242410847.pdf


BASQUETEBOL (17ª. Jornada)


Física 43 - FC Porto 76


Dragões vencem Física por 33 pontos de diferença

O FC Porto Ferpinta venceu, este sábado, a Física, em Torres Vedras, com a facilidade expressa na vantagem de 33 pontos (43-76) com que fechou a partida da 17ª jornada da fase regular.

Os Dragões, que sofreram apenas 14 pontos na segunda parte, dado que diz bem da capacidade defensiva da equipa, venciam ao intervalo por 29-33.

O portista Nuno Marçal foi o MVP da partida, somando 19 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento em apenas 28 minutos de utilização.

Com a vitória em Torres Vedras, o FC Porto Ferpinta ascendeu à terceira posição da tabela, a duas vitórias de distância da Ovarense, que ocupa o segundo lugar.

 


Calendário:

Basquetebol

27 de Março às 18h00 - FC Porto - Benfica - 18ª. Jornada

28 de Março às 16h00 - Ginásio - FC Porto - 19ª. Jornada

2 de Abril às 18h00 - FC Porto - Académica - 20ª. Jornada

Hóquei em Patins

27 de Março - Hockey Valdagno - FC Porto - 6ª. Jornada da Liga Europeia

Andebol

Fase Final

http://213.134.51.44/publishing/img/home_275/fotos/3346221082238400847.pdf

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto

Categoria: FCPorto

HÓQUEI EM PATINS (17ª. Jornada)

FC Porto 5 - Benfica 2


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À moda do octacampeão

PAULA CAPELA MARTINS

No primeiro duelo FC Porto-Benfica de hóquei em patins no Dragão Caixa, com transmissão directa no site do clube anfitrião a compensar a ausência da televisão, o FC Porto marcou primeiro, contagiando os adeptos que vivem os embates entre os velhos rivais de forma especial. Sem abdicar do seu fervor ofensivo, os dragões viram o primeiro azul muito cedo. Em pouco mais de dois minutos Pedro Gil foi sancionado, mas Caio falhou de livre directo. A vantagem portista surgiu numa transição ofensiva rápida: Pedro Gil esperou por Filipe Santos e bateu Ricardo Silva, tendo este sido o único golo da partida até ao intervalo, muito por culpa das traves e dos postes. A estratégia dos octacampeões deu resultado e, ao cair em cima do adversário, sem conceder espaços, nem tempo para pensar, a recompensa acabou por surgir aos 31 minutos: Jorge Silva, assistido por André Azevedo, deu início à contagem. O FC Porto, mais pressionante do que o Benfica, embora se esperasse da equipa da Luz mais combatividade, marcou à 10ª falta do adversário - Pedro Gil não desperdiçou o livre directo - e distanciou-se mais com o golo de André Azevedo (lesionou-se num lance dentro de área), que aproveitou uma bola perdida. Alguma permissividade do FC Porto na recta final valeu dois golos ao Benfica, que inexplicavelmente saiu do Dragão com 16 faltas de equipa.

Momento
35'| Três golos sem resposta
O jogo aproximava-se do meio da segunda parte quando Pedro Gil, de livre directo, fez o 3-0. O Benfica, que somava a 10ª falta, sabia que dificilmente recuperaria. O moral ficou em baixo e isso ajudou os dragões.

Pavilhão Dragão Caixa
1º árbitro Luís Peixoto (Lisboa) 2º árbitro Joaquim Pinto (Porto) | 3º árbitro Sofia Ferreira (Porto)

FC Porto
Edo Bosch Gr; Filipe Santos -; Pedro Moreira -; Reinaldo Ventura -; Pedro Gil 2; Emanuel Garcia 1; André Azevedo 1; Jorge Silva 1; Francisco Silva nj; Nélson Filipe Gr/nj
Treinador Franklim Pais

Benfica
Gr Ricardo Silva; - Valter Neves; - Ricardo Pereira; - Tiago Rafael; - Caio; 1 Diogo Rafael; - Carlos Martins; - Toni Sanchez; 1 João Rodrigues; Gr/nj Carlos Silva
Treinador Luís Sénica

Ao intervalo 1-0
Evolução do marcador | 4-0 | 4-2 | 5-2
 






HÓQUEI EM PATINS (18ª. Jornada)


Juventude de Viana 3 - FC Porto 6


Mais uma jornada, mais um obstáculo superado. O FC Porto Império Bonança bateu este sábado o vice-campeão Juventude de Viana, no Minho, e tem o caminho aberto para o eneacampeonato. O resultado final não deixa dúvidas: 6-3 a favor dos Dragões, com mais dois tentos de Pedro Gil. A oito jornadas do fim da prova, os azuis e brancos têm 13 pontos de vantagem sobre o Benfica, segundo classificado.

No entanto, os Dragões tiveram de suar para bater a formação de Viana do Castelo. No Pavilhão Municipal de Monserrate, o FC Porto foi a primeira equipa a colocar-se em vantagem, aos 15 minutos, por Pedro Gil. Os minhotos deram depois a volta ao marcador, só que o espanhol restabeleceu a igualdade (2-2) antes do intervalo. No recomeço, o FC Porto disparou para o triunfo, com golos de Filipe Santos, Jorge Silva e Pedro Moreira. Emanuel Garcia carimbou o resultado final de 6-3 e confirmou a vitória num dos terrenos mais difíceis do campeonato.
 
ANDEBOL (16ª. Jornada - em atraso)

Madeira SAD 17 - FC Porto 23

FC Porto trava ilhéus

A deslocação do FC Porto à Madeira, para defrontrar a SAD local, revestia-se de particular interesse, uma vez que os insulares vinham de uma série de três vitórias frente a três dos candidatos ao título (Benfica, ABC e Sporting).
Mas o líder do campeonato não foi em surpresas e desde cedo tomou conta da partida, deixando claro que uma quarta surpresa não iria acontecer. Sempre à frente no marcador, os portistas foram aproveitando a eficácia defensiva para lançar mortíferos contra-ataques, entre os quais os de um inspirado Dario Andrade, que acabou o encontro com oito golos, sendo o melhor marcador, sem ter falhado qualquer remate à baliza. Do outro lado, a frescura e qualidade de jogo da formação de Paulo Fidalgo não apareceu, com os seus principais finalizadores a mostrarem-se em dia não, tendo até o guarda-redes Svetislav Verkic sido um dos responsáveis por o FC Porto ter marcado "apenas" 23 golos. O guarda-redes, realizou 29 defesas, com um grau de aproveitamento de 38%, sendo o melhor dos insulares. Na outra baliza, quase sempre ocupada por Dragan Jerkovic, também houve 26 defesas e uns assinaláveis 44% de eficácia entre os postes.
Com este resultado, o FC Porto reforçou a liderança, estando com seis pontos de avanço sobre o segundo, o Belenenses.

Pavilhão do Funchal
1º árbitro António Trinca | 2º árbitro Tiago Monteiro

Madeira SAD
Svetislav Verkic Gr; Luís Carvalho Gr; Gustavo Castro 1; Gonçalo Vieira 1; Leandro Nunes 1; Albano Lopes 6; Mário Costa -; Mauro Aveiro -; Vladimir Bolotskih 1; Márcio Abreu 2; Pedro Rodrigues -; Luís Marques 2; Yury Kostetskiy 3
Treinador Paulo Fidalgo

FC Porto
Gr Hugo Laurentino; Gr Dragan Jerkovic; - Nuno Grilo; - Gilberto Duarte; 1 Filipe Mota; - Filipe Martins; 2 Pedro Spínola; 4 Tiago Rocha; 8 Dario Andrade; 1 Ricardo Moreira; 4 Wilson Davyes; - Álvaro Rodrigues; 3 Inácio Carmo; nj Sérgio Martins
Treinador L. Obradovic

Ao intervalo 10-13
Marcha 2-1 (5'), 5-5 (10') 6-7 (15'), 7-10 (20'), 9-11 (25'), 10-13 (30'), 12-15 (35'), 12-17 (40'), 14-20 (45'), 15-22 (50'), 16-22 (55') e 17-23 (60')

ANDEBOL (20ª. Jornada)

FC Porto 29 - São Bernardo 23


Resolver em 15 minutos
RUI GUIMARÃES

Foi um FC Porto bem mais moderado do que é habitual aquele que se apresentou ontem no Dragãozinho para defrontar o Liberty São Bernardo. Talvez devido à diferença de valor entre as duas equipas, os jogadores da casa assumiram desde já os dois próximos jogos como os mais importantes, sabendo também que num espaço de 15 dias farão cinco, ao ritmo de um a cada três dias.
Esta fase teve os dois primeiros encontros no Funchal, contra o Marítimo (dia 7) e o Madeira SAD (dia 10), e ontem o terceiro, saldando-se para já em três vitórias. Os dois que faltam são no Restelo, na quarta-feira, com o Belenenses, o quarto classificado, e no domingo, em Resende, com o ABC, o segundo.
E o certo é que, controlando sempre os acontecimentos, o FC Porto lá garantiu mais três pontos sem nunca precisar de acelerar muito, como, curiosamente, até gosta de fazer.
Aos 15 minutos o jogo estava resolvido, com Dragan Jerkovic a mostrar credenciais na baliza e a garantir desde logo uma margem confortável (8-2), que fazia sossegar mais ainda os seus colegas de campo, que, desta vez, não se revelavam tão vivos e entregues à luta como é seu hábito.
Do lado contrário, o central Carlos Martingo, lesionado (prevê-se uma paragem entre as quatro e as seis semanas), não pôde voltar a jogar no Dragão Caixa, tendo ficado na bancada a ver a organização de jogo do lateral-esquerdo Marco Sousa e até mesmo de Dann Garcia, um jovem de apenas 18 anos bastante atrevido e autor de cinco golos, alguns de muito belo efeito.
Com Ljubomir Obradovic a fazer muita rotação de jogadores, o FC Porto fez uma segunda parte fraca, não conseguindo mais do que empatar nesses 30 minutos, pela que a diferença ao intervalo se manteve até ao final.

FIGURA
Dragan Jerkovic
Titular com mérito
Desde a época passada que Hugo Laurentino é o titular, mas no Funchal, com o Madeira, Jerkovic esteve muito bem, pelo que ontem foi o croata a entrar de início. E esteve excelente, com dez defesas para oito golos sofridos, 56% de eficácia.

L. Obradovic
"Manter este trabalho"
"Gosto mais de jogos contra adversários mais fortes, como Benfica, ABC ou Sporting, porque os jogadores os encaram de outra forma", disse Obradovic para justificar a apatia dos seus atletas. "Falhamos 15 bolas em contra-ataque e aos seis metros, na primeira parte sofremos oito golos e, na segunda, 15", disse ainda, referindo: "Acredito que o FC Porto tem condições para ganhar no Restelo e frente ao ABC e manter este trabalho."

R. Tavares
"O FC Porto tem sido o mais forte"
Ricardo Tavares estava conformado com o resultado, explicando as razões pelas quais colocou muitos jovens em acção frente ao FC Porto. "A equipa não estava psicologicamente preparada para este jogo e decidi dar oportunidade aos jovens com a ajuda de alguns dos mais velhos e experientes", afirmou, dizendo-se também "satisfeito com o trabalho que desenvolveram". A finalizar: "O FC Porto foi mais forte, mas tem sido mais forte do que todos os outros."
 
BASQUETEBOL (16ª. Jornada)

FC Porto 95 - AD Vagos 67


Vagos liquidado pelo banco portista

O FC Porto Ferpinta venceu, este domingo, o Vagos, por 95-67, em jogo da 16ª jornada da fase regular, disputado no Dragão Caixa, onde os azuis e brancos já tinham acumulado uma vantagem de 12 pontos (45-33) ao intervalo.

A rotatividade promovida por Moncho López ao longo de todo o encontro foi alargada a todos os jogadores disponíveis e acrescentou à contabilidade portista 33 pontos vindos do banco de suplentes (contra os 5 do Vagos), número que fez a diferença e assegurou a vitória, uma vez que os cinco iniciais das duas equipas se equivaleram em termos de produtividade, marcando 62 pontos cada.

Greg Stempin foi o melhor dos Dragões, mesmo tendo sido obrigado a abandonar a partida no decorrer do terceiro período, devido a lesão. Com menos de 23 minutos de utilização, o norte-americano acumulou 19 pontos, 9 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento.

Além de Stempin, houve mais quatro Dragões a atingir ou a ultrapassar a marca da dezena de pontos: Jeremy Hunt (16), Nuno Marçal (13), Jorge Coelho (10) e Paulo Cunha (10).
 
Calendário:

Basquetebol

20 de Março às 15h00 - Física - FC Porto - 17ª. Jornada

27 de Março às 18h00 - FC Porto - Benfica - 18ª. Jornada

Hóquei em Patins

19 de Março às 21h00 - FC Porto - Porto Santo SAD - 19ª. Jornada

27 de Março - Hockey Valdagno - FC Porto - 6ª. Jornada da Liga Europeia

Andebol

17 de Março às 20h00 - Belenenses - FC Porto - 21ª. Jornada

20 de Março às 18h00 - FC Porto - ABC - 22ª. Jornada

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto
Categoria: FCPorto

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Muitas vezes aqui disse que tanto me apetecia abraçar o Jesualdo como apertar-lhe o pescoço.

Quando foi noticiado que Jesualdo viria em substituição do "maluco holandês", eu nem queria acreditar.

Para mim era um pesadelo. Primeiro Jesualdo era "mouro", em segundo eu detestava todos os professores treinadores (Prof. Neca, Prof. Nelo Vingada etc), pois achava que eles com tanta táctica complicavam o que é mais simples no futebol.

Mas enganei-me redondamente porque de futebol só percebo enquanto treinador de bancada....

A primeira época de Jesualdo, afigurava-se difícil, uma vez que tinha de existir uma transição "pacífica" da táctica do "maluco holandês", e ao mesmo tempo tinha de ganhar a confiança dos portistas, uma vez que iria ser sempre olhado de canto de olho, por ter um passado ligado aos mouros.

Ora o professor demonstrou a inteligência, competência e habilidade tácticas e técnicas ao mudar o esquema táctico do FC Porto, e ainda mais ,conseguiu colocar a equipa a marcar ainda mais golos do que com a táctica do "maluco holandês".

Consegue alcançar os oitavos de final da liga dos campeões, onde é eliminado pelo Chelsea por um score global de 2-3.

Fomos campeões por um ponto numa época, em que aquando da saída do treinador holandês se adivinhava que poderia ser uma época para esquecer.

Jesualdo nessa primeira época 2006/2007, demonstrou competências ... mas não tinha ainda conseguido conquistar os portistas.

Em 2007/2008, apesar da perda de Pepe, Jesualdo leva o Porto a uma época fantástica com São João antecipado, e em que consolida um esquema táctico e uma equipa à sua imagem.

Leva novamente a equipa aos oitavos de final da liga dos campeões, onde é eliminado pelo Schalke 04 nos pontapés de grande penalidade. Aqui podíamos ter ido mais longe, não fosse o tal "temor" ou falta de "ambição" que muitos criticam em Jesualdo.

Revela nessa época fragilidades nas finais perdidas da Supertaça e Taça de Portugal contra o Sporting.

Em 2008/2009, perde Bosingwa e Quaresma, mas dá a volta por cima e consegue conquistar o Tetra campeonato.

É afastado da Taça da Cerveja, perde mais uma vez a Supertaça para o Sporting, mas conquista a Taça de Portugal, fazendo a dobradinha!

Consegue alcançar os quarto de final da liga dos campeões, onde é eliminado pelo Man United por um score global de 2-3.

No final da época 2008/2009 os adeptos quase em unanimidade apelam a mais uma época do professor, uma vez que seria uma injustiça mandar "embora" um treinador que tinha demonstrado trabalho e ganho títulos.

Esta época de 2009/2010, foi marcada pelos erros de contratação e venda de jogadores. Vende-se Licha, Lucho e Cissocko ... e compra-se Valleri, Belluchi, Miguel Lopes, Prediger ...

Bem eu que só percebo de futebol de bancada, ao ver o nosso adversário directo a manter o plantel, a contratar jogadores como Saviola, e um treinador ambicioso, vi logo que este ano ... ou era vai ou arrebenta.

Mesmo assim iniciamos com mais uma conquista de uma Supertaça!

A juntar a tudo isto, apareceu o já mítico campeonato dos túneis, com o castigo a Sapunaru e Hulk... ora parece-me que nenhum treinador resiste a tudo isto.

Não vamos crucificar o treinador. Vamos deixar chegar naturalmente ao fim de ciclo, para que haja estabilidade para conquistar a Taça da Cerveja e tentar chegar à final da Taça de Portugal e ganha-la.

Não gosto de expressões como "Jesualdo para a rua" ou "Fora com ele" etc.

Enquanto portista estou grato por tudo o que Jesualdo conquistou.

3 Campeonatos Nacionais (único treinador em Portugal a consegui-lo)

1 Taça de Portugal

1 Supertaça

Agora sabe-se que é um ciclo que termina com Jesualdo a treinador, embora não pense que a sua saída vá ser o suficiente.

Tem de haver uma mudança de mentalidade na política de contratações. Apostamos forte na formação e ainda não recolhemos nenhum fruto !!!!!!

Pacotes de sul americanos sem qualidade .... Fora com eles!

Administradores de SAD que ganham balúrdios, mas que se demitem porque se vai contratar o Rúben Micael.... Fora com eles!

Basta de mercenários, quem manda no clube é PINTO DA COSTA e não os empresários!

Categoria: FCPorto

Publicado por Pedro Rocha em carregaporto.blogspot.com

 

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Arsenal 5-0 F.C.PORTO


Segunda Mão dos Oitavos de Final da Liga dos Campeões

Emirates Stadium, Londres


F.C. PORTO:
Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Alvaro Pereira; Nuno André coelho, Ruben Micael e Raul Meireles; Varela, Falcao e Hulk.
Substituições: Nuno André Coelho por Rodríguez (46m), Rúben Micael por Guarín (75m) e Varela por Mariano González (75m)

Pequenas Notas

Destaques positivos


.Helton
.3000 adeptos nas bancadas do Emirates
.Arsenal

Destaques negativos


.Fucile
.Sector defensivo
.Invenções da praxe

O Jogo


É difícil, é cada vez mais difícil transformar em palavras toda esta frustração e tristeza que me invade a alma. Uma coisa é ser eliminado, mas sair da competição com a honra intacta, agora outra coisa bem diferente e bem mais difícil de digerir, é sair como o fizemos hoje, humilhados, vergados de uma forma ímpar perante os olhos da Europa e do mundo, mas pior que isso, aos olhos de cada adepto azul e branco.

Onde está aquela equipa unida, onde andam aqueles homens que foram juntos à conferência de imprensa para anunciarem em uníssono que não se deixavam abater, que estavam unidos nesta batalha, que eram Porto e que iriam ganhar, iriam voltar a ganhar. Onde está o nosso Porto? Estará ainda perdido em Alvalade? O certo é que de lá para nunca mais se encontrou a equipa, que para além dos maus resultados atravessa uma grave crise de identidade mas acima de tudo de liderança. Bruno Alves é um homem que todos se habituaram a estimar, um jogador
à Porto, com a alma do clube bem entranhada na pele, mas agora mais parece que a cada jogo que passa está ali apenas para fazer um qualquer frete. Parece que não se sente, que tudo lhe passa ao lado, enfim... Mas a culpa não poderá nunca morrer apenas neste ou naquele jogador. É um mal geral, que começa quase inevitavelmente no banco, com o discurso do treinador já mais do que gasto, pelas mensagens que passa à equipa aquando destes jogos, quase sempre a acobardar-se , sempre com uma invenção no onze daquelas que ninguém consegue perceber.
É difícil pedir paciência a estes adeptos, é difícil pedir compreensão quando vemos jogo após jogo isto acontecer, eliminação após eliminação isto a passar-se. Se é isto ou não o fim do ciclo não sei, mas se não o for vai ser muito difícil conseguir convencer a massa adepta a unir-se novamente a uma equipa que parece aversa a uniões de qualquer tipo.
Para finalizar uma palavra de apreço para dois homens, em primeiro lugar para o Helton, graças a ele não estamos a digerir um resultado ainda pior, em segundo lugar para Falcao, que apesar de tudo lutou e não se entregou às feras.

ANDEBOL (19ª. Jornada)

Marítimo 18 - FC Porto 27


FC Porto Vitalis vence Marítimo com distinção

O FC Porto Vitalis somou, este domingo, a quinta vitória consecutiva para o campeonato de andebol, desta feita sobre o Marítimo (18-27), em desafio da 19ª jornada.

A jogarem no terreno do adversário, na Madeira, os Dragões impuseram uma goleada à formação insular, garantindo de forma categórica mais um triunfo na competição, que lideram, com mais três pontos e menos um jogo do que o segundo classificado.

 

Depois de uma primeira parte equilibrada, com o resultado ao intervalo a fixar-se nos 11-11, os Campeões Nacionais irromperam na etapa complementar com a intenção clara de assegurarem os três pontos, missão que acabou por ser cumprida em pleno e com números bastante esclarecedores (o parcial verificado na segundo tempo foi de 7-16).

Dario Andrade, melhor marcador da partida, com nove golos, esteve em particular evidência, num confronto em que para os azuis e brancos facturaram ainda Tiago Rocha (5), Ricardo Moreira (5), Pedro Spínola (3), Wilson Davyes (2), Gilberto Duarte (1), Filipe Mota (1) e Filipe Martins (1).

 

HÓQUEI EM PATINS (5ª. Jornada da Liga Europeia)

FC Porto 10 - Viareggio 6

Vitória sobre Viareggio (10-6) aproxima «final six»

Face a uma equipa italiana, esperava-se que este encontro decisivo da fase de grupos da Liga Europeia fosse muito táctico e com poucos golos. Porém, a história foi completamente diferente, e o FC Porto Império Bonança-Viareggio tornou-se num festim de golos. Foram 16, num encontro em que os Dragões aceleram o passo rumo à «final six» da competição.

Os contra-ataques italianos eram particularmente temidos, mas, curiosamente, os portistas fizeram tanto ou mais uso deles do que os seus adversários, até porque o Viareggio não apresentou um bloco defensivo tão baixo como o esperado. Exercendo uma pressão constante sobre a troca de bola dos italianos, o FC Porto «roubou» imensas bolas, criando várias situações em que os seus hoquistas de isolaram na «cara» do guardião Barozzi. Esta foi a história da primeira parte: os italianos chegaram a estar por duas vezes na frente do marcador, mas foi sol de pouca dura. Aos 14 minutos, André Azevedo tirou as medidas à baliza, fez o 3-2, e não mais a equipa da casa abandonou a liderança.

Há um nome que merece um destaque especial nesta vitória: Pedro Gil. O espanhol é um goleador e apontou cinco tentos, incluindo o 8-5, aos 34 minutos, na transformação de um livre directo, que praticamente terminou com a discussão sobre o vencedor da partida. Mas há mais hoquistas cuja prestação merece ser destacada. Por exemplo, André Azevedo, autor de dois golos, e Edo Bosch, que efectuou um punhado de excelentes intervenções. Agora, os Dragões vão discutir com o Valdagno, na última ronda, a liderança do grupo.

No final do encontro, o técnico Franklim Pais mostrou satisfação com a eficácia portista, mas apontou erros defensivos: «O objectivo eram os três pontos. Fizemos um jogo muito bom no que respeita à concretização, fomos eficazes, mas estivemos mal no capítulo defensivo e o Viareggio soube aproveitar. Temos de melhorar neste aspecto».

FICHA DE JOGO

Liga Europeia, quinta jornada
6 de Março de 2010
Pavilhão Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 1.241 espectadores.

Árbitros: Joaquin Varela e Emílio Montesinos (Espanha).

FC PORTO: Edo Bosch, Filipe Santos, Reinaldo Ventura, Pedro Gil e Pedro Moreira.
Jogaram ainda: André Azevedo, Emanuel Garcia e Jorge Silva.
Treinador: Franklim Pais.

VIAREGGIO: Leonardo Barozzi, Martins Montivero, Alberto Orlandi, Juan Luís Travasino e Francesco Dolce.
Jogaram ainda: Leonardo Squeo, Nicola Palagi, Emiliano Brunelli e Andrea Deinite.
Treinador: Mauro Conquini.

Ao intervalo: 5-3.

Marcadores: Juan Luís Travasino (4m e 23m), Pedro Gil (9m, 15m, 26m, 30m e 34m), Francesco Dolce (9m e 29m), Filipe Santos (12m), André Azevedo (14m e 49m), Pedro Moreira (25m), Martins Montivero (30m), Reinaldo Ventura (42m) e Emiliano Brunelli (47m).

 

BASQUETEBOL - TAÇA DE PORTUGAL

Quartos de Final


FC Porto 66 - Académica 42

Dragões afastaram Académica e defrontam Guimarães nas «meias»

Com a facilidade expressa num saldo final de 24 pontos de vantagem (66-42), O FC Porto Ferpinta venceu, ao princípio da noite de sexta-feira, a Académica, em partida dos quartos-de-final da Taça de Portugal, cuja «Final a 8» decorre no Entroncamento. Nas meias-finais, os Dragões encontram o Guimarães, que afastou o Benfica (66-68).

Os Dragões, que dominaram todos os itens do jogo, revelaram-se especialmente fortes no desempenho defensivo, não permitindo que o adversário atingisse, sequer, a meia centena de pontos.

Com um duplo-duplo de 18 pontos e 10 ressaltos, registo a que acrescentou o número notável de 6 desarmes de lançamento, o portista Greg Stempin distinguiu-se como o MVP do encontro, ao longo do qual Moncho López rodou os 12 jogadores escalados.

Semi - Final

FC Porto 82 - Guimarães 72

«Tiros» de Hunt abrem caminho para a final

O FC Porto Ferpinta venceu o Guimarães, por 72-82, em partida das meias-finais da competição, que dominou desde os primeiros instantes do segundo período, chegando a desfrutar de uma vantagem de 17 pontos a meio do terceiro quarto, fase em que a inspiração de Jeremy Hunt fez toda a diferença.

Com uma estratégia defensiva exemplar, Moncho López soube neutralizar os elementos-chave do opositor, atenuando a influência do trio norte-americano do Guimarães e, em particular, a de Rod Nealy, missão para a qual contou com a participação especial de Greg Stempin.

Os Dragões, que ao intervalo venciam por 33-42, tiveram em Nuno Marçal o seu jogador mais influente. Com 19 pontos, 9 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento, o extremo português distinguiu-se como o MVP da partida, condição apenas ameaçada pelo duplo-duplo do também portista Julian Terrell, que juntou 16 pontos a 10 ressaltos.

Jeremy Hunt foi outra das figuras da partida, ao converter 5 de 8 lançamentos triplos. O base/extremo norte-americano foi, inclusive, o melhor marcador da partida, somando 23 pontos.

Na final da prova, o FC Porto Ferpinta, que já havia afastado a Académica nos «quartos», defronta a Ovarense, que eliminou o Barreirense (63-61) na segunda semifinal do dia.

O jogo decisivo, que volta a juntar os finalistas da Taça Hugo dos Santos, troféu que os Dragões ergueram há apenas cinco semanas, começa às 16h05 de domingo, no Pavilhão Municipal do Entroncamento, onde decorre a «Final a 8» desde quinta-feira.

FICHA DE JOGO

Taça de Portugal, meias-finais
6 de Março de 2010
Pavilhão Municipal do Entroncamento

Árbitros: Luís Lopes, Carlos Santos e Paulo Marques

V. GUIMARÃES: Jaime Silva (16), Karlton Mims (13), Fernando Neves (7), Rod Nealy (16) e Tommie Eddie (11); Calvin Clemons (4), Ricardo Pinto (5), Pedro Tavares (0)
Treinador: Fernando Sá

FC PORTO FERPINTA: André Bessa (0), Nuno Marçal (19), Carlos Andrade (8), Greg Stempin (11) e Julian Terrell (16); João Figueiredo (0), Jeremy Hunt (23), Jorge Coelho (5), Rui Mota (0), David Gomes (0)
Treinador: Moncho López

Ao intervalo: 33-42
Por períodos: 27-23, 6-19, 20-25, 19-15
Resultado final: 72-82

Final

FC Porto 71 - Ovarense 70

O caneco foi para o Dragão


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O FC Porto somou o segundo troféu da época no espaço de cinco semanas, ao conquistar a 12ª Taça de Portugal do seu historial, depois de bater a Ovarense num jogo pleno de emoção. Curiosamente, os vareiros já tinham sentido o poder de fogo dos dragões na final da Taça Hugo Santos, prova que veio substituir a Taça da Liga no calendário nacional. Mais uma vez, em provas a eliminar, a equipa de Moncho López revelou uma grande solidez colectiva, que contrasta com a irregularidade que tem vindo a ser evidenciada no campeonato.

Os dragões entraram a todo o gás na partida, e com um parcial de 10-0, garantiram uma vantagem confortável. A Ovarense tentou apostar no jogo exterior para recuperar no marcador, mas o FC Porto respondeu sempre à letra, mostrando também altos índices de eficácia de lançamentos triplos, com especial para dois decisivos de João Figueiredo no último período.

Os homens de Mário Leite, que apresentaram uma estratégia diferente do habitual para tentar surpreender o FC Porto, conseguiu recuperar até um ponto de desvantagem, mas nos três ataques que dispôs para passar para a frente do marcador, acabou por desperdiçar dois lances-livres e cometer dois turnovers.

Figura
João Figueiredo

Surgiu nos momentos certos

Acabou por ter um papel preponderante no triunfo do FC Porto. Primeiro, no segundo período, com dois triplos, contribuiu para os 15 pontos de vantagem, a maior diferença em todo o encontro, que a sua equipa chegou a dispor, e depois, nos últimos dez minutos, assinou outros dois, quando a Ovarense procurava chegar à liderança.

Moncho López, treinador do FC Porto
"Sacrifício dos jogadores foi recompensado"

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Moncho López congratulou-se com a elevada qualidade do jogo e felicitou as duas equipas. "Assistimos a um nível de basquetebol altíssimo. A Ovarense controlou muito bem o ritmo de jogo e obrigou-nos a variar a nossa forma de jogar", afirmou o treinador do FC Porto antes de destacar o "bom trabalho defensivo" da sua equipa, "apesar de a Ovarense nos ter obrigado a cometer pequenos erros". Moncho López encontra ainda uma explicação para as diferenças de momentos vividos pela sua equipa em jogos do campeonato e neste género de competições a eliminar. "Temos tido alguns jogadores lesionados e agora tivemos todos disponíveis. Não queremos arranjar desculpas, mas...", referiu o técnico espanhol. "O sacrifício que estes jogadores têm vindo a ter foi recompensado", acrescentou.

Mário Leite, treinador da Ovarense

"Grande jogo a nível táctico"

Mário Leite concordou com Moncho López em qualificar este jogo de "excelente". "Quando a competência entra em campo, o basquetebol sai a ganhar", afirmou o treinador da Ovarense antes de acrescentar: "A nível táctico foi um grande jogo."

Apesar de frisar que a sua equipa deu "um avanço de dez pontos ao FC Porto", Mário Leite não quis deixar de dar uma palavra de apreço aos seus jogadores. "Perdemos por um ponto, mas não posso deixar de dar os parabéns ao empenho dos meus jogadores" sublinhou o técnico da equipa vareira.

Calendário:

Basquetebol

14 de Março às 18h00 - FC Porto - AD Vagos- 16ª. Jornada

Hóquei em Patins

10 de Março às 21h00 - FC Porto - Benfica - 17ª. Jornada


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No próximo dia 10 de Março, pelas 21 horas, todos ao DRAGÃO CAIXA para assistir ao FCPorto – SLBenfica, em hóquei em patins, vestindo um colete verde reflector (de preferência), sob o lema:

 

"Um STEWARD em cada um de nós"

 

em protesto pela forma vergonhosa como o FC Porto foi castigado em favor do clube dos 6 milhões

(da treta)

!!!!



Junta-te a nós, e passa a palavra

... vamos mostrar, mais uma vez, pública, cívica e ordeiramente, toda a força das gentes 'anónimas' do melhor clube Português, o

(nosso)

FC Porto.



Andebol

10 de Março às 19h00 - Madeira SAD - FC Porto - 16ª. Jornada

13 de Março às 18h00 - FC Porto - São Bernardo- 20ª. Jornada

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto

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Nicolau de Almeida do ciclismo para o futebol

Numa das primeiras edições da revista Caça & Sport pode ler-se, em entrevista de Amadeu Muaze a Eduardo Almeida Coquet: «Já em 1891 e 1892 um grupo de rapazes, entre os quais António Nicolau d´Almeida, Fernando Nicolau d´Almeida, Vieira da Cruz, Lacy Rumsey, Artur Rumsey e George Dagge, vinha trabalhando afincadamente a favor da velocipedia. No primeiro ano, sob o nome de Clube Excursionista, e, seguidamente, em 1892, sob nova designação de Clube de Velocipedistas do Porto, tentam levar a efeito passeios e excursões em bicicleta, algumas corridas, fazendo uma boa propaganda à custa do seu enorme entusiasmo. Àqueles vêm juntar-se outros. Eduardo Rumsey, António Leite de Faria, António Tasso de Sousa, Benedito Ferreirinha, Carlos Rothes, Guilherme Anderssen, Pedro Amorim Júnior, Caetano Marques Rodrigues, Carlos Chambers e Jorge Nunes de Matos, completam o grupo dos apaixonados do pedal. O entusiasmo cresce, e, finalmente, o Velo Clube, pela junção de 44 sócios, ao Clube de Velocipedistas do Porto, passa a usar a designação de Real Velo Clube do Porto, que tinha as suas instalações no Palácio de Cristal. Durante o segundo semestre de 1893 entram muitos sócios, entre os quais figura Sua Alteza o Senhor Infante D. Afonso e, em fins do mesmo ano, Sua Majestade El-Rei concede a quinta do seu palácio da Rua do Triunfo para construção do velódromo, mostrando bem assim o grande interesse que as coisas de sport lhe mereciam.»

FC Porto no... aniversário de D. Carlos e D. Amélia

António Nicolau de Almeida tratava com o pai de uma empresa exportadora de vinho do Porto – e praticava o portuguesíssimo jogo do pau, o remo e a natação. Em 1893 tinha 20 anos. Pouco depois de se lançar na aventura da fundação do Real Velo Club partiu em viagem de negócios para Inglaterra. Por lá descobriu o futebol. Consigo trouxe algumas bolas e o desejo de o lançar no Porto fora dos circuitos fechados dos ingleses. E assim, esfriando o ardor que pusera no Velo Clube, decidiu, com os amigos das corridas de bicicletas, fundar outro clube, um clube de futebol. O Foot Ball Club do Porto. Data escolhida: 28 de Setembro de 1893, nesse o Rei D. Carlos festejava o 30.º aniversário e a Rainha D. Amélia o 28.º A notícia foi publicada, em cima da hora, pelo Diário Illustrado, periódico de Lisboa: «Fundou-se, no Porto, um clube denominado Foot Ball Clube do Porto, o qual vem preencher a falta que havia no norte do país de uma associação para os jogadores daquela especialidade. No segundo domingo de Outubro inaugura-se o clube oficialmente, com um grande match entre os seus sócios, no hipódromo de Matosinhos. Ouvimos dizer que serão convidados alguns clubmen de Lisboa. Que o Foot Ball Club do Porto apure um grupo rijo de jogadores e que venha medir-se ao campo com os jogadores do Club Lisbonense, do Real Ginásio Club, do grupo de Carcavellos ou de Braço de Prata, para animar os desafios de football como já o são as corridas de cicles. Eis o que desejamos.»
E, de facto, no segundo domingo de Outubro realizou-se o «match». O Jornal de Notícias do Porto, de 8 de Outubro, anunciava em notícia de primeira página: «Realiza-se hoje, às duas horas da tarde, no antigo hipódromo um 'match' de football, promovido pelo Foot Ball Club do Porto, tomando parte nesta diversão vinte e dois sócios do referido clube. Os dois partidos são 'capitaneados' pelos Srs. Nugent e Mackenie, distintos jogadores e sócios do referido clube. Tomam parte os senhores Fernando e António Nicolau de Almeida, Arthur, Lacy e Roberto Rumsey, Alfredo e Eduardo Kendall, Guilherme Anderson, Wlater Mac Connan, Barbosa, António Maria Machado, José Vale, Artur Ramos de Magalhães, Eduardo Sprakey, A. Johnston, Hans Peters, Jorge Hardy, Joaquim Duarte, Henrique Cunha e A. Vieira da Cruz, etc. Vêm assistir a este torneio as senhoras da colónia balnear da Foz. Este interessantíssimo jogo é uma novidade no Porto e há grande entusiasmo, tendo-se feito já algumas apostas.»
Oito dias depois, o JN inseriu, na sua segunda página, notícia dos treinos do F. C. Porto, acrescentando que, entre a assistência, para além das senhoras da colónia balnear da Foz, estavam, também, as de Leça e Matosinhos. Outras notícias se lançaram de dois jogos, um a 8 e outro a 15 de Outubro, contra o Clube de Aveiro, capitaneado por Mário Duarte.

Foot Ball Club do Porto de... «nenhum training»

O entusiasmo cresceu - e a 25 de Outubro de 1893, António Nicolau de Almeida, na assumida qualidade de presidente do Foot Ball Club do Porto, enviou ao presidente do Football Club Lisbonense, Guilherme Pinto Basto, carta que ele logo avisou não era bem um repto, talvez uma solicitação: «Desejando solenizar a definitiva instalação do Foot Ball Club do Porto resolvemos organizar um match quarta-feira próxima, 2 de Novembro, no qual tomasse parte um eleven do team do clube a que V. Exa. tão dignamente preside. Não temos, é certo, em virtude da pouca prática e nenhum training dos nossos jogadores um eleven de primeira ordem, capaz de fazer frente ao do Club Lisbonense. Como, no entanto, o n/convite não representa um repto lançado pelos n/jogadores aos jogadores de Lisboa, mas tão-somente o vivo desejo de estreitar relações de franca camaradagem, esperamos que V. Exas. nos revelarão a n/justificada imperícia. Cumpro, pois, na qualidade de presidente do Foot Ball Club do Porto, o honroso dever de convidar por intermédio de V. Exas. os valentes e adestrados jogadores do Club Lisbonense a tomarem parte no referido match. Na esperança de sermos honrados com a anuência ao n/pedido, aguardamos o favor de uma resposta rápida p.ª n/governo. Deus guarde V. Exas. Illmo. Exmo. Sr. Presidente do Football Clube Lisbonense.»
Anúncio dessa mesma carta seria estampado na página 3 do Diário Illustrado de 29 de Outubro de 1893. Foram linhas escritas por um primo de Guilherme Pinto Basto que, de tão bem informado, acrescentaria que, para a data proposta, não seria possível «reunir, escolher o grupo e dispor a partida em tão curto espaço de tempo», mas garantido ficava que o convite fora aceite.

Mais um bocadinho, pediu a rainha

O Football Clube Lisbonense tinha, por essa altura, nas fileiras três jogadores negros: Alfredo Silva, Pascoal e Valentim Machado. Pascoal era a estrela — e depressa ganhou o título de primeiro melhor jogador de Portugal. E Valentim Machado fama no jornalismo desportivo e na poesia. Convencido por Pinto Basto, D. Carlos ofereceu para a disputa uma taça em prata maciça executada pelo joalheiro da casa real, «o célebre Leitão do Largo das Duas Igrejas, ao Chiado» – e solicitou que o match fosse incluído no programa oficial das festas comemorativas do Centenário Henriquino, organizadas, no Porto, à memória do infante, a 2 de Março de 1894. Outra exigência real: «que pelo menos teriam de ser portugueses, devidamente comprovados, seis jogadores de cada team representativo – e os restantes cinco estrangeiros teriam de lá viver há mais de três meses». Ao troféu deu o nome de Football Championship das Cidades de Portugal – porque a sua ideia era que se viesse a disputá-la os «teams representativos das diversas cidades do país».
 

altTroféu Football Championship das Cidades de Portugal

A equipa de Lisboa seguiu de com***o para o Porto, 14 horas durou a viagem. Três horas após o desembarque, na Campanhã, fez-se o jogo, no campo pertencente ao Oporto Cricktet and Law-Tennis Club, em Campo Alegre. Estava marcado para as três da tarde, começou um quarto de hora depois. D. Carlos, D. Amélia e os príncipes só chegaram quase no fim da partida – e segundo o Diário Illustrado, «a pedido de Sua Majestade a Rainha, jogou-se mais 10 minutos, sendo previamente estabelecido que não teriam influência no resultado do match que se tinha acabado de jogar».

O Século notou, irónico: «à entrada do campo, bem como à saída, as Majestades foram muito vitoriadas, principalmente por ingleses». Os lisboetas venceram por 1-0. De nenhuma crónica consta o nome do marcador do golo. Sabe-se, apenas, que mereceu ser classificado de esplêndido e que para a sua marcação contribuíram Afonso e Carlos Vilar, Rankin e Paiva Raposo. E segundo o Diário Illustrado parece que os postes das balizas não se encontravam à distância legal um do outro e que a trave não estava à devida altura. A Taça a que alguns ainda agora chamam D. Carlos era para ser disputada todos os anos. Não passou do primeiro – e ficou em poder de Guilherme Pinto Basto. Que, quando fundou o CIF, em 1902, a levou, como relíquia, para a sua sala de troféus.

Dos eléctricos aos símbolos do escândalo

Oito dias depois do jogo entre o FC Porto e o FC Lisbonense, O Sport publicava a seguinte nota: «Depois do match entre Lisboa e Porto nada tem havido de notável no futebol. Apenas no domingo, 11 de Março, alguns sócios do Foot Ball Club do Porto estiveram no campo do antigo hipódromo de Matosinhos, treinando-se durante duas horas» - e essa foi a última referência feita ao Foot Ball Club do Porto de António Nicolau de Almeida...
(Vários meses passados, já em 1895 – o Porto agitou-se com outra grande novidade: os carros eléctricos que começaram a cruzar a cidade. Em Lisboa tal sucedeu apenas em 1901 – e um jornalista considerou que com isso grandes riscos se abriam: «Os relâmpagos serão inevitavelmente atraídos pelos cabos eléctricos, pondo a vida dos passageiros em perigo».
Também ao Porto chegaram primeiro os animatógrafos, como se chamaram às salas destinadas a projecções de cinema – desde 1896 que Aurélio da Paz do Reis exibia as suas «fotografias animadas». O Salão Ideal apenas abriu em Lisboa em 1904, no ano em que se fizeram também as primeiras ligações telefónicas entre as duas principais cidades. Contudo ao telefone já se falava desde o final do século. As entradas para os animatógrafos custavam seis vinténs, mas porque a «obscuridade das salas é propícia à sedução e à intimidade» e pelos filmes passavam «paixões ardorosas» permaneceram vários anos símbolo de escândalo «interdito às meninas da sociedade»...)

Nicolau de Almeida desviado para o ténis

Em 1896, António Nicolau de Almeida casou-se com Hilda Rumsey, irmã de Arthur e Lacy Rumsey. E ela não descansou enquanto não o desviou dos campos de futebol: porque o achava «jogo muito perigoso» e não tão chique como o ténis, cada vez mais o desporto... high-society. A 26 de Outubro de 1900 lá esteve ele no aristocrático Sporting Clube de Cascais a disputar torneio de ténis, patrocinado pelo Rei D. Carlos entre as equipas de Lisboa e do Porto. A seu lado, pelos portuenses, alinharam o irmão Fernando, Laura e Beatriz Brito e Cunha, Miss Kendall, Miss Dagge, Turner, George Dagg, Miranda e Kendal; e, pelos lisboetas, para além do D. Carlos e do Infante D. Afonso e de Guilherme Pinto Basto jogaram Conceição e Teresa Guarda, Leonor Atalaya, Maria de Jesus Salema, António Mendia, Boaventura Mendes de Almeida, Pinto Coelho e Luís Pombal – e Lisboa venceu como antes vencera no futebol.

Ténis continuou António Nicolau de Almeida – e em 1906 viagem de José Monteiro da Costa traçou novo caminho: arefundação do FC Porto que ele deixara a hibernar. Camilo Moniz, um dos que entraram na aventura, contou: «O José Monteiro da Costa era presidente de um grupo composto por rapazes que procuravam gozar a vida o mais divertidamente possível. Ingressar no Grupo do Destino, que tinha como objectivo a folia e como divisa ‘um por todos e todos por um’, não era coisa fácil, porque a selecção era rigorosíssima e o seu número quase limitado. No entanto, quando era admitido algum novo sócio, realizava sempre o grupo uma festa em sua honra (a festa de baptismo), onde eram postas em jogo as qualidades gastronómicas do novato e mal lhe ia se não desse provas de bem comer e beber. Chá e bolos eram coisas que se dispensava. Um belo dia José Monteiro da Costa partiu para uma digressão por Espanha, França e Inglaterra. Neste último país assistiu a vários jogos de futebol, cujas impressões descrevia com enorme entusiasmo nas cartas que enviava à rapaziada. E tais desejos manifestava de no seu regresso o pôr em prática dentro do Grupo do Destino, que os de cá já se sentiam jogadores do desconhecido jogo. Sabida a sua chegada, foi quase todo o grupo esperá-lo à estação de Ermesinde, para o acompanhar até ao Porto. No trajecto, como homem de acção rápida, explicou resumidamente o que tinha visto e o que tencionava fazer, marcando logo uma reunião para se resolver a melhor forma de pôr em prática o seu projecto, que todos já aplaudiam sem reservas – e depois de bem estudadas todas as dificuldades foi resolvido, sem a mais pequena discordância, jogar futebol...»

A caminho de novo FCP, o espanto do italiano

Jerónimo Monteiro da Costa, pai de José, horticultor, era, tal como seu filho, membro da União dos Jardineiros do Porto. Na Rua da Rainha (que com a implantação da República haveria de passar a chamar-se Rua Antero de Quental) existiam uns terrenos arrendados à Companhia Hortícola Portuense, para viveiros de plantas, mas como não eram aproveitados na sua totalidade, fácil se tornou a Monteiro da Costa conseguir a cedência ao Grupo do Destino dessa parte disponível, bem como de uma pequena casita onde instalou vestiário e balneário. Marcar por lá um rectângulo de cerca de 50x30 metros e espetar umas toscas balizas também não foi difícil, apesar das linhas serem traçadas a pincel molhado em cal desfeita em água. Bola havia, o presidente tinha trazido algumas na sua bagagem. Botas? Compraram-se que fossem fortes, mandaram-lhes pôr gáspeas a reforçar e na sola umas travessas – para que se aproximassem das que Monteiro da Costa tinha comprado em Inglaterra. As camisolas foram feitas de um pano vermelho e forte que havia nessa época e os calções de uma espécie de ganga azul-escuro. As meias, serviram as que nesse tempo usavam os ciclistas. E foi assim que os rapazes do Grupo do Destino começaram a jogar o futebol. Ou a pensar que jogavam. «Pouco tempo depois da chegada do seu presidente, o Grupo do Destino tinha duas equipas dentro de ‘uma caixa de fósforos’; no campo improvisado da Rua da Rainha, que davam durante horas pseudo pontapés numa bola, sem terem quem os orientasse, sem progredirem, mas também sem desanimarem. E como poderiam desanimar se, exceptuando o seu presidente, nunca tinham visto jogar melhor? Quis o acaso favorecer os rapazes do Grupo do Destino. Um dia foi visitar a Fábrica de Salgueiros, para onde davam as traseiras do terreno arrendado ao Grupo do Destino, um químico italiano, Catulo Gadda. Como de lá tivesse visto saltar uma bola de futebol, não resistiu sem subir ao muro de vedação para averiguar do que se tratava... Ao deparar-se-lhe um grupo de rapazes equipados a dar pontapés numa bola pediu autorização para entrar. Sabia, disse, algo daquilo.»

O porquê das cores da Monarquia

Catulo Gadda tinha sido um bom jogador num dos principais clubes de Itália – e quando deu o primeiro pontapé deixou toda a gente boquiaberta: «a bola atravessara o campo no seu máximo comprimento». Logo ali assinou proposta, ficou a fazer parte do Grupo do Destino. Monteiro da Costa achou que o Grupo do Destino era pequeno para o sonho que desatara, que era hora de clube que « não se confundisse apenas com um grupo de rapazes bem dispostos, na fronteira da folia ou da libertinagem» – e decidiu: «O nosso futuro clube deve chamar-se Foot Ball Club do Porto, por os seus fundadores serem na sua quase totalidade tripeiros natos, a sua sede na cidade do Porto e o principal desporto a que se vai dedicar - o futebol.» Porém, como outros desportos, conforme o seu projecto, seriam praticados, tratou de acrescentar à denominação duas mais abrangentes palavras: Sociedade Desportiva. Que sim, disseram, sem pestanejar, todos os outros. Estranho foi que sendo Monteiro da Costa, republicano nunca disfarçado, anunciasse que as cores do clube seriam as da «bandeira da Pátria» - azul e branco, como nos dias de António Nicolau de Almeida. Houve quem replicasse – e sugerisse as da cidade. Sugestivo, Monteiro da Costa ripostou - que não, que seriam as bandeira porque «tinha esperança de que o futuro clube havia de ser grande, não se limitando a defender o bom-nome da cidade, mas também o de Portugal em pugnas desportivas contra estrangeiros». E assim aprovado, entre aplausos ruidosos, todo o «grandioso projecto» de José Monteiro da Costa. E com os fundos recolhidos pelo Grupo do Destino para a participação com um carro alegórico no cortejo de Carnaval do Clube dos Fenianos financiaram-se as despesas de lançamento do FC Porto, Sociedade Desportiva – e sobretudo com isso se fez no Campo da Rainha o primeiro relvado que houve no futebol português. E ao FC Porto coube igualmente o primeiro desafio contra equipa estrangeira: o Real Fortuna de Vigo – o que se perdeu na usura do tempo foi o resultado desse primeiro jogo...

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Luís César
In «Revista dos Dragões» Novembro de 2008

Hoje não há «estórias». Apenas e só «história». História onde se guarda memorias de modalidades que hoje são apenas saudade. Uma mão cheia delas. Recordaremos o «Water Polo», o «Ténis», o «Tiro de Guerra», o «Badminton» e o «Râguebi».

TÉNIS

A sua introdução no clube surgiu quase lado a lado com a sua fundação e jogava-se nos «courts» do campo da Rainha.
Em 1908 organizou, o clube, o seu «1º Torneio Inter Sócios» registando-se como principais concorrentes Luís Cabral, Dumont Villares, Aquiles Muaze e Romualdo Torres e os «históricos» Armando Cruz e João Cal. Nada consta quanto ao vencedor deste certame. Sabe-se apenas – e o dado é relevante para a nossa história da modalidade – que a primeira taça foi ganha (diz-se que brilhantemente) por aquele que era à época o melhor tenista do Norte – Fernando Vale.
Porém os grandes «concursos de ténis» a nível nacional (em «Gentlemen’s singles» e «Gentlemen’s doubles») só haveriam de surgir no Verão de 1918, após a construção, no Campo da Constituição, em Agosto de 1917, do campo de «lawn-ténis» no espaço até então ocupado pelo ringue de patinagem.
Construído pela firma António Moreira e Filhos (curiosamente horticultores) o campo de «lawn-ténis» era sonho antigo de acérrimos adeptos da modalidade que se viriam a encontrar na Direcção do FC Porto – Henrique Mesquita, José Bacelar, Camilo Vouga Moniz de Matos e António Manuel Rodrigues Oliveira. Desde logo se pensou na organização do «Concurso Internacional de Lawun-Ténis do Outono», mas a comissão organizadora chegou à conclusão que se gastaria, pelo menos, 600.00 e que a receita não cobriria metade da despesa! Consultada a Direcção, a luz verde da Tesouraria não se acendeu. Sem novo estudo nada feito!
Henrique Mesquita e Alexandre Cal meteram mãos à obra e prometeram reduzir a despesa a metade, «desde que o clube pagasse uma rede, as bolas que fossem necessárias e a colocação de uma cadeira para a arbitragem». O semáforo acendeu-se finalmente e foram elaborados os regulamentos. Só que a vida estava cara e havia que pagar alguma coisinha e o «banho passou a custar 4 centavos» (os jogadores da casa estavam isentos desta taxa)) e o aluguer das bolas também teve custos dirantes os treinos – as «novas» a 80 centavos, as «gastas» a 30 centavos e as «conservadas» a 60 centavos. O período de aluguer era de duas horas e o pagamento obrigatório, quer as bolas estivessem a jogar ou em «repouso».
Nota importante: não era permitido aos jogadores o uso de calçado com tacões, excepto de cautechouc e deveriam apresentar-se no «court» devidamente vestidos e calçados. O torneio (concorreram os melhores praticantes de Portugal) foi um êxito e premiou em «Gentlemen’s singles» Luís Ricciardi, do «Clube Português de Lawn-Ténis», de Lisboa (Diogo Bettencourt, do Lawn-Ténis do Porto foi 2º) e em «Gentlemen’s doubles» a dupla lisboeta Luís Ricciardi – Augusto Casanova que, na final, derrotou o duo da Foz Miguel Horta e Costa – Eduardo Kendal.
Noes grandes do ténis Azul e Branco foram, entre outros, Carlos Megre Restier, Eurico Paiva, Alexandre Cal, Sérgio Carvalho, Carlos Moniz, Sebastião Durães, Emilio Ferreira, Luís Megre, Corte Real, Luiz Lobo, Norman Hall, Valdemar Mota, Augusto e Narciso Lencart, Dr. Alberto Malafaia, António Eugénio Cálem, José Roquete, Guilherme Marques, e Dr. Alfredo Carvalho. Todos se mostraram dignos do clube e de títulos conquistados.

WATER POLO

Durou alguns anos (poucos) desde que surgiu em 1922, mas mesmo assim, não deixou de contribuir para o historial do clube com títulos regionais e nacionais.
Em 1927-1928,ganhar-se ia o 1º Campeonato Regional. Uma carreira imaculada com 16 golos marcados e apenas 1 sofrido. Em segundas categorias foi vice-campeão e em terceiras (concorrendo com duas equipas) viu o grupo «BB» sagra-se campeão.
O grande título – Campeonato de Portugal – seria conquistado em 1928-1929. O «grupo de Honra» foi a Aveiro vencer o Beira Mar na sua própria água por 8-0 e bateria, na final, na barra de Leixões e por 2-0, o Sporting Clube de Portugal. Registamos os nomes dos conquistadores desse histórico título – José Rodrigues Pinho, Álvaro José Sequeira, Faustino Ramalho, Dr. Luís Canto Moniz (capitão de equipa), António Augusto Antunes, Monteiro Mota e João Pedro Brenha.
Outros nomes se perfilaram entre os maiores – arquitecto Alarcão, major Raul Silva, Aníbal Silva, Manuel Vinagre, Dr. Napoleão Silva e João Costa, um eclético desportista das águas, exímio nadador e campeão nacional de saltos, um habitual da piscina do Carvalhido (era nela que pelos anos vinte se disputavam as grandes provas), pertença do C.S. Nun’Álvares, desaparecida para a instalação, naquele terreno (e no campo de futebol contíguo) da «Casa dos Pobres».

TIRO DE GUERRA

Uma referencia (brevíssima) para uma modalidade que existiu em 1922.
No mês de Outubro desse ano, na carreira de tiro de Pedrouços (Lisboa), uma equipa do clube conseguiu classificar-se em 4º lugar. Os representantes do FC Porto foram os seguintes: tenente Amízio Soares (foi internacional olímpico), tenente Aníbal de Jeus, tenente Eurico da Silva e major Joaquim leitão (o atirador que, no tiro individual, conseguiu as melhores séries para o clube.

BADMINTON

Criada em 1958, a secção logo ganhou o Campeonato Regional ao qual concorreram seis equipas.
Iniciada pelo entusiasmo de José Tavares da Rocha, e com orientação da Profª Maria Umbelina Rocha, a secção não teria longa duração. A debitar na conta do seu entusiasmo uma grande realização em Janeiro de 1969 – os «Campeonatos Internacionais abertos do Porto», com a presença de vários atletas ingleses e tendo, por palco, o Palácio de Cristal. Foi, ainda hoje, uma das maiores organizações do género, na modalidade, em Portugal.

RÂGUEBI


Outra modalidade introduzida no clube, nos anos vinte (1928).
Alberto César Machado foi um dos responsáveis pelo primeiro quinze Azul e Branco; juntou-se lhe Mr. Brunel Evans, prontificando-se a treinar o clube obsequiosamente; em pouco tempo estavam os jovens «rugbymen» aptos a manobrar a oval e a entrar em competição, defrontando o União da Foz e o Nun’Álvares. Foram «jogadores-fundadores»: Giles Holroyd, Carlos Baptista, Adolfo Paul, Álvaro Barros, Alberto César Machado, Alberto Ferreira, José Peixoto, Pinto de Vasconcelos, Joaquim Alves, David Sousa, António Sousa, Faustino Ramalho, Belmiro do Carmo e Joaquim Lagoa, entre outros.
A modalidade nesta fase (tal como na que se lhe seguiu) teve vida efémera. Reorganizar-se ia em 1964/1965 sob a batuta de António Queirós e José Gonçalves, reunindo um lote de jovens para os quais a modalidade era completamente desconhecida e que, em alguns casos, nunca até então tinham praticado qualquer desporto. Fizeram parte dessa «equipa de ressurgimento» (que limpava o pó do piso lixado da Constituição) nomes desconhecidos como Durana Pinto, Américo Correia, Augusto Boucinha, José Maciel, Vítor Oliveira, João Veiga, Luís Sousa, Albertino Azevedo, Leal da Silva, Óscar Fernandes, Pimenta de carvalho e Luís César (este vosso amigo, ele mesmo).
Defrontando o CDUP e os Regentes Agrícolas de Coimbra, a equipa só conheceu o sabor da derrota. A sua única vitória, na época do ressurgimento, aconteceria a 13 de Fevereiro de 1966, no Estádio Universitário, no jogo da 2ª volta, frente aos Regentes Agrícolas, por 11-6. Veio, porém, a Taça de Portugal e um sorteio adverso – jogo com o Benfica, em casa. Só que a casa» andava às costas e, na altura, o melhor palco que se conseguiu arranjar foi o Estádio Universitário. A data? 1 de Maio de 1966. Em «dia de trabalhador», por muito que o quinze se esforçasse e trabalhasse, não conseguiu melhor do que um ensaio (3 pontos9 para contrapor aos 55 que o clube adversário foi acumulando.
Foi o canto do cisne do Râguebi Azul e Branco.
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ANDEBOL (17ª. Jornada)


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Benfica 23 - FC Porto 25

Dragão muito forte quebrou longa tradição
MIGUEL GOUVEIA PEREIRA

 

Ljubomir Obradovic quebrou um longo enguiço. Treze épocas depois, o FC Porto voltou a vencer na Luz. O dragão, forte a defender e mortífero a atacar durante o primeiro tempo, obteve uma vitória justa, mas sofrida. No Benfica notou-se algum desgaste físico dos principais jogadores, devido à sobrecarga de jogos nas últimas semanas. Carlos Carneiro, a principal figura encarnada, passou ao lado do jogo e o insucesso benfiquista deveu-se, sobretudo, à falta de inspiração do central. A formação da casa também estava desfalcada dos laterais-direitos Luís Gomes e Cláudio Pedroso.

 

O encontro começou num ritmo de parada e resposta, mas, desde cedo, os portistas foram sempre consistentes. Sempre em desvantagem no marcador, os comandados de José António Silva foram obrigados a correr atrás do prejuízo e arriscar. Contudo, os visitantes defendiam de forma sólida e, em contra-ataque, aproveitaram para aumentar a vantagem. Os lisboetas andavam perdidos dentro de campo e só David Tavares e Ricardo Candeias tentavam remar contra a maré.

 

Na etapa complementar, o FC Porto abrandou o ritmo de jogo, permitindo a aproximação no marcador por parte dos anfitriões. Bozidar Nadoveza, que jogou adaptado a lateral-direito, esteve com a pontaria certeira nesta fase da partida. Os encarnados estiveram perto do empate, mas os nortenhos souberam a gerir a liderança, com Wilson Davyes e Tiago Rocha muito eficazes no plano defensivo. No último minuto, os portistas jogaram com menos um jogador, por expulsão de Ricardo Moreira. Os forasteiros souberam sofrer e a 30 segundos do fim Dario Andrade sentenciou a vitória.



Figura
Tiago Rocha
Muita raça e velocidade

 

O FC Porto jogou melhor e foi um justo vencedor. Contudo, pela determinação e consistência, Tiago Rocha destacou-se em relação aos restantes companheiros. O pivô mostrou-se muito oportuno na altura de concretizar e eficaz a defender. Marcou quatro golos, sacou livres de sete metros e recuperou muitas bolas.

 

 

Obradovic salientou a importância da vitória a nível psicológico. No entanto, advertiu ser muito cedo para se afirmar como principal candidato ao título.

 

"Este jogo foi mais importante psicológica do que fisicamente, e não sei se se lembram na Taça - estávamos a ganhar por cinco golos a quinze minutos no fim e perdemos. Hoje repetiu-se e não fizemos isso, trabalhámos e conseguimos uma vitória muito importante, mas conseguimos mais dois pontos, nada mais", frisou o técnico dos "dragões".

 

Quando confrontado com a possibilidade de orientar a selecção sérvia de andebol, Obradovic admitiu a hipótese de acumular com o comando dos "dragões": "É muito cedo, porque ainda não sou treinador da Sérvia. Ainda não há nada."

 



Benfica 23-25 FC Porto
Pavilhão da Luz
1º árbitro Eurico Nicolau | 2º árbitro Ivan Caçador

Benfica
Ricardo Candeias Gr; João Ferreirinho Gr/nj; David Tavares 6; João Lopes -; João Pais 2; Georgy Zaikin 2; Nuno Roque -; Bozidar Nadoveza 7; Carlos Carneiro 3; Rui Silva 3; Pedro Jerónimo -; Luís Nunes nj; João Antunes nj
Treinador José António Silva

FC Porto
Gr Hugo Laurentino; Gr Dragan Jerkovic; 4 Nuno Grilo; - Filipe Mota; 6 Pedro Sínola; 4 Tiago Rocha; 3 Dario Andrade; 5 Ricardo Moreira; 2 Wilson Davyes; - Álvaro Rodrigues; 1 Inácio Carmo; nj Gilberto Duarte; nj Sérgio Martins; nj Filipe Martins
Treinador Ljubomir Obradovic

Marcador | 1-1 (5'); 2-4 (10'); 5-6 (15');6-9 (20'); -8-12 (25'); 10-15 (30'); 11-16 (35'); 12-17 (40'); 14-18 (45'); 16-21 (50'); 20-22 (55'); 23-25 (60')


HÓQUEI EM PATINS (16ª. Jornada)


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Valongo 5 - FC Porto 7

Novas regras, velho líder
P.C.M.

Não lembra ao diabo que a meio da época uma reciclagem de árbitros resulte em alterações de procedimentos e que esta não seja comunicada aos clubes. Mas em Valongo, uma hora antes do jogo, equipa da casa e FC Porto foram informados pelos árbitros que as regras mudaram, ou melhor, que as ordens iriam no sentido do rigor absoluto nas faltas de equipa, modificando a filosofia da lei da vantagem.
Perplexos, Valongo e FC Porto, que através dos seus treinadores, no final do jogo, manifestaram desagrado, lançaram-se mesmo assim em rinque, após um minuto de silêncio pelas vítimas da tragédia na Madeira. O FC Porto mandou na primeira parte, com uma supremacia que se traduziu em cinco golos, contra dois, de livre directo, do Valongo. Na segunda parte, a defesa anfitriã transfigurou-se e a atitude ofensiva também. A redução para 4-5 preocupou o FC Porto, mas Pedro Gil, nos últimos seis minutos, resolveu. Foi a primeira derrota do Valongo em casa, num jogo com 12 faltas de equipa para o Valongo, 17 para o FC Porto e de seis cartões azuis. A doze dias do clássico do Dragão, entre FC Porto e Benfica, as equipas terão de repensar a forma de jogar. Os novos procedimentos justificam-se, na versão oficial, com a necessidade de alinhar pela arbitragem internacional.

FIGURA
Pedro Gil
Máquina de inventar golos

Às vezes, não parece humano. Nessas alturas, a genialidade do endiabrado avançado espanhol eleva-o a uma espécie de semideus dos rinques. Ontem, raramente falhou, mas o seu quarto golo, tranquilizante para o FC Porto, foi mágico. Delirante!

Treinadores reclamam
"A modalidade é a única em Portugal, onde a meio do campeonato se alteram procedimentos. A Federação não avisou os clubes. Agora, qualquer falta é falta de equipa. A alegação é a de que a arbitragem portuguesa não estava a actuar mediante as novas regras", anotou Franklim Pais sobre o sucedido em Valongo, referindo-se ainda à contagem do tempo: "É fundamental dois delegados representando ambos os clubes na mesa a controlar o cronómetro". Paulo Pereira também reclamou: "Não podemos mudar as regras a meio".

BASQUETEBOL (15ª. Jornada)


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Sampaense 85 - FC Porto 73

Sampaense ganha e atrasa FC Porto

A surpresa da jornada estava guardada para o último encontro que teve lugar em Oliveira do Hospital. O Sampaense, que antes do início do encontro ocupava o penúltimo lugar da tabela classificativa, bateu o FC Porto que fica ainda mais distante do pelotão da frente (Benfica, Ovarense e Guimarães) que este fim-de-semana venceu.
O mau tempo, que também atingiu Sampaio de Gramaços, afectou o pavilhão local, obrigando à passagem da partida para o municipal de Oliveira do Hospital, e foi ali que os portistas voltaram a demonstrar grandes dificuldades no aproveitamento das situações para finalização mas, sobretudo, transformaram completamente a sua exibição após o intervalo.
A equipa de Moncho López até entrou bem no jogo, mostrando a esperada superioridade e no final do segundo período vencia por 37-33. No entanto, uma quebra na exibição, aliada à melhoria do rendimento do Sampaense, fez com que a equipa da casa conseguisse num período (24-18) recuperar da desvantagem a passar para a frente do marcador (57-55), de onde não saiu mais, sabendo gerir bem o tempo de jogo e aproveitar o desnorte dos portistas.
Com este resultado o conjunto de Cláudio Figueiredo dá um significativo e, provavelmente, inesperado salto classificativo, passando para o sexto lugar com, note-se, apenas menos três pontos que o adversário de ontem que mantém o quarto lugar. Os portistas repetem a irregularidade exibicional.

Sampaense 85 | FC Porto 73
Pavilhão de Oliveira Hospital
1º árbitro Luís Lopes | 2º árbitro Pedro Rodrigues | 3º árbitro Ivo Rosário

Sampaense
Ricardo Bem 12; Bobby Madison 16; Jorge Sing 21; João Balseiro 19; Jabyron Wilson 15; Dario Furtado 2; Helder Carvalho -; Vítor Farinha -; André Ruivo nj; Frederico Portugal nj; Filipe Matos nj; Alexandre Gama nj
Treinador Cláudio Figueiredo

FC Porto
9 Julian Terrell; 6 Jeremy Hunt; 13 Gregory Stempin; 21 Nuno Marçal; 8 Carlos Andrade; 6 André Bessa; 8 Jorge Coelho; - David Gomes; - Paulo Cunha; 2 Rui Mota; nj João Soares; nj José Almeida
Treinador Moncho López

Marcador | 1ªperíodo 11-27 | 2ªP 15-10 | 3ªP 24-18 | 4ªP 28-18


Taça de Portugal de Basquetebol - Final 8


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A Ovarense, detentora do troféu, vai defrontar o Casino Ginásio, enquanto o FC Porto, que, recentemente, venceu Troféu Hugo dos Santos, que substituiu a Taça da Liga, joga com a Académica de Coimbra. O Benfica defronta o V. Guimarães.

O outro encontro dos quartos de final será jogado entre o Barreirense e o Sangalhos, sendo que o vencedor deste encontro defronta, nas meias-finais, a Ovarense ou o Ginásio.

A final a oito da Taça de Portugal disputa-se de 4 a 7 de Março no Entroncamento.


ATLETISMO

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Paulo Pinto e Sandra Tavares são campeões nacionais

Paulo Pinto (400 metros) e Sandra Tavares (salto com vara) sagraram-se este fim-de-semana campeões de Portugal em pista coberta, na prova que se realizou na Nave de Espinho. Os Dragões alcançaram ainda um total de nove lugares no pódio.

Lista dos atletas do FC Porto no pódio

1.º: Paulo Pinto – 400 metros – 49.40 segundos

1.º: Sandra Tavares – Salto com vara - 4.00 metros

2.º: Liliana Viana – Salto em altura - 1.71 metros

2.º: Vanda Rodrigues – Peso – 14.29 metros

2.º: Lilian Silva – 800 metros – 2.11,24 minutos

2.º: Sónia Fernandes – 3000 metros - 9.37,06 minutos

3.º: Carlos Pires – Salto em altura - 2.04 metros

3.º: Tânia Duarte – 60 metros - 7.80 segundos

3.º: Tânia Duarte – 200 metros - 25.17 segundos

DESPORTO ADAPTADO


FC Porto venceu Supertaça de ténis de mesa


O FC Porto conquistou este domingo a Supertaça de ténis de mesa em desporto adaptado, por intermédio da equipa constituída por António Macedo, Eduardo Silva, António Santos e Rui Vicente (treinador).

Os Dragões, campeões em título e detentores da taça de Portugal, bateram a APPACDM Viseu por 3-0, na competição que se realizou no ginásio da instituição viseense.

SUPERLEAGUE FORMULA


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A Superleague Formula, cuja terceira época se inicia em Abril, em Silverstone, Inglaterra, vai distribuir o maior prémio monetário do desporto motorizado europeu, com o campeão a ter um milhão de euros à sua espera no final da temporada. No total, serão distribuídos mais de 5 milhões de euros ao longo de 2010. O FC Porto vai voltar a participar na competição, depois de em 2009 ter terminado na quinta posição da geral, com 302 pontos.

Os prémios da Super Final, um sprint de cinco voltas após o final da segunda corrida de domingo, vão ser alargados aos seis finalistas. O actual formato das corridas de 44 minutos mais uma volta continuará novo ano. No entanto, o número de provas duplica, estando programadas 12 jornadas duplas, o que também explica o crescimento dos prémios.

Todos estes dados demonstram a vitalidade do campeonato, que junta o futebol ao automobilismo. O FC Porto, recorde-se, venceu duas corridas em 2009, em Donington Park e no Estoril, no fim-de-semana luso em que Álvaro Parente conduziu as cores do Dragão. Esperam-se mais emoções na nova época, com o FC Porto apostado em chegar aos lugares da frente.
 

Calendário:

Basquetebol - Taça de Portugal - Final 8

QUARTOS DE FINAL:

- Quinta feira (4 Março):

JOGO 1: Ovarense - Casino Ginásio

JOGO 2: Barreirense - Sangalhos

- Sexta feira (5 Março):

JOGO 3: Benfica - Vitória de Guimarães

JOGO 4: FC Porto - Académica

MEIAS FINAIS

- Sábado (6 Março):

JOGO 5: Vencedor do jogo 1 - Vencedor do jogo 2

JOGO 6: Vencedor do jogo 3 - Vencedor do jogo 4

FINAL:

- Domingo (7 Março):

Vencedor do jogo 5 - Vencedor do jogo 6



Basquetebol

14 de Março às 18h00 - FC Porto - AD Vagos- 16ª. Jornada

Hóquei em Patins

10 de Março às 21h00 - FC Porto - Benfica - 17ª. Jornada

Andebol

3 de Março às 21h00 - FC Porto - Fafe - 18ª. Jornada

10 de Março às 19h00 - Madeira SAD - FC Porto - 16ª. Jornada

Fontes: ojogo.pt e site oficial do Fc Porto
Categoria: FCPorto

 

altSCP 3-0 F.C.PORTO

Vigésima Primeira Jornada da Liga Sagres
Estádio Alvalade XXI, Lisboa

F.C.PORTO: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Tomás Costa, Raul Meireles, Rúben Micael, Varela, Falcao, Mariano.
Substituições: Raul Meireles por Belluschi (45min.), Mariano por Rodríguez (54min.), Guarín por Rúben Micael (54min).

Pequenas Notas

Destaques positivos

.Adeptos que se deslocaram a Alvalade
 

Destaques negativos

.F.C.P (mediocridade da exibição)
 


O Jogo

Pouco ou nada existe para dizer. O FCP nunca chegou a entrar em campo, pergunto-me se em algum momento os nossos jogadores chegaram realmente a sair do hotel. Aquilo que eu vi em campo não era o FCP. Pareciam onze estranhos, sem saber bem o porquê de estarem ali. Zero oportunidades de golo. Zero em termos de ambição, zero em termos de entrega, três golos sofridos.

Os Jogadores

Helton - Nada a assinalar.
Fucile - Nada a assinalar.
Rolando - Nada a assinalar.
Bruno Alves - Nada a assinalar.
Álvaro Pereira - Nada a assinalar.
Tomás Costa - Nada a assinalar.
Raul Meireles - Nada a assinalar.
Rúben Micael - Nada a assinalar.
Varela - Nada a assinalar.
Falcao - Sozinho, não consegue ganhar um jogo. Valeu pelo esforço e pela entrega.
Mariano - Nada a assinalar.
Belluschi - Nada a assinalar.
Guarín - Entrou bem na partida.
Rodríguez - Só pela entrega que aplicou nos minutos que esteve em campo, merece o rótulo de melhor do FCP.

Outras Notas

. Nestes momentos temos que fazer uso da pouca racionalidade que ainda nos resta, e neste momento temos que ser claros e objectivos quando fazemos uma análise do que ainda há para jogar nesta temporada em termos de Liga Sagres. Acabou, nem primeiros e nem segundos. O que nos resta é segurar um terceiro lugar, algo que aparentemente será tranquilo.
. Temos três competições ainda em disputa. Duas taças nacionais para conquistarmos e a Liga dos Campeões como fuga para uma temporada que sem o título nacional se adivinha como miserável. Há que sonhar, há que filtrar todas as atenções para essas competições.
. Hoje escreve-vos um dragão ferido, mas que em momento algum deixou ou deixará de amar o FCP. Não existem equipas infalíveis, e se até Aquiles se viu aniquilado pelo seu calcanhar, não será este Penta possivelmente falhado, que vai abalar de alguma forma que seja, a grandiosidade do nosso clube. O Amor, esse é eterno.

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