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Categoria: FCPorto


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Nacional da Madeira 0-4 F.C.P

Décima Sétima Jornada da Liga Sagres
Estádio da Madeira, Funchal

F.C. Porto: Helton(Cap.), Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, Ruben Micael e Belluschi; Varela, Rodriguez e Falcao.
Substituições: Rodríguez por Mariano (20min.), Fernando por Tomás Costa (71min.), Falcao por Orlando Sá (78min.)

Pequenas Notas

Destaques positivos

.Álvaro Pereira
.Falcao
.Rúben Micael

Destaques negativos

.Transmissão da Sporttv
.Excesso de agressividade do Nacional no final da partida
.Não retirada do Micael após a primeira lesão

O Jogo

Qualquer que seja o adversário, uma deslocação à Madeira assume quase sempre um carácter de jogo difícil e complicado para a nossa equipa. Ainda este ano deixamos três pontos no Marítimo após uma das piores exibições de que há memória no FCP. Foi ainda com a ausência de dois habituais indiscutíveis (já nem falo de Hulk e Sapunaru), que encaramos esta partida que não se adivinhava fácil. Dizem os comentadores que foi o minuto 28 que definiu a partida, não digo que não seja mais fácil jogar contra 10 do que contra 11 jogadores, mas não foi apenas por aí que se decidiu a partida.

Foi mais um daqueles jogos em que a opção de colocar a televisão sem som se assumia como terrivelmente tentadora. Era mais um espectáculo deprimente onde tentavam 1,2,3,4 vezes, quem sabe mais, referir que o Fucile fez penalti sobre o Edgar. Também quando se coloca um homem como Tulipa no suporte a um comentador já de si sem credibilidade, o resultado não poderia ser melhor. Para azar destes, e dos outros que estão directamente envolvidos neste circo que se tornou a liga, desta vez os nossos homens entraram com vontade de mostrar quem manda, quem realmente é Campeão e joga como tal, isto apesar de um início de jogo algo incaracterístico. Aos poucos a equipa foi estabilizando até que mais um infortúnio acaba por marcar esta nossa ida à Madeira, perdemos o Rodríguez e viu-se o professor então obrigado a lançar o Mariano completamente a frio na partida. Pouco depois, e aproveitando uma, mais uma incursão do Álvaro Pereira ao ataque, impressionante este jogador, acabamos por fazer o primeiro golo da partida, após grande penalidade cometida sobre o uruguaio. Para a Sporttv não existiam dúvidas, não é penalti e ponto final. Na minha opinião, a palavra "dúvida" deve no mínimo constar do lance. Que há contacto na área a mim parece-me evidente, depois é o habitual jogo entre as intensidades e quem provoca esse contacto. Estando a grande penalidade assinalada, o jogador do Nacional não deve vir para a rua por duplo amarelo, deve é ver de imediato a cartolina vermelha de forma directa, algo que no meio daquela confusão e destilação de ódio contra o FCP, sinceramente não percebi se aconteceu. Em relação a este lance, destaque para a cobrança com muita classe por parte do Varela, finalmente temos especialista nesta área, ele que já havia mostrado como se faz no mítico jogo do Restelo, e agora voltou a fazê-lo. Até ao intervalo, foi o assumir por completo da partida por parte do FCP, com o prémio a surgir na forma do segundo golo em cima do intervalo, marca Falcao, assiste Pereira, quem mais poderia ser.

A segunda parte começou como acabou a segunda, o ritmo era menor, mas embalada pelas subidas do Pereira e pela classe que Rúben Micael ia desfilando neste regresso a casa, a equipa ia jogando de uma forma aprazível, com alguma largura e com menos previsibilidade do que vem sido habitual. Foi portanto quase natural o avolumar do resultado que se veio a verificar neste período. Primeiro com o bis de Falcao após mais um cruzamento de Pereira, e para finalizar o bis do Varela após assistência magistral de Micael. Estavam então garantidos os três pontos num relvado tradicionalmente complicado, e que tem ainda de ser visitado pelos nossos adversário directos.

Os Jogadores

Helton - Noite tranquila apenas manchada por aquele lance em que com a colaboração da defesa se facilitou e muito.

Fucile - Não gostei particularmente do Fucile nesta partida, algo que tem vindo a ser recorrente nos últimos jogos do FCP. Anda a inventar muito o uruguaio.

Rolando - Exibição segura, isto após algumas partidas menos bem conseguidas. Não acusou o facto de ter que fazer parelha com Maicon e não com o seu habitual companheiro.

Maicon - Boa exibição onde mais uma vez vincou algumas das suas qualidades mais evidentes, especialmente a velocidade.

Álvaro Pereira - Melhor jogador em campo. Duas assistências, várias arrancadas, uma grande penalidade cometida sobre ele. Sim, este jogador é um lateral, mas está em todo o lado.

Fernando - Após muita especulação acabou por assumir o seu lugar no meio campo. Cumpriu sem deslumbrar, numa exibição onde existe pouco a assinalar.

Rúben Micael - Quando um jogador sai como ele saiu, completamente extenuado, só por aí podemos dizer que deu tudo em campo e nada mais se lhe podia pedir. Mas quando aquilo que produziu em campo apresentou a qualidade que este homem conseguiu ontem impor no relvado, estamos perante um caso sério. Muito bom ao nível do passe ontem.

Belluschi - Esteve bem o argentino. Nota-se que é um jogador bastante diferente do Micael, e a sua co-habitação não é de todo impossível. Ficou na retina aquele remate na segunda parte que tirou tinta à barra.

Varela - De volta às exibições convincentes com dois golos. Parece-me o nosso maior especialista da marca do castigo máximo, mostrou-o ontem como já havia mostrado no Restelo.

Rodriguez - Nada a apontar. Que a lesão não seja grave.

Falcao - Dois bons golos numa exibição muito boa. Muito esforçado, sempre combativo e ontem matador. É este o Falcao que nós precisamos.

Mariano - Entrou a frio na partida e nunca chegou realmente a aquecer.

Tomás Costa - Pouco ou nada a apontar. Entrou para substituir um Fernando que parecida já limitado fisicamente.

Orlando Sá - Nada a registar.

Vídeo
Categoria: Labaredas

Num programa exibido na TVI 24, o Dr. José Manuel Meirim, reputado professor universitário de Direito do Desporto, afirma que ao abrigo dos regulamentos em vigor, os stewards não são agentes desportivos. A sua função apenas se confina a orientar e ajudar os espectadores nos estádios.

Portanto os stewards não podem permanecer dentro dos túneis, pois não existem espectadores para orientar e ajudar nesse local.

Tendo em conta tudo isto, a nota de culpa, que estipula penas de suspensão que vão dos 6 meses aos 3 anos, é totalmente descabida, pois segundo o Dr. José Manuel Meirim, o que aconteceu é equiparável a uma agressão a um espectador, facto punível com pena de suspensão de 1 a 5 jogos, ora entretanto com esta demora os jogadores já cumpriram 6 jogos de castigo!

No mesmo programa da TVI 24 estava também presente Jorge Coroado, que se mostrou surpreendido com o facto de Aimar ter sido castigado com multa por simulação de um penalti, quando Lisandro Lopez foi punido com multa e suspensão por um jogo, pela mesma infracção. Na minha opinião no penalti do Aimar nem há discussão quanto à simulação que é clara, enquanto que no do Lisandro existe um braço que impede o jogador do Porto de prosseguir com a bola. A intensidade como muitos falam não se sabe, quando um jogador está em movimento o mínimo toque pode ser suficiente para a queda.

Octávio Machado também nesse mesmo programa mostrou-se surpreendido com o facto de o conselho de disciplina da liga não ter instaurado qualquer processo de averiguação ao jogo Benfica – Nacional, após as declarações no final do jogo de Ruben Micael, Patacas e Manuel Machado que afirmavam ter havido coacção física sobre os jogadores do Nacional e em especial Ruben Micael.

Entretanto com todo este processo que aparentemente era simples de resolver, o Porto viu-se privado de dois jogadores importantes, e foi mesmo obrigado a recorrer ao mercado adquirindo Kleber e Ruben Micael … esta história já nos custou 9 milhões de euros.

Vamos ver onde vai isto parar. Enquanto portista acho estranho que os Super Dragões, enquanto claque com capacidade para mobilizar pessoas nada tenham feito, para nós portistas demonstrarmos ordeiramente a nossa revolta contra estas injustiças.

Categoria: Labaredas

 

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O FC Porto teve acesso a um parecer do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas que todos os portistas devem ler, pois ajuda a reforçar aquilo que já sabemos acerca de José Manuel Delgado. A foto que aqui se reproduz também é elucidativa… Foi tirada em pleno camarote presidencial do Estádio da Luz, na última segunda-feira… O jornalista de A Bola está em segundo plano, ao centro.

«O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas considera que o jornalista José Manuel Delgado, não cumpriu com escrupuloso rigor as regras deontológicas do artigo 1º do Código Deontológico do Sindicato dos Jornalistas: (“O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público”).

O autor do artigo ao encapotar as fontes, sem que justifique qualquer motivo que excepcione a sua citação, descredibilizou o seu trabalho, infringindo a primeira parte do preceituado do artigo 6º “o jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das suas fontes” e a última parte do mesmo artigo: “as opiniões devem ser sempre atribuídas”.»


Parecer 16/P/2009, Lisboa, 9 de Setembro de 2009, Caso «Felipes» do Século XXI/A Bola

Está visto por que foi este o redactor que mais textos assinou para tentar excluir o FC Porto da UEFA Champions League e mais se «bateu» para condenar sumariamente Hulk e Sapunaru após o Benfica-FC Porto desta temporada...

In FCPorto.pt



Código deontoquê?
O Freteiro Delgado, como lhe chamam (carinhosamente) os portistas, nunca soube, não sabe e não é agora depois de velho, que vai aprender o que significa!
Esta "cartinha amorosa" do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas não passa de "umas palmadinhas nas costas", que vem tarde e a más horas e ao qual o faccioso Delgado atribuiu umas grandes gargalhadas...

Segue impune o sectário, destilando todo o ódio pelo FCPORTO e... branqueando o clube do regime e as suas manobras...

Assim vai o esterco em Portugal!

Lamento que esta "tomada de posição/comunicado do FCPORTO" seja apenas um oásis no deserto. Isto é muito pouco para combater tamanho circo.
Falem! Não se rendam perante o andor!

E ainda, de barriga cheia, nos apelidam de arruaceiros, provincianos, mafiosos, etc.
Acho um autêntico milagre este senhor (e outros) passearem na rua sem que lhes caia nada em cima!

Já nós, continuamos a ser apedrejados... quando não é pior.

Categoria: Labaredas

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Foi lamentável ontem o denominado suposto Jogo Contra a Pobreza, realizado no galinheiro.

Fracos são aqueles que se aproveitam de uma catástrofe, para fins comerciais e de marketing. É mesmo do mais baixo que pode existir. Assim como fraco é o rico que dá esmola e se gaba do feito, fazendo aproveitamento do mesmo.

Quando vi a águia vitória, vi logo a palhaçada que estava para acontecer.

Minutos antes começou a homenagem a Eusébio. Depois cumpre-se um minuto de silêncio do suposto jogo contra a pobreza … também com uma homenagem ao Féher…

Começa o jogo, e inicia-se a clubização do encontro, com expressões por parte dos comentadores do tipo “Fernando Couto já começou a arranjar inimigos na luz”, “O Barthez já sabe o que é sofrer um golo do Nuno Gomes”, “O Micoli faz muitas saudades ao Benfica”, “um dos adeptos disse me que vinha para ver o Micoli com a camisola do Benfica”, “O golo que Micoli marcou em Inglaterra pelo Benfica foi notável, fui mesmo com o meu filho celebrar para o parque das nações, e disse lhe vês filho como o pai tem razão, o Benfica é mesmo grande” … Também houve tempo para gritar pelo Féher… Rui Tovar começar a recordar as antigas glórias dos mouros…
E Nuno Luz no seu melhor "Barthez, Nuno Gomes é um fantasma para ti", e Barthez diz "o que importa é a causa". Depois tenta entrevistar Fernando Couto, e este diz que só fala no final...e eis que um dos comentadores de estúdio tem uma saída que só ele deve ter achado piada "Fernando Couto não pode falar" ... nas entrelinhas quis referir se ao blackout do Porto. Já no início do jogo Nuno Luz nem fala do Haiti e pergunta a Robert Pires "Robert vais levar a camisola do Benfica para levar ao teu pai"....

 

Foi  um jogo para mouro ver, os comentadores tinham orgasmos a ver antigas glórias, até ao ponto de comentar a forma como corriam foram... ao invés de incentivar os telespectadores a telefonar para angariar dinheiro... enfim deplorável e ao nível do clubezeco de casapianos bêbados e retardados....




O Haiti merecia um tratamento digno e que realmente fosse uma verdadeira ajuda.

 

Categoria: Arbitragem
in ojogo.pt

O Benfica-FC Porto da época passada teve incidentes entre elementos dos dois clubes, à semelhança do jogo de Dezembro que resultou na suspensão preventiva de Hulk e Sapunaru, dos quais a Liga diz não ter conhecimento apesar das imagens o documentarem.

Os incidentes desta época também ficaram registados estando as gravações na posse do Benfica e da Liga dos Clubes, que não as tornaram públicas.

Nas imagens do jogo da segunda jornada da época passada, disputado a 30 de Agosto de 2008, logo após o final do jogo vê-se um elemento ligado ao Benfica a agredir a pontapé o team-manager do FC Porto, Acácio Valentim, gerando-se logo a seguir uma enorme confusão junto à entrada para o balneário do FC Porto, com praticamente toda a equipa dos dragões a sair do balneário e a envolver-se, no mínimo, numa enorme discussão com elementos aparentemente da segurança do Benfica.

Nas imagens, que não têm som, percebe-se a exaltação, mas não se vê qualquer agressão, até porque o foco da discussão está fora do alcance das câmaras.

Este episódio foi presenciado por pelo menos três agentes da polícia, que são visíveis nas imagens, pelo delegado da Liga Esmeraldo Augusto e por diversos elementos dos dois clubes, entre os quais Rui Costa, do Benfica, ou Reinaldo Teles, do FC Porto.

Apesar dos incidentes a Liga não abriu qualquer procedimento disciplinar, tendo fonte do organismo dito à Lusa que não tomou conhecimento de quaisquer incidentes.

Nas mesmas imagens a que a Lusa teve acesso, captadas na tarde de 30 de Agosto de 2008, horas antes do início da partida, vêem-se elementos do Benfica a levantarem o ângulo de uma das câmaras.

Acácio Valentim, funcionário do FC Porto, é agredido com um pontapé nas costas por um elemento aparentemente da segurança do Benfica, que é imediatamente afastado, como se percebe pelas imagens captadas por uma outra câmara colocada a alguns metros de distância.

O jogo Benfica-FC Porto da época 2008/09 disputou-se a 30 de Agosto de 2008, a contar para a segunda jornada da Liga e terminou empatado a um golo, numa partida que ficou assinalada pela agressão de um adepto do Benfica ao árbitro assistente.

No jogo desta época, disputado a 20 de Dezembro, João Ferreira, a desempenhar as funções de quarto árbitro, deu ordem de expulsão a Hulk e Sapunaru por alegadamente terem agredido “stewards” em serviço no jogo.

A Comissão Disciplinar da Liga, depois de receber os relatórios do árbitro, dos delegados e da polícia, suspendeu preventivamente os dois atletas, que aguardam o fim do processo disciplinar a que estão sujeitos.


«Foi tudo preparado e orquestrado para que houvesse uma reacção dos nossos jogadores. Felizmente conseguimos detê-los à porta do balneário. A agressão de que fui vítima aconteceu depois do jogo, quando me dirigia para o balneário depois de ter ido verificar a flash-interview (...) Fui imediatamente queixar-me ao Rui Costa, que estava a poucos metros e presenciou tudo. (...) A pessoa que me deu o pontapé é a mesma que deu um estalo no aeroporto de Lisboa quando foi aquela história do Moretto», conta Acácio Valentim.

A Liga de Clubes não comenta «incidentes que desconhece». O Benfica também se remete ao silêncio. Já a PSP confirma ter elaborado e enviado relatório sobre esse jogo à Liga.

FC Porto diz que nunca se queixou porque Liga "é parcial"

O FC Porto diz que nunca se queixou dos incidentes no jogo de Agosto de 2008 com o Benfica por causa da "parcialidade" da Comissão Disciplinar da Liga e que este género de acontecimentos "são habituais".

"O que tem acontecido no túnel da Luz é habitual e não tem sido só com o FC Porto. Mas com esta Comissão Disciplinar fazer o quê?", disse à Lusa fonte oficial do clube.
Ainda segundo a mesma fonte, em mais nenhum estádio da Liga estão presentes seguranças privados como no Estádio da Luz, com o objectivo de "pressionarem e intimidarem" os adversários.
A Lusa tentou uma reacção do Benfica, que não quis comentar.
O Benfica-FC Porto da época passada teve incidentes entre elementos dos dois clubes, à semelhança do jogo de Dezembro que resultou na suspensão preventiva de Hulk e Sapunaru, dos quais a Liga diz não ter conhecimento apesar das imagens o documentarem.
Os incidentes desta época também ficaram registados estando as gravações na posse do Benfica e da Liga dos Clubes, que não as tornaram públicas.

O Rídiculo ....

Liga diz desconhecer os incidentes no túnel da Luz em 2008... apesar da PSP ter elaborado um relatório, que lhe foi remetido, sobre os incidentes registados no túnel do Estádio da Luz no jogo entre Benfica e FC Porto, disputado a 30 de Agosto de 2008. Também neste jogo a Liga se esqueceu de interditar o estádio da Luz por agressão por parte de um seu adepto ao fiscal de linha.

Palhaçada... Está tudo feito...O Benfica controla a Liga, os Árbitros e a Imprensa.

Resta-nos a nós portistas arranjar forma de organizar uma manifestação contra estas manobras...não podem ficar impunes estes senhores da Liga.


Categoria: Arbitragem

 

Texto Integral do Dossier Apito Encarnado, publicado no blogue apitoavermelhado.blogspot.com

Exmo Sr.
Procurador-Geral da República

Somos um conjunto de funcionários de investigação que serve esta Instituição há muitos anos. Ela, apesar do momento negro que atravessa, ainda nos merece todo o respeito pelo seu passado recheado de excelentes serviços prestados à sociedade.

Decidimos efectuar esta comunicação não só pela razão anteriormente aludida, mas também em respeito pela memória de muitos dos excelentes funcionários que a serviram.

Esta Instituição ao longo dos anos da sua existência tem-se pautado por práticas de investigação, reconhecidas universalmente, tendo por objectivo a descoberta da verdade dos factos.

Assistimos nos últimos anos a algumas tentativas de influenciar investigações, tendo nalgumas delas, devido à sua mediatização, sido públicas tais intenções - recordamos os processos relacionados com a “Moderna” e “Finanças”.

No entanto, nada até agora se assemelhou ao que está a acontecer com o denominado “processo apito dourado”.

A nossa desilusão inicia-se com a análise que efectuámos aos processos ainda sem a intervenção da equipa “milagrosa” e continua com as práticas infames e desprezíveis cometidas por alguns elementos desta equipa.

Deparámo-nos com práticas que pensávamos já estarem arredadas num estado democrático. Todo o trabalho foi efectuado com alvos previamente definidos, tendo sido para tal, cometidas inúmeras ilegalidades e efectuados actos processuais, no mínimo, de validade duvidosa.

Actos iguais cometidos por pessoas diferentes tiveram decisões diferenciadas, o que revela que a equipa do Dr. Carlos Teixeira protegeu nitidamente algumas pessoas.

Analisando quem foi protegido verifica-se que estamos perante a rede de influências das pessoas que prestaram serviços e vassalagem ao S. L. Benfica e ao seu presidente Luís Vieira.

Nada nos move contra o S. L. Benfica, pois alguns até adeptos somos deste clube e, como é óbvio, queremos que o nosso clube vença sempre, mas não a qualquer preço.

Também não pretendemos ser enganados por quem, com discursos incendiados e dirigidos à populaça vai enganando os adeptos mais distraídos, “sacando” dinheiro ao clube.

Também a nossa conduta profissional impõe-nos a obrigação de não deixar passar em claro esta cabala.

Verificámos que o direccionamento da investigação (custa-nos empregar esta palavra, pois de investigação estes processos nada tiveram) não se ficou só pelos autos, pois o Dr. Carlos Teixeira, não conseguindo vencer o seu benfiquismo primário, entregou informação e peças processuais, previamente seleccionadas, a alguns jornalistas da sua cor, nomeadamente aos Srs. António Gomes e Rogério Azevedo.

Havia que injectar a opinião pública.

Mas vamos a alguns factos:

O Sr. Valentim Loureiro sempre que prestou declarações, e quando ouvido nos vários processos sobre a informação, que lhe era fornecida antecipadamente à sua divulgação pública, das nomeações dos árbitros, disse que a mesma lhe era fornecida quer pelo Presidente, quer por um vogal do Conselho de Arbitragem da Liga. Em nenhum processo o Presidente de tal Conselho é arguido. O Vogal é-o em todos.

No processo que se encontra em fase de instrução relativo ao jogo Boavista-Estrela da Amadora analise-se a acusação. É uma peça digna de figurar no Guinness World Records. Inocentam-se condutas criminosas e acusam-se práticas legais, distorcendo-as.

Num jogo da Taça de Portugal S. C. Braga-F. C. Porto o Sr. Pinto de Sousa contactou os dois presidentes, quanto às suas preferências para arbitrar o jogo. O do F. C. Porto referiu que poderia ser qualquer um, menos o árbitro X. O do S. C. Braga referiu que não queria os árbitros Y, Z e W. O presidente do F. C. Porto é arguido no processo o do S. C. Braga não. Mas mais. Analise-se as escutas relacionadas com este jogo e verificar-se-á que no final do jogo o Dr. Mesquita Machado ligou ao ex-árbitro Azevedo Duarte todo indignado por não ter sido nomeado um determinado árbitro. Também não é arguido.

Não obstante o Sr. José Veiga ter sido escutado a solicitar que o árbitro, que dirigiria o encontro que a sua equipa realizaria no fim de semana seguinte, fosse contactado para beneficiar a sua equipa e apesar de ter ganho em casa do adversário por 0-1, o Sr. Magistrado entendeu que a matéria apurada não era suficiente.

Critérios ...

Apesar de lhe ter sido fornecida a informação que a seguir indicamos, relacionada com a época 2004/2005 (ano em que o S. L. Benfica quebrou o longo jejum), o Dr. Carlos Teixeira esqueceu-se de lhe dar o devido tratamento:

- As reuniões secretas entre o Sr. Luís Vieira e o Sr. José Veiga com o presidente e, por vezes, um vogal do Conselho de Arbitragem da Liga em locais (Bares e Restaurantes) devidamente identificados em Lisboa e cujos funcionários estavam disponíveis para testemunhar.

- As reuniões efectuadas num Restaurante em Penafiel, bastante conhecido da gente do futebol, entre o Sr. José Veiga e vários árbitros e árbitros assistentes.

- As reuniões semanais entre o Sr. José Veiga com um vogal do Conselho de Arbitragem da Liga na zona litoral centro do País, perto da residência deste último (por coincidência os estágios do S. L. Benfica, nessa época, eram efectuados no litoral e relativamente próximo do mencionado local). Este vogal, por sua vez, levava as indicações ao Presidente das exigências dos Srs. Vieira e Veiga que indicavam os árbitros não só para os seus jogos, mas também para os dos seus rivais.

- As reuniões entre o Dr. João Rodrigues com o Sr. Pinto de Sousa num Hotel de Lisboa.

- As reuniões entre o mesmo João Rodrigues, no mesmo Hotel, com vários árbitros.

- As fortes ligações do Sr. José Veiga aos Laboratórios Internacionais de Doping.

- A promessa de contratação de um jogador do Guimarães. O Sr. José Veiga prometeu-lhe a contratação, caso não jogasse contra o Benfica. O jogador efectivamente não jogou. O Benfica tentou recuar na promessa, mas o jogador ameaçou que “metia a boca no trombone” e lá tiveram que o contratar.

- A promessa de contratação de um jogador do Estoril antes do “famoso” jogo Estoril-Benfica no Algarve. O Sr. José Veiga jantou com ele num Restaurante da linha do Estoril, tendo-lhe prometido a sua contratação, caso facilitasse a vida ao Benfica. As facilidades aconteceram, mas a contratação não.

- As reuniões efectuadas na semana que antecedeu o atrás citado jogo com vários jogadores do Estoril com o Sr. José Veiga e nalguns casos com o seu primo (o homem forte da segurança. Foi o autor da agressão no Aeroporto de Lisboa, quando o Sr. Luís Vieira foi “raptar” o jogador Moretto ao Brasil). Foram efectuados pagamentos pelo primo do Sr. Veiga, ao que consta, ao guarda-redes do Estoril. Sobre estes factos existiu a disponibilidade em falar dum elemento do Estoril. Aliás o homem propunha-se contar, não só, tudo sobre esta “novela”, mas de muitas outras que tinha conhecimento do Sr. Luís Vieira.

- As escandalosas arbitragens dos Srs. João Ferreira, Hélio Santos, Elmano Santos, Bruno Paixão, entre outros. Mas destas não interessava solicitar análises aos peritos.

- As ligações do presidente do Belenenses aos Srs. Luís Vieira, Cunha leal, Tinoco Faria, Pedro Mourão, Frederico Cebola que influenciaram a decisão no caso “Mateus”. Foram inclusivamente denunciados os pagamentos que foram efectuados a alguns destes senhores por alguns escritórios de advogados.

O Gil Vicente também gostará de saber que não foi prejudicado s6 na época passada, com intervenção do Sr. Luís Vieira. Ele pagou ao “paineleiro” Fernando Seara cerca de 100 mil contos (s/ recibo) para conseguir que o Alverca ficasse na 1.ª Divisão (era satélite do S. L. Benfica), prejudicando o Gil Vicente. Consta que o atrás referido “paineleiro” se juntou (falamos de escritório), há relativamente pouco tempo, ao já citado João Correia.

Existiam nos autos indícios quer em quantidade, quer devido à sua relevância que justificariam, caso o Magistrado fosse isento, que os Srs. Luís Vieira, José Veiga, António Salvador, João Rodrigues, Tinoco Faria, Luís Guilherme, Cunha Leal, António Duarte, Pedra Mourão, Frederico Cebola, Paulo Relógio fossem colocados sob escuta, mas tal não interessava.

Consta que houve interferência do Dr. João Correia junto da estrutura sindical do Ministério Público que, como se verifica, terá surtido, até agora, efeito. Será por ele fazer parte do Consel ho Superior do Ministério Público?

Entretanto nova fase surge no “processo apito dourado”.

Aparece um livro e surge a equipa “milagrosa”.

Vamos à sua constituição.

Comecemos pela Dr.a Maria José Morgado.

O seu marido trabalha há alguns anos para o Sr. Luís Vieira recebendo, sem recibo, elevadas quantias em dinheiro, mau grado não se coibir de criticar tudo e todos, nomeadamente as fugas ao fisco.

Quando a Polícia iniciou, com o comando da Dr.ª Maria José Morgado, o afamado processo das Finanças, recordar-se-á V. Ex.ª que o mesmo se tinha iniciado com uma comunicação que circulava no interior das Finanças denunciando a forma como havia sido vendida a Fábrica de Louças de Sacavém.

A mesma fora adquirida por negociação directa por uma empresa de que o Sr. Luís Vieira era sócio por um preço quase anedótico. Na altura apurou-se que viviam no Condomínio Privado que entretanto ali fora construido pela empresa compradora quatro Directores de Finanças.

O que resultou para o Sr. Luís Vieira? Quanto sabemos, até agora, nada.

Na altura em que o processo decorria, o marido da Dr.ª Morgado escrevia pelo Natal no Expresso um artigo que denominava “Conto de Natal”. Fazia-o “camuflado” tentando atingir alvos concretos.

Recordamos que efectuou um direccionado ao Sr. Vítor Santos - Bibi e, no ano em que o processo atrás referido se encontrava em fase de investigação, um que era direccionado à então Ministra da Justiça que, de forma cobarde, intitulou de “Etelvina”.

Acusava-a de ter subido na vida à custa de práticas de baixa índole. Mais tarde ele e a mulher fizeram correr a notícia de que o processo não tinha tido êxito por interferência da Ministra para proteger um Director de Finanças.

Correlacione V. Ex. a os factos e retire as devidas ilações.

Quanto ao Dr. Carlos Farinha, pensamos que terá sido escolhido para a Dr. a Morgado o “premiar” por ele se ter mostrado solidário e ter pedido a demissão quando ela fez o mesmo.

À nomeação do Sr. Sérgio Bagulho já lá vamos.

Quanto aos outros elementos não queremos tecer grandes comentários, mas sempre diremos que estranhamos a nomeação do titular do processo “Mantorras”, processo que se encontrava em investigação.

Terá sido para o processo ser “exterminado” de vez?

Pensamos que sim, pois deram tempo para que o Sr. Luís Vieira montasse a sua estratégica de defesa.

Sobre este processo já nos debruçaremos mas adiante.

Quanto ao Sr. Bagulho eram conhecidas as suas fortes ligações ao clube S. L. Benfica e ao seu presidente Luís Vieira, com quem era visto frequentemente a jantar em Restaurantes de luxo da baixa lisboeta.

Constava que era o seu novo “Suzano”, ou seja um dos seus homens de mão para efectuar trabalhos sujos, nomeadamente algumas cobranças.

O Luís Vieira conhecia factos que revelados poderiam acabar com a sua carreira e jogava com eles, “obrigando-o” a fazer aquilo que queria.

Era também comum ver-se o Bagulho a “pavonear-se” nos camarotes presidenciais do Estádio da Luz.

Alguém de boa fé nomearia este homem para este processo?

Entretanto, o Dr. Cartas Farinha abandona a equipa, pois tem que ir cumprir uma comissão à Madeira.

Quem é que aparece?

O Sr. Manuel Carvalho.

Nos corredores da Polícia consta que quem o indicou foi o Dr. João Correia, advogado com quem o Sr. Carvalho se reúne com frequência para receber directrizes, quanto ao caminho enviesado a dar ao processo.

Sabemos, e só estamos a constatar um facto, das dificuldades financeiras que o Sr. Carvalho tem passado devido a uma desastrosa incursão no mundo empresarial.

Durante esta fase do processo circulou muito dinheiro com proveniência do Sr. Luís Vieira e com diversos destinos.

A D. Carolina tem sido um dos seus destinos preferidos, tendo o seu último recebimento sido efectuado pelas mãos “sujas” da Sr.ª Leonor Pinhão.

Esta entregou-lhe cinquenta mil euros com a indicação que não os depositasse em Portugal.

A D. Carolina cumpriu e deslocou-se a Tuy, onde efectuou o depósito no Banco Santander.

Outro dos destinos do dinheiro do Sr. Luís foi o pai da D. Carolina que igualmente se deslocou a Espanha para depositar as quantias recebidas.

Já que falámos na Sr.ª Pinhão, ideóloga do livro que originou a reabertura do processo, questionámo-nos de qual a razão da equipa “milagrosa” só ter usado o livro da D. Carolina e não outros escritos de credenciados jornalistas que denunciavam várias ilegalidades cometidas pelo Sr. Luís Vieira?

Será o poder discricionário...

A título exemplificativo referimos o jornalista António Tavares-Teles que quase diariamente denuncia factos relacionados com o Sr. Luís Vieira - vide artigos recentes no jornal “O Jogo” em 8 e 9 de Junho de 2007.

Por que razão não se investigam os artigos dos jornais Público dos dias 29 e 30 de Março de 2007, ambos na pág. 26 e Correio da Manhã de 10 de Maio de 2007-pág. 24?

A escritora do livro (que foi considerado relevantíssimo elemento de prova, tendo originado as reaberturas de inúmeros processos), Fernanda Freitas, disse (citamos): “Estou arrependida por ter pactuado por desconhecimento de causa com falsidades e invenções no texto que escrevi”.

Alguém terá considerado esta afirmação?

Sabemos que existem vários crimes (furtos, fogo posto, tentativas de homicídio), cujos autores materiais já confessaram e imputaram a responsabilidade da autoria moral à D. Carolina.

O que se passa com estas investigações e com a entrevista publicada no Correio da Manhã de 14 de Maio de 2006 em que um indivíduo exibia objectos furtados ao presidente do F. C. Porto e denunciava um plano de extorsão?

Como é possível manter-se em liberdade alguém que cometeu tantos crimes com um grau de perigosidade tão elevado.

Parece-nos, salvo melhor opinião de V. Ex.ª, que o quadro legislativo português não prevê a figura de “arrependido”.

Qual o motivo de tal protecção e que “taxa de juros” seremos obrigados a pagar?

Mas já que falámos em crimes cometidos é altura de abordar a agressão ao Sr. Bexiga.

Uma conceituada jornalista que colaborou com vários jornais de referência ao abordar a D. Carolina sobre a autoria deste crime referiu-lhe:

“Então vocês vão cometer uma agressão num parque de estacionamento? Não vêem que foram filmados pelas câmaras de filmar”.

A D. Carolina retorquiu:
“Eu não brinco em serviço. No dia anterior mandei destruir as câmaras”.

Para V. Ex.ª fazer um juízo sobre a maquinação que foi montada providencie no sentido de verificar se alguma vez aquele parque possuiu câmaras de filmar.

A resposta que obterá será: NUNCA!

A Sr.ª Pinhão nas reuniões que efectuou frequentemente no Restaurante Le Petit e no Hotel Mundial com a D. Carolina esqueceu-se de pormenores importantes.

Como ideóloga também terá sido a Sr.ª que instigou a D. Carolina a cometer os crimes atrás aludidos?

Retratá-los-á na sua “fita”?

Nem todos são ingénuos Sr.ª Pinhão, mas reconhecemos que a Sr.ª tem alguma esperteza.

No entanto, no dia em que Deus distribuiu a inteligência a Sr.ª acordou tarde, como é habitual, e ficou no final da fila. Infelizmente, este é um dom que não se compra em qualquer Centro Comercial.

Num dos furtos a que atrás fazemos referência foram recuperados pela P. S. P. na residência da D. Carolina alguns dos objectos que haviam sido furtados do escritório do seu ex-companheiro, escritório, cuja existência só os dois conheciam.

Entre os objectos não recuperados figuravam vários quadros.

O semanário Sol publicou a entrega dos objectos recuperados ao presidente do F. C. Porto.

Imediatamente o Sr. Luís Vieira, ao ter conhecimento do artigo publicado, liga à D. Carolina dizendo-lhe que já não quer em sua casa o quadro do Cargaleiro.

O referido quadro foi pelas mãos da Sr.ª Pinhão levado para o Porto e entregue à D. Carolina.

Sabemos que o Sr. Luís Vieira aprecia obras de arte, nomeadamente quadros, e gosta de, quando entende oportuno, oferecer peças valiosas a Presidentes de Bancos.

Depois os financiamentos estão mais facilitados, não é Sr. Luís?

O local de aquisição dos mesmos também é igual e cirurgicamente seleccionado, não é Sr. Luís?

Mas para que V. Ex.ª faça um correcto juízo sobre o “pagante” desta farsa referiremos alguns factos do seu passado.

Comecemos pelos pneus.

A Polícia Judiciária possuía um dossiê sobre a actividade de tráfico de estupefacientes do Sr. Luís Vieira.

O dossiê ainda existirá ou os seus “homens” já lhe terão dado sumiço?

O Sr. Vieira demonstrava o seu receio às pessoas que lhe eram mais próximas na candidatura ao S. L. Benfica, pois dizia: “se eu lá chegar, vem logo à ribalta o esquema do pó nos pneus”.

Nesta altura do negócio dos pneus apareceu um homem morto nas instalações da sua empresa.

Talvez o então titular do processo, um colega já aposentado, queira agora contar a história das ameaças que o Sr. Luís Vieira, acompanhado por um grupo de ciganos, efectuou à sua família numa esplanada em St.a Iria da Azóia.

Quando estes factos forem conhecidos talvez alguns responsáveis de transportadoras que efectuavam o transporte dos pneus queiram divulgar o que efectivamente transportavam.

Também, poderá ser que os responsáveis da empresa de Braga que adquiriu esta empresa ao Sr. Luís Vieira divulguem a forma como foram burlados, pois os elementos contabilísticos da empresa foram previamente falsificados.

Em Julho de 1993 foi julgado e condenado no Tribunal da Boa-Hora pela prática de um crime de roubo.

Foi condenado a 20 meses de prisão.

No acórdão do 3.º Juízo Criminal de Lisboa, o Juiz-Presidente, Afonso Henrique Cabral Ferreira, refere com alguma ironia que “esta história é diga da sétima arte” e destaca que “o Sr. Luís Filipe Ferreira Vieira foi o único que não se declarou arrependido pelo crime cometido”.

Afinal a “queda” para a sétima arte já é antiga...

O Homem que lhe deu a mão e a quem ele deve a fortuna que hoje diz ter, era um Director de uma Instituição Financeira, António Pedra Almeida Gomes, que, entretanto, se aposentou e, como já não era útil, foi “descartado”.

Aliás isso é uma das suas práticas, serve-se das pessoas e depois abandona-as.

Enquanto Presidente do Alverca há muitas histórias, mas focaremos a relacionada com a adulteração de resultados nas últimas jornadas num ano em que o Alverca estava em risco de descer de divisão, mas salvou-se “empurrando” para a descida o Beira-Mar.

Estes factos deram origem a um inquérito no Departamento de Aveiro, pois os mesmos foram conhecidos, após aliciamento efectuado ao guarda-redes do Beira-Mar Palatsi.

O Palatsi deu conhecimento ao então presidente Mano Nunes e deslocaram-se ambos ao Departamento da P. J. em Aveiro.

Apesar do inquérito ter sido distribuído ao elemento mais fanático pelo Benfica daquele Departamento o processo deu alguns “passitos”.

Havia no inquérito informação que revelava haver resultados combinados nas últimas quatro jornadas.

O Sr. Luís Vieira telefonou ao guarda-redes Palatsi dizendo-se director do clube que se deslocava a Aveiro na jornada seguinte.

Esse clube era um dos três que lutava por um apuramento para a Taça UEFA. Quão habilidade maliciosa o homem tem...!

O referido jogo terminou empatado, sem aparentes casos.

Todavia, os seus tentáculos tinham que se estender aos jogos onde o Alverca intervinha.

Aí conseguiu, nalguns casos directamente, noutros por intervenção de outras pessoas os seus objectivos.

Recordámos que um dos homens de quem se serviu foi do então presidente do Benfica, Sr. João Azevedo.

Como é seu apanágio, quando já não lhe servia, esquecendo os serviços prestados, descartou-o, conseguindo mal chegou à presidência do Benfica a sua expulsão de sócio.

Um dos jogos comprados foi em Campo Maior.

Existem actualmente alguns atletas, que então jogavam no Alverca, disponíveis para falar.

Nesse jogo o melhor goleador do Campomaiorense ainda na primeira parte simulou uma lesão e abandonou a partida.

Não obstante as facilidades concedidas o Alverca não conseguia marcar.

Já na parte final da partida quando o avançado Mantorras seguia com a bola o defesa que estava à sua frente mergulhou para o chão numa queda digna de um qualquer palhaço numa pista circense.

O Mantorras marcou e o Alverca venceu 0-1.

Outro dos jogos foi na Madeira com o Marítimo.

Aí foi contactado o seu familiar António Simões, então treinador-adjunto.

O resultado para, não dar muito nas vistas. foi um empate.

Não deixou de ser uma surpresa o Alverca ter conseguido empatar no reduto madeirense.

Na última jornada o Alverca recebia o V. Guimarães, candidato à Europa e o Beira-Mar deslocava-se a Vidal Pinheiro, estando o Salgueiros já com uma classificação tranquila.

Houve que atacar nas duas frentes.

Como o V. Guimarães não se vendia, pois pretendia ir à Taça UEFA, havia que comprar o árbitro.

Aí foram contratados com êxito os serviços do ex-árbitro Sr. Pinto Correia.

O Alverca venceu 2-1 (analisem-se as declarações dos responsáveis do V. Guimarães relativas a este jogo), mas não era suficiente.

O Beira-Mar não podia vencer, pois se assim acontecesse seria o Alverca a descer.

O Sr. Pinto Correia recebeu pelos serviços prestados neste encontro um veículo automóvel.

Curioso, também, é o facto deste senhor, depois de abandonar a arbitragem ter iniciado uma actividade, até então para ele, desconhecida, comerciante de pneus - mais uma coincidência.

Vamos ao jogo de Vidal Pinheiro.

Como comprar o Salgueiros para dificultar a vida ao Beira-Mar?

Através do presidente não, pois o Sr. Luís Vieira estava de relações cortadas, devido ao caso “Deco”.

Há uma expressão que o Sr. Luís Vieira profere com frequência: “Se não podemos ir ao General, vamos aos sargentos”.

Se assim o pensou, assim o fez.

Contactou três jogadores, os mais influentes e conseguiu os seus objectivos, pois o Beira-Mar não conseguiu ganhar, apesar da excelente exibição.

O jogo, que pasme-se ninguém estranhou, terminou 4-4.

O pagamento aos três atletas foi efectuado pelo Sr. Manuel Bugarim.

No início da época seguinte, estava o Salgueiros em estágio no Algarve, estes factos chegaram ao conhecimento do seu presidente.

Imediatamente suspendeu os três atletas e rescindiu posteriormente os seus contratos.

Entretanto os dois presidentes conciliaram-se.

Na parte final da época as posições dos dois clubes estavam invertidas, o Alverca em posição já tranquila e o Salgueiros em risco de descer.

O Salgueiros visitava o Alverca e foi combinado que o Alverca facilitaria.

Esta combinação foi conhecida.

No dia do jogo o então Director Desportivo do Alverca, Sr. Couceiro foi avisado telefonicamente que havia conhecimento, por parte de outros clubes, de tal intenção.

Também o titular do processo existente no Departamento de Aveiro foi avisado.

Como seria difícil efectuar a prova à posteriori, o referido investigador decidiu contactar telefonicamente os dois presidentes.

Assim, o jogo decorreu normalmente e o Alverca venceu.

Voltemos aos “passitos” do processo de Aveiro.

O Sr. Luís Vieira já então tinha os seus homens na nossa Instituição.

Foi avisado que as coisas estavam feias, pois haviam acontecido demasiados factos estranhos.

Então, aquela mente matreira decide efectuar uma carta anónima dirigida ao processo onde imputa toda a responsabilidade dos factos ocorridos ao então Presidente da Assembleia-Geral do Alverca, Sr. Eduardo Rodrigues, seu único sócio na empresa que comprara a Fábrica de Louças de Sacavém.

Quando o titular do processo, o tal fanático benfiquista de Aveiro, vem ouvir em declarações o Sr. Eduardo Rodrigues à sua empresa, em Alverca, por coincidência também, estava no gabinete do seu sócio o Sr. Luís Vieira.

Ali se manteve e foi ele que “conduziu” as declarações do seu sócio.

Também o Beira-Mar gostará de saber que não foi só prejudicado na época supra citada, com intervenção do Sr. Luís Vieira. Foi com dinheiro proveniente dele ou do Benfica que o Setúbal se “safou” na última época e o sacrificado foi novamente o Beira-Mar. Vamos aos factos. Recordar-se-ão do episódio do “rapto” do guarda-redes Moretto. Nesse ano o presidente do Setúbal chegou a anunciar que o Benfica é que pagou os ordenados em atraso ao plantei, pois conseguira contratar um jogador que já havia rescindido o contrato com o Setúbal. A História nunca foi realmente conhecida. Talvez o Sr. Rui João Soeiro que entretanto saiu de cena alguma vez fale quanto é que aceitou como dádiva para a sua conta pessoal. Entretanto, os actuais directores (Carlos Costa e Ronald Inácio) do Setúbal sabendo do que se passou contactaram o Sr. Luís Vieira e ameaçaram-no que se não fossem ajudados contariam o que sabiam. Assim, o Sr. Luís Vieira contactou o seu homólogo (e companheiro de negócios) da Naval, entrou com a “massa” e o “caldinho” foi “cozinhado”. Foi um pouco mal confeccionado, pois cheirou a esturrado, mas até agora ninguém notou o cheiro a esturro.

Os negócios entre o Sr. Luís Vieira e o Sr. Aprígio Santos são a pesquisa de terrenos em conta, nem que pertençam a reservas, pois vendem-nos a preço elevado ao fundo do BPN, havendo um conluio com o seu Presidente, Oliveira e Costa.

O lucro obtido é repartido entre os três, e os accionistas do Banco são severamente penalizados.

Ainda no Alverca fez o negócio “Mantorras”, estando nos dois lados da barricada, o que já de si foi muito estranho.

Na altura, com a concordância do Sr. Vítor Santos - Bibi, engendraram um esquema para sacarem um milhão ao Benfica.

A forma como tal se processaria consta do processo numa cópia manuscrita pelo Sr. Luís Vieira.

Como o Sr. Luís Vieira tentou enganar o Sr. Vítor Santos, este cedeu a informação à TVI, conseguindo impedir a concretização da negociata.

Recordamos que na altura o Sr. José Couceiro foi entrevistado nessa estação sobre esta transferência e quando lhe demonstraram que o Sr. Luís Vieira havia celebrado um contrato de cessão de posição contratual com a PGD, em seu nome pessoal, referiu de imediato que isso era um assunto de Polícia.

Tinha razão o Sr. Couceiro, desconhecia era que o Sr. Luís Vieira a controlava.

Como o dinheiro não saiu como havia idealizado, decidiu comprar jogadores à molhada ao Alverca para poder tirar o dinheiro que pretendia do Benfica.

O desnorteamento para sacar a qualquer preço foi de tal ordem que até venderam ao Benfica um jogador, Anderson, cujas direitos desportivos não pertenciam ao Alverca.

Quando o Sr. Luís Vieira percebeu que o Anderson não era do Alverca tentou que lhe devolvessem esse dinheiro, pois pretendia com ele comprar um apartamento para o seu filho em Miami.

Houve nesta altura um desentendimento com o Sr. Bugarim que não concordava, pois havia outras parcelas relacionadas com outros jogadores vendidos que não haviam chegado ao Alverca.

Esses valores saíram do Benfica em numerário, levantados por um ex-candidato à presidência do V. Setúbal e foram utilizados para adquirir pela empresa Turixira, cujo Presidente do Conselho de Administração era o Sr. Luís Vieira, terrenos na zona de Tavira.

Há três empresários que se quisessem falar poderiam esclarecer toda esta tramóia.

Um está disponível para falar, mas quando ouvido pela P. J. não sentiu confiança suficiente para “abrir o livro”, pudera...!

Outro antes de falar foi contratado a bom dinheiro pelo S. L. Benfica para a função: “estar calado”.

O terceiro está fora do País, mas perfeitamente localizado.

Não temos opinião formada sobre o nosso colega titular do processo “Mantorras”, mas sabemos quem o rodeava e recolhia informação privilegiada.

Foi essa informação privilegiada que levou o Sr. Luís Vieira a combinar com o Sr. Joaquim Oliveira a caixa no 24 Horas da sua ida à P. J..

Tal notícia foi previamente combinada entre os dois e o que se passou foi uma autêntica encenação (lá vem outra vez a queda para a sétima arte) do Sr. Luís Vieira.

Entender-se-á esta combinação, que retirou à P. J. a oportunidade de ouvir como arguido o Sr. Luís Vieira, quando se perceber quem está por detrás da empresa em Off Shore “Spinelli”, proprietária do Alverca.

Serão os Srs. Vieira e Oliveira?

A desorientação foi de tal ordem que ao que consta, para se verem livres de um jogador que tinha contrato até 2008, rescindiram-lhe o contrato por mútuo acordo, mas sem ele saber.

Mas o caso “Mantorras” não é virgem.

Os adeptos do S. L. Benfica deveriam saber qual o destino que os Srs. Vieira e Veiga deram aos dois milhões de euros que dizem ter custado o jogador Kikin Fonseca ao Cruz Azul.

O site sportugal divulgou que o jogador veio a custo zero e eles, imediatamente, venderam-no para que se não falasse mais no assunto.

Outro negócio que era importante perceber foi o do jogador Marcel.

Na véspera da sua concretização, a sua anterior equipa foi jogar ao estádio da Luz.

Foram severamente prejudicados, de tal forma que quem prestou declarações à comunicação social foi o seu presidente, agastadíssimo com o que se passara.

Surpresa das surpresas no dia seguinte aparece a negociar o referido jogador.

Voltemos à época 2004/2005 (ano em que o S. L. Benfica quebrou o longo jejum), nomeadamente à sua preparação, na qual o S. L. Benfica em vez de contratar jogadores contratou pessoas para os órgãos sociais da Liga, controlando-a na sua totalidade.

Este assunto é deveras conhecido do público em geral, pois o Sr. Vieira chegou inclusivamente a tecer declarações em que confirmava nitidamente as suas intenções.

Porém, desconhecerá a maioria das pessoas o que foi negociado com o segundo clube com mais influência nesse ano na Liga (Braga).

O Sr. António Duarte (representante do Braga) e n.o 2 do Sr. Cunha Leal tinha que dizer ámen a tudo o que este último quisesse.

Os dois clubes foram durante a época escandalosamente beneficiados, mas no momento da decisão do campeonato, como o Braga ainda era candidato, ainda houve desentendimentos, mas decidiram oferecer o campeonato ao Benfica com a contrapartida do presidente do S. C. Braga construir, por adjudicação directa, o Centro de Estágio do Benfica, através da sua empresa de construção “Britalar”.

Já que falamos do Sr. Salvador era importante investigar as ligações que possui à Bragaparques e ao Sr. Vieira.

O Controlo dos órgãos da Liga não se limitava aos de maior visibilidade, pois o Sr. Vieira introduziu uma série de elementos que ainda hoje lá se encontram, nomeadamente alguns Delegados.

Um desses Delegados, de nome Reinaldo, foi contratado no Algarve através de um colaborador do Sr. Luís Vieira, o sobrinho do Presidente da Câmara de Albufeira.

Neste momento, já estão na Liga como Delegados dois funcionários das empresas do Sr. Reinaldo.

São os tentáculos do polvo a crescer.

Esse senhor Reinaldo foi o Delegado nomeado para o jogo Benfica-Porto da época 2005/2006 e que impediu, ainda sem as fichas de jogo entregues, a ida ao relvado, antes do início do encontro, de alguns elementos do F. C. Porto, nomeadamente um dos seus médicos e o seu presidente.

Coincidência das coincidências, na época transacta, 2006/2007, o mesmo Delegado foi nomeado para o Benfica-Porto.

Mas quem é este Sr. Reinaldo?

É um fervoroso benfiquista e proprietário de várias empresas no Algarve, direccionadas para a venda e aluguer de habitação.

É para as suas habitações que a Liga envia todos os elementos que têm de se deslocar para o Algarve.

Por outro lado, o Sr. Luís Vieira custeia os alojamentos de férias dos árbitros e árbitros assistentes, observadores, delegados e assim por diante que frequentemente passam férias nas instalações do Sr. Reinaldo.

O que receberá em troca o benemérito Sr. Luís Vieira?

Traçado que está o perfil do “pagante” de toda esta farsa era importante perceber o valor das importâncias que despendeu com a D. Carolina para que avançasse com o livro, para se disponibilizar a prestar as declarações que prestou, bem como com os funcionários da nossa Instituição que deram guarida a tal estratagema.

Sabemos que o Sr. Luís Vieira virá, como é óbvio, atendendo aos seus tentáculos, a ter conhecimento desta comunicação.

Não temos disso receio, apesar das ameaças veladas que alguns de nós já recebemos.

Conhecemos perfeitamente os seus homens, que brindes lhes oferece e como estão estrategicamente colocados.

Até ao nível da Direcção, mas isso há-de ser limpo, nem que para isso joguemos sujo, como o Sr. Luís.

O Sr. Luís frequentemente diz-se um exemplar chefe de família e não paga garrafas de champanhe.

É nosso conhecimento que o Sr. gosta de outros tipos de garrafas, nomeadamente frascos de perfume, não é?

E também conhecemos a sua veia caritativa para oferecer vivendas.

Para já fiquemo-nos por aqui, ok Sr. Luís?

Esta comunicação está a ser efectuada num PC da Instituição, mas que não está distribuído a nenhum de nós.

Talvez o seu homem de Vaiado dos Frades quando decidir descobrir em que local o documento foi efectuado tenha uma surpresa.

Recordaremos, por último, ao Sr. Luís Vieira que é do nosso conhecimento que o que conseguiu com a D. Carolina já havia tentado com a anterior esposa do Sr. Pinto da Costa.

Mal a separação aconteceu, convidou-a para passar a passagem de ano no Hotel Montechoro e, em seguida, tentou inúmeras jogadas, mas infelizmente para si a Sr.ª D. Filomena é uma senhora.

Por fim, sugerimos a V. Ex.ª, Sr. Procurador-Geral, que providencie para serem encontradas instalações para a equipa “milagrosa” na Rua António Maria Cardoso, pois os três episódios que a seguir contamos, assemelham-se a práticas ali, em tempos, realizadas.

1. Quando da audição do empresário António Araújo o mesmo foi aliciado na presença do seu advogado a imputar as responsabilidades ao presidente do F. C. Porto, dando-lhe como contrapartida o arquivamento dos seus processos.

2. A Sr.ª D. Filomena, ex-esposa do Sr. Pinto da Costa, foi ouvida por factos relacionados com a venda de um imóvel, num período em que já estava separada do referido Sr..

Estavam em causa os valores da venda, pois havia a suspeita que o valor de escritura não seria o valor real.

Prometeram-lhe o arquivamento dos autos, desde que se disponibilizasse a falar da vida do seu ex-marido.

Apesar de não ter aceite não se coibiram de lhe efectuar algumas perguntas sobre tal senhor.

3. Não obstante os intensos treinos, as audições da D. Carolina não correram sempre bem.

Assim, à cautela o seu treinador colocava-se atrás do colega que procedia à audição para, por gestos, lhe poder dar indicações sobre alguma dúvida que a mesma tivesse.

Entre outras indicações, recordamos a que se passou quando lhe perguntaram quem recebeu à porta da residência do presidente do F. C. Porto o árbitro Augusto Duarte.

A D. Carolina respondeu imediatamente que foi o seu ex-companheiro, mas eis que o seu treinador brandindo a mão em sinal negativo, lhe dá indicações em “V” com os dedos indicador e médio, sugerindo-lhe duas pessoas e em seguida apontando para si, sugere-lhe que ela também recebeu o referido árbitro.

Assim declarou a D. Carolina, pois é bem mandada.

Realça-se que a D. Carolina quando este episódio se passou encontrava-se doente, inclusivamente acamada, não tendo sido, como é lógico, quem recebeu o referido Augusto Duarte.

Presumimos que as investigações a efectuar nos processos relacionados com o apito dourado deveriam começar pelos processos arquivados, pois atentas as informações de quem não aceitou os arquivamentos será de prever inúmeras anuências aos objectivos da equipa “milagrosa”.

Para tal deverão ser nomeados magistrados e polícias íntegros e sem máculas, para que se possa apurar todas as manigâncias praticadas.

Acreditamos que V. Ex.ª desconhecia todos os factos aqui denunciados e que providenciará para que seja reposta a verdade, culpabilizando os verdadeiros culpados e inocentando os que não cometeram ilícitos.

No entanto, como “o seguro morreu de velho”, enviaremos cópias desta comunicação a diversas entidades para que os factos aqui denunciados não “caiam novamente no silêncio”.

Assim, serão enviadas cópias para:

.Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional;
.Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol;
.DIAP - Porto;
.F. C. Porto e
.Produtora Utopia (como as filmagens começaram há dias, ainda poderão “enriquecer” a personagem do Sr. Vieira).

Aproveitamos a oportunidade para solicitar a V. Ex. a que informe a Dr. a Mizé Tung que também fizemos milhares de quilómetros e falámos (sem ter nada para prometer, nomeadamente arquivamentos) com centenas de pessoas.

Os depoimentos recolhidos são puros e verídicos, pois não houve qualquer tipo de manipulações, nem prévios treinos.

Possuímos gravações de imagem e som, bem como documentação que comprova o aqui exposto e estaremos disponíveis para as ceder, desde que vejamos que o sentido a dar a estes casos seja o sentido da verdade e da justiça.

Fá-lo-emos de forma anónima, como agora, pois não queremos colocar as nossas carreiras em risco.

Mas, caso vislumbremos alguma tentativa de manipulação dos factos, temos jornalistas “prontos” para divulgar como foi criada a maior FARSA DA JUSTiÇA PORTUGUESA.

Se à D. Carolina escreveram um livro indicando-lhe o guião, também poderemos indicar o guião a alguém que queira escrever um livro, eventualmente com o título “Tu, Luís...”.

Lisboa, 3 de Julho de 2007

 

Outras histórias....

 

Em Dezembro de 1995, o jornal "A Bola" reproduziu uma entrevista dada pelo ex-árbitro inglês Howard King, onde o mesmo revela que fora aliciado com prostitutas oferecidas por Sporting e Benfica nos dias que antecederam os jogos para as competições europeias. Como actualmente estamos em época de acreditar em tudo o que lemos, resta-me pôr a seguinte questão: Terá sido apenas com Mr. King...?

O 1º caso passou-se em 1984, num jogo entre o Sporting e o Dinamo de Minsk em que os leões viriam a vencer por 2-0. Na noite anterior, afirma King, foi levado a um local "onde se encontravam muitas raparigas das mais belas e bonitas" (citação de King), tendo-lhe sido dada a possibilidade de escolher a que ele desejasse (o que veio a suceder).

De regresso a Portugal, em 1992, desta vez para um jogo entre o Benfica e o Sparta de Praga, mais uma vez Mr. King teve a oportunidade de confraternizar com uma jovem, desta vez supostamente encarregada para o efeito pelo clube encarnado e ainda com o bónus de receber prendas que excediam em muito o autorizado pela Uefa.
 

Categoria: FCPorto

Hoje acordamos com a notícia da publicação audio no youtube das escutas do processo apito dourado, que já haviam sido publicadas na imprensa escrita, e portanto já eram conhecidas de todos.


Esta publicação após Pinto da Costa ter sido ilibado em 11 de Dezembro de 2009, viola a lei, e nada acrescenta ao que já toda a gente sabia da sua transcrição escrita nos jornais.


Trata-se portanto de uma tentativa de difamar a imagem dos absolvidos, e criar um clima de ódio.


Como se pode constatar no Youtube, existem comentários como morte aos tripeiros etc, que poderão gerar um clima de "guerra civil" entre benfiquistas e portistas.

 

Ambiente este que tem sido a ser fabricado pelos órgãos de comunicação social nesta época desportiva, com constantes ataques ao nosso clube.


Espero sinceramente que daqui não advenham actos violentos entre adeptos.


De acordo com a lei, as escutas de processos já encerrados não podem ser publicadas, e por conseguinte o Correio da Manhã e o utilizador do YouTube "Tripulha", vão ser alvo de um processo crime, e terão de dizer quem  lhes deu acesso às escutas.


Estabelece o Código do Processo Penal, que "não é permitida a publicação de conversas ou comunicações interceptadas, mesmo que o processo de que fazem parte já não esteja em segredo de justiça, a não ser que haja autorização dos intervenientes nessas conversas". "Se não tiver havido essa autorização, que é o ponto de partida que estamos a assumir, então essa divulgação viola a lei e faz incorrer quem a promova na prática do crime de desobediência simples".

 

Numa curta nota hoje enviada às redacções, de imprensa a Procuradoria-Geral da República afirma "desconhecer em absoluto com o é que as escutas foram parar ao Youtube", um site de divulgação áudio e vídeo de acesso livre, e garante que "hoje mesmo o Procurador-Geral da República vai mandar abrir inquérito".


A divulgação na Internet das escutas ao presidente do Futebol Clube do Porto, feitas no âmbito do processo Apito Dourado, é um crime previsto e punido pela nova lei do cibercrime, em vigor há três meses, afirma o especialista Pedro Verdelho.

 

Todos sabemos que quem publica isto só tem um intuito, julgar/difamar Pinto da Costa em praça pública, e gerar um clima de ódio e confronto.


Pinto da Costa já foi julgado pelos tribunais de direito pelo que hoje se publicou no Correio da Manhã e You Tube (antes publicado na imprensa escrita), e absolvido.


Todos nós que também tivemos oportunidade na altura de ler nos jornais as escutas ao Luís Filipe Vieira, que foi apanhado a combinar árbitros,  constatamos que nada se fez para levar este senhor à justiça.


O que foi publicado incomoda me enquanto cidadão, pois com este clima de ódio que se está a gerar, não sei até onde teremos consequências graves. 

Categoria: FCPorto

Artigo publicado por Pedro Rocha em carregaporto.blogspot.com


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Belenenses (9)2-2(10) F.C.PORTO

Oitavos de Final da Taça de Portugal
Estádio do Restelo, Lisboa

F.C. PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Bruno Alves (Cap.) e Alvaro Pereira; Tomas Costa, Raul Meireles e Valeri; Varela, Falcao e Rodriguez.
Substituições: Valeri por Farías (73min.), Fucile por Guarín (83min.) e Falcao por Mariano (102min.)

Pequenas Notas
Destaques positivos
.Beto
.Falcao
.Rodríguez

Destaques negativos
.Espectáculo TVI
.Permissividade defensiva
.Varela

O Jogo
Mais uma vez o futebol praticado não foi o melhor. Mais uma vez tivemos que recuperar de várias desvantagens. Conseguimos. Passamos. Num jogo que parece ter sido feito para colocar à prova o mais apaixonado dos adeptos. Três horas de sofrimento, três horas a ouvirmos comentários dignos de um qualquer programa de apanhados. Ao 30º penalti escreveu-se a nossa vitória, ao 30 penalti carimbou-se o passaporte para os quartos.

Apesar de estarmos a defrontar o "lanterna vermelha", mais uma vez a nossa exibição não foi condizente como o poderio que nome FCP representa. Com um futebol algo previsível conseguíamos equilibrar a partida com o Belenenses sem que o futebol de parte a parte chegasse para empolgar quem quer que fosse. Foi portanto ainda muito a frio que sofremos o golo apontado por Lima - onde é que eu já ouvi este nome. Beto a borrar completamente a pintura com uma saída absurda e um chapéu perfeito levantava a primeira indicação de que afinal a história iria ser muito mais difícil de ser escrita do que aquilo que era inicialmente previsto.
Mais uma vez a reacção foi positiva e Falcão alcançou o empate quase de imediato. Empate reposto, tempo para Varela desperdiçar as escassas oportunidades que ainda fomos construindo. O futebol continuava pobre, culpa de ambas a as equipas, mas a nós o que nos interessa é o FCP, e é também o facto de estarmos a defrontar o último classificado e não produzir um futebol minimamente interessante. Chega a ser indescritível a previsibilidade do futebol apresentado desde o empate até ao intervalo.

Mas desengane-se quem pensar que o cenário mudou após o início do segundo tempo. Continuávamos a ser uma equipa sem ideias, perdida algures naquele relvado sem nunca se encontrar e sem encontrar quem a comandasse. Rodríguez mostrava vontade, Pereira apoiava de forma incansável mas não chegava, não para uma equipa como a nossa. E assim foi navegando o jogo, na expectativa do que poderíamos alcançar do mesmo, mas com pouca vontade para o conquistar. Quando já perto do fim da partida Lima - quem mais - fez o segundo golo esta ida a Lisboa assumia contornos de pesadelo. A Taça parecia fugir-nos por entre os dedos mas a reacção foi novamente positiva e Rodríguez alcançou o golo após assistência de Pereira, pois claro está. Foi o lado esquerdo, precisamente o sector que melhor terá estado no meio daquele marasmo, que produziu o golo que nos colocava de volta no jogo. Até ao final, e já pouco faltava para jogar, foi curiosamente o Belenenses a demonstrar mais iniciativas credíveis na tentativa da obtenção do golo, mas tal não veio a acontecer e assim sendo estávamos destinados a um prolongamento de todo inesperado antes da partida, mas natural através do decorrer da mesma.

No prolongamento apenas há a destacar a expulsão por vermelho directo de Rodríguez, ao travar um ataque rápido do Belenenses. Era já de esperar que a partida não terminasse com 11 jogadores de parte a parte, mas sobre isso mais à frente falarei. Destaque ainda para aquela substituição inacreditável, de tão inacreditável que foi, mereceu referência imediata dos nossos adeptos para a mesma. Que mal esteve aqui o professor.

Chegamos então ás grandes penalidades. Foi aqui que esta partida assumiu os contornos de surreal. Parecia que nenhuma das equipas queria vencer. Ora falho eu, ora falhas tu. Para um dia mais tarde recordar, mas apenas o facto de terem sido necessárias tantas grandes penalidades para alcançarmos a vitória, porque todo resto queria eu esquecer e depressa. Esperemos é que os responsáveis não esqueçam, porque há ali muito para se aprender. Beto assumiu então o papel de herói, numa partida onde iniciou por contribuir e de que forma para o primeiro golo do adversário. Numa partida onde até a entrega de alguns elementos foi menos evidente que o habitual, aos soluços lá estamos, segunda-feira é o sorteio.

Os Jogadores

Beto - O destaque que merece vai inteiramente para as grandes penalidades que defendeu e até para a que converteu. Para percebermos um pouco como funciona este mundo do futebol, se a partida terminasse no prolongamento nada o retiraria dos destaques negativos, os penaltis fizeram-me colocá-lo no extremo oposto. Aquele primeiro golo não pode ficar esquecido, uma saída totalmente ridícula.
Fuclie - Fez um jogo parecido com do passado sábado. Está longe de ser aquele Fucile que empolga os adeptos e que até os faz cansar só de verem a sua entrega e dedicação. A anos luz do seu companheiro que alinha à esquerda.
Rolando - Mais um que alinhou pela mesma medida que no passado sábado, o que quer dizer que mais uma vez esteve abaixo do que é normal.
Bruno Alves - Juntou-se a Rolando numa partida em que parece faltado a chama. Foi por aqui, por este apagamento da nossa dupla de centrais que surgiram os maiores problemas para a nossa baliza.
Álvaro Pereira - Foi o preterido para a inclusão do Beto nos destaques pela positiva. Correu quilómetros, lutou, e foi sempre esclarecido. Fica com uma assistência para o seu pecúlio e com uma ficha limpa no que concerne à conversão da marca do castigo máximo. Muito boa exibição.
Tomás Costa - Num meio campo com uma exibição na generalidade pobre, não escapou a essa realidade. Tem a atenuante de estar numa posição que para ele é estranha, e também é de se ressalvar a sua capacidade de adaptação a qualquer situação - terminou a partida a lateral - mas hoje esteve longe de empolgar.
Valeri - Voltei a não gostar do argentino. Parecia-me evidente que Belluschi não iria alinhar, foi uma brincadeira no sábado, Jesualdo confiou-lhe então a responsabilidade de trazer a tal criatividade que muitos afirmam que possui. Se possui ou não, sabe ele, Deus e o treinador, o que eu sei é que não a demonstrou.
Raul Meireles - Com uma exibição longe de empolgar, conseguiu ser regular, Será que chega? Num meio campo com um rendimento como o de hoje teve, lá vai servindo.
Varela - Hoje foi displicente Já no domingo foi aqui e ali mostrando apontamentos menos interessantes, mas hoje falhou golos incrivelmente e bolas de forma infantil. Mas, e existe sempre um mas, mostrou a muita gente como se marca um penalti, no caso duas vezes.
Falcao - Fez um bom golo e lutou bastante. Foi substituído de forma incrível, quando dava a sensação que ainda podia fazer algo mais dentro de campo.
Rodríguez - Uma expulsão pode manchar sempre a imagem que temos da exibição de um jogador. Hoje isso não aconteceu quando vi o uruguaio ver a cartolina vermelha, não que eu goste de ver a nossa equipa ainda mais fragilizada, mas porque se viu que este homem deu tudo o que havia para dar em campo. Fez ainda um golo e combinou sempre bem com Pereira.
Farías - Entrada algo morna na partida e também algo tardia. Fica na retina o facto de ter marcado (finalmente) o penalti decisivo.
Guarín - Protagonizou alguns momentos interessantes. Teve um papel relevante na obtenção do nosso empate, mas arriscou um pouco numa ou noutra ocasião. Apesar disso gostei mais desta entrada, que da entrada no passado sábado.
Mariano - Nada a assinalar.

Outras Notas

. Mais um espectáculo deprimente por parte dos comentadores da TVI. Depois de apelidarem de heróis os jogadores do Belenenses, de não controlarem a baba sempre que o Lima tocava na bola e de mostrarem-se sempre muito agitados quando a equipa de Belém estava na liderança, a pouca credibilidade que tinham esfumou-se por completo. É triste, é lamentável, é de uma pouca vergonha atroz.

.Mais uma arbitragem lamentável. Um critério de cartão fácil deixava adivinhar o pior. Só foi um jogador expulso e para o nosso lado (não estou a contestar a expulsão), mas pergunto-me como o Devic terminou a partida. Mais dois lances duvidosos na área adversária que passaram em claro.

 

Categoria: FCPorto

 

Javi Garcia agride Meyong com um pontapé na cabeça

 

 

Agressão de Cardozo a João Pereira

 

Saviola agride Paulo Cesar

 

 

Luísão pontapeia jogador do Nacional; Golo mal anulado ao Nacional; Golo limpo do Belenenses anulado; Agressão de David Luiz a Briguel; Dois Penaltis por assinalar frente à Académica

 

Pisadela a Ruben Micael

 

 

Golo de Saviola irregular

 

Categoria: FCPorto

in record.pt


"Vandinho, capitão do Sporting de Braga, foi o mais recente envolvido nos incidentes ocorridos no Estádio Axa, quando da visita do Benfica a Braga. Na altura, falou-se de um eventual desentendimento entre o médio bracarense e Raúl José, adjunto de Jorge Jesus na Luz.

Pedro Machado, antigo dirigente dos bracarenses, denunciou a situação aos microfones da "Antena-Minho", afirmando que decorre na Liga de Clubes um processo instaurado a Vandinho por alegada agressão a Raul José.

O inquérito terá sido aberto com base num depoimento por escrito enviado por Raul José, mas Pedro Machado, em declarações à Antena 1, afirmou ter conhecimento de que Vandinho está inocente em todo este processo, acusando Raúl José de ter provocado toda a situação.

"O treinador adjunto do Benfica, Raúl José, diz que foi agredido, num depoimento que prestou. Há iminência de que, caso seja provado judicialmente, o castigo vá de três a seis meses. Tudo só com base num depoimento. Mas há imagens que provam que o Raul José agrediu o Vandinho e não há uma que mostre o contrário", declarou Pedro Machado."

Está tudo feito... A comissão disciplina vai punir o Vandinho com 3 a 6 meses, para puder ter justificação para punir Hulk e Sapunaru com igual pena ... embora sejam casos distintos, uma vez que o adjunto dos mouros é agente desportivo e o stwerd não o é, e nem podia estar naquele local. E para o atraso vão dizer que estavam com este processo, antes do nosso...

Palhaçada
!

 

A crónica do Antonio Tadeia no  jornal o Jogo de hoje sobre Hulk e Sapunaru é lamentavel e merecia uns quantos mails para o jornal a reprová-la.

Esse António Tadeia é um sportinguista, que escrevia no jornal Record.
Não fazia a mínima ideia que tinha sido contratado pelo jornal o Jogo.
A crónica dele  é  tendenciosa e lamentável.
Ele já condenou Hulk e Sapunaru, e o que lhe inquiteta a alma é que saiam os castigos e que sejam pesados segundo a sua vontade.

E aliás diz que não se deve recorrer a frinchas/tecnicalidades da lei ... ou seja não há direito a defesa, pelo facto de o stwerd não poder estar naquele local, e ter impedido no ínicio do jogo que Reinaldo Teles fosse ao relvado, e ter mandado bocas no final do jogo.
Sejamos racionais, o Hulk ou o Sapunaru não iam agredir ninguém só porque "eh pah estou mal disposto deixa me bater neste". Enfim pseudo jornalistas armados em juízes e cegos pela paixão anti portista....sim que estes senhores não tem clube.
Mais uma vez se prova que o FC Porto tem de lutar contra tudo e contra todos.

O jornal o Jogo já defendeu mais os interesses das equipas nortenhas, mas foi completamente minado. 

Nós portistas já há muito deviamos ter actuado e mobilizado  para nos manifestarmos contra estes "bastardos sem glória".

Categoria: FCPorto


Como perder 4 pontos diante da pior equipa da liga.

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F.C.PORTO 1-1 F.C. Paços de Ferreira

Décima Sexta Jornada da Liga Sagres

Estádio do Dragão, 26.709 espectadores

FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves (cap) e Álvaro Pereira; Belluschi, Tomás Costa e Raul Meireles; Varela, Falcao e Rodríguez
Substituições: Tomás Costa por Farías (60m), Fucile por Guarín (74m) e Belluschi por Mariano (79m)

Primeiras Notas:
Destaques positivos
.Atitude dos Adeptos
.Exibição bem conseguida em certos momentos da partida
.Álvaro Pereira

Destaques negativos
.F.C. Paços de Ferreira
.Arbitragem Vergonhosa
.Belluschi

O Jogo
A época passada foi uma equipa ao Dragão fazer um tipo de jogo em tudo similar ao que o Paços de Ferreira realizou hoje. O seu nome era Trofense e agora joga na Liga Vitalis. Acreditem ou não foi precisamente esse o meu desejo quando saí do Dragão após esse jogo, hoje o desejo foi o mesmo mas com um destinatário diferente, nem o facto de ser a equipa da terra atenua esse meu desejo de ver equipas como esta numa liga condizente com o seu valor, e sim, nem a Vitalis merece tamanha mediocridade.

É sempre complicado escrever o que quer que seja acerca de um jogo que toda gente sabe que merecíamos ganhar, e que havíamos ganho não fosse mais um roubo de igreja a lembrar os tempos calabotianos pré revolução, pré liberdade. A verdade é que no somatório das duas voltas em jogos com o Paços de Ferreira já perdemos 4 pontos e fomos prejudicados em ambos os encontros. Hoje aquele golo do Falcao mal, muito mal anulado é mais um exemplo claro daquilo que se tem passado um pouco por todos os campos deste país. Amigos, o Slb tem que ser campeão, nós lutamos, os jogadores tentam, mas assim é muito difícil.
Esta primeira parte teve um pouco de tudo o que pode ser encontrado num jogo típico de liga portuguesa, jogadores às portas da morte, outros que resmungaram uma vez, esganiçaram duas e voltaram a resmungar mas o auxiliar assobiava para o lado, um guarda-redes com tanta rapidez na reposição das bolas como o vencedor numa corrida de tartarugas. O que fez o árbitro? Fez de conta que não viu... Mas isto é tudo um jogo de acção/reacção, e o que não via um, via o outro a mais. Refiro-me ao golo não invalidado que viria coroar um momento de domínio avassalador por parte do FCP. Mesmo antes e após esse instante criamos várias ocasiões que com a finalização mais apropriada nos permitiriam chegar ao intervalo já com uma vantagem confortável. Destaque para aquele cabeceamento de Falcao onde o colombiano fez o mais difícil, infelizmente não seria esta a única vez em que tal aconteceu. Chegava o intervalo e o resultado não servia, adivinhava-se um segundo tempo sobre brasas.

Ao intervalo os corredores do Dragão aguardavam impacientemente para rever o lance anulado a Falcao, lance esse que muitos já haviam descodificado através da rádio mas como diz a sabedoria popular "é ver para crer". O que os olhos viam era precisamente que só não estavam naquele momento a saborear da tranquilidade que uma vantagem no marcador representa, porque o auxiliar assim não o entendeu. E como é complicado assistirmos uma uma segunda parte onde a bola teima não entrar, onde a exibição também já não é tão bem conseguida e imagine-se, onde o adversário que só veio ao Dragão desfilar anti-jogo acaba por marcar um golo. De referir que foi bem audível um apito antes do golo. De onde surgiu não se sabe mas a verdade é que poderá ter confundido os jogadores, e até os adeptos que ainda mais confundidos ficaram quando viram a bola a bater no fundo das nossas redes. Os momentos que se seguiram são praticamente indescritíveis. O silêncio, a apreensão e porque não, a revolta de vermos a nossa equipa atrás de um marcador que deveria ser nessa altura dilatado em nosso favor. Não o estava porque Falcao hoje voltou a falhar golos inacreditáveis, e não esquecendo, não estava porque o auxiliar não quis que estivesse.
Até ao final foi arriscar tudo. Até ao final apenas pudemos celebrar um mísero golo que representou a mesma contagem em termos de pontos. Hoje perdemos dois pontos. Hoje roubaram-nos 2 pontos. Mais uma noite normal num circo patrocinado pela Sagres.
Agora a avaliação total dos danos que este percalço poderá ter representado só poderá ser feita amanhã, após as partidas do líder Braga e do segundo classificado. As nomeações não auguram nada de bom, pode ser que esteja enganado. Para finalizar, gostaria de frisar o apoio que os adeptos foram capazes de dar à equipa. Apenas uma plena comunhão entre ambos pode destruir esta máquina trituradora a que chamam "Andor".

Os Jogadores
Helton - Noite tranquila em que sempre que foi chamado a intervir correspondeu com segurança. Pouco ou nada mais poderia fazer no lance do golo.
Fucile - Mais uma exibição mediana do uruguaio. Sempre que subia no terreno pautava esses movimentos com um previsibilidade quase exasperante. A rever esse aspecto.
Rolando - Anda a dormir este homem? Quantas vezes tem que lhe dizer o Bruno Alves para subir até que este aprenda? Nenhuma, ele não aprendeu, nem quando viu o golo do Paços ser consumado porque o menino decidiu por este mundo e aquele em jogo. Será o efeito Manchester?
Bruno Alves - Faltou-lhe a fibra necessária para que a partir de um certo momento da partida deixasse de devolver as bolas ao Paços de Ferreira sempre que um jogador decidia que tinha uma variz prestes a rebentar na perna. Fair-Play sim, quando há alguma reciprocidade nesse aspecto.
Álvaro Pereira - Incansável no apoio ao ataque. Correu quilómetros e aplicou sempre uma qualidade elevada naquilo que foi fazendo no relvado. O melhor do FCP.
Tomás Costa - Parecia quase sempre à procura da posição correta mas lá foi cumprindo a sua obrigação numa posição que está longe de ser a sua.
Belluschi - Zero. Uma nulidade. Passes de trivela de 30m? Mas onde é que pensava que estava este argentino? Nem os de 5 metros ele hoje acertou, foi um verdadeiro exagero o numero de bolas que ele entregou ao adversário.
Raul Meireles - Exibição razoável. Nunca deu muito nas vistas quando jogou numa posição mais avançada no terreno e quando se viu forçado a descer um pouco no terreno desapareceu por completo.
Varela - Não sei se foi visível a toda gente, mas este Varela que hoje defrontou o Paços de Ferreira não é o mesmo de à 15 atrás. Displicência a tocar o limite do vedetismo... Não é este o Varela que o Porto precisa.
Falcao - Fez dois golos mas desperdiçou de forma escandalosa outros tantos. Não sei como se podem explicar estes lapsos na finalização de lances aparentemente fáceis. Será excesso de confiança?
Rodríguez - Melhor no primeiro tempo e menos lúcido no segundo. Melhor muito em relação à partida anterior e esperemos que continue a evoluir nesse sentido.
Farías - Voltou a combinar muito bem com Falcao. Hoje não foi o talismã mas entrou bem na partida, pecando essa entrada por tardia.
Guarín - Não entrou tão bem como costuma fazer.
Mariano - Entrou bem na partida. Esteve pouco tempo em campo mas no pouco tempo que teve ajudou a equipa a encostar o Paços às cordas.

Vídeos


Categoria: FCPorto

ENCONTREI ESTA PETIÇÃO

É IMPORTANTE QUE TODOS ASSINEM

A todos os adeptos da Verdade Desportiva

Olá a todos os adeptos da verdade desportiva assinem esta Petiçao para o sr Ministro do Desporto e o seu secretário de Estado investigarem o Apito encarnado que tanta batota faz em jogos do SLB E QUE PREJUDICA VISIVELMENTE E CONSTANTEMNTE O PORTO
UNS ANTES FALAVAM DO APITO DOURADO PINTO DA COSTA PARA ALI PINTO DA COSTA PARA ACOLÁ ENFIM E AGORA LIMITAM-SE A FICAR CALADOS PORQUE ESTAO A SER BENEFICIADOS EU NAO ME VOU CALA QUERO VER OS RESPONSAVEIS DO SLB QUE ANDAM POR DETRÁS DE TUDO ISTO NA CADEIA ENFIM ABRAÇOS

 

Os signatários

 

Assinar petição

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1050

Categoria: FCPorto

INCLUI RESUMO DO MAN UNITED - FC PORTO DE 1977/1978

 

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Corria a época de 1977/78, e na Taça das Taças, após termos eliminado o Colónia (2-2 na Alemanha e 1-0 em Coimbra, por interdição das Antas), apareceu-nos pela frente na 2ª eliminatória o Manchester United.


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Nessa época o Manchester United atravessava um período negro da sua história. Entre 1967 e 1993 apenas haviam conquistado 2 títulos de campeões ingleses, e na época de 1974/1975 disputaram mesmo na 2ª. Divisão inglesa.

O F.C. Porto no final da época 1977/1978 quebrou o jejum de 19 anos sem ganhar campeonatos nacionais. Gomes foi o melhor marcador do campeonato, ao apontar 25 golos.
O treinador era o “mestre” Pedroto que tinha o condão de contra equipas inglesas lhes dificultar a vida. Tinha o feito aquando da sua passagem pelo Vitória de Setúbal, conseguindo numa só época a eliminação do Leeds e o Liverpool, na altura dois nomes grandes do futebol europeu. E enquanto seleccionador nacional havia conseguido um empate a zero frente a Inglaterra em 1974.


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Pedroto
 
Nesta 2ª. eliminatória da Taça das Taças frente ao Manchester United, dois jogadores portistas brilharam especialmente.

No Estádio das Antas na primeira mão, brilhou o brasileiro Duda (contratado ao Setúbal), que marcou de 3 golos, o outro golo foi apontado Oliveira, selando o resultado final nuns expressivos 4 a 0 que nos davam uma aparente tranquilidade para o jogo da segunda mão em Old Trafford.

O outro grande momento de Duda nas competições europeias ficou guardado para o Estádio San Siro. Depois do 0-0 da 1ª mão, o avançado do FC Porto marcou, ao conceituado Albertosi, o golo que eliminou os italianos da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1979/80. O campeoníssimo AC Milan, orientado pelo carismático Nils Liedholm e com Franco Baresi, Walter Novellino, Gianni Rivera, Fabio Capello e Albertino Bigon, entre outros, no plantel, caía aos pés do FC Porto de José Maria Pedroto, naquela que foi a nossa primeira vitória naquele mítico estádio. “Hoje arrancámos para um FC Porto de aura europeia”, foram as primeiras palavras de José Maria Pedroto depois de eliminar os italianos.

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Na segunda mão em Inglaterra, logo aos 8 minutos o Manchester United abre o marcador, mas o herói portista desse jogo, Seninho ao minuto 29 empata. Aos 39 minutos Murça aponta o seu primeiro auto-golo no jogo, e passado 5 minutos os ingleses ampliam para 3 a 1 o resultado. Na segunda parte do jogo o Manchester United aos 65 minutos faz o 4 a 1, mas novamente Seninho ao minuto 85 cala os ingleses reduzindo para 4 a 2. O jogo não terminou sem que o infeliz Murça apontasse o seu segundo auto-golo. O resultado final foi portanto 5 a 2.

Na época 1977/78, Seninho era um dos principais jogadores numa equipa que alinhava normalmente com Fonseca, Gabriel, Simões, Freitas e Murça, Rodolfo, Octávio e Ademir, Seninho, Oliveira e Gomes.
A Seninho os 2 golos valeram-lhe o interesse do Cosmos dos EUA, que, verdadeiramente encantados com o seu jogo em Old Trafford, lhe ofereceram um contrato de 12 mil contos mais oito mil contos para o Porto. Foi, talvez, a primeira grande transferência de um português para o estrangeiro.

altSeninho



Ia o Seninho numa corrida desenfreada junto à linha e Pedroto grita-lhe: “vai à linha e centra! Vai à linha e centra!”. Quanto mais Pedroto gritava “Vai à linha e centra!” mais o Seninho ia para o centro do campo e à entrada da grande área, com um potente remate, faz golo. Pedroto encolhe os ombros e diz para o banco: “Ok! Também está bem.”


Nas Antas fizemos um dos nossos melhores jogos de sempre na Europa, mas em Inglaterra o jogo correu-nos muito mal, sobretudo pela infelicidade dos dois auto-golos de Murça.

Acabamos por ser eliminados da Taça das Taças por uma das equipas mais fortes da Europa de então, o Anderlecht. Nas Antas ganhamos 1 a 0, mas na Bélgica perdemos por 3 a 0.

No início dessa fantástica época Pedroto disse “Estamos aqui para ganhar o título! Podem chamar-nos de lunáticos, obcecados ou fanáticos... isso não nos importa!”

Trago vos aqui o resumo desse mítico jogo em Old Traford.

Primeira Parte







Segunda Parte



In carregaporto.blogspot.com por Pedro Rocha

 

Um empate... normal

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A.A.Coimbra 0-0 F.C.PORTO


Segunda Jornada da Fase de Grupos da Taça da Liga
Estádio Cidade de Coimbra
F.C. PORTO: Nuno(cap.); Miguel Lopes, Maicon, Nuno André Coelho e Fucile; Prediger; Tomás Costa Guarin e Valeri; Farías e Mariano.
Substituições: Prediguer por Orlando Sá (58min.), Valeir por Sérgio Oliveira (74 min.), Yero por Farias (85 min.)

Pequenas Notas
Destaques positivos
.Guarín
.Maicon
.Melhorias na segunda parte

Destaques negativos
.Prediguer
.Valeri
.Primeira parte

O Jogo
Se existem jogos com duas partes bem distintas este é um deles. Uma primeira parte do mais fraco a que pudemos assistir, em que a táctica era mais do que indefinida e em que o meio campo navegou quase sempre numa onda de intranquilidade onde mais do que dois passes bem conseguidos em sequência era quase uma bênção divina. Depois veio o intervalo e com ele a clara e evidente alteração para um 4-4-2, mais notada após a entrada de Orlando Sá para se juntar a Farias no eixo do ataque.

Foi de facto uma má primeira parte. Que esta equipa não apresenta, nem poderá apresentar um nível de entrosamento elevado, isso parece-me ser evidente para toda gente, mas aquilo a que se assistiu na primeira parte em tudo se assemelha ao nível de entrosamento verificado num qualquer jogo de solteiros contra casados. A juntar a esta natural falta de entrosamento tivemos um sistema táctico manco ou indefinido. Mariano jogava como extremo, sendo o único extremo em campo, não era difícil de adivinhar que o outro lado ficava deserto, tornando o nosso jogo previsível, permitindo que o nosso adversário anulasse todas as nossas tímidas tentativas de subir no terreno. Ao intervalo se alguém tivesse que estar em vantagem esse alguém era a Académica, não que tivesse tido grandes e flagrantes oportunidades de golo, mas porque conseguiu dominar claramente a partida até então.

Depois de 45 minutos desperdiçados, o FCP tentou a custo mudar as coisas. Mudou o disco, o mesmo será dizer que Mariano e Valeri trocaram de posições, mas a música era a mesma e estava longe de empolgar quem quer que fosse. Só quando entrou Orlando Sá é que as coisas começaram a mudar um pouco de figura, mais pela a arrumação que trouxe à equipa do que pelo seu contributo efectivo à mesma. Agora havia mais organização e isso era visível na descida do número de perdas de bola e na criação de jogadas mais complexas, coisa que na primeira parte nunca se havia visto. Estava melhor este FCP, mas sem criar perigo, esse apenas apareceu após a segunda alteração. Foi nos últimos 15 minutos que o FCP conseguiu ameaçar a equipa da Académica, pouco muito pouco, para uma equipa como a nossa, apesar de estar a alinhar com as segundas linhas mais alguns júniores. Guarín demonstrou que conseguia ser melhor opção do que o próprio Valeri naquela posição de falso extremo, Oliveira e Mariano tiveram oportunidades soberanas para marcarem, a bola não entrou e no final sobrou um ponto para cada equipa.

O empate acaba por ser o resultado normal de um jogo em que ninguém merecia vencer de tão mal que foi tratada a bola. Aconteceu taça... da liga...

Os Jogadores
Nuno - Alguns percalços mas no fim acabou por ser um dos melhores da nossa equipa, algo que para mim nem sempre significa algo de positivo, e hoje foi o caso, dada a quantidade excessiva de vezes que teve que intervir.
Miguel Lopes - Foi subindo de uma forma mais tímida do que o habitual. Continua a demonstrar algumas dificuldades no aspecto defensivo mas na globalidade esteve bem.
Maicon - Mais entrosado com o seu companheiro de sector deixou transparecer as muitas qualidades que possui. A rapidez com que aborda os lances é a que mais salta à vista. Serviu muitas vezes como "pronto socorro" para os seus companheiros.
Nuno André Coelho - Essa melhoria na comunicação também foi benéfica para Nuno André Coelho que esteve melhor do que na semana passada, quem sabe também embalado pela renovação contratual.
Fucile - Na esquerda não é tão bom mas cumpre. Na imperialidade que se tinha tornado a poupança de Pereira foi natural a sua utilização até porque falhou o jogo de domingo. Cumpriu, mas esteve menos exuberante do que o habitual e com algumas perdas de bola estranhas.
Prediguer - Continua a actuar num ritmo demasiado lento. Acredito que uma mudança de realidades como esta nunca poderá ser fácil. Veremos se demonstra mais pulmão nas próximas oportunidades.
Valeri - Jogou algures perdido entre o meio campo e foi perdido que esteve quase sempre. Inventou nas bolas paradas tornando-as quase sempre inconsequentes e exigindo a Jesualdo uma chamada de atenção para esse aspecto. Exibição pouco convincente.
Tomás Costa - Também esteve um pouco perdido durante toda partida. Desta vez a sua passagem para a posição de Prediguer não implicou uma grande mudança na exibição, até poque até ali pouco tinha mostrado.
Guarín - Mesmo tendo estado longe daquilo que já mostrou valer, conseguiu ser o melhor do meio campo, isto num universo de 6 jogadores que por lá passaram. Voltou a mostrar a potência da meia distância e ainda criou uma jogada de possível golo desperdiçada pelo Oliveira. No meio da monotonia, foi positivo o seu saldo.
Mariano - Melhor a pressionar do que a criar ofensivamente. Mesmo assim mostrou melhorias em comparação com a semana anterior, em especial na parte da entrega que hoje foi mais visível. Dentro do que foi o jogo podemos assumir a sua exibição como positiva.
Farias - Na primeira parte parecia uma ilha no ataque. Na segunda acusou o desgaste criado por esse facto. Uma das exibições mais pobres do argentino com a nossa camisola.
Orlando Sá - Desde que entrou só me recordo de um lance de registe e que acabou de forma inconsequente. Nada de relevante a apontar.
Sérgio Oliveira - Parece optar sempre pelo passe mais difícil, algo que se justifica pela imaturidade que ainda possui. Esteve perto de marcar mas acabou por falhar aquela que foi a nossa melhor oportunidade.
Yero - Entrou tarde. Com aquele terreno e com o jogo emperrado, os seus centímetros poderiam ser úteis para um tipo diferente de jogo mais directo e menos rendilhado, até porque o terreno estava propício a isso.

Outras Notas

.Três jogos televisionados, três relvados vergonhosos. Coimbra, Leira e Benfica B. Uma vergonha. É caso para dizer que até a relva se adequa à competição e à entidade que a organiza.

Categoria: Labaredas

Este é um excelente post que encontrei na blogosfera portista, mais concretamente no http://dragaodoente.blogspot.com, publicado por Dragão Vila Pouca.

Aqui transcrevo o referido post.

 

"Carta de Adriano Lima a Rui Moreira, a propósito de Calabote, mas não só.


Ainda relacionado com o Trio de Ataque e na sequência do tema Calabote - António-Pedro de Vasconcelos disse que havia de convidar o comentador portista para um jantar e esclarecer o assunto - e como o visitante/comentador, do Dragão até à morte, Adriano Correia de Lima colocou na caixa de comentários, uma carta enviada a Rui Moreira - com conhecimento dos outros comentadores do Trio de Ataque -, que pela sua importância, acho, merecia honras de post, resolvi colocá-la ao dispor de todos, para que definitivamente, deixem de haver dúvidas, sobre uma página triste do futebol português, mas que não admite duas interpretações.

 

ADRIANO CORREIA DE LIMA
Rua 31 de Janeiro, nº 45-2º 4000-543 Porto
 

 

Porto, 14 de Novembro de 2008
 
Exmº. Senhor DR. RUI MOREIRA- Programa «Trio D´Ataque» da RTPN
 

 

Senhor Doutor Rui Moreira:
 
Já que o Senhor ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS o convidou para num jantar «resolverem e esclarecerem de uma vez por todas» (como diz) a «QUESTÃO CALABOTE», prometendo ele, inclusive, ir devidamente «documentado» para o «convencer», a si, Doutor Rui Moreira, e talvez, que afinal, o homem tenha sido um «santinho». Daí, e como qualquer portista (nós, sócio nº 3.237, desde 01.10.1964) que passou os longos e dramáticos «19 anos de jejum» (que não só por «impedimento alheio», reconheça-se), tomamos a liberdade de lhe proporcionar que, também, o Doutor Rui Moreira vá devidamente «documentado» para o jantar, enviando-lhe alguma «documentação» insuspeita, como verá. Entretanto, nesse mesmo jantar, sugiro que lhes seja servido como «aperitivos», especialmente ao Senhor António Pedro Vasconcelos, os «pratos»:

 

• «REINALDO SILVA», e «PORFÍRIO SILVA»
 

 

Estamos a referir nomes de… árbitros, naturalmente, e que, especialmente o Senhor António Pedro Vasconcelos, se deve recordar bem, senão vejamos:
 

 

• REINALDO SILVA (ÁRBITRO DE LEIRIA):
 

 

Foi irradiado depois de autêntico «roubo de igreja», ao prejudicar o FC Porto, num célebre jogo com o… Benfica (quem poderia ser ?), no Estádio das Antas, e na época de 1962/63, concretamente em 24.02.1963.O FC Porto da época, superiormente orientado pelo húngaro Jorge Ourth (que faleceria poucas semanas depois), disputava o título «ombro a ombro» com o Benfica, até que veio esse jogo com carácter… decisivo. O Benfica faz 1-0 por Simões, o FC Porto empata por Azumir, até que, veio o lance que, nem chegou a ser polémico, já que, numa pacífica disputa de bola, a cerca de um/dois metros fora da grande área, o Torres em disputa com o correctíssimo Miguel Arcanjo, cai e o senhor árbitro, para espanto de toda a gente, marca penáltie contra o FC Porto (convertido por … Eusébio).E, assim, o Benfica ganharia por 2-1, passando a liderar o campeonato, que o… «conquistaria». Ao tempo, geria o FC Porto, o Senhor Nascimento Cordeiro que, ao saber da oferta de um automóvel a este senhor «árbitro», pelo Senhor Vieira de Brito (Presidente do Benfica), accionou os mecanismos, e as consequências foram a sua… irradiação.Sabemos o que dizemos porque, na altura, trabalhávamos para um dos Vice-Presidentes do FC Porto, o Advogado Doutor Raul Castro (falecido há 4 anos) que tinha o cargo da área jurídica do Clube. Talvez, nessa época, o Senhor António Pedro Vasconcelos estivesse ausente do país, a estudar outros… «filmes» (de ficção). Mas este, foi uma realidade. Não possuímos «documentação» (recortes) da altura, mas temos bem presente na memória, e, sabe-se, que foi a segunda irradiação de um árbitro no nosso futebol… a deste senhor. E por este motivo.
 

 

• PORFIRIO SILVA (ÁRBITRO DE AVEIRO):
 

 

Aquando da segunda época do Pedroto no FC Porto (na primeira vez que orientou a sua equipa), em 1967/68, estava, de novo, o FC Porto, «ombro a ombro» com o Benfica, para a conquista do campeonato. E eis que, também aqui, surge o jogo decisivo, agora na Luz (07.01.1968) que se saldou com um novo «roubo de igreja». O Benfica faz 2-0 com golos de Eusébio (penaltie duvidoso, logo no início do jogo, por pretensa mão de Rolando) e Torres. O FC Porto empata (golos de Valdir), e, faz um 3º golo, por Manuel António (limpíssimo, com o peito, encima da linha de golo – fotocópia do respectivo recorte do «Norte Desportivo») que o senhor «arbitro» invalida de forma incompreensível. Logo de seguida, Torres faz o 3º golo do Benfica, que vence o jogo por 3-2, e, praticamente o… campeonato.
 

 

Mas, antes de voltar ao «CALABOTE», e já agora, sobre a questão do • «BENFICA E O REGIME»:
 

 

Pergunte (ou lembre), por favor, o Senhor Doutor Rui Moreira, ao Senhor António Pedro Vasconcelos, «SÓ» isto:
 

 

- Quem impediu que EUSÉBIO saísse para Itália, já em 1963, e para o Inter de Milão? Exactamente… o senhor salazar (com minúsculas, pois claro). E fica mais esta pergunta pertinente: A tal suceder, seria líquido que a hegemonia do Benfica se prolongasse no decorrer dos anos 60 e 70, da forma como sucedeu? Já agora, num aparte, uma (verdadeira) estória sobre… EUSÉBIO: Sabia o Senhor Doutor Rui Moreira (e os seus companheiros de painel) que o primitivo destino de Eusébio para (na altura) a Metrópole, era o… FC Porto? Ele mesmo, Eusébio, o confessou à Doutora Judite de Sousa em recente «grande entrevista», na RTP. Nós sabemo-lo há muitos anos, exactamente pelo tal ex-dirigente da altura, o Doutor Raul Castro, que contava ter sido recusada tal «aquisição», pelo «entendimento cordial» que existia entre o Senhor Nascimento Cordeiro, Presidente do FC Porto, e o Senhor Vieira de Brito, Presidente do Benfica. Só mais tarde sucederia aquela «disputa» entre Benfica e Sporting pela «aquisição» do Eusébio, com as peripécias que se conhecem e até envergonharam o futebol português (o que quási se ia repetindo, poucos anos depois, com um outro jogador africano, chamado de Carlitos, esse sim, ido para o Sporting).Simbolizando essa possibilidade (de Eusébio no FC Porto), nós próprios nos «inspiramos», tirando uma fotografia ao Eusébio «equipado à Porto» (o que é… inédito). Passou-se num jogo entre Veteranos, de homenagem ao grande Miguel Arcanjo, no princípio dos anos 80, no chamado campo de treinos do (infelizmente) extinto Estádio das Antas.Chegamos, inclusive, a enviar ao Senhor Carlos Pinhão, ilustríssimo jornalista de «A Bola» (mais adiante voltaremos a ele) que a publicou (cópia junta) e que simpaticamente nos devolveu. Como recordação, que espero aceitem, juntamos cópias dessa mesma foto para cada um de vós.

 

Mas, se se pode dizer «BENFICA E O REGIME», já noutro caso se pode afirmar… «SPORTING DO REGIME».Todos nós, sobretudo os cinquentões e sessentões, nos lembramos dos «cazais ribeiros», e dos «góis motas», lacaios do regime fascista, naquilo que era do mais tenebroso (um da Legião Portuguesa e outro da Pide). Lembrar-se-á o Doutor Rui Oliveira e Costa das «célebres» ameaças, e até de pistola, por estes senhores, nas cabines dos árbitros, chegando mesmo, o árbitro internacional portuense, Clemente Henriques, a «convidar» o senhor Góis Mota a sair da sua cabine, expulsando-o? Terá lido, o Doutor Rui Oliveira e Costa, o livro «O Jogo da Vida», que possuímos, escrito pelo grande CARLOS GOMES? Não? Sugerimos então que o faça (enviamos fotocópia de uma entrevista dele, no já extinto «O Jornal» de 17.02.1984). O curioso é que tal (clubes do «regime») sucedia, no caso do Sporting, nos anos 40/50, tempo dos «cinco violinos», e no do Benfica, nos anos 60/70, dos «chamados magriços».Dá que pensar, não é verdade, Doutor Rui Moreira? E, até, como diria o outro… «nem havia necessidade».
 

 

Bom, mas voltando ao… «CALABOTE»:
 
Começamos por transcrever «trechos» de uma entrevista que o presidente da Comissão Central de Árbitros, da altura, Doutor Coelho de Fonseca, deu ao jornal «Record» de 15.03.1991, em resposta a uma outra dada pelo senhor Calabote, sobre o «caso», Doutor Coelho de Fonseca (que até era do Belenenses) .
 

 

Repare nisto:
 
• «Tudo o que ele diz, todas essas desculpas, são boas para ele contar aos seus amigos. Ele diz que foi irradiado por ter começado o jogo dois minutos mais tarde. Ora agora pergunto eu: algum dirigente no mundo poderia irradiar um árbitro por isso? De facto, a verdadeira razão não foi essa. Haviam dois jogos: o Benfica-Cuf e o Torreense-FC Porto. O Benfica começou o seu jogo mais tarde para poder acompanhar o que se passava em Torres Vedras. Nesse dia eu estava no Restelo a assistir ao Belenenses-Sporting. Acabou o jogo e, depois, fiquei a ouvir o que se passava no Benfica-Cuf, pela rádio, ouvindo a reportagem de Artur Agostinho para a EN. E ele ia dizendo que passavam dois, quatro, seis minutos… quando o jogo acabou, passavam oito minutos da hora»
 

 

E mais isto:
 
• «É evidente que o árbitro tem o direito de dar as compensações de tempo que entender, mas ele teria que justificar isso no relatório, e não o fez. Não indicou nem um minuto de compensação. Eu estranhei: que história é esta? Devo dizer que nunca dei importância aos boatos que circulavam na altura, acerca de suborno, porque não poderia servir-me de uma coisa que não tinha fundamento… mas o facto é que o jogo durou oito minutos a mais na segunda parte, e ele disse que durara 45 minutos! Perguntamos-lhe o que se tinha passado, mas… nada. Não houve maneira de o convencer, e ele mentiu no boletim ! Sendo assim, instaurou-se-lhe o devido processo disciplinar»
 

 

Comentários? Para quê?
 

 

Mas, repare ainda MAIS nisto, Doutor Rui Moreira:
 

 

O grande jornalista Carlos Pinhão, na sua «página», em «A Bola», de 08.09.1990, que se intitulava «Porque Hoje é Sábado», nas «Celeumas Benfica-FC Porto», dedica-se ao «CASO CALABOTE», escrevendo algures:• «Recorda-se a de 1959, quando os portistas, em Torres Vedras, tiveram de esperar largo tempo que, na Luz, chegasse ao fim um Benfica-Cuf cheio de penalties e… de minutos».E, não se fica por aqui, transcrevendo o «desabafo» do treinador (na altura) da Cuf:• «O treinador dos cufistas, Cândido Tavares (antigo guarda-redes do Benfica), no fim do jogo, ironizou:«- Árbitro??... Não houve árbitro!... Só estranho que o senhor Calabote não tivesse arranjado uma quarta grande penalidade, nos últimos minutos».
 

 

 
Ficará, depois disto, o Senhor António Pedro de Vasconcelos, convencido? Desistirá ele do jantar consigo, Doutor Rui Moreira?

 

Mais:

 

Que dizer da «substituição», em pleno jogo, do guarda-redes da Cuf (António Gama, por José Maria), a mando de um… dirigente?

 

Um aparte:

 

Esse António Gama, benfiquista assumido, viria, nos finais dos anos 60, a treinar o Boavista, levando-o dos Distritais à 1ª Divisão Nacional (com o célebre ponta-de-lança Lemos – o dos 4 golos ao Benfica, pelo FC Porto), sucedendo-se, depois, o tal «boavistão», de Aimoré Moreira e de Pedroto. Entretanto, à margem do «caso Calabote», ainda se passariam outros… «casos».Desde o «mistério» da «aquisição» (na semana que antecedeu o polémico jogo) do treinador adjunto do Benfica (o argentino Valdivielso) para orientar o… Torreense, passando pelo «desvio» (como lhe chama Carlos Pinhão), em segredo, do treinador portista, o húngaro Guttmann, para o Benfica, na época seguinte, acabando com a conquista da «bola de prata», por Águas, em detrimento do portista Teixeira, «graças» aos… 4 golos que obteve nesse jogo com a Cuf (3 deles, de penaltie).

 

 
Aliás, em relação ao tal «desvio» (de Guttmann), além da saída do treinador, dois outros «prejuízos» sucederiam, em prejuízo futuro da equipa do FC Porto, e a recordar: A «dispensa», pelo «mago», de dois grandes jogadores:

 

• de Osvaldo Silva (posto na «lista das transferências»), e que rumaria ao Leixões, e, posteriormente, ao Sporting; e ainda,

 

• de José Augusto (esse mesmo, o bi-campeão europeu), que do Barreiro veio treinar às Antas e que o «mago» aconselharia a fazê-lo… na Luz. Isto, o Senhor António Pedro Vasconcelos, deve saber, mas, mesmo assim, enviamos o recorte de «A Bola», de 08.09.1990, com o referido artigo de Carlos Pinhão.

 

Antes de finalizar, não gostaríamos de deixar de pedir ao Senhor Doutor Rui Moreira, esclareça o Senhor Doutor Rui Oliveira e Costa (a quem se perdoa por, na altura, só ter 10 anos de idade – nós tínhamos 11) que o resultado do Torreense-FC Porto foi de 0-3 e não 1-3, marcando os golos, o Noé, o Perdigão e o Teixeira (e não 2 do Carlos Duarte e 1 de Teixeira, como erradamente referiu), e, já agora, o marcador do golo da Cuf foi o central Quaresma e não «o pequenino Úria».

 

Pedindo desculpa pela maçada, mas, compreenderá, que sempre que se fale de «Calabote» (pese embora o FC Porto, mesmo assim, tenha ganho esse campeonato), a memória portista tende, e com razão, a simbolizá-lo por décadas e décadas de prejuízo ao FC Porto em benefício de outros com a continuidade de imensos… «calabotes». E, sobretudo, quando, mesmo assim, há sempre alguém que quer ignorar… a estória (verídica e não ficcionada). Depois disto, pensamos que tem o jantar, se a realizar, perfeitamente… ganho.
 

 

Um abraço do
 

 

PS. – Tomamos a liberdade de enviar cópia desta a cada um dos seus «companheiros de painel», e aqui visados, pedindo ainda que lhes entregue os recorts de jornais citados.

 

Obrigado ao Adriano Correia de Lima: contra factos, não há argumentos! "

 

 

 

Categoria: FCPorto

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BASQUETEBOL (9ª. Jornada)

Académica 56 - FC Porto 69

in ojogo.pt

Madura superioridade
MIGUEL RIBEIRO

O FC Porto só teve a vitória em perigo no primeiro período, que perdeu, onde dois ou três erros não forçados permitiram à Académica, terminar aqueles dez minutos à frente do marcador.
Aliás, o maior mérito da equipa de Coimbra foi exactamente conseguir manter-se muito perto dos portistas, mostrando-lhes que qualquer desaire lhes poderia ser fatal.
Por outro lado, o FC Porto, mesmo não tendo estado isento de erros, conseguiu manter a intensidade de jogo até ao apito final, nunca caindo na tentação de facilitar perante a clara inferioridade academista.
Os melhores períodos dos da casa coincidiram, quase sempre, com a saída de Rui Mota, para descansar, sendo essa a altura em que a vantagem portista encurtava, mas nunca o suficiente para que a reviravolta acontecesse, até porque os 20 por cento de lançamentos de três pontos era muito fraca para uma equipa que por 25 vezes tentou essa solução para surpreender o conjunto de Moncho López.
De resto, o treinador portista deverá estar satisfeito com a evolução da equipa que já terá garantido o terceiro lugar nesta primeira volta do campeonato da Liga. Podendo partir para a fase seguinte perfeitamente dentro da luta pelo título.

Figura:
Julian Terrell


Com a mesma valorização que o MVP e muitos ressaltos
Num jogo onde o adversário apresentava o melhor registo do campeonato no que toca a ressaltos ofensivos, Julian Terrell foi o antídoto que o FC Porto precisava para se superiorizar ainda mais à Académica. Com dez ressaltos, oito pontos e uma assistência, o americano permitiu maior tranquilidade, sobretudo na defesa, nunca deixando de se mostrar eficaz no ataque dos portistas. No final, Julian Terrell terminou com os mesmos pontos de valorização que o MVP Diogo Simões.

Declarações


Norberto Alves, treinador Académica:
"Abaixo dos limites"

No final o técnico reconheceu o mérito da vitória portista: "Na época passada estávamos a jogar nos limites e quando se tira qualquer coisa fica difícil. O FC Porto venceu bem, faltando-nos mais equipas que nos coloquem perante estas dificuldades para melhorarmos. O FC Porto fez-nos evidenciar dificuldades no tiro exterior".

Moncho López, treinador FC Porto:
"Gostei muito deste jogo"

Moncho López defendeu que nem sempre um jogo com poucos pontos é fraco: "Esteve bastante informação em campo. A Académica estudou-nos muito bem e gostei muito deste jogo. Sabíamos que eles tinham um grande ressalto ofensivo e preparamo-nos para ele. Os meus jogadores souberam gerir as vantagens "

Pavilhão Multidesportos
1º árbitro Sérgio Silva
2º árbitro Bruno Alvarinhas
3º árbitro Ricardo Severino

Académica
Manuel Johnson 10; Quin Humphrey 7; Anthony Williams 13; Fernando Sousa 14; Diogo Simões 7; Pedro Rebelo -; Bruno Costa -; Francisco Destino 5; Daniel Caluico -; Tiago Saraiva nj; João Moreira nj
Treinador Norberto Alves

FC Porto
8 Julian Terrell; 14 Jeremy Hunt; 8 Gregory Stempin; 5 João Figueiredo; 6 Carlos Andrade; 3 André Bessa; 12 Rui Mota; 3 Nuno Marçal; 10 Jorge Coelho; nj José Almeida;
nj David Gomes; nj Paulo Cunha
Treinador Moncho López

 

Classificação:

 

http://www.fcporto.pt/OutrasModalidades/Basquetebol/Liga/bas_liga_classificacao.asp

 

ANDEBOL

V TORNEIO CORAÇÃO DE OURO


O FC Porto Vitalis participou, este fim-de-semana, no V Torneio «Gondomar Coração de Ouro». A prova realizou-se no Pavilhão Multiusos do município que lhe dá nome, contando ainda com Águas Santas, S. Bernardo e Gondomar Cultural.

Depois da conquista do Torneio de Limburg, na Holanda, os Dragões voltaram a aproveitar a paragem no campeonato para manter o ritmo competitivo elevado, desta feita numa disputa a nível nacional.

No sábado, nas meias-finais os dragões superaram facilmente o Gondomar Cultural, por 38-13, garantindo assim presença na final da quinta edição do Torneio «Gondomar Coração de Ouro». O outro finalista foi o Águas Santas, que eliminou o S. Bernardo (24-32).

No Domingo, na final o Águas Santas venceu ontem o FC Porto por 30-29, numa partida pautada por um forte equilíbrio, conquistando assim a 5ª edição do Coração de Ouro. No terceiro lugar ficou o São Bernardo, que derrotou o Gondomar Cultural (46-18). Filipe Martins (FC Porto) foi o melhor marcador (13 golos), Ricardo Pesqueira (Águas Santas) o melhor jogador e Rui Pereira (Águas Santas) o melhor guarda-redes.

SUPERTAÇA DE ANDEBOL

FC Porto Vitalis no Grupo B da Supertaça

O FC Porto Vitalis vai integrar o Grupo B da Supertaça de Andebol, competição que substitui a extinta Taça da Liga. O pote dos Dragões é constituído ainda por ABC e Xico Andebol, conforme ditou o sorteio realizado esta quarta-feira.

No Grupo A, encontram-se Madeira SAD, Belenenses e Benfica.

Os emblemas que disputam esta prova correspondem às equipas que terminaram a primeira volta da fase regular do campeonato de andebol nos seis primeiros lugares da classificação.

O vencedor assegura, desde logo, presença nas competições europeias de 2010/11, neste caso na Challenge Cup.

A Supertaça de Andebol tem lugar no Portimão Arena, de 21 a 24 Janeiro.

Calendário de jogos:

Quinta-feira, 21 de Janeiro
Benfica-Belenenses, 15h00
ABC-FC Porto Vitalis, 17h00

Sexta-feira, 22 de Janeiro
Madeira SAD-Benfica, 15h00
Xico Andebol-FC Porto Vilalis, 17h00

Sábado, 23 de Janeiro
Belenenses-Madeira SAD, 15h05
ABC-Xico Andebol, 17h00

Domingo, 24 de Janeiro
3º do Grupo A-3º do Grupo B (apuramento dos quinto e sexto classificados), 11h00
2º do Grupo A-2º do Grupo B (apuramento dos terceiro e quarto classificados), 14h30
1º do Grupo A-1º do Grupo B (Final), 17h00

HÓQUEI EM PATINS (11ª. Jornada)


AA Espinho 3 - FC Porto 5


in ojogo.pt

Um capitão indomável
PAULA CAPELA MARTINS


Em casa, a Académica de Espinho é sempre uma equipa muito concentrada e, ontem, num pavilhão a tiritar de frio, criou dificuldades ao octacampeão, que teve de jogar sem Pedro Gil. O avançado sofreu uma contractura no treino de quinta-feira, ainda aqueceu antes do jogo, mas Franklim Pais optou por não arriscar a utilização do espanhol. Ao longo de 25 minutos, o FC Porto sofreu para dobrar os anfitriões, cometeu erros defensivos, alguns deles disfarçados pela mestria de Edo Bosch, e acabou por ir para intervalo a perder. A passagem pelos balneários foi redentora. No regresso ao rinque, Filipe Santos acabou, por momentos, com o brilho de André Girão e sentou o jovem guardião: duas vezes da meia-distância e uma dentro da área. O capitão deu o exemplo, reequilibrou uma equipa que, muito graças à sua experiência, acabou por se sair bem sem Pedro Gil, apesar de dois penáltis e um livre directo que esbarraram no incrível Girão, o jovem guarda-redes da Académica de Espinho, que jogou já no Gulpilhares e se formou no FC Porto e que foi, ontem, um dos maiores obstáculos dos dragões.

Declarações


Paulo Freitas, treinador da Ac. Espinho
Árbitros criaram mais dificuldades"

"Conseguimos criar dificuldades, num jogo mais pausado e encaixado. Merecemos sair na frente para o intervalo. Depois tivemos um desnorte inicial e fomos penalizados e a partir daí surgiram situações pouco normais , mas frequentes nos jogos da minha equipa. Os árbitros criaram mais dificuldades e um jogo de transições."

Franklim Pais, treinador do FC Porto
"Resultado podia ter sido mais dilatado"

"Podíamos ter saído com um resultado mais dilatado, mas os jogadores estão de parabéns. Na primeira parte, não estivemos ao nosso nível, talvez por causa do frio, mas no início da segunda parte virámos o jogo. O Espinho procurou virar o encontro e daí muitas faltas, algumas não existiram, mas são as novas regras."


Pavilhão Arq. Jerónimo Reis
1.º árbitro Paulo Afonso (Coimbra) 2.º árbitro Paulo Almeida (Aveiro) 3.º árbitro Pedro Gouveia (Coimbra)

AA Espinho
André Girão Gr; Vitor Hugo -; Tiago Sousa -; João Pinto -; Eduardo Brás 1; Rui Silva 1;
Frederico Saraiva 1; Vitor Oliveira -; Filipe Sousa -; João Ferro Gr
Treinador Paulo Freitas

FC Porto
Gr Edo Bosch; 3 Filipe Santos; 1 Reinaldo Ventura; - Emanuel Garcia; - Pedro Moreira; - André Azevedo; 1 Jorge Silva; nj Pedro Gil; nj Francisco Silva; Gr/nj Nélson Filipe
Treinador Franklim Pais

Ao intervalo 2-1
Evolução do marcador 1-0 | 1-1 | 2-1 | 2-2 | 2-5 | 3-5


 

Classificação:


http://www.fcporto.pt/OutrasModalidades/HoqueiPatins/IDivisao/hoq_campnacional_classificacao.asp

 

 

BILHAR

in ojogo.pt

FC Porto venceu Leça
AF

No único jogo da sexta jornada do Nacional da I Divisão de três tabelas ontem disputado, o FC Porto bateu o Leça, por 3-1, reforçando, a liderança na Zona Norte.

Vai ser difícil portanto ter noticias desta modalidade actualizadas semanalmente.

http://www.fpbilhar.pt/site/conteudos/carambola/01/1_div_norte.pdf

http://www.fpbilhar.pt/site/conteudos/carambola/01/plantel/1_div_norte.pdf



Morreu Acúrsio


altalt

Acúrsio Freire Alves Carrelo, nascido a 16 de Março de 1931, ex-guarda-redes (futebol) e ex-avançado (hóquei em patins) do FC Porto faleceu aos 78 anos.

Acúrsio destacou-se na década de 50 com a camisola do FC Porto, foi internacional português de futebol e também de hóquei em patins, onde curiosamente jogava na posição de avançado.

Pelo dragão ganhou dois campeonatos: em 1955/56, com Yustrich no comando técnico da equipa, e em 1958/59, com Bella Guttman ao leme, antes de o treinador se transferir para o Benfica.

Foi um dos heróis, que ficou sentado no relvado, no final do Torreense - FC Porto, à espera que o jogo Benfica - CUF arbitrado por Inocêncio Calabote terminasse.
Relembro que esse jogo cheio de penalties e muitos minutos de descontos deu origem ao famoso Caso Calabote. No final do jogo, o treinador da Cuf Cândido Tavares (antigo guarda-redes do Benfica) desabafou: - "Árbitro??... Não houve árbitro!... Só estranho que o senhor Calabote não tivesse arranjado uma quarta grande penalidade, nos últimos minutos".


Calendário:

Basquetebol

15 de Janeiro às 21h30 - FC Porto - CAB - 10ª. Jornada

Hóquei em Patins

16 de Janeiro às 17h00 - FC Porto - Hockey Valdagno - 3ª. Jornada Liga Europeia de Hoquéi

23 de Janeiro às 18h00 - FC Porto - Gulpilhares - 12ª. Jornada

Andebol

30 de Janeiro - FC Porto - SP. Horta - 13ª. Jornada

A Supertaça de Andebol tem lugar no Portimão Arena, de 21 a 24 Janeiro.

Calendário de jogos:

Quinta-feira, 21 de Janeiro
Benfica-Belenenses, 15h00
ABC-FC Porto Vitalis, 17h00

Sexta-feira, 22 de Janeiro
Madeira SAD-Benfica, 15h00
Xico Andebol-FC Porto Vilalis, 17h00

Sábado, 23 de Janeiro
Belenenses-Madeira SAD, 15h05
ABC-Xico Andebol, 17h00

Domingo, 24 de Janeiro
3º do Grupo A-3º do Grupo B (apuramento dos quinto e sexto classificados), 11h00
2º do Grupo A-2º do Grupo B (apuramento dos terceiro e quarto classificados), 14h30
1º do Grupo A-1º do Grupo B (Final), 17h00

Categoria: FCPorto

Alérgico à tranquilidade... 

In carregaporto.blogspot.com


por Pedro Rocha

 

 

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F.C.PORTO 3-2 U.D.Leiria


Décima Quinta Jornada da Liga Sagres


Estádio do Dragão, 24.209 espectadores


F.C. PORTO: Helton; Miguel Lopes, Rolando, Bruno Alves (Cap.) e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Raul Meireles; Varela, Falcao e Rodríguez.
Substituições: Miguel Lopes por Farías (60min), Falcao por Mariano (85min), Belluschi por Tomás Costa (86min)

Pequenas Notas
Destaques positivos
.Helton
.Varela
.Falcao

Destaques negativos
.Arbitragem
.Fernando
.Fraca assistência

O Jogo
Existe muito, mas mesmo muito para falar deste jogo. Para quem não viu a partida e amanhã ler a crónica nos jornais, apenas irá ouvir falar do minuto 68 e das suas consequências nefastas para o rendimento posterior da equipa que viajou de Leiria. Foi um erro clamoroso em claro prejuízo do nosso adversário, mas não ficou por aqui mais uma exibição caricata de uma equipa de arbitragem no futebol português.

Mas cada coisa no seu devido lugar, até chegarmos ao momento de fazermos um balanço à actuação de Elmano Santos e dos seus pares, temos ainda de fazer referência a duas vantagens no marcador desperdiçadas, transportando a partida para um nível de intranquilidade inesperada e imprópria a um coração menos valente.
Quando ao minuto 15 o FCP já se encontrava em vantagem, estavam os adeptos longe de imaginar a verdadeira odisseia que se iria tornar esta partida. O golo de Falcao veio coroar e impor alguma justiça no resultado fruto de uma entrada determinada da equipa em campo. Não sei se eram as palavras do Presidente que ainda ecoavam nas cabeças nos nossos jogadores, não sei se estes assistiram às poucas vergonhas que se assistiram no dia anterior em termos de arbitragem, ou se ainda não digeriram o facto de verem dois companheiros castigados e sem competir já há 20 dias, sabe Deus e o Ricardo Costa porquê, o certo é que hoje a equipa demonstrou vontade e crença, apanhou-se a vencer de forma prematura e tudo parecia encaminhar-se para uma vitória como os adeptos há já muitas semanas exigem, tranquila e convincente. De referir que antes de Falcao fazer o primeiro já um golo havia sido anulado, por fora de jogo do colombiano, muitas dúvidas neste lance. Depois foi o início da tal gestão que por vezes resulta na perfeição, por vezes permite levar o jogo até ao final com 1 ou 2 golos a serem somados no nosso pecúlio, mas isso acontece em algumas ocasiões, hoje quis o destino que tal não fosse o caso. O golo que veio trazer o empate à partida, fica ligado a meu ver a dois equívocos da equipa de arbitragem. Em primeiro lugar, a falta é muito discutível e depois ficam muitas dúvidas em relação à posição do jogador do Leiria, e acredito que essas dúvidas irão ficar por esclarecer uma vez que à Sporttv pouco interessou desfazer esse possível equívoco. Antes de atingirmos o intervalo, tempo ainda para a devida reposição da justiça no marcador num cabeceamento fulminante de Bruno Alves. Golaço, 2-1 e chegávamos ao intervalo pouco tempo depois.

Os adeptos, quer os que se deslocaram ao Dragão, quer os que acompanhavam via televisão, ao intervalo desejavam que fosse esta a vantagem que nos daria os 3 pontos. Pena é que o jogo assumia contornos de pesadelo quando mais uma vez do nada o Leiria chegou ao empate, uma bomba de Ronny, mas o SCP tem lá muito melhor que isto?

Este homem bate livres como ninguém, tem sempre uma meia distância poderosa, e foi um perigo sempre apontado às nossas redes.
O problema deste Leiria é que esta equipa que hoje entrou em campo soube ser guerreira, soube reagir da primeira vez, e na segunda ainda parece ter reagido melhor. É esta a atitude, é este o crer que um equipa que luta contra tudo e contra todos tem que demonstrar.
O professor passou essa mesma imagem com a alteração que fez e a mensagem não poderia ser mais concreta, esta partida era para ganhar, retirou Miguel Lopes e colocou Farías, consequência directa ou não desta alteração, a verdade é que a partir deste instante o FCP conseguiu sufocar de tal forma a equipa do Leiria que o terceiro golo do FCP acabou por se traduzir numa inevitabilidade. Daí até ao final continuou o recital Elmano Santos e começou um certo descontrolo emocional da nossa equipa. Primeiro veio a expulsão vergonhosa do guardião leiriense. As verdades são para ser ditas e até a imagem do sangue que já brotava da sua boca fala por si. A verdade é que aquele homem tocou a bola com tudo menos com as mão ou os braços, acabou expulso, e mais uma vez o futebol português deixa transparecer a sua pior face. Depois e com o Leiria já com menos um jogador veio mais um lance de fora de jogo duvidoso, se bem que este poucas dúvidas deixasse, o golo foi mais limpo do que a água, só para o assistente é que não. Tivemos três lances duvidosos de fora de jogo muito duvidosos, 1 para o Leiria, golo validado, dois para nós, ambos invalidados. Parafraseando o comentador mais famoso deste país, mas andamos a brincar aos futebóis??? Depois disto veio o tal descontrolo emocional, cujo ponto mais alto foi a grande penalidade cometida por Fernando. Péssimo o brasileiro neste lance. E foi já com as emoções totalmente descontroladas que assisti ao nosso guardião, épico, mais de 120 km de potência naquela bola e ela não entra, memorável estamos na luta e até ao final lutaremos, porque só com muita luta lá chegaremos, este ano as coisas estão bem controladas.
 
Os Jogadores
Helton - Memorável. Achei que poderia fazer mais no primeiro golo, mas aquela parada no final apagou tudo o que ele havia feito até ali. Teve o condão de manter o sonho bem acesso nesta nossa luta pelo penta.
Miguel Lopes - Surpresa total no 11 e cumpriu relativamente bem com a sua função. Apoiou bem o ataque, esteve melhor nesse aspecto no que no defensivo. Para um homem que poucos instantes antes do jogo nem convocado estava, esteve bem.
Rolando - Esteve bem. Deixou para traz aquela fase onde apenas destruía tornando-se novamente naquele jogador que assumiu a titularidade da nossa camisola com uma naturalidade quase anormal.
Bruno Alves - Vou gastar estas palavras apenas para falar do golo. Mas o que foi aquilo? Mas o que é que se passou? Um cabeceamento fulminante à entrada da área. O Capitão está aqui para ficar.
Álvaro Pereira - Corre quilómetros. É a versão esquerdina do Fucile na entrega e na raça que emprega ao jogo.
Fernando - Que infantilidade. São com lances como aquele que se perdem campeonatos. Primeiro uma falta perigosíssima, depois uma grande penalidade inacreditável. Um minuto negro na história deste brilhante jogador.
Belluschi - Um dos motivos que me faziam arredar este argentino do meu onze ideal era o facto de este ser um dez puro, pelo que não cabia em nenhuma das posições da formação de Jesualdo. Como se contorna isto? Torna-se um dez puro num médio interior, e é isso que ele já demonstra ser em campo, a magia está lá, mas agora ele vai ao chão e não deixa de entrar na luta.
Raul Meireles - Longe de empolgar mas bastante inteligente ao longo da partida. Teve ainda ocasiões para fazer o gosto ao pé, não conseguiu, acabou por fazer a assistência para o golo do Bruno Alves.
Varela - Que jogador. Por vezes exagerou no individualismo, mas acabou por ser quase sempre a nossa opção mais credível na criação de jogadas de perigo.
Falcao - Dois golos e podia ser um Póquer não fosse a actuação da equipa de arbitragem. Li algures que o colombiano teria anunciado via Twitter que estava desejoso de fazer o gosto ao pé, que esse desejo não tenha morrido hoje, precisamos deste Falcao.
Rodríguez - Não gostei do uruguaio. Pareceu sempre um pouco inconsequente. A entrega esteve lá, mas faltou algo mais para empurrar esta exibição para um nível mais vistoso.
Farías - Entrou bem e demonstrou um bom nível de entendimento com Falcao.
Mariano - Nada de relevante a apontar.
Tomás Costa - Entrou tardiamente para tapar o buraco deixado pela saída de Miguel Lopes. Nada de relevante a apontar.

Outras Notas

. Jesualdo cerrou os dentes antes durante e depois do jogo. Acabou o senhor politicamente correcto, talvez tenha aprendido que neste país o FCP não alcança nada sem que encare cada partida como uma batalha. Grande atitude no final da partida.

.Miguel Lopes foi a grande surpresa no onze. De não convocado a titular. A versão para a ausência de Fucile foi a de que o jogador teve uma indisposição à ultima hora. Esperemos que não tenha sido nada mais do que isso.

Vídeos

 

 

EXTRA POST

 

Estava se mesmo a advinhar. Elmano Santos era o incompetente no jogo certo.


1º. Jogo perigoso dentro da área sobre Rodriguez, fica livre directo por assinalar.

2º. Golo mal anulado a Falcao.


3º. Fora de Jogo no golo do 1-1 por Diego Gaúcho.

4º. Guarda Redes do Leiria mal expulso...tinha de haver compensação..

5º. Mais um golo mal anulado a Falcao a passe de Farias.

6º. Excelente oportunidade para compensar... com penalti inexistente de Fernando. O Fernando esconde o braço da bola e esta bate-lhe inevitavelmente. Não houve qualquer intenção.

Quanto ao Porto, não penso que tenha jogado de todo mal. Os golos mal anulados foram em alturas cruciais do jogo.
O Leiria limitou-se a criar perigo nos lances de bola parada, bem batidos por Rony.


Penalti mal assinalado, Fernando não tem qualquer intenção de jogar a bola com o braço, aliás a intenção dele é fugir da bola com o braço.... Fernando tens de saltar de mãos nos bolsos....

 

 

 

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Pedroto
O mestre e o revolucionário


Um mestre como treinador, como futebolista um estratega, professor e amigo solidário, mas acérrimo defensor dos seus ideais, assim se define a personalidade de José Maria Pedroto, vector determinante no sucesso actual do FC Porto.

Dizia, muitas vezes, que havia jogadores que embora “grandes pintores não vendiam quadros”, mas ele seria, se fosse hábil no manuseamento das paletas de cores e dos pincéis, um “génio sem igual”, pelo traço de modernidade que ofereceu “a uma nova era do futebol português”.
Reconhecido por todos como um dos mais influentes treinadores portugueses, por tudo aquilo que ofereceu à modalidade e aos clubes pelos quais passou, José Maria Pedroto apresenta-se como uma figura quase consensual no panorama lusitano e ainda hoje, 25 anos após o seu desaparecimento, a sua influência se faz sentir em todos os quadrantes do futebol indígena.

Nascido a 21 de Outubro de 1928, em Almacave, Lamego, José Maria Carvalho Pedroto foi uma pessoa de “grande qualidade”, apreciador “dos jogadores fortes tecnicamente”, afinal, como ele tinha sido, recordou à Agência Lusa Artur Jorge, que com o “Zé do Boné” protagonizou umas das mais sucedidas duplas nos bancos de futebol em Portugal. Morreu na manhã de 8 de Janeiro de 1985.

Pinto da Costa garante que José Maria Pedroto foi o cúmplice ideal na estratégia de crescimento nacional e internacional do FC Porto, partilha os maiores êxitos com o "mestre" e eleva-o à categoria dos ilustres da história de Portugal.

"Tínhamos identificação perfeita. Sabíamos o que ambicionávamos para o clube. Tudo o que se conseguiu foi um sonho que desde o princípio tivemos em mente. Infelizmente, só teve a oportunidade de assistir à final de Basileia, pela TV. Já não esteve nos grandes sucessos europeus do FC Porto, mas, não tirando o mérito a quem os conquistou, não há duvida que os alicerces de tudo o que se fez foram lançados com ele e por ele", resumiu.

O dirigente eleva "Zé do boné" a níveis ímpares: "Mais do que um treinador, Pedroto foi um grande homem, com uma personalidade vincada, com uma verticalidade exemplar. Um defensor das causas em que acreditava, um lutador. Teria sido grande em qualquer actividade pela qual tivesse enveredado, pois era um homem excepcionalmente inteligente e de palavra, o que infelizmente é raro. Um homem excepcional".

Hoje cumprem-se 25 anos desde a morte de José Maria Pedroto.

Para assinalar a data, o F.C. Porto e algumas figuras do futebol português estão a preparar uma homenagem àquele que muitos tratavam por Mestre.


José Pereira, presidente da Associação Nacional de Treinadores, é um dos impulsionadores do evento. «Ele implementou um modelo baseado na posse de bola. Estava muito à frente do seu tempo. Foi um técnico superior, naquilo que concerne à profissão. Promoveu e salvaguardou a carreira de treinador e foi uma pessoa com grande prestígio e competência», referiu à Agência Lusa. «Uma vez, em Wembley, ao serviço do F.C. Porto, disse que os ingleses eram estúpidos porque apenas corriam, mas nunca com a bola. Ele soube explorar esses factores. Era um homem diferente. De grande nível.»


Fontes: Sportinveste Multimédia, Lusa e diario.iol.pt

Neste dia de recordação de sua memória, trago até vós o artigo "Largos dias tem 100 anos e Pedroto voltou ao FC Porto", publicado na revista Dragões nº. 1 em 25 de Abril de 1985.


Para terem acesso à leitura do conteúdo das imagens, basta duplo-clique  para ampliar.

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Categoria: FCPorto


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por Pedro Rocha

Uma luta longe de empolgar

 

altOliveirense 0-2 F.C.PORTO

Quarta Eliminatória da Taça de Portugal
Estádio Municipal de Águeda

F.C. PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Raul Meireles; Varela, Orlando Sá e Rodríguez.
Substituições: Raul Meireles por Tomás Costa (74 min.), Varela por Mariano González (76 min.) e Orlando Sá por Yero (82 min.)

Pequenas Notas
Destaques Positivos
.Rolando
.Raul Meireles
.Rodríguez

Destaques Negativos
.Transmissão vergonhosa na primeira parte
.Nuvem negra que paira sobre as nossas grandes penalidades
.Escassez do resultado

O Jogo

Veio com algum tempo de atraso mas chegou justa e saborosa. É assim que pode ser definida esta vitória numa curta descrição. Depois de toda a confusão que se abateu com a realização desta partida, é com um certo sabor de alívio que constato que finalmente ficou encerrado este capítulo e Belenenses aí vamos nós. Não quero com isto dizer que esta partida foi fácil e que a nossa exibição foi extraordinária, mais uma vez não serviu para empolgar os adeptos, mas apesar de tudo foi suficiente esclarecida para conseguir um apuramento seguro e com relativa tranquilidade.

Não deixa de ser no meio de tudo isto estranho termos de esperar tanto tempo até o FCP alcançar o primeiro golo. Com o intervalo já muito próximo Raul Meireles conseguiu abanar as redes da Oliveirense dando assim um sentimento de justiça tardia ao resultado. A Oliveirense conseguiu criar alguns lances de relativo aperto, mas esses mesmos lances foram acima de tudo criados através de remates de meia distância, regra geral resolvidos com tranquilidade pelo nosso guarda redes. Os tais lances de bola parada tão trabalhados, como referido pelo treinador adversário, foram quase todos inconsequentes, e quando a bola estava a rolar, muito a custo naquele relvado, o que se via era um domínio total por parte do FCP. Não assistimos àquele sentimento de sobranceria que por vezes marca presença nestas partidas onde pela frente temos um adversário de um escalão e valia inferiores. Viu-se profissionalismo e entrega em cada um dos nossos jogadores, e foi muito por aí que conseguimos chegar ao intervalo já numa confortável posição de liderança no marcador, sendo que por vezes ainda fomos brindados com umas jogadas já mais trabalhadas e aprazíveis à vista.

No segundo tempo e até ao segundo golo do FCP a equipa de Oliveira de Azeméis ainda tentou esboçar uma reacção, mas viu todas as suas tentativas saírem frustradas. Depois quando já o relógio marcava mais de uma hora de jogo Rolando marcou o segundo da partida para o FCP, matando assim de vez o débil sentimento de esperança que percorria a cabeça de cada jogador adversário. Com dois golos à maior começou a gestão tendo em vista os próximos jogos neste ciclo atípico e sobrecarregado. No meio dessa gestão e até ao apito final de um jogo que estava já mais do que acabado, Orlando Sá teve ainda a oportunidade de fazer o terceiro na cobrança de uma grande penalidade cometida sobre o próprio. Falhou uma vez, falhou duas na recarga. Mais do que ressalvar este desperdício, é interessante fazermos um exercício de regresso para um passado recente e não deixa de ser estranho o número exagerado de castigos máximos desperdiçados. Felizmente e para nossa sorte tal tem acontecido em partidas que acabam por ser resolvidas a nosso favor.
Para finalizar, foi uma vitória sem qualquer tipo de contestação, da melhor equipa, que teve a inteligência necessária de arregaçar as mangas e adaptar-se ao desafio que tinha pela frente, sem ter jogado muito é certo, mas jogando o suficiente para garantir uma viagem a Lisboa, mais concretamente a Belém para a próxima fase da competição.

Os Jogadores

Beto - Em escassos segundos cometeu um erro potencialmente perigoso para as nossas redes mas acabou por rectifica-lo de forma brilhante instantes depois. Mais uma ou outra intervenção interessante numa noite em que se voltou a mostrar como uma alternativa credível a Helton.

Fucile - Não foi tão exuberante como nos tem habituado. Entregou diversas vezes a bola ao adversário revelando assim alguma intranquilidade que no uruguaio assume um papel de destaque pela estranheza que esse facto causa em quem está habituado a assistir ao jogos onde alinha.

Rolando - Marcou o golo que teve o condão de tranquilizar definitivamente a equipa para o que restava do jogo. Defensivamente esteve bem, sem grandes sobressaltos, deixando definitivamente aquela má imagem que foi deixando em alguns jogos no passado.

Bruno Alves - Esteve seguro. Não deu muito nas vistas o que não é necessariamente mau principalmente para um jogador que ocupa uma posição como a dele no relvado.

Álvaro Pereira - Apoiou o ataque sempre que foi solicitado a tal e esteve melhor no aspecto defensivo do que o seu companheiro da direita. Uma boa entrada em 2010 para o Uruguaio.

Fernando - Esteve bem durante toda a partida. Mais uma vez demonstrou-se fundamental quando o assunto é recuperar bolas. Aquele lance no final da partida deu para arrepiar e de que maneira os adeptos.

Belluschi - Dos onze que entraram em campo era o único que eu antes da partida não incluiria. Não esteve mal, antes pelo contrário, mas também ndou longe daquilo que já demonstrou que consegue fazer. Seguiu a linha de toda a equipa, ou seja, mais trabalho do que estilo, sendo assim cumpriu em absoluto com as suas obrigações.

Raul Meireles - Uma boa exibição coroada com um bom golo. Este FCP precisa do Meireles mas não daquele que andou quase toda primeira volta a meio gás e por vezes perdido no relvado, este FCP precisa deste Meireles que aplica um critério rigoroso em cada acção que efectua e que traz inteligência e simplicidade ao nosso futebol.

Varela - Muito esforçado e com bons rasgos individuais ao longo dos minutos em que esteve em campo. Acabou por não ser tão influente como nos tem acostumado, mas não o poderá ser em todas as partidas.

Orlando Sá - Eu não diria que esteve tanto tempo sem competir. Aquele lance da grande penalidade e principalmente a sequência da mesma veio manchar um pouco a sua exibição, mas na generalidade esteve bem. A raça e entrega estava lá, tal como uma movimentação inteligente e criteriosa. Poderá estar ali o ponta de lança tão desejado por muitos, agora é esperar para ver.

Rodríguez - O esforço e a entrega raramente não acompanham o uruguaio, mas desta vez esteve mais esclarecido e conseguiu desequilibrar mais por isso mesmo. Que 2010 traga o melhor deste jogador, que é uma das peças fundamentais para que a nossa máquina consiga funcionar devidamente.

Tomás Costa - Pouco ou nada a relatar. Teve poucas intervenções no curto espaço de tempo em que esteve em campo.

Mariano - Tal como o Tomás Costa, não conseguiu esboçar nenhum lance digno de registo no tempo que esteve em campo.

Yero - Ainda esboçou um cabeceamento tímido e ao lado perto do apito final. Estes minutos que esteve em campo não serviram para cobrir as expectativas que eu reservo para este jogador.
 

 

Outras Notas
.Não sei se tal se verificou em minha casa, mas se tal não foi o facto, não deixa de ser digna de destaque pela negativa a qualidade da transmissão da partida durante o primeiro tempo. Digna de um país do terceiro mundo, mas realmente pelo que se tem visto não estaremos nós nesse lote?


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Categoria: FCPorto


FC Porto Vitalis conquista Torneio de Limburg

O FC Porto Vitalis conquistou o primeiro lugar no Torneio de Limburg, prestigiada competição de andebol que se realizou na Holanda. Na partida decisiva, os azuis e brancos derrotaram o Polva Servitti, da Estónia, por 35-25. Ao intervalo, a equipa de Ljubomir Obradovic já vencia por 17-13.

 

Eis o video do jogo:

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