Categoria: Labaredas
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No intervalo do jogo Fifica Vs Arouca, o tratador da galinha "vitória" e a própria, foram agredidos por stewards do túnel da luz. 
Por momentos instalou-se o pânico na "boca" túnel, com a galinha "vitória" a esvoaçar  indefesa em pleno galinheiro, enquanto os stewards e o Bernabé se agrediam.

O Bernabé vai apresentar queixa na PSP...

A galinha "vitória", naqueles momentos de angústia, no seu íntimo só pensava ... "porque raios não é o Hulk ou o Sapunaru o meu tratador!"
Categoria: Labaredas

publicado em www.sportingapoio.com 

benf

 

Os benfiquistas são pessoas como nós, mas padecem do benfiquismo. E o benfiquismo é uma doença do foro mental. E essa é a triste verdade da sua condição!

 

Os benfiquistas, muitas vezes, são as nossas namoradas, ou nosso irmãos, vizinhos, colegas ou amigos. Não são más pessoas... mas são do Benfica. Levam vidas aparentemente normais até que se tropeça no futebol. Aí deixam de ser quem são e transfiguram-se numa manada ensandecida, acéfala e fanática.

 

E numa espiral apoplética, algures entre a histeria e a epilepsia, acabam manifestando vários sintomas dos piores defeitos que um ser humano pode exibir: arrogância, demagogia, mentira, dogmatismo, jactância, soberba, venalidade, cobardia, puerilidade... enfim! Deixam de ser os seres humanos que prezamos, admiramos, por vezes amamos, para se tornarem nuns Ogres doentios e desprezáveis para quem 2 balázios na cabeça  seriam (se fossêmos pessoas para isso) um gesto de caridade.

 

Sim! Porque o benfiquista é um alienado mental, uma espécie de drogado incapaz de compreender o mundo em que se movimenta e para quem, as "grandes proezas" do Benfica, funcionam como as doses regulares duma toxina que o mantém distraído, dopado e débil para os desafios que deveria enfrentar na sua vida e em prol da sua comunidade.

 

Não tenho dúvidas de que serão o clube português com mais adeptos - mas precisamente: veja-se como estão os portugueses! Na mais pura m e r d a, incapazes de dar uma volta às suas vidas e ao seu país... Não por acaso, o Benfica é o clube do regime - e até hoje... de qualquer regime! Lembremos:

 

"Eusébio é património nacional"
António de Oliveira Salazar

 

"Creio que seria bom para o país que o Benfica fosse campeão"
José "tirei o curso ao domingo" Sócrates

 

A evidência mais expressiva do que se afirma, está neste exemplar facto: Quando o regime entra em crise, entram também em cena as "vitórias" do Benfica, porque é preciso "pão e circo" para embalar o povo.

Quando Salazar mergulhou o país numa guerra colonial que fez para distrair os espíritos mais débeis? Patrocinou e favoreceu até à exaustão uma equipa formada, em boa medida, por jogadores das ditas colónias (alguns raptados, como foi o caso do Eusébio) e tentado representar em campo, simbolicamente, o Portugal do Minho ao Timor que teimava em trazer nos cornos. Pois é! A guerra colonial destruía vidas e recursos, mas o Benfica ganhou - nos anos 60 - a hegemonia do futebol português! Futebol, Fado e Fátima... lembram-se?

 

Mas não recuemos às eras dos Calabotes! Tomemos apenas este dado: na última década e meia, o Benfica foi campeão nacional duas vezes:

1) 2004/2005 - coincidindo com a fuga de Durão Barroso para a UE, a nomeação de Santana "nódoa" Lopes para o cargo de primeiro ministro, a destituição deste e a convocação de novas eleições.

2) 2009/2010 - coincidindo com a grave crise económica e social que o país atravessa, com taxas de desemprego recordes e o empobrecimento geral da população...

 

Para se ter ideia da crise que ainda por aí vem, refira-se que muito "comentador" já anuncia uma mudança de ciclo no futebol português, augurando uma era de vitórias para o Benfica. Pão e Circo? Pobre povo português ...Pão e Circo!

É por isso que, se o benfiquista é muito mais merecedor de pena do que de ódio pelo seu estado de alienação mental; o clube Benfica, que está permanentemente a ser beneficiado em campo, nos túneis, em cedências de terrenos, na moratória das dívidas, etc., etc.,, etc.; já essa instituição apenas pode ser encarada como aquilo que é: um cancro nojento no seio da sociedade portuguesa, um instrumento de alienação, opressão e exploração do nosso povo.

E é por isso, é mesmo por isso, que eu odeio e desprezo o Benfica...


Mas graças a Deus não nasci Lampião!

Autor: Retrato de elnandoelnando a 14 Julho 2010  Fonte: www.sportingapoio.com

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Sporting contrata Eng. Sousa Veloso para ajudar Costinha a cuidar do pomar, melancia Maniche já está em tratamento

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A Sporting SAD anunciou hoje a contratação do Eng. Sousa Veloso para o departamento de futebol. O conhecido apresentador do TV Rural será o braço direito de Costinha e terá como missão cuidar do pomar do clube. Fonte da direcção do Sporting explicou ao IVA “isto do Moutinho foi uma lição. Tivemos uma maçã podre, mas não queremos que isso aconteça ao resto da fruta. Começámos por comprar o almanaque Borda d’água a um primo do Vukcevic, mas o Costinha disse-nos que não ia lá com um livro só com letras ainda por cima a preto e branco. Como o Sporting procura sempre os melhores fomos buscar o Eng. Sousa Veloso, que é um homem com provas dadas na agricultura em geral e em pomares no particular. O Eng. Já começou a trabalhar e já definiu prioridades, temos que tratar da Melancia (leia-se Maniche), Ananás (Veloso) e Bananas (Polga, Pedro Silva e Caneira).”

 

IVA by Cão Azul

 

 

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Publicado em pronunciadodragao.blogspot.com

 

Por Tiago Mesquita in jornal expresso

"O Benfica acabou de se sagrar campeão nacional de futebol. O Papa Bento XVI está de pantufas e ceroulas emaladas e pronto para aterrar em Portugal com Fátima como destino principal. O nosso Fado segundo muitos está traçado: Bancarrota! But ... Who cares?
Metade do país vai estar toda a semana a festejar o título. A outra metade não vai querer ler jornais e muito menos ver noticiários porque não quer assistir à festa do mesmo título, pelo que estará alheada de todo e qualquer acontecimento digno de notícia. Eu próprio acabei de ver um senhor gritar a plenos pulmões na SIC Noticias com uma boca que provavelmente já não via um dentista desde que o Benfica ganhou o último campeonato. Parecia parte das grutas de Mira de Aire. Basta.
Grande parte destas duas metades vai andar a correr atrás do Papamóvel a abanar o lenço branco ou a aproveitar a tolerância com que o governo agraciou os funcionários públicos para ir laurear a pevide até à praia ou ao Centro comercial.
Já a outra vai estar a festejar a Queima das Fitas em diversos pontos do país e mais do que provavelmente alcoolizada. Ou com uma ressaca tal que dificilmente irá perceber porque acordou nua num galinheiro com uma Catatua colombiana pendurada no ombro quanto mais lembrar-se de que a economia do país entrou em colapso.
Ou seja, esta será, pelo menos para este Governo se é que isto se pode dizer, a semana ideal para o país entrar na bancarrota sem grandes dramas ou alaridos. Venha ela"


Anos de 1933 a 1974, Século XX, Portugal, estado fascista.

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O Regime Fascista utilizava as vitórias e conquistas dos clubes de Lisboa e, especialmente, do Benfica para enaltecer a sua grandeza e usar o futebol como um meio de “entretenimento” e um escape à fome e a miséria que trouxe o fascismo.
Não é por acaso que o Benfica é conhecido por “encarnados”. O vermelho sempre esteve associado ao comunismo, que, por sua vez, era antagónico ao fascismo. Logo, o Benfica não podia ser referenciado como os “vermelhos”, jamais! Por isso os benfiquistas são “encarnados”.
É bem conhecido o Caso Calabote. O árbitro Inocêncio Calabote na tarde de 22 de Março de 1959, na célebre arbitragem do Benfica - Cuf (7-1) da última jornada do campeonato de 1958/59 (ganho pelo FC Porto), prolongou o jogo por 15 minutos, à espera de um golo que daria o título ao Benfica.
Os jogadores do FC Porto desesperavam sentados no relvado do Torreense, à espera que terminasse o jogo para celebrarem o título. Numa entrevista que deu sobre o caso, o "inocente" Calabote afirmou: «Na manhã seguinte, em Évora, preenchi o relatório do jogo, que mandei para a Comissão. Tinha assinalado três penaltis e expulsado três jogadores da CUF. Creio que não houve mais nada de especial a registar. (...). Além disto o guarda-redes da CUF, numa misteriosa tarde infeliz sofreu 7 golos.
O Porto conquistou o campeonato por ter mais golos marcados. 
 
O FC Porto, e a cidade do Porto, eram o foco de resistência, o símbolo do contra-poder, o baluarte do Norte.
O FC Porto era o único clube que conseguia, enfrentar os clubes de Lisboa. Por essa razão, afirmava o mítico José Maria Pedroto que um “título do FC Porto valia por dois ou mais do que o de um clube de Lisboa, uma vez que não se competia em igualdade de circunstâncias”.
Com o fim do fascismo, em 25 de Abril de 1974, foi restabelecida a democracia e, mais ainda, com a chegada de Jorge Nuno Pinto da Costa a presidente do Futebol Clube do Porto em 1982, o futebol português também teve a sua revolução de Abril. Passando assim as conquistas futebolísticas também a caber a clubes como o Fc Porto e Boavista.
 
Há uns tempos a RTPN decidiu realizar um programa do “Trio da Ataque” na estação ferroviária do Maputo em Moçambique. Este programa era para recordar e homenagear algumas glórias do Futebol Moçambicano que fizeram carreira em Portugal, e no Benfica em particular, tais como Eusébio e Mário Coluna.
Eusébio e Coluna foram importantes nos sucessos e êxitos do Benfica na década de 60/70 e da Selecção Nacional, nomeadamente o 3º lugar alcançado por Portugal no Mundial 66.
No referido programa esteve Mário Coluna e o jornalista Hugo Gilberto na entrevista trouxe ao lume a passagem de Coluna pelo Benfica. Mário Coluna era um jogador muito respeitado no seu tempo, era o capitão, e até os seus colegas do Benfica e da selecção não o tratavam por “tu”, mas sim por Senhor Coluna, como já referiu muitas vezes Eusébio.
Foi nesta entrevista que Coluna confirmou e reforçou orgulhosamente que o Benfica, tinha o respeito do regime de Salazar. Para bom entendedor meia palavra basta, era o clube do regime. Se alguma duvida ainda houvesse, Mário Coluna, desfez essa dúvida. Com muito orgulho, Coluna confidenciou que foi convidado pessoalmente por Salazar para cortar a fita de inauguração da Ponte Salazar (agora 25 de Abril) em 1966, uma das obras mais proeminentes do Estado Novo, pois tratava-se à data da 5ª maior ponte suspensa do mundo. Estiveram igualmente presentes na inauguração os três grandes pilares do regime: Américo Tomas, António Salazar e o Cardeal Manuel Cerejeira. Esta entrevista de Coluna é uma confirmação para todos nós, que o Benfica era o Clube do Regime o que lhe permitiu durante décadas consolidar a sua supremacia no Futebol Português.
Entre 1933 e 1974 o Benfica conquistou à custa do apoio do regime, que inclusive até jogadores desviava, tais como Eusébio, desviado do Sporting, jogadores do FC Porto que se evidenciavam eram logo desviados para os mouros, e treinadores como Béla Guttmann que foi campeão em 1959 no Porto, e que foi desviado também, e que deu ao Benfica as duas únicas taças dos campeões europeus que possuem. Bela Guttmann foi recebido por Américo Tomás (Presidente da República) e Oliveira Salazar (presidente do Conselho de Ministros) e feito comendador, tal como os jogadores do Benfica. Quando foi despedido do Benfica, Béla Guttmann disse que "Nem daqui a cem anos uma equipa portuguesa será bicampeã europeia e o Benfica sem mim jamais ganhará uma Taça dos Campeões". Esta é uma maldição que muitos benfiquistas já tentaram quebrar com idas ao bruxo e visitas ao jazigo do famoso treinador. Reza a história que bem perto do cemitério judeu onde Guttmann está sepultado. Na véspera da final com o Milan (1-0, por Rijkaard), Eusébio foi ao túmulo rezar pelo técnico e pedir aos deuses que desfizessem a maldição. Em vão.
Quanto ao Porto a maldição não pegou, pois só os fortes resistem, os fracos desistem. Fomos 2 vezes campeões europeus.
Durante o Estado Novo os mouros obtiveram a maioria absoluta do seu palmarés.

Conquistaram 1 Campeonato de Portugal em 1934/35, e 20 Campeonatos Portugueses em 1935/36, 1936/37, 1937/38, 1941/42, 1942/43, 1944/45, 1949/50, 1954/55, 1956/57, 1959/60, 1960/61, 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1970/71, 1971/72 e 1972/73, além das inúmeras taças de Portugal.

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Com a chancela da Beltrão Livreiros um extraordinário trabalho de investigação de António da Luz que é mais um contributo para a biografia autêntica de Salazar.
Tudo se desvenda ao longo de mais de 300 páginas interessantíssimas: a discrição como Salazar guardou durante quase 50 anos a sua adesão ao SLB. As suas paixões futebolísticas descritas de forma pormenorizada, os episódios íntimos de fanatismo e determinação em perseguir todos os inimigos do Glorioso e num só capítulo toda a verdade sobre a transferência de Eusébio do Sporting de Lourenço Marques para o Sport Lisboa e Benfica com a protecção da PIDE conforme é comprovado pelos documentos nunca descobertos e revelados até hoje que fazem parte do arquivo da PIDE/DGS e do arquivo Salazar bem como toda a história detalhada como Eusébio foi impedido de se transferir para Itália por Salazar e pela Pide.
PVP - 20€. Desconto para sócios do Benfica - 15%
 
 
Ano 2010, século XXI, Portugal, estado laico e democrático?!?
 
FUTEBOL
Sócrates dixit:
"Vou torcer, vocês sabem que vou torcer. Vou torcer pelo Benfica, claro. Espero que o Benfica ganhe porque sou do Benfica, claro está", afirmou Sócrates, "Todos sabem a minha preferência. Enfim, acho que ninguém do Porto me levará a mal se disser que este ano espero que seja o ano do Benfica. Acho que seria justo que assim fosse, há tantos anos que não é o ano do Benfica. Mas, enfim, esta é a opinião de um benfiquista".

FÁTIMA
Sócrates dixit:
"Transmiti ao Papa o que parece ser o sentimento nacional de que os portugueses gostariam de ver este Papa muito brevemente em Portugal",
"O anterior Papa visitou-nos várias vezes e com certeza esse espírito de ligação a Fátima e a Portugal haverá também neste Papa".
 
FADO
O nosso fado (destino) está traçado … défice, bancarrota ... e aperta o cinto... Zé Povo!


Pois é Futebol, Fátima e Fado são novamente utilizados por um governo para entreter o povo, e fazer esquecer a vergonha que é o nosso país, que de laico e democrático pouco ou nada tem.
Estaremos a voltar ao tempo do outro senhor?




Entretido que está o povo com a vinda do Papa e com a vitória do fifica ... o Governo prepara-se  e lança o pacote de medidas de austeridade!
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Publicado em carregaporto.blogspot.com

 

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Já aqui tinha referido num post que num programa exibido na TVI 24, o Dr. José Manuel Meirim, reputado professor universitário de Direito do Desporto, havia afirmado que ao abrigo dos regulamentos em vigor, os stewards não eram agentes desportivos.
A sua função apenas se confinava a orientar e ajudar os espectadores nos estádios.


Portanto os stewards não podiam permanecer dentro dos túneis, pois não existem espectadores para orientar e ajudar nesse local.


Tendo em conta tudo isto, os castigos eram totalmente descabidos, pois segundo o Dr. José Manuel Meirim, o que aconteceu é equiparável a uma agressão a um espectador, facto punível com pena de suspensão de 1 a 5 jogos.


http://carregaporto.blogspot.com/search/label/Paragem%20Cerebral

Ora a decisão do CJ veio confirmar tudo o que já se esperava, e dá-se mais um caso rídiculo no nosso futebol, uma vez que os casos parecem não ser julgados à luz dos regulamentos, mas sim de encontro às expectativas e necessidades do clube que actualmente controla os órgãos de decisão - O Benfica!

O nosso treinador retratou bem os prejuízos desportivos que o FC Porto teve com esta punição ridícula de dois atletas.

Como mensurar a indemnização a pedir para cobrir os prejuízos económicos?

Perdemos o campeonato e taça da SLB (Senhor Lúcilio Batista).

Não podemos participar na champions da próxima época.

Os nossos activos, desvalorizaram, pois com Hulk e Sapunaru em pelas condições quem sabe se não ultrapassaríamos os oitavos de final.

E quanto aos jogadores que indemnização pedir?

Hulk poderá falhar o mundial por tudo isto.

Além disto quais as consequências em termos de condição física de ambos atletas para a próxima época.

Hermínio Oliveira pediu demissão, mas deveria ter prestado uma declaração acerca de tudo isto.

Ricardo Costa e restantes elementos do CD não tem legitimidade alguma para julgar quem quer que seja daqui em diante.

Quanto ao Braga, ainda hoje não consigo ver nenhuma agressão de Vandinho, o que vejo sim é um puto malcriado de seu nome Di Maria a cuspir para o banco do Braga e a sair impune desta situação que viola a ética e fairplay no futebol.

Foi ele que despoletou toda a confusão no túnel de Braga, por isso deveria ter sido ele o mais punido...mas foi o único a não ser!

O Benfica se vencer este campeonato, vai ficar marcado por ser o campeão da liga das toupeiras, e de mais um roubo de igreja ao FC Porto, que impediu de lutar pelo título de igual para igual.

O outro campeonato ganho por esse clube, já havia sido marcado pelo caso Estoril Gate que passou à margem da justiça.

Está na hora de o governo não fechar os olhos.
Temos de ter um Código Desportivo que regule todas as modalidades, e existir um Tribunal Desportivo, onde se possam julgar os agentes desportivos com imparcialidade e com base na lei governamental desportiva.

Enquanto adepto do FC Porto só me apetece cuspir lume e libertar a minha revolta.

A revolta é enorme entre nós portistas.

Categoria: Labaredas

Num programa exibido na TVI 24, o Dr. José Manuel Meirim, reputado professor universitário de Direito do Desporto, afirma que ao abrigo dos regulamentos em vigor, os stewards não são agentes desportivos. A sua função apenas se confina a orientar e ajudar os espectadores nos estádios.

Portanto os stewards não podem permanecer dentro dos túneis, pois não existem espectadores para orientar e ajudar nesse local.

Tendo em conta tudo isto, a nota de culpa, que estipula penas de suspensão que vão dos 6 meses aos 3 anos, é totalmente descabida, pois segundo o Dr. José Manuel Meirim, o que aconteceu é equiparável a uma agressão a um espectador, facto punível com pena de suspensão de 1 a 5 jogos, ora entretanto com esta demora os jogadores já cumpriram 6 jogos de castigo!

No mesmo programa da TVI 24 estava também presente Jorge Coroado, que se mostrou surpreendido com o facto de Aimar ter sido castigado com multa por simulação de um penalti, quando Lisandro Lopez foi punido com multa e suspensão por um jogo, pela mesma infracção. Na minha opinião no penalti do Aimar nem há discussão quanto à simulação que é clara, enquanto que no do Lisandro existe um braço que impede o jogador do Porto de prosseguir com a bola. A intensidade como muitos falam não se sabe, quando um jogador está em movimento o mínimo toque pode ser suficiente para a queda.

Octávio Machado também nesse mesmo programa mostrou-se surpreendido com o facto de o conselho de disciplina da liga não ter instaurado qualquer processo de averiguação ao jogo Benfica – Nacional, após as declarações no final do jogo de Ruben Micael, Patacas e Manuel Machado que afirmavam ter havido coacção física sobre os jogadores do Nacional e em especial Ruben Micael.

Entretanto com todo este processo que aparentemente era simples de resolver, o Porto viu-se privado de dois jogadores importantes, e foi mesmo obrigado a recorrer ao mercado adquirindo Kleber e Ruben Micael … esta história já nos custou 9 milhões de euros.

Vamos ver onde vai isto parar. Enquanto portista acho estranho que os Super Dragões, enquanto claque com capacidade para mobilizar pessoas nada tenham feito, para nós portistas demonstrarmos ordeiramente a nossa revolta contra estas injustiças.

Categoria: Labaredas

 

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O FC Porto teve acesso a um parecer do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas que todos os portistas devem ler, pois ajuda a reforçar aquilo que já sabemos acerca de José Manuel Delgado. A foto que aqui se reproduz também é elucidativa… Foi tirada em pleno camarote presidencial do Estádio da Luz, na última segunda-feira… O jornalista de A Bola está em segundo plano, ao centro.

«O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas considera que o jornalista José Manuel Delgado, não cumpriu com escrupuloso rigor as regras deontológicas do artigo 1º do Código Deontológico do Sindicato dos Jornalistas: (“O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público”).

O autor do artigo ao encapotar as fontes, sem que justifique qualquer motivo que excepcione a sua citação, descredibilizou o seu trabalho, infringindo a primeira parte do preceituado do artigo 6º “o jornalista deve usar como critério fundamental a identificação das suas fontes” e a última parte do mesmo artigo: “as opiniões devem ser sempre atribuídas”.»


Parecer 16/P/2009, Lisboa, 9 de Setembro de 2009, Caso «Felipes» do Século XXI/A Bola

Está visto por que foi este o redactor que mais textos assinou para tentar excluir o FC Porto da UEFA Champions League e mais se «bateu» para condenar sumariamente Hulk e Sapunaru após o Benfica-FC Porto desta temporada...

In FCPorto.pt



Código deontoquê?
O Freteiro Delgado, como lhe chamam (carinhosamente) os portistas, nunca soube, não sabe e não é agora depois de velho, que vai aprender o que significa!
Esta "cartinha amorosa" do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas não passa de "umas palmadinhas nas costas", que vem tarde e a más horas e ao qual o faccioso Delgado atribuiu umas grandes gargalhadas...

Segue impune o sectário, destilando todo o ódio pelo FCPORTO e... branqueando o clube do regime e as suas manobras...

Assim vai o esterco em Portugal!

Lamento que esta "tomada de posição/comunicado do FCPORTO" seja apenas um oásis no deserto. Isto é muito pouco para combater tamanho circo.
Falem! Não se rendam perante o andor!

E ainda, de barriga cheia, nos apelidam de arruaceiros, provincianos, mafiosos, etc.
Acho um autêntico milagre este senhor (e outros) passearem na rua sem que lhes caia nada em cima!

Já nós, continuamos a ser apedrejados... quando não é pior.

Categoria: Labaredas

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Foi lamentável ontem o denominado suposto Jogo Contra a Pobreza, realizado no galinheiro.

Fracos são aqueles que se aproveitam de uma catástrofe, para fins comerciais e de marketing. É mesmo do mais baixo que pode existir. Assim como fraco é o rico que dá esmola e se gaba do feito, fazendo aproveitamento do mesmo.

Quando vi a águia vitória, vi logo a palhaçada que estava para acontecer.

Minutos antes começou a homenagem a Eusébio. Depois cumpre-se um minuto de silêncio do suposto jogo contra a pobreza … também com uma homenagem ao Féher…

Começa o jogo, e inicia-se a clubização do encontro, com expressões por parte dos comentadores do tipo “Fernando Couto já começou a arranjar inimigos na luz”, “O Barthez já sabe o que é sofrer um golo do Nuno Gomes”, “O Micoli faz muitas saudades ao Benfica”, “um dos adeptos disse me que vinha para ver o Micoli com a camisola do Benfica”, “O golo que Micoli marcou em Inglaterra pelo Benfica foi notável, fui mesmo com o meu filho celebrar para o parque das nações, e disse lhe vês filho como o pai tem razão, o Benfica é mesmo grande” … Também houve tempo para gritar pelo Féher… Rui Tovar começar a recordar as antigas glórias dos mouros…
E Nuno Luz no seu melhor "Barthez, Nuno Gomes é um fantasma para ti", e Barthez diz "o que importa é a causa". Depois tenta entrevistar Fernando Couto, e este diz que só fala no final...e eis que um dos comentadores de estúdio tem uma saída que só ele deve ter achado piada "Fernando Couto não pode falar" ... nas entrelinhas quis referir se ao blackout do Porto. Já no início do jogo Nuno Luz nem fala do Haiti e pergunta a Robert Pires "Robert vais levar a camisola do Benfica para levar ao teu pai"....

 

Foi  um jogo para mouro ver, os comentadores tinham orgasmos a ver antigas glórias, até ao ponto de comentar a forma como corriam foram... ao invés de incentivar os telespectadores a telefonar para angariar dinheiro... enfim deplorável e ao nível do clubezeco de casapianos bêbados e retardados....




O Haiti merecia um tratamento digno e que realmente fosse uma verdadeira ajuda.

 

Categoria: Labaredas

Este é um excelente post que encontrei na blogosfera portista, mais concretamente no http://dragaodoente.blogspot.com, publicado por Dragão Vila Pouca.

Aqui transcrevo o referido post.

 

"Carta de Adriano Lima a Rui Moreira, a propósito de Calabote, mas não só.


Ainda relacionado com o Trio de Ataque e na sequência do tema Calabote - António-Pedro de Vasconcelos disse que havia de convidar o comentador portista para um jantar e esclarecer o assunto - e como o visitante/comentador, do Dragão até à morte, Adriano Correia de Lima colocou na caixa de comentários, uma carta enviada a Rui Moreira - com conhecimento dos outros comentadores do Trio de Ataque -, que pela sua importância, acho, merecia honras de post, resolvi colocá-la ao dispor de todos, para que definitivamente, deixem de haver dúvidas, sobre uma página triste do futebol português, mas que não admite duas interpretações.

 

ADRIANO CORREIA DE LIMA
Rua 31 de Janeiro, nº 45-2º 4000-543 Porto
 

 

Porto, 14 de Novembro de 2008
 
Exmº. Senhor DR. RUI MOREIRA- Programa «Trio D´Ataque» da RTPN
 

 

Senhor Doutor Rui Moreira:
 
Já que o Senhor ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS o convidou para num jantar «resolverem e esclarecerem de uma vez por todas» (como diz) a «QUESTÃO CALABOTE», prometendo ele, inclusive, ir devidamente «documentado» para o «convencer», a si, Doutor Rui Moreira, e talvez, que afinal, o homem tenha sido um «santinho». Daí, e como qualquer portista (nós, sócio nº 3.237, desde 01.10.1964) que passou os longos e dramáticos «19 anos de jejum» (que não só por «impedimento alheio», reconheça-se), tomamos a liberdade de lhe proporcionar que, também, o Doutor Rui Moreira vá devidamente «documentado» para o jantar, enviando-lhe alguma «documentação» insuspeita, como verá. Entretanto, nesse mesmo jantar, sugiro que lhes seja servido como «aperitivos», especialmente ao Senhor António Pedro Vasconcelos, os «pratos»:

 

• «REINALDO SILVA», e «PORFÍRIO SILVA»
 

 

Estamos a referir nomes de… árbitros, naturalmente, e que, especialmente o Senhor António Pedro Vasconcelos, se deve recordar bem, senão vejamos:
 

 

• REINALDO SILVA (ÁRBITRO DE LEIRIA):
 

 

Foi irradiado depois de autêntico «roubo de igreja», ao prejudicar o FC Porto, num célebre jogo com o… Benfica (quem poderia ser ?), no Estádio das Antas, e na época de 1962/63, concretamente em 24.02.1963.O FC Porto da época, superiormente orientado pelo húngaro Jorge Ourth (que faleceria poucas semanas depois), disputava o título «ombro a ombro» com o Benfica, até que veio esse jogo com carácter… decisivo. O Benfica faz 1-0 por Simões, o FC Porto empata por Azumir, até que, veio o lance que, nem chegou a ser polémico, já que, numa pacífica disputa de bola, a cerca de um/dois metros fora da grande área, o Torres em disputa com o correctíssimo Miguel Arcanjo, cai e o senhor árbitro, para espanto de toda a gente, marca penáltie contra o FC Porto (convertido por … Eusébio).E, assim, o Benfica ganharia por 2-1, passando a liderar o campeonato, que o… «conquistaria». Ao tempo, geria o FC Porto, o Senhor Nascimento Cordeiro que, ao saber da oferta de um automóvel a este senhor «árbitro», pelo Senhor Vieira de Brito (Presidente do Benfica), accionou os mecanismos, e as consequências foram a sua… irradiação.Sabemos o que dizemos porque, na altura, trabalhávamos para um dos Vice-Presidentes do FC Porto, o Advogado Doutor Raul Castro (falecido há 4 anos) que tinha o cargo da área jurídica do Clube. Talvez, nessa época, o Senhor António Pedro Vasconcelos estivesse ausente do país, a estudar outros… «filmes» (de ficção). Mas este, foi uma realidade. Não possuímos «documentação» (recortes) da altura, mas temos bem presente na memória, e, sabe-se, que foi a segunda irradiação de um árbitro no nosso futebol… a deste senhor. E por este motivo.
 

 

• PORFIRIO SILVA (ÁRBITRO DE AVEIRO):
 

 

Aquando da segunda época do Pedroto no FC Porto (na primeira vez que orientou a sua equipa), em 1967/68, estava, de novo, o FC Porto, «ombro a ombro» com o Benfica, para a conquista do campeonato. E eis que, também aqui, surge o jogo decisivo, agora na Luz (07.01.1968) que se saldou com um novo «roubo de igreja». O Benfica faz 2-0 com golos de Eusébio (penaltie duvidoso, logo no início do jogo, por pretensa mão de Rolando) e Torres. O FC Porto empata (golos de Valdir), e, faz um 3º golo, por Manuel António (limpíssimo, com o peito, encima da linha de golo – fotocópia do respectivo recorte do «Norte Desportivo») que o senhor «arbitro» invalida de forma incompreensível. Logo de seguida, Torres faz o 3º golo do Benfica, que vence o jogo por 3-2, e, praticamente o… campeonato.
 

 

Mas, antes de voltar ao «CALABOTE», e já agora, sobre a questão do • «BENFICA E O REGIME»:
 

 

Pergunte (ou lembre), por favor, o Senhor Doutor Rui Moreira, ao Senhor António Pedro Vasconcelos, «SÓ» isto:
 

 

- Quem impediu que EUSÉBIO saísse para Itália, já em 1963, e para o Inter de Milão? Exactamente… o senhor salazar (com minúsculas, pois claro). E fica mais esta pergunta pertinente: A tal suceder, seria líquido que a hegemonia do Benfica se prolongasse no decorrer dos anos 60 e 70, da forma como sucedeu? Já agora, num aparte, uma (verdadeira) estória sobre… EUSÉBIO: Sabia o Senhor Doutor Rui Moreira (e os seus companheiros de painel) que o primitivo destino de Eusébio para (na altura) a Metrópole, era o… FC Porto? Ele mesmo, Eusébio, o confessou à Doutora Judite de Sousa em recente «grande entrevista», na RTP. Nós sabemo-lo há muitos anos, exactamente pelo tal ex-dirigente da altura, o Doutor Raul Castro, que contava ter sido recusada tal «aquisição», pelo «entendimento cordial» que existia entre o Senhor Nascimento Cordeiro, Presidente do FC Porto, e o Senhor Vieira de Brito, Presidente do Benfica. Só mais tarde sucederia aquela «disputa» entre Benfica e Sporting pela «aquisição» do Eusébio, com as peripécias que se conhecem e até envergonharam o futebol português (o que quási se ia repetindo, poucos anos depois, com um outro jogador africano, chamado de Carlitos, esse sim, ido para o Sporting).Simbolizando essa possibilidade (de Eusébio no FC Porto), nós próprios nos «inspiramos», tirando uma fotografia ao Eusébio «equipado à Porto» (o que é… inédito). Passou-se num jogo entre Veteranos, de homenagem ao grande Miguel Arcanjo, no princípio dos anos 80, no chamado campo de treinos do (infelizmente) extinto Estádio das Antas.Chegamos, inclusive, a enviar ao Senhor Carlos Pinhão, ilustríssimo jornalista de «A Bola» (mais adiante voltaremos a ele) que a publicou (cópia junta) e que simpaticamente nos devolveu. Como recordação, que espero aceitem, juntamos cópias dessa mesma foto para cada um de vós.

 

Mas, se se pode dizer «BENFICA E O REGIME», já noutro caso se pode afirmar… «SPORTING DO REGIME».Todos nós, sobretudo os cinquentões e sessentões, nos lembramos dos «cazais ribeiros», e dos «góis motas», lacaios do regime fascista, naquilo que era do mais tenebroso (um da Legião Portuguesa e outro da Pide). Lembrar-se-á o Doutor Rui Oliveira e Costa das «célebres» ameaças, e até de pistola, por estes senhores, nas cabines dos árbitros, chegando mesmo, o árbitro internacional portuense, Clemente Henriques, a «convidar» o senhor Góis Mota a sair da sua cabine, expulsando-o? Terá lido, o Doutor Rui Oliveira e Costa, o livro «O Jogo da Vida», que possuímos, escrito pelo grande CARLOS GOMES? Não? Sugerimos então que o faça (enviamos fotocópia de uma entrevista dele, no já extinto «O Jornal» de 17.02.1984). O curioso é que tal (clubes do «regime») sucedia, no caso do Sporting, nos anos 40/50, tempo dos «cinco violinos», e no do Benfica, nos anos 60/70, dos «chamados magriços».Dá que pensar, não é verdade, Doutor Rui Moreira? E, até, como diria o outro… «nem havia necessidade».
 

 

Bom, mas voltando ao… «CALABOTE»:
 
Começamos por transcrever «trechos» de uma entrevista que o presidente da Comissão Central de Árbitros, da altura, Doutor Coelho de Fonseca, deu ao jornal «Record» de 15.03.1991, em resposta a uma outra dada pelo senhor Calabote, sobre o «caso», Doutor Coelho de Fonseca (que até era do Belenenses) .
 

 

Repare nisto:
 
• «Tudo o que ele diz, todas essas desculpas, são boas para ele contar aos seus amigos. Ele diz que foi irradiado por ter começado o jogo dois minutos mais tarde. Ora agora pergunto eu: algum dirigente no mundo poderia irradiar um árbitro por isso? De facto, a verdadeira razão não foi essa. Haviam dois jogos: o Benfica-Cuf e o Torreense-FC Porto. O Benfica começou o seu jogo mais tarde para poder acompanhar o que se passava em Torres Vedras. Nesse dia eu estava no Restelo a assistir ao Belenenses-Sporting. Acabou o jogo e, depois, fiquei a ouvir o que se passava no Benfica-Cuf, pela rádio, ouvindo a reportagem de Artur Agostinho para a EN. E ele ia dizendo que passavam dois, quatro, seis minutos… quando o jogo acabou, passavam oito minutos da hora»
 

 

E mais isto:
 
• «É evidente que o árbitro tem o direito de dar as compensações de tempo que entender, mas ele teria que justificar isso no relatório, e não o fez. Não indicou nem um minuto de compensação. Eu estranhei: que história é esta? Devo dizer que nunca dei importância aos boatos que circulavam na altura, acerca de suborno, porque não poderia servir-me de uma coisa que não tinha fundamento… mas o facto é que o jogo durou oito minutos a mais na segunda parte, e ele disse que durara 45 minutos! Perguntamos-lhe o que se tinha passado, mas… nada. Não houve maneira de o convencer, e ele mentiu no boletim ! Sendo assim, instaurou-se-lhe o devido processo disciplinar»
 

 

Comentários? Para quê?
 

 

Mas, repare ainda MAIS nisto, Doutor Rui Moreira:
 

 

O grande jornalista Carlos Pinhão, na sua «página», em «A Bola», de 08.09.1990, que se intitulava «Porque Hoje é Sábado», nas «Celeumas Benfica-FC Porto», dedica-se ao «CASO CALABOTE», escrevendo algures:• «Recorda-se a de 1959, quando os portistas, em Torres Vedras, tiveram de esperar largo tempo que, na Luz, chegasse ao fim um Benfica-Cuf cheio de penalties e… de minutos».E, não se fica por aqui, transcrevendo o «desabafo» do treinador (na altura) da Cuf:• «O treinador dos cufistas, Cândido Tavares (antigo guarda-redes do Benfica), no fim do jogo, ironizou:«- Árbitro??... Não houve árbitro!... Só estranho que o senhor Calabote não tivesse arranjado uma quarta grande penalidade, nos últimos minutos».
 

 

 
Ficará, depois disto, o Senhor António Pedro de Vasconcelos, convencido? Desistirá ele do jantar consigo, Doutor Rui Moreira?

 

Mais:

 

Que dizer da «substituição», em pleno jogo, do guarda-redes da Cuf (António Gama, por José Maria), a mando de um… dirigente?

 

Um aparte:

 

Esse António Gama, benfiquista assumido, viria, nos finais dos anos 60, a treinar o Boavista, levando-o dos Distritais à 1ª Divisão Nacional (com o célebre ponta-de-lança Lemos – o dos 4 golos ao Benfica, pelo FC Porto), sucedendo-se, depois, o tal «boavistão», de Aimoré Moreira e de Pedroto. Entretanto, à margem do «caso Calabote», ainda se passariam outros… «casos».Desde o «mistério» da «aquisição» (na semana que antecedeu o polémico jogo) do treinador adjunto do Benfica (o argentino Valdivielso) para orientar o… Torreense, passando pelo «desvio» (como lhe chama Carlos Pinhão), em segredo, do treinador portista, o húngaro Guttmann, para o Benfica, na época seguinte, acabando com a conquista da «bola de prata», por Águas, em detrimento do portista Teixeira, «graças» aos… 4 golos que obteve nesse jogo com a Cuf (3 deles, de penaltie).

 

 
Aliás, em relação ao tal «desvio» (de Guttmann), além da saída do treinador, dois outros «prejuízos» sucederiam, em prejuízo futuro da equipa do FC Porto, e a recordar: A «dispensa», pelo «mago», de dois grandes jogadores:

 

• de Osvaldo Silva (posto na «lista das transferências»), e que rumaria ao Leixões, e, posteriormente, ao Sporting; e ainda,

 

• de José Augusto (esse mesmo, o bi-campeão europeu), que do Barreiro veio treinar às Antas e que o «mago» aconselharia a fazê-lo… na Luz. Isto, o Senhor António Pedro Vasconcelos, deve saber, mas, mesmo assim, enviamos o recorte de «A Bola», de 08.09.1990, com o referido artigo de Carlos Pinhão.

 

Antes de finalizar, não gostaríamos de deixar de pedir ao Senhor Doutor Rui Moreira, esclareça o Senhor Doutor Rui Oliveira e Costa (a quem se perdoa por, na altura, só ter 10 anos de idade – nós tínhamos 11) que o resultado do Torreense-FC Porto foi de 0-3 e não 1-3, marcando os golos, o Noé, o Perdigão e o Teixeira (e não 2 do Carlos Duarte e 1 de Teixeira, como erradamente referiu), e, já agora, o marcador do golo da Cuf foi o central Quaresma e não «o pequenino Úria».

 

Pedindo desculpa pela maçada, mas, compreenderá, que sempre que se fale de «Calabote» (pese embora o FC Porto, mesmo assim, tenha ganho esse campeonato), a memória portista tende, e com razão, a simbolizá-lo por décadas e décadas de prejuízo ao FC Porto em benefício de outros com a continuidade de imensos… «calabotes». E, sobretudo, quando, mesmo assim, há sempre alguém que quer ignorar… a estória (verídica e não ficcionada). Depois disto, pensamos que tem o jantar, se a realizar, perfeitamente… ganho.
 

 

Um abraço do
 

 

PS. – Tomamos a liberdade de enviar cópia desta a cada um dos seus «companheiros de painel», e aqui visados, pedindo ainda que lhes entregue os recorts de jornais citados.

 

Obrigado ao Adriano Correia de Lima: contra factos, não há argumentos! "

 

 

 

Categoria: Labaredas

A Luz ao fundo do túnel
por Miguel Sousa Tavares n' A Bola
 

O futebol português parece ter entrado agora na fase dos túneis. Tem em comum com as anteriores — a fase das cotoveladas e a dos sumaríssimos — o mesmo alvo, mal escondido com o rabo de fora: o FC Porto. No passado, como se recordarão, só havia sumaríssimos para jogadores do FC Porto e também só eles é que usavam os cotovelos, mesmo que imaginariamente. Incontáveis programas de televisão gastavam horas a passar ao ralenti imagens envolvendo jogadores portistas até conseguirem «provar» que tinha havido cotovelada. Não por acaso, os alvos predilectos foram sempre jogadores que, numa ou noutra época, eram decisivos no plantel azul-e-branco: McCarthy, Deco, Quaresma. Não sei se já repararam mas, assim que eles se foram embora, desapareceram as cotoveladas do futebol português e morreram os sumaríssimos.
E eis então que chegamos à fase do túnel. O alvo principal desta vez chama-se Hulk — que, embora esteja em crise de exibições, tem o potencial por todos bem conhecido de, quando lhe dá na gana, virar a história de um jogo. E quem tem esse potencial também pode virar a história de um campeonato. O Sapunaru ou o Helton todos sabem que não incomodam por aí além. Mas o Hulk, sim: tirar o Hulk ao FC Porto até final do campeonato é o mesmo que tirar o Di María ao Benfica. Vale a pena, então, empreender na nova teoria dos túneis e criar doutrina — a qual, como de costume, nascerá e morrerá depois de cumprida a sua função de diminuir drasticamente o potencial competitivo do FC Porto.

O mais curioso disto tudo é que o tuning começou na época passada, com o Benfica, e assim continuou esta época. As confusões nos túneis envolveram sempre jogadores do Benfica e jogos onde o Benfica participou. Pura coincidência. Já no ano passado, depois de um jogo na Luz, o nacionalista Rúben Micael (que bem que ele ficava de azul-e-branco!) desabafou: «Passam-se coisas estranhas no túnel do Estádio da Luz, que mereciam ser investigadas». Investigar o túnel da Luz? Está quieto, nessa não cairia o CD da Liga!

Durante toda esta semana, no rescaldo do Benfica-FC Porto, os jornalistas conotados com os interesses do Benfica foram preparando o terreno para uma «justiça exemplar», adequada aos horrendos crimes que três jogadores portistas terão cometido no túnel da Luz. Primeiro, sentenciando que a coisa era tão grave que, no mínimo, iria haver jogadores suspensos por seis meses e, no máximo, por seis anos! E na terça-feira já estavam municiados com a informação de que a suspensão preventiva dos jogadores portistas era de duração indeterminada— porque assim tinha sido estatuído, por proposta do próprio FC Porto, aliás, com a abstenção do Benfica. Esta informaçãozinha bem oportuna, escorregada para os jornais, deixou-me logo de sobreaviso do que se prepara. Pinto da Costa faz bem em ir já ao mercado ou ao Olhanense, porque tudo está a ser devidamente montado para que o Hulk não jogue mais esta época. Há, sobretudo, uma coisa impensável e inaceitável: que o Benfica não seja campeão este ano. Porque se isso acontece, a própria falência é uma hipótese bem séria.

Antes, porém, de os justiceiros habituais entrarem em acção — além do mais, com um longamente reprimido desejo de vingança da vergonhosa e total derrota dos seus planos de encostar o FC Porto, despojá-lo dos títulos conquistados, retirá-lo da Europa e enviá-lo para a segunda Liga para melhor desimpedir o caminho ao Benfica, graças ao fabricado «Apito Dourado» — convém, talvez, parar para pensar um pouco. Ou, ao menos, para fazer umas perguntas, que julgo pertinentes para a investigação. A saber:

1 Os seguranças (stewards) têm ou não o direito de estar no túnel de acesso aos balneários? Se têm esse direito, a que título lhes é concedido? E, se o não têm, será que, da parte do Benfica, tudo se resolve com uma multa de 250 euros?

2 Houve ou não provocação dos seguranças a membros da comitiva azul-e-branca, no dito túnel, e antes ou após o jogo?

3 Nomeadamente, é verdade ou não que o segurança alegadamente agredido por Sapunaru começou logo por provocar Reinaldo Teles antes do jogo se iniciar, quando os jogadores foram para o aquecimento? E voltou a fazê-lo depois do jogo terminado?

4 Se houve provocações, eles partiram espontaneamente do ou dos seguranças ao serviço do Benfica, ou foram premeditadas e por quem?

5 Se o relato da imprensa desportiva está certo, isso implica que os jogadores do FC Porto, todos eles, atravessaram o túnel após o jogo e recolheram-se na sua cabine, sem quaisquer incidentes, só depois tendo saído da cabine para verem o que era a confusão que decorria no túnel? Ou seja: não agiram nem premeditadamente nem por iniciativa própria, mas apenas por reacção a qualquer coisa que viram ou ouviram?

6 E que tremenda confusão se terá então armado no túnel que chamou a atenção dos jogadores portistas, que já estavam recolhidos à sua cabine? E porque não chamou também a atenção dos jogadores ou elementos da comitiva do Benfica?

7 O filme de terror, tão propagandeado pela imprensa próxima do Benfica, contém apenas cenas escolhidas, ou antes tudo o que aconteceu no túnel, desde que o FC Porto chegou às instalações da Luz?

8 Existe alguma disposição penal ou disciplinar em toda a ordem jurídica portuguesa que preveja a suspensão prévia sem limite de tempo de um suspeito ou arguido? Se existe, resta alguma dúvida de que ela é, obviamente, inconstitucional?

9 De igual modo, existe alguma pena disciplinar (seja pena principal ou acessória) que suspenda o direito ao trabalho durante mais do que trinta dias? E se o Tribunal Constitucional for chamado a julgar um estatuto disciplinar tão idiota como o que foi parido pelos juristas do futebol português, com penas de impedimento de jogar por seis meses ou seis anos, num País onde a Constituição estabelece que ninguém pode ser privado do direito ao trabalho, o que acham que os juízes farão à coisa?

10 Faz algum sentido para alguém (tirando para estas luminárias jurídicas do nosso futebol), que, se um jogador agride outro, durante o jogo e à vista de toda a gente, seja expulso e fique um ou dois jogos sem jogar, se agride um árbitro fique seis meses sem jogar, mas que, se agride alguém que não faz parte do jogo, fora dele e longe da vista de todos, possa ser suspenso de seis meses a seis anos? Qual é a lógica desta absurda disparidade de critérios? Agredir um segurança num túnel é cem vezes mais grave do que agredir um adversário ou o árbitro durante o jogo? E a agressão é mais grave se cometida perante cinco testemunhas do que se cometida perante cinquenta mil?

Claro que nada disto faz sentido algum. São apenas leis idiotas, paridas por juristas de segunda categoria e aprovadas ao desbarato na confusão das Assembleias Gerais da Liga. O valor dos nossos juristas do futebol ficou exuberantemente demonstrado quando, depois de tantas e tão judiciosas decisões no «Apito Dourado», eles viram (sem estremecer de vergonha, é certo) as suas sentenças serem todas estilhaçadas pelos sucessivos tribunais, com juízes a sério e sem manobras clubísticas ocultas. O que daqui vai sair, com grande grau de probabilidade, é que, depois de terem estreado com o FC Porto estas disposições disciplinares dignas do Código de Costumes da Arábia Saudita, os que assinaram isto de cruz vão deitar as mãos à cabeça e revogar tudo. Só que, entretanto, os espertos do costume já terão conseguido o seu cordeiro imolado. Tal qual como sucedeu com os célebres sumaríssimos.

É a Luz ao fundo do túnel.

Miguel Sousa Tavares n' A Bola.
Categoria: Labaredas

O que é a Regionalização?

 

As Regiões Administrativas são autarquias de âmbito regional. São parte do Poder Local. São entidades intermédias, situadas entre o Poder Central e os municípios, eleitos pelas populações e destinadas a complementar a acção municipal. É assim que a Constituição da República as consagra e define estabelecendo que a organização autárquica no país é constituída pelas freguesias, municípios e regiões administrativas. É esta parcela das instituições locais cuja criação está em debate.

A criação das Regiões Administrativas corresponderá no fundamental à possibilidade de conferir, através da eleição directa pelos cidadãos, legitimidade e representatividade democrática a um poder regional não eleito que já hoje exerce um conjunto de funções e competências de nível supramunicipal sem qualquer controlo das populações e dos próprios municípios.

 

Que benefícios podem resultar da regionalização?

 

A regionalização é um factor de democratização. Com efeito, a todos os níveis de poder, da freguesia aos órgãos de soberania, existem órgãos democraticamente eleitos.

Ora, a nível regional também existem órgãos de poder, com destaque para as Comissões de Coordenação Regional e outros serviços periféricos dos ministérios, só que os titulares dos cargos que os dirigem não são legitimados através do voto popular e não respondem pelos seus actos perante as populações. Esta «Administração periférica do Estado» tem vindo, aliás, a tornar-se cada vez mais importante, sem que a sua actividade seja controlada pelas populações e sem que o «poder regional» responda através do voto periódico perante os eleitores.

Em segundo lugar, a regionalização é um instrumento que favorece a democracia participativa. É conhecido o facto de a aproximação dos serviços públicos em relação às populações e a legitimação do poder através do voto popular constituir um estímulo à participação, se nesse sentido se verificar a necessária vontade política. As possibilidades de participação são infinitamente maiores quando existem eleitos do que quando se verifica a nomeação por parte do Governo Central.

Em terceiro lugar, a regionalização pode favorecer o desenvolvimento. Com efeito, a regionalização pode não ser uma condição necessária nem suficiente do desenvolvimento, mas também é inquestionável que a existência de regiões e de um sistema democrático representativo ao nível regional pode estimular os serviços públicos, contribuindo para a sua dinamização. O próprio facto de o poder regional ter que responder pelos seus actos em eleições competitivas pode dinamizar o investimento público. Além disso, tendo o desenvolvimento uma dimensão não apenas económica, mas também social, cultural e ambiental, o poder regional democrático e as suas actividades podem ser um factor benéfico e uma contribuição importante para o assegurar. Acresce ainda que um sistema de finanças regionais que garanta maior investimento onde há maior atraso pode ser um instrumento de correcção de assimetrias.

Em quarto lugar, a regionalização é condição de uma reforma administrativa democrática, que dê coerência à administração periférica do Estado e permita descentralizar e desburocratizar. Ainda hoje existem oitenta divisões «regionais» diferentes consoante os diversos serviços públicos, obrigando em grande parte do País o cidadão a encaminhar-se para cidades diferentes consoante os problemas que tem a tratar.

 

As regiões podem prejudicar os municípios?

As regiões não só não prejudicam os municípios como devem ser um instrumento que contribua para a sua afirmação e reforço. Quem afirma que os municípios seriam prejudicados com a regionalização omite que a Constituição impede que sejam afectados os seus poderes (artigo 257º). Omite igualmente que as regiões serão criadas para apoiar os municípios e para se encarregarem de tarefas que, não havendo vantagem em dependerem da Administração Central, também não podem ser descentralizadas para os municípios devido à dimensão das questões envolvidas.

Os que agora combatem a regionalização, em nome dos municípios, são os mesmos que durante anos têm atacado a sua autonomia e negado os meios indispensáveis ao pleno exercício das suas funções.

 

Devem se defenir as regiões,  analisar as suas potencialidades e principais necessidades.

 

Depois os fundos monetários devem ser encaminhados para o suprir das necessidades constatadas.

As potencialidades de cada região devem ser exploradas e aproveitadas.

 

O governador regional deve ser o responsável pela aprovação dos projectos essenciais que cada municipio solicitar.

 

Os autarcas devem prestar contas ao governo regional e este ao governo central.

 

Ao  regiões podem ser um instrumento de unidade e solidariedade nacional e não de divisão, sobretudo se for correctamente feita e se as populações sentirem que as regiões mais atrasadas passarão a ter autonomia e a dispor de mais recursos do que até agora.

Em geral, as regiões não devem servir para dividir o País, mas sim para unir os municípios e as populações a partir da base, assentando nas suas próprias escolhas.

 

A situação actual é caracterizada pelos seguintes aspectos:


• Enormes assimetrias e desequilíbrios inter-regionais, com um peso cada vez maior do litoral no contexto do país;


• Despovoamento e desertificação;


• Políticas territoriais tendo como principal preocupação contribuir para o processo de acumulação capitalista, de que é exemplo destacado o favorecimento da especulação imobiliária;


• Fraco aproveitamento dos recursos de cada região e falta de uma visão de nível regional, que, partindo da avaliação dos recursos existentes, defina estratégias de desenvolvimento adequadas;


• Utilizações erradas dos fundos comunitários.

 

O Referendo de 8 de Novembro de 1998

  

A partir de meados da década de 1990, a discussão em torno da Regionalização em Portugal intensificou-se, tendo-se chegado à conclusão que era necessário e urgente pôr em marcha o processo de Regionalização de Portugal Continental. Assim, já em 1991, durante o governo de Cavaco Silva, tinha sido aprovada a Lei-quadro das Regiões Administrativas (Lei nº 56/91, de 21 de Agosto), que definia os órgãos de poder a criar em cada região (Juntas Regionais e Assembleias Regionais), as respectivas competências e atribuições, a forma como as Regiões iriam ser instituídas, e o regime eleitoral das futuras regiões, apenas não definindo o número de regiões a criar e a sua delimitação. Durante os anos seguintes, houve um aceso debate sobre a delimitação de um mapa regional para Portugal Continental. Porém, aquando da revisão constitucional de 1997, a instituição em concreto das regiões em Portugal Continental passou a ser obrigatoriamente alvo de referendo. Este passo é visto por muitos regionalistas como uma tentativa para travar o avanço do processo regionalista em Portugal. Em 1997, são apresentados dois mapas para a divisão regional.

 

O PS, do então primeiro-ministro António Guterres, apontava para um mapa de 9 regiões:

  • Entre-Douro e Minho
  • Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Beira Litoral
  • Beira Interior
  • Estremadura e Ribatejo
  • Região de Lisboa e Setúbal
  • Alto Alentejo
  • Baixo Alentejo
  • Algarve

 

O PCP e o PEV, outros partidos pró-regionalista, apresentou também uma proposta de 9 regiões, embora com ligeiras diferenças:

  • Minho
  • Porto e Douro Litoral
  • Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Beira Litoral
  • Beira Interior
  • Estremadura e Ribatejo
  • Região Metropolitana de Lisboa e Península de Setúbal
  • Alentejo
  • Algarve

 

Os outros dois partidos com assento parlamentar, o PSD e o CDS, liderados, na época, por duas personalidades marcadamente anti-regionalistas, Marcelo Rebelo de Sousa e Paulo Portas, não apresentaram qualquer proposta e bateram-se sempre contra a reforma em si. As duas propostas geraram uma ampla discussão sobre a implementação da Regionalização. Por fim, acabou por ser alcançado um acordo entre PS, PCP e PEV, no sentido de se atingir a maioria de deputados na Assembleia da República necessária à aprovação do diploma. Esta proposta, que foi oficializada pela Lei da Criação das Regiões Administrativas (Lei 19/98, de 28 de Agosto), e que acabou por ser levada a referendo no dia 8 de Novembro de 1998, dividia Portugal em 8 regiões, já que os socialistas haviam abdicado da divisão do Alentejo em 2 regiões, e os comunistas haviam desistido da divisão do Entre Douro e Minho em 2 regiões. No decorrer do processo de junção das propostas, as assembleias municipais e as populações dos diversos concelhos foram auscultadas, num processo algo polémico, mas que acabou por aproximar as regiões propostas da realidade regional portuguesa, baseada nas Províncias Tradicionais Portuguesas, entrosadas há séculos no quotidiano nacional. Porém, algumas assembleias municipais, em desacordo com a Regionalização, e, principalmente, algumas autarquias pressionadas por motivos de ordem política, pelas orientações do PSD e do CDS, não responderam aos inquéritos, contribuindo para o desenho de um mapa que, embora sendo bem aceite quanto às regiões apresentadas, era algo artificial quanto às fronteiras definidas.

Assim, as 8 regiões propostas no referendo nacional foram:

  • Entre-Douro e Minho
  • Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Beira Litoral
  • Beira Interior
  • Estremadura e Ribatejo
  • Região de Lisboa e Setúbal
  • Alentejo
  • Algarve

No entanto, o referendo teve uma fraca participação por parte dos portugueses, em boa parte à confusão e à falta de informação lançada no decorrer da campanha. A discussão foi levada para assuntos que nada tinham a ver com a Regionalização, e esta transformou-se numa questão eminentemente política, o que levou muitos eleitores a alhearem-se da questão.

Resultados do Referendo de 8 de Novembro de 1998

PERGUNTA 1: «Concorda com a instituição em concreto das regiões administrativas ?»

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Fonte: STAPE- Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral

 

PERGUNTA 2: «Concorda com a instituição em concreto da região administrativa da sua área de recenseamento eleitoral ?» (pergunta apenas colocada aos cidadãos recenseados em Portugal Continental)

 alt

 

 

 

 

 

Fonte: STAPE- Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral

 

Isto reflectiu-se nos elevados números de abstenção. No dia 8 de Novembro de 1998, 51,71% dos eleitores portugueses, o correspondente a umas expressivas 4 465 743 pessoas, ficaram em casa e não foram votar. Deste modo, o Referendo acabou por não ser vinculativo, já que para tal era necessário que pelo menos 50% dos eleitores se expressassem num determinado sentido. Assim, ainda hoje não se sabe a verdadeira opinião dos portugueses sobre esta reforma. O "Não" de 1998 é explicado por uma espécie de "cartão amarelo" que os portugueses quiseram dar ao governo e aos políticos da altura, devido à campanha confusa que havia sido efectuada, não reflectindo a verdade dos factos.

Quanto ao mapa apresentado, pensa-se também que não foi por isso que a Regionalização foi rejeitada, já que, na segunda pergunta, os níveis correspondentes ao "Não" e as áreas geográficas onde este saiu vencedor, foram semelhantes aos da primeira pergunta. Geograficamente, e em ambas as perguntas, o "Sim" saiu vencedor apenas na região do Alentejo, nomeadamente nos distritos de alentejanos de Évora e Beja, e no distrito de Setúbal, dividido entre o Alentejo e a Região de Lisboa e Setúbal. Por esta razão, os alentejanos reclamam ainda hoje a existência de uma ilegalidade, já que a Junta e a Assembleia Regional do Alentejo já deveriam ter sido formados em 1998, já que a região assim o decidiu nas urnas. O "Sim" venceu ainda em vastas áreas do Algarve, onde se registou praticamente um empate entre o Sim e o Não. Outra das zonas que aprovou a Regionalização foi o Porto, tendo o "Sim" ganho nos concelhos do Porto, Matosinhos e Gondomar, e registado votações equilibradas em Vila Nova de Gaia, Valongo, Maia e Vila do Conde. Os piores resultados do "Sim" registaram-se a norte do Tejo, nomeadamente na Beira Litoral e no distrito de Braga. Já no distrito de Viana do Castelo, o Sim ganhou na maioria das sedes de concelho e freguesias urbanas. Contudo, comparativamente, os resultados foram bastante melhores nas regiões do Interior (Trás-os-Montes e Alto Douro e Beira Interior) do que nas do Litoral (Entre-Douro e Minho e Beira Litoral), o que mostra que o Interior deseja ter autonomia, e não ser incorporado em regiões heterogéneas juntamente com áreas do Litoral. Conclui-se assim que o que foi rejeitado no referendo de 1998 foi a Regionalização em si (devido à confusão lançada durante a campanha), e não o mapa regional.

 

Nos últimos anos, as medidas centralizadoras operadas pelos governos, nomeadamente a construção de obras megalómanas, e de elevados custos, à volta da capital (Novo Aeroporto de Alcochete , requalificação da Frente Ribeirinha de Lisboa , terceira ponte sobre o Tejo  etc.), e o desinvestimento progressivo no resto do país, com o encerramento de escolas e de serviços de saúde, nomeadamente nas regiões de Trás-os-Montes e Alto Douro, da Beira Interior e do Alentejo, a tentativa de introdução de portagens nas auto-estradas do Entre-Douro e Minho, o congelamento das obras nos metropolitanos do Porto e de Coimbra, e o desinvestimento na rede ferroviária portuguesa, provocaram uma crescente indignação na população portuguesa, que começou a encarar a Regionalização como a única forma de trazer de volta o investimento ao resto do país, e reduzir as assimetrias entre as diferentes regiões, nomeadamente entre o norte e o sul do país, e entre as regiões do litoral e do interior. À revelia de qualquer debate com as populações, o actual governo tem vindo a implementar uma reorganização territorial de acordo com um mapa de 5 regiões. Esta divisão tem sido bastante criticada pelas populações, que não se revêm nela, principalmente pela população do Interior que argumenta que este mapa em nada vai contribuir para a diminuição das assimetrias regionais, já que as regiões do Interior vão ficar dependentes das áreas do Litoral, mais poderosas economicamente e populacionalmente, e com maior poder reivindicativo. Assim, foi também avançada a chamada proposta das 7 Regiões, existindo actualmente um debate em torno destas duas propostas de Regionalização para Portugal Continental, cuja morfologia é a seguinte:

 

 

 

Proposta das 5 Regiões

  • Norte
  • Centro
  • Lisboa
  • Alentejo
  • Algarve

Proposta das 7 Regiões

  • Entre-Douro e Minho
  • Trás-os-Montes e Alto Douro
  • Beira Litoral
  • Beira Interior
  • Estremadura e Ribatejo
  • Alentejo
  • Algarve

Para alterar esta situação, torna-se necessária uma efectiva política de descentralização, que exige uma clara delimitação de responsabilidades entre os diversos níveis da administração, a dotação dos meios adequados para o exercício das suas competências, com autonomia administrativa e financeira, conferindo-lhes legitimidade política através de eleições. Torna-se necessária a criação das regiões administrativas cuja principal tarefa visa contribuir para o desenvolvimento regional e para a correcção das assimetrias. E também para a igualdade de oportunidades entre as regiões.

 

fontes: wikipédia; pcp.pt

 

 

 

Categoria: Labaredas

O palhaço do treinador da Oliveirense, teve um infeliz ataque de diarreia verbal .... se calhar provocada por muita azia anti-portista, e disse:

 

«Lembro a final do F.C. Porto com o Peñarol em Tóquio. Nesse jogo havia muita neve e lama e lembro-me de ver o Madjer marcar o golo depois de ter ganho a bola que parou na lama», rematou o técnico, quando instado a comentar a qualidade do relvado da Oliveirense.

 

altEste senhor é burro ou sofre de aziúme anti-portista.

Ele que foi futebolista em clubes como Feirense, Oliveirense, Beira-mar e Farense, e agora com o curso de treinador, deveria saber o que é necessário à boa prática de um jogo de futebol.

Com estas declarações está a insultar os valentes jogadores que conquistaram a primeira Taça de Campeão do Mundo para o nosso País.

Estes valentes jogadores nos balneários foram massajados com bagaço, e fizeram uma fogueira para se aquecerem. Muitos deles no final quase caíam para o lado de hipotermia.

Relembro a este treinador que o jogo só não foi adiado , porque como ele não deve saber, a final era em Tóquio no Japão, e o árbitro e equipas que fizeram tantas horas de viagem, decidiram mesmo com aquelas condições realizar o jogo. A logística nestas coisas também conta. Uma coisa é ir jogar a Oliveira de Azeméis, outra é ir jogar ali ao lado ... no Japão..... rídiculo este senhor.

E relembro também a este senhor que uma coisa é jogar num piso gelado  e outra é jogar num lamaçal provocado pela chuva.

E mais, o golo que Madjer  marcou, não foi por  ter ganho a bola que parou na lama... multiópticas, ergovisão dão consultas gratuitas ... ou compre o DVD numa qualquer loja e reveja.

 

1º. Golo Grande finta de Gomes e golo.

2º. Golo, Sousa ganha heroicamente a bola no meio campo, finta dois adversários e lança  com passe longo Madjer , que por sua vez ganha a bola na disputa com o defesa uruguaio e depois  com o guarda redes adiantado faz lhe um monumental chapéu.

 

Não vi nenhuma bola ganha depois de parar na lama...

 

 

E AGORA PARA CULMINAR MAIS DIARREIA VERBAL DE UM BURRO ... QUE DESPRESTIGIA OS BURROS.

Pedro Miguel, treinador da Oliveirense, não ficou contente com a decisão de Bruno Paixão em adiar o Oliveirense-F.C. Porto. O técnico queria jogar e diz que agora qualquer equipa pode recusar-se jogar no Campos Carlos Osório. «Temos de respeitar a decisão, o relvado não está em boas condições», começou por dizer Pedro Miguel.

«Mas já fizemos jogos piores aqui. Estávamos preparados para jogar. Já vi jogos piores aqui e noutros estádios. Agora sim, ficamos preocupados. A partir de agora as equipas da Liga de Honra que venham jogar connosco podem também não querer jogar. Abriu-se um precedente grave», adiantou o treinador da Oliveirense.

Pedro Miguel apela por isso à sensibilidade dos adversários na Liga de Honra, lembrando que as condições verificadas neste sábado são normais em Oliveira de Azeméis durante o Inverno. «Temos que esperar que haja sempre bom senso, sobretudo quando jogamos em casa. À partida o jogo só se realizará no próximo ano», finalizou.

ESTE SENHOR É MESMO BURRO ... e faz um convite do género, eh pah chove em minha casa a cântaros mas existem outras casas em que chove mais... por isso podes vir na mesma dormir nesta caminha quentinha ... nem te constipas nem nada .....

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A Irlanda foi vergonhosamente roubada em Paris e perdeu lugar no mundial de 2010.

 

Graças a um golo que nasceu de uma  mão de Henry, que cruzou para Gallas marcar.

 

 

 

Foi tão clara esta infracção que o francês merecia ser punido com a proibição de embarcar para a África do Sul.

  

O árbitro deveria ser irradiado.

 

Os jogadores da Irlanda deveriam ter abandonado o terreno de jogo após tão claro e visível escândalo.

  

O Platini faz ainda diferença...agora fora de campo.

 

Esteve bem o jornalista Pedro Pinto nos comentários na CNN " A França é campeã do mundo de andebol...."

 

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Categoria: Labaredas

Tivemos uma atitude séria perante o jogo.
Jogamos como verdadeiro colectivo.
Estivemos bem a controlar o jogo aéreo dos Bósnios.

Agora uma questão que coloco, Ronaldo tem lugar neste 11?
Com a atitude que demonstra quando representa o nosso país, acho que não.
Desde que disse que se todos jogassem como ele ganhavam, caíu no rídiculo.
Se todos jogassem como ele não estariamos no mundial.
Cristiano Ronaldo ainda tem de caminhar muito para chegar aos calcanhares de jogadores de eleição como Figo, Rui Costa, João Vieira Pinto e outros.

Estes jogadores suavam a camisola lusa, não tinham a mania, eram Homens com H grande como dizia o mítico capitão João Pinto.

Se um jogo de futebol fosse jogado com duas bolas, o Ronaldo era o maior.

Não entendo porque lhe deram a braçadeira de capitão. Cheira me que isso criou divisões no grupo de trabalho.
Temos jogadores na selecção como Nuno Gomes, Ricardo Carvalho, Deco e outros, esses sim com peso moral na equipa para serem capitães.
Vejamos o exemplo do telefonema do Nuno Gomes ao Beto por não ter sido convocado. O que ele fez é de louvar, esse sim merece e dignifica a braçadeira de capitão.
Não jogando o Nuno Gomes, que coloquem a braçadeira no Simão, Ricardo Carvalho ou Deco.

 

Cristiano Ronaldo quando jogava pelo Man-United teve uma atitude vergonhosa com os adeptos do benfica, fazendo gestos impróprios.

Cristiano Ronaldo foi deselegante quando disse que gostou de marcar ao FC Porto, quando em toda a sua carreira se me recordo só deve ter marcado aquele golo ao Fc Porto.

 

Cristiano Ronaldo faz te homem.

 

  

alt

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Jorge Jesus é conhecido nos meios futebolisticos pelo bruxo.

Acho que prepara uma poção mágica que dá força e genica ... porém por todos os clubes treinados pelo bruxo,  apesar de primeiras voltas fantásticas, todos os clubes foram abaixo das canetas nas segundas voltas.

«Domingos não foi de meias-palavras na primeira declaração pública desde que começou o trabalho de campo em Braga. Satisfeito com o rendimento dos jogadores no primeiro teste da época, contra o Freamunde, o treinador não deixou de salientar o cansaço que muitos exibiram e as limitações que sente por ter três jogadores lesionados sem terem realizado um único treino (Matheus, Jorginho e Moisés), aos quais se juntam os intermitentes Leone e Frechaut, que só puderam jogar 28 e 17 minutos, respectivamente.
"É pena que haja cinco jogadores com pubalgias. Não me lembro de um clube com tantos casos destes. Isso limita o trabalho. Os jogadores vão tardar a aparecer", lamentou, recusando imputar responsabilidade ao departamento médico. "Não estou a colocar em causa o departamento médico, mas são muitos casos e gostaria de ter todos os jogadores aptos, até pelo tempo que tiveram de férias, disponíveis."
Mas afinal, de quem é a responsabilidade? "Não me perguntem. Mas não é normal. Desde 1986 que não ouvia falar de pubalgias..." - ironizou, sem nunca referir os métodos de Jorge Jesus como responsáveis por tantas lesões.
Recorde-se que, no ano passado, o Braga terminou a época com apenas 12 profissionais disponíveis para jogar.»


in O JOGO, 10/07/2009

 

Este artigo publicado no jornal O JOGO  deixa muitas mensagens  nas entrelinhas e dá azo a várias interpretações. As queixas de Domingos e as referências aos "métodos de treino" de Jorge Jesus fazem-nos recuar às cinco épocas em que Jorge Jesus treinou o FC Felgueiras - 1993/94 a 1997/98 -, quando este clube subiu da 2ª Divisão B até à primeira liga do futebol português e, nesse período houve suspeitas e uma investigação sobre alegados problemas de doping.

 

O testemunho ...

 

Lopes da Silva: «Prejudiquei a carreira porque acreditei nele»TÉCNICO DO BRAGANÇA E O DOPING COM JORGE JESUS EM 1995

“Estou arrependido de ter ficado calado”, foi assim que Lopes da Silva começou por abrir o jogo sobre o caso de doping que, em 1994/95, o afastou dos relvados por 6 meses. O agora treinador do Bragança jogava no Felgueiras, orientado por Jorge Jesus, seu adversário de hoje. Na hora de recordar os factos, a mágoa não foi escondida. “Prejudiquei a minha carreira por ter acreditado em Jorge Jesus e nos outros responsáveis do Felgueiras. Arranjaram-me um advogado, mas ele queria defender o clube e não a mim”, começou por desabafar Lopes da Silva, prosseguindo: “No intervalo de um jogo com o P. Ferreira deram-nos algo para tomar como sendo vitaminas. Os atletas confiaram! O Jorge Jesus tinha conhecimento do que aquilo era. Fui ao controlo e acusei positivo.”

 

in Record

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Goleada rima com tourada
(excelente descrição do jogo de ontem por Catarina Machado, jornalista do mais futebol)

Começo com umas declarações do jogador do Nacional....


Patacas, defesa do Nacional, comenta a goleada sofrida na Luz, nesta segunda-feira, na oitava jornada do campeonato:

«É de lamentar o que o treinador do Benfica fez, uma falta de respeito tremenda. Fico magoado, conheço o trabalho que fez em muitas equipas e quem anda no futebol tem de ter humildade, porque umas vezes chegamos ao céu e outras descemos à terra. Há que ter «fair-play» e respeito.»

 

Ontem assistimos no galinheiro da luz, a um jogo que roçou o ridículo.  Parecia que estávamos a ver um jogo de amadores, numa das nossas aldeias, em que toda a gente se insulta. Só faltou mesmo invasão de campo, pedradas e pancadaria da grossa.

Mas no galinheiro isto não é virgem, além de assassinarem adeptos com verylights, incendiarem autocarros, agredirem a equipa de hóquei do porto, colocando um jogador em risco de perda de visão, até ao último clássico em que entra um típico adepto sarraceno que aperta o pescoço ao fiscal de linha… enfim naquele circo tudo é possível.

Jorge Jesus não é cretino, ele é um fraco, porque o insulto é o argumento dos fracos. Ele com as constantes provocações para o banco do Nacional, violou todos os princípios de ética desportiva internacional regulada num código de ética desportiva, o qual dispõe O fair play significa muito mais do que o simples respeitar das regras; engloba as noções de amizade, de respeito pelo outro, e do espírito desportivo, representa um modo de pensar, e não simplesmente um comportamento …. O desporto é também considerado como uma actividade que, se for exercida de maneira leal, permite ao indivíduo conhecer-se melhor, exprimir-se e realizar-se; desenvolver-se plenamente, adquirir uma arte e demonstrar as suas capacidades; o desporto permite uma interacção social, é fonte de prazer e proporciona bem-estar e saúde. O desporto, com o seu vasto leque de clubes e de voluntários, oferece a ocasião de envolver-se e de tomar responsabilidades na sociedade. Além disso, o envolvimento responsável em certas actividades pode contribuir para o desenvolvimento da sensibilidade para com o meio ambiente.”

A Federação Portuguesa de Futebol também realça para todos os seus associados, O Futebol é um desporto competitivo, onde o objectivo é derrotar a oponente, por forma a obter a glória, o reconhecimento da superioridade frente aos adversários, mas também o respeito dos adeptos, dos media, dos patrocinadores, dos organizadores e de todos os públicos que constituem o global do futebol.

Contudo, o respeito também se conquista com comportamentos responsáveis de todos, respeitadores das regras do jogo, cumpridores das regras básicas do comportamento humano e de uma correcta conduta cívica.

…..

A esta atitude cívica por parte dos atletas e equipas, a esta lógica de comportamento e atitude no campo por parte todos os actores de futebol tem-se designado de “Fair-Play, e esta forma de viver o desporto tem vinda a ser promovida em todo o mundo em todas as grandes competições, em todos os grandes palcos de futebol. Porque sem desportivismo não há verdadeiramente desporto.”

 

Regulamento disciplinar da liga

Artigo 1º - Definições

Para efeito do presente Regulamento, entende-se:

….

d) Agentes: os dirigentes e funcionários dos clubes, jogadores, treinadores, auxiliares-técnicos, árbitros e árbitros assistentes, observadores dos árbitros e delegados da Liga, médicos, massagistas e, em geral, todos os sujeitos que participem nas competições profissionais organizadas pela Liga ou que desenvolvam actividade, desempenhem funções ou exerçam cargos no âmbito dessas competições.

….

Artigo 4.º - Deveres e obrigações gerais

1. As pessoas e entidades sujeitas à observância das normas previstas neste Regulamento devem manter conduta conforme aos princípios desportivos de lealdade, probidade, verdade e rectidão em tudo o que diga respeito às relações de natureza desportiva, económica ou social.

…..

 

É preciso saber ganhar e perder, Jorge Jesus além de ser um atentado constante à língua portuguesa, agora demonstra ser aquilo que  é, um fraco que desrespeita colegas de profissão e adversários. Tem a mania que é o mestre da táctica, o que é discutível, agora o que é indiscutível é que se trata de um treinador mal educado que envergonha toda uma classe profissional. Tenho pena que estes acontecimentos não fossem num jogo em que um Paulinho Santos ou um Sá Pinto jogassem, ou no outro banco estivesse um Jaime Pacheco, pois por certo este senhor levaria uma “lição”, que só a Corporación Dermoestética resolveria.

Esperamos agora, sentados, ou melhor deitados, ou melhor ainda tenhamos utopias acerca das possíveis sanções da Associação de Treinadores e da Comissão Disciplinar da  Liga a este cretino.

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O Dr. Rui Rio hostilizou o FC PORTO, não é assim que se ganha independência de uma autarquia face a um clube.

O FC PORTO é um baluarte, um estandarte da cidade. Dá a conhecer a cidade por esse mundo fora a cada conquista. E só alguém idiota ou anti portista hostiliza assim esta instituição.

Não sou a favor da promiscuidade exagerada que existia com o Dr. Fernando Gomes. Mas enfim nem 8 nem 80. Há que dar mérito a quem o tem, e o FC PORTO indiscutivelmente demonstra o desde 1893.

O FC PORTO enquanto associação desportiva de utilidade pública, possibilita desporto a jovens, e nomeadamennte o fantástico trabalho do departamento de desporto adaptado do clube, substituem a câmara no seu dever público de criar infraestruturas para a prática de desporto pelos portuenses. O FC PORTO para ter o título de utilidade pública não foi por acaso, senão vejamos.

Decreto-Lei n.º 460/77 de 7 de Novembro estabelece:

Artigo 1.º

(Noção de pessoa colectiva de utilidade pública)

1 - São pessoas colectivas de utilidade pública as associações ou fundações que prossigam fins de interesse geral, ou da comunidade nacional ou de qualquer região ou circunscrição, cooperando com a Administração Central ou a administração local, em termos de merecerem da parte desta administração a declaração de «utilidade pública».
2 - As pessoas colectivas de utilidade pública administrativa são, para os efeitos do presente diploma, consideradas como pessoas colectivas de utilidade pública.

Artigo 2.º

(Condições gerais da declaração de utilidade pública)

1 - As associações ou fundações só podem ser declaradas de utilidade pública se, cumulativamente, se verificarem os seguintes requisitos:
a) Não limitarem o seu quadro de associados ou de beneficiários a estrangeiros, ou através de qualquer critério contrário ao do n.º 2 do artigo 13.º da Constituição;
b) Terem consciência da sua utilidade pública, fomentarem-na e desenvolverem-na, cooperando com a Administração na realização dos seus fins.
2 - As associações que funcionem primariamente em benefício dos associados podem ser declaradas de utilidade pública se pela sua própria existência fomentarem relevantemente actividades de interesse geral e reunirem os requisitos previstos no número anterior.

Artigo 3.º

(Competência para a declaração de utilidade pública)

1 - A declaração de utilidade pública é da competência do Governo.

 

Até Santana Lopes,  por despacho no DIÁRIO DA REPÚBLICA — II SÉRIE Nº. 19 — 27 de Janeiro de 2005 de exarou o seguinte:

Despacho nº. 1880/2005 (2.a série). — Considerando as notáveis conquistas internacionais da equipa de futebol do Futebol Clube do Porto, SAD, nos anos de 2003 e 2004, nomeadamente:

Taça UEFA da época de 2002-2003;

Taça dos Clubes Campeões Europeus — Liga dos Campeões da
UEFA da época de 2003-2004;

Taça Internacional de Clubes 2004;

Considerando a extraordinária repercussão destes resultados quer a nível nacional, quer a nível internacional, bem como o prestígio que estas vitórias representam para o futebol e desporto nacionais;

Tendo em conta que só é possível alcançar estes títulos desde que exista um trabalho sistemático, bem coordenado e com um programa de gestão coerente e racional;

Considerando que não é possível ignorar o contributo dos administradores do Futebol Clube do Porto, SAD, Jorge Nuno Lima Pinto da Costa, Reinaldo da Costa Teles Pinheiro, Adelino Sá e Melo Caldeira, Fernando Soares Gomes da Silva e Rui Miguel Duarte Alegre, e dos directores Diogo Paiva Leite Brandão, Luís César Rodrigues Teixeira e Antero José Gomes da Ressurreição Henrique, para se alcançar resultados de mérito inquestionável para o desporto português;

Considerando o valioso e excepcional contributo prestado à causa do desporto pelo Futebol Clube do Porto, SAD:

Determina-se que seja concedido o colar de honra ao mérito desportivo, nos termos dos artigos 5.o e 6.o do Decreto-Lei n.º 55/86,  de 15 de Março, ao Futebol Clube do Porto, SAD.
20 de Dezembro de 2004. — O Primeiro-Ministro, Pedro Miguel de Santana Lopes.

 

O Dr. Rui Rio tem de respeitar quem enaltece e glorifica o nome da cidade.

 

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Só me bastou assistir até agora a 45 minutos do Sporting - Olhanense, para ver aonde isto vai parar.
A máquina está montada.
No sábado existe um penalti claro a nosso favor após remate de guarin, e mais outro sobre o hulk, um amarelo para intimidar o mesmo hulk, quando ele apenas se proteje de uma entrada perigosa do jogador do braga.
Ontem os remelosos dos sarracenos casapianos ganham com um penalti inventado, hoje o sporting benefecia de um penalti que nem ao diabo lembra...

Jogadores do FC PORTO, é preciso te-los no sitio. Tenham tomates, temos de vencer esta palhaçada nem que seja ao biqueiro e sapatada. Peguem nos vídeos antigos e revejam jogadores como Pacheco, André e Paulinho Santos.
Custa me imenso ver o hulk ser perseguido e os colegas de equipa nada fazerem. Noutros tempos com jogadores de tomates o árbitro corria à frente deles.

Lutem, sejam verdadeiros dragões. Sejam uma devastação em campo.

Os arbitros têm de nos respeitar.

Seja da forma que tiver que ser

 

 

Quanto ao árbitro  Jorge Sousa, é quase certo que é mouro, consta-se que ele possui um restaurante com adereços do benfica e que um dos seus fiscais de linha é conhecido como o mouro de Valongo. Esse tal fiscal de linha foi o mesmo que não viu na segunda parte uma mão clara de david luiz na área do benfica, mas a rtp fez o favor de não passar repetição.

 

Dragões no proximo jogo, os que forem ao estádio, apoiem a nossa equipa e treinador, temos de lutar contra tudo e contra todos. Vamos mostrar a força destruidora do dragão.

Categoria: Labaredas

Este penalty fantasma em Leiria, já me faz suspeitar que este árbitro é mouro, apesar de ser de Lordelo...senão vejamos:

Este árbitro é o mesmo que na época passada sonegou uma agressão de um adepto do benfica ao seu fiscal de linha no jogo  Benfica - Porto.


 

Mas este caso de violência que marcou o Benfica-Porto da 2ª jornada da Liga 2008-2009 não foi mencionado no relatório da equipa de arbitragem liderada por Jorge Sousa. Caso tivesse sido aplicaria se o que diz o Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional nos  artigos 138 e 139. www.lpfp.pt/SiteCollectionDocuments/Regulamento%20disciplinar.pdf

Se  houvesse justiça na Liga de Clubes e se Jorge Sousa, tivesse escrito no relatório o que aconteceu, o Benfica teria tido o seu estádio interdito ou ter de jogar à porta fechada.

 

Ainda no clássico da época passada:

 In Record 3 de Setembro de 2008

 

“Denúncias na Liga
DRAGÕES QUEREM VER LUÍS FILIPE VIEIRA PUNIDO POR ABORDAR ÁRBITRO JORGE SOUSA

 

O clássico ainda mexe. A SAD do FC Porto reentrou em campo e encaminhou duas denúncias contra o Benfica para a Comissão Disciplinar da Liga. A primeira prende-se com a intervenção de Luís Filipe Vieira junto de Jorge Sousa e do seu auxiliar José Ramalho. Record deu conta do pedido de desculpas apresentado pelo presidente encarnado na sequência da atitude de um adepto benfiquista junto do árbitro assistente. Reclamam os dragões que a suspensão de dois meses que Vieira cumpre não lhe permite tal comportamento. O castigo que lhe foi aplicado impede-o, lê-se no acórdão, da “prática de actos de representação do clube ou sociedade desportiva sempre que tais actos tenham subjacentes matérias de natureza eminentemente relacionada com a competição desportiva e sejam praticados perante quaisquer entidades ou órgãos da hierarquia desportiva”.

A segunda situação denunciada pela SAD portista remete para o lance ocorrido aos 4’ do clássico e que envolveu, na área encarnada, Luisão e Sapunaru. Os dragões entendem que a cotovelada do brasileiro no romeno foi deliberada e, por isso, pediram um processo sumaríssimo para o central benfiquista. Ontem, em comunicado, a Comissão Disciplinar anunciou a punição do defesa por 2 jogos, alegando que o trio de arbitragem nomeado não visualizou o gesto de Luisão no relvado.”

  

Vamos estar atentos a este senhor Jorge Sousa

 

 

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15 Setembro 2009 - 00h30

U. Leiria: Tribunal Administrativo colhe decisão do Supremo

Escutas do Apito ilegais

O Tribunal Administrativo de Lisboa (TACL) reconheceu ontem a ilegalidade da utilização das escutas nos processos disciplinares a João Bartolomeu, presidente da União de Leiria.

"A decisão do TACL anula o acto do Conselho de Justiça da FPF, que não atendeu o Supremo Tribunal Administrativo [STA], e declara nula a deliberação que violou esse acórdão", salientou o advogado Paulo Samagaio.

Esta decisão veio reconhecer uma outra do STA, de Novembro de 2008, que declarou ilegal o uso das escutas telefónicas fora do processo criminal em que são utilizadas para o efeito.

João Bartolomeu foi punido em Maio de 2008 com um ano de suspensão e multa de quatro mil euros por tentativa de corrupção pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) no âmbito do processo ‘Apito Final’. Em causa estava o jogo com o Belenenses da época 2003/2004.

O advogado espera agora que o Conselho de Justiça, perante a decisão do Tribunal, "profira nova decisão". Samagaio espera, assim, que o seu constituinte seja absolvido neste caso e não exclui a hipótese de uma indemnização.

Contactado pelo CM, o presidente leiriense preferiu não comentar a decisão do Tribunal Administrativo: "Não posso falar. Imposição da Liga. Não quero ser castigado."

Este acórdão é válido não só para este processo como para todos os outros, nomeadamente aqueles em que foram punidos o FC Porto e o seu presidente, Pinto da Costa, e o Boavista e o seu ex-presidente, João Loureiro. Entretanto, os boavisteiros – através de Adelina Guedes – já se congratularam com a decisão do Tribunal.

Filipe António Ferreira com Lusa

 

 

 

 

Algumas considerações:

 

Não podia ser outra a decisão do Tribunal Administrativo ao confirmar a ilegalidade da utilização das escutas como prova nos processos disciplinares desportivos.
Eu do pouco que sei de Direito, aprendi na faculdade, e sei que a nossa constituição está no topo da hierarquia das leis, e portanto todas as outras têm de lhe obedecer, caso contrário correm o risco de serem consideradas inconstitucionais.
Ora, as escutas já haviam sido consideradas inconstitucionais, mas mesmo assim estes senhores (que têm formação jurídica) do conselho de disciplina da liga, não acataram esta regra elementar.
Muitos na altura com falsas esperanças alegaram que em Itália é que foi, a Juventus desceu logo etc. Mas amigos há uma diferença entre o nosso sistema judicial e o Italiano. Em Itália existe um tribunal desportivo e uma lei desportiva.
Em Portugal existem apenas regulamentos disciplinares da liga e da FPF, que em caso de punição de algum clube, o recurso é a lei cível, e se esta der razão aos punidos, o conselho da liga ou FPF só tem como dever legal acatar essas decisões ou recorrer.
Estes senhores não podem punir à margem da lei constitucional, lei processual penal, penal e civil.
Há um vazio de uma lei desportiva e uma instância onde se possa julgar estas situações de alegadas fraudes desportivas. Tem que existir um código desportivo e um tribunal desportivo. Não se pode julgar tendo em conta o sensacionalismo, clubismo e com base em obras escritas e manipuladas por terceiros.
O livro da Carolina Salgado foi manipulado por elementos ligados ao Benfica e escrito à pressa num hotel de Lisboa, conforme testemunho da professora contratada para o redigir.

Ora o campeonato da época passada já foi homologado, os pontos teriam de ser devolvidos ao FC Porto e Leiria nesta época. o Boavista foi despromovido. Que fazer com o Boavista?
O Boavista terá direito a uma indemnização, e não sei como vão resolver esta trapalhada.
O FC PORTO e o seu presidente também deverão exigir uma indemnização por ter sido lesada a sua imagem.
Enfim, estes senhores que têm formação júridica deveriam saber disto tudo, mas foram arrogantes e agiram à margem da lei e de regulamentos internos que vão contra a lei.
Outra coisa ridícula, o Dr. Bexiga foi agredido, ficou provado que Pinto da Costa nada teve a ver. Mas sabe-se de certeza que Carolina afirmou que contratou pessoas para o agredirem... ora a lei não pune esta senhora que diz que manda agredir alguém? Este Dr. Bexiga não faz nada para que tal aconteça? Ou será que Carolina mentiu, e por tal deveria ser condenada por perjúrio?
Outra coisa quando se fala em tráfico de influências parece que isto não é o mais comum no nosso país, que para ser a Colômbia só lhe falta as FARC.. Todos nós por ter conhecidos aqui e acolá , já incorremos neste crime. Conseguimos por exemplo resolver um problema nas finanças sem filas porque temos lá um amigo, conseguimos uma consulta médica mais rápido, porque conhecemos alguém do hospital etc
No futebol é igual, O Vieira telefonou para o Major Valentim a escolher arbitro para o jogo contra o Belenenses por exemplo. No ano que quebraram o longo jejum convidaram a direcção, atletas e treinadores do Estoril para uma almoçarada, antes do jogo Estoril-Benfica no Algarve. Litos e Carlos Xavier denunciaram a situação…e onde estavam estes senhores para aplicar os regulamentos … eu sei onde estavam … estavam no estádio do Algarve a torcer pelo Benfica.
Nos últimos dias vem a lume mais um trafico de influências, o delegado da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) no Benfica-Nacional da Madeira da temporada passada foi suspenso por 18 meses.
O castigo foi decidido por ter falsificado o relatório do encontro, anunciou hoje, quinta-feira, a Comissão Disciplinar do organismo.
Devido aos acontecimentos no final dessa partida (0-0), que o árbitro Pedro Henriques anulou um golo dos "encarnados" nos minutos finais, Nuno Gomes recebeu dois jogos de suspensão e uma multa de 1000 euros por "por factos ocorridos no jogo e infracção disciplinar", mas o comportamento do internacional luso não foi "intencionalmente" mencionado no relatório de João Pedro Simões Dias.
"Tal delegado presenciou, após o jogo, no túnel de acesso aos balneários e junto da equipa de arbitragem, comportamentos injuriosos de agentes desportivos e tais comportamentos lhe foram comunicados pela mesma equipa de arbitragem", lê-se no acórdão da Comissão Disciplinar da Liga.


Daqui só se conclui uma coisa, o alvo a abater era o FC PORTO, infelizmente Boavista e Leiria foram apanhados na rede de fanatismo e esperança de prejudicar o nosso clube.

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